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Metallica e Lou Reed falaram sobre "Lulu"

   31 de Agosto de 2011     tags: lulu, lou reed, entrevista      Comentários

"Lulu" foi originalmente definido para ser a adaptação musical de Reed de uma peça de 1913, escrita pelo dramaturgo alemão Frank Wedekind. A peça é sobre a vida de uma dançarina, mas agora se tornou um projeto conjunto com o Metallica.

Os titãs do metal de San Francisco revelaram que o plano original era um álbum em conjunto para regravar algumas "jóias perdidas" do ex-homem do Velvet Underground, antes de Reed propor gravar "Lulu".

Falando sobre o projeto, o vocalista do Metallica James Hetfield disse: Nós estávamos muito interessados em trabalhar com Lou. Eu tinha esses pontos de interrogação gigantes: 'Como é que vai ser?', 'O que vai acontecer?' Então foi ótimo quando ele nos enviou as letras para o trabalho musical de "Lulu". Era algo em que podíamos afundar nossos dentes. Eu podia tirar o meu chapéu de cantor e compositor e me concentrar na parte musical. Eram letras muito potentes, com uma paisagem sonora por trás para uma atmosfera. Lars e eu nos sentamos num trabalho acústico e deixamos esta tela em branco nos levar onde ela precisava ir. Foi um grande presente, poder estampar o nome Metallica. E é isso que nós fizemos.

Reed disse sobre o projeto: Tínhamos que trazer Lulu à vida de um modo sofisticado, usando o rock e o rock mais poderoso que você pode apresentar tem que ser o Metallica. Esta é a melhor coisa que já fiz. E eu fiz isso com o melhor grupo que eu poderia encontrar. Por definição, todos os envolvidos foram honestos. O projeto veio ao mundo puro. Nós no esforçamos tanto quanto foi possível dentro do âmbito da realidade.

Agradecimentos: Panta rhei
Fonte (em inglês): NME.com

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Autor comenta sobre seu livro sobre Metallica

   29 de Agosto de 2011     tags: mick wall, entrevista      Comentários

Steven Ward do PopMatters realizou recentemente uma entrevista com o renomado jornalista inglês de rock, Mick Wall, sobre seu livro recém lançado, "Metallica: Enter Night - The Biography". Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

PopMatters: Você faz algumas ressalvas sutis no livro de que Cliff [Burton, ex-baixista do Metallica] não teria gostado que a banda tivesse prosseguido tão rapidamente com seu substituto. Eu acho que você fez uma piada sobre [o guitarrista do Metallica] Kirk [Hammett], quando ele te diz em uma entrevista que Cliff teria gostado que fosse dessa forma. Mas durante uma das últimas entrevistas de Cliff, ele não fala sobre Lars [Ulrich, bateria] morrer, e então diz que a banda continuaria e prosseguiria?

Wall: Eu não acredito que as ressalvas tenham sido sutis, na verdade. Eu acredito que o que eu disse é inequivocado. A banda não continuou só porque "Cliff gostaria que fosse assim", que foi o que eles falaram na época. Eles continuaram pois o que mais poderiam fazer? Caras como Lars e James [Hetfield, guitarra/vocais], que começaram a banda antes do Cliff entrar, certamente não jogariam a toalha enquanto suas carreiras estavam começando a decolar, mesmo que amassem Cliff.

PopMatters: Como a pergunta sobre o Cliff, você acha que o Metallica teria feito tanto sucesso se mantivessem Dave Mustaine na banda?

Wall: Eu acho que o fato de Dave Mustaine ter sido despedido da banda permitiu que o Metallica se tornasse muito mais focado. Permitiu que a mesma coisa acontecesse com Dave, por motivos diferentes. O resultado foi duas bandas incríveis, ambas de grande sucesso.

PopMatters: Existem outros livros sobre o Metallica, incluindo um muito bom do escritor da Metal Hammer, Joel McIver. Você escreveu o livro porque achou que já era tempo que alguém fizesse uma biografia mais completa, que não fosse tão feita por fã? Obviamente, você não poderia ter escrito este livro se ele fosse autorizado pela banda, certo?

Wall: Eu não escrevi o livro para os fãs, e eu não escrevi para a banda. Eu escrevi como eu escrevo todos os meus livros - para aqueles que gostam de bons livros. A história do Metallica é fascinante. Melhor que ficção. Eu achei que era tempo para uma biografia literária de verdade, que tivesse sido escrita para adultos.

PopMatters: Eu fiquei surpreso de aprender alguns detalhes sobre a banda em seu livro - James liderando uma banda glam de L.A. sem uma guitarra para se esconder (eu não consigo imaginar); a banda ouvindo Peter Gabriel e The Police no ônibus de turnê (não muito metal); e, principalmente, Lars ser um baterista tão ruim e ter aulas até a época do "Master of Puppets". Houve algo que te surpreendeu durante sua pesquisa?

Wall: Na verdade, não. Você precisa entender que quando eu os encontrei pela primeira vez, eles eram crianças, quase 30 anos atrás. A amplitude do interesse musical deles não era nenhuma surpresa. É uma das razões pela qual eles não acabaram como o Slayer ou o Iron Maiden. Como um todo, no entanto, tudo sobre a história me surpreendeu. A coisa principal sobre meus livros é absolutamente não repetir o que todo mundo já disse. Para realmente pensar sobre as coisas. De falar com aqueles que estavam lá, ajudando a tomar decisões chaves, e descobrir o que estava realmente rolando, não o que os escritores-fãs dizem ter acontecido. É tudo sobre as nuâncias. Eles precisam contar suas próprias histórias e como autor, você precisa prestar atenção e tentar entender, mesmo quando elas parecem não fazer sentido inicialmente para você.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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A história por trás da jam e "Am I Evil?"

   27 de Agosto de 2011     tags: big four, entrevista      Comentários

A revista Revolver realizou uma entrevista com o Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax para uma edição especial dedicada aos Big Four do thrash metal dos anos 80. Este seção relembra como que surgiu a idéia das bandas tocarem "Am I Evil?" juntas nos shows dos "Big Four", começando em Sofia, Bulgária, no ano passado. Ela conta com entrevistas com Lars Ulrich do Metallica, Scott Ian e Charlie Benante do Anthrax, Dave Lombardo do Slayer, e David Ellefson do Megadeth.

Revolver: A maioria de vocês subiram ao palco e tocaram a "Am I Evil?" do Diamond Head no ano passado em Sofia, Bulgária. Como surgiu isto?

Lars Ulrich: Eu acho que nós sentimos que deveríamos tentar e ver se conseguiríamos juntar todo mundo. Também, havia toda essa coisa de transmissão mundial. Parecia o lugar óbvio para compartilhar, havia uma vibração tão boa rolando. Nós queríamos que os fãs de todo o mundo tivessem a chance de compartilhar essa boa vibração.

Scott Ian: Eu estava sentado em um bar com o [vocalista do Slipknot e Stone Sour] Corey Taylor em algum lugar, uma ou duas noites antes de realmente fazermos isso, e eu recebi uma mensagem do Kirk [Hammett, guitarrista do Metallica] dizendo, "Ei, na Bulgária estamos pensando em tocar 'Am I Evil?' com todo mundo, então avise seus caras." E eu respondi, "Sim, claro. Estamos dentro."

Lars Ulrich: A razão de escolhermos "Am I Evil?" é porque obviamente tocar uma música do Metallica pareceria um pouco de egoísmo. Todos os músicos certamente compartilham um pouco de influência do Diamond Head. É provavelmente difícil achar uma banda que é mais responsável, ou pelo menos indiretamente responsável, pelo thrash metal. E "Am I Evil?" é uma ótima música, tipo um hino, que também tem a qualidade de não ser super complicada. Então simplesmente parecia o tipo certo de vibração para compartilhar com todos por cinco minutos que não precisava necessariamente mandar as pessoas de volta para a sala de ensaio por dias. [O líder do Megadeth, Dave] Mustaine e um monte desses caras sabiam o riff também, então parecia a escolha lógica.

Charlie Benante: A primeira mensagem que eu recebi sobre isso foi - eu acho que o Kirk que me enviou - "você vai tocar guitarra". Esta foi a primeira mensagem que eu recebi. E foi tipo, animal. Aquilo seria ótimo. E acho que as outras pessoas pensaram, como o baterista vai tocar guitarra, quando os outros bateristas não estão fazendo nada? Então de repende, uma caixa de bateria foi colocada no meu colo. E eu fiquei tipo, ok, eu estou bem com isso também.

Dave Lombardo: Eu amo fazer jam. Eu faço isso o tempo todo em casa, em Hollywood. Então eu fiquei animado em fazer isso, eu não recusaria esta oportunidade com todos os meus outros amigos lá em cima. Foi tipo, tá certo, vamos lá.

Revolver: O que vocês se lembram sobre ensaiar a música?

David Ellefson: Foi ótimo. Assim que entramos na sala de ensaios, o [baixista do Metallica] Robert Trujillo foi tipo, "Ei, Junior, ainda bem que você está aqui". E ele me passou o baixo. Ele foi tipo, "Aqui, você faz a jam". E eu estava tipo, ok, eu acho que agora eu sou o baixista neste pequeno desafio. Então eu toquei, e foi divertido para mim, sentar lá e ser o cara. Lars era o baterista, claro, e nós estávamos meio equilibrados, pois eu e ele sempre nos damos muito bem durante os anos. E eu olhei e vi o [guitarrista do Megadeth, Chris] Broderick, o [vocalista/guitarrista do Metallica, James] Hetfield, Mustaine, Scott Ian, o [frontman do Anthrax] Joey Belladona, e todo mundo lá. E este foi um daqueles momentos clássicos. Eu me lembro quando era criança, eu gostava de folhear uma revista de guitarras e ver uma foto clássica do Jimmy Page, Paul McCartney e, tipo, Keith Richards, todos na mesma sala, juntos. Para mim, aquele foi o nosso momento. Eram só aqueles caras que nunca estiveram juntos na mesma sala antes. E eu preciso dizer, James Hetfield foi um host realmente gracioso. Ele fez com que fosse relaxado e divertido, e foi bem legal porque nós essencialmente fomos convidados para a câmara secreta do Metallica. [Risos] Ele fizeram com que fosse bem relaxante e bem fácil e bem divertido.

Lars Ulrich: Eu posso ter sido o atrasado. Todos estavam meio que olhando uns para os outros. E eu fui tipo, "ok, vamos tocar algo". Então nós começamos com "Breaking the Law" [do Judas Priest]. Nós simplesmente nos soltamos e começamos a nos divertir.

David Ellefson: A coisa engraçada é que todo mundo ficou praticando o dia inteiro. É só um riff simples, e nós juntamos todo mundo no backstage, na sala de ensaios montada no nosso vestiário também. Então Scott e Charlie e Frank e todo mundo vem a nossa tenda, e nós estamos lá, fazendo jam e ensaiando e trabalhando nas coisas também. Foi uma daquelas coisas onde todos queriam que fosse perfeito. Todos queriam que fosse a melhor coisas já feita.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Mustaine: "É claro que eu faria um projeto com o Metallica"

   25 de Agosto de 2011     tags: entrevista, mustaine      Comentários

O Boston Phoenix entrevistou recentemente o líder do Megadeth, Dave Mustaine, e durante a conversa, ele falou um pouco sobre as chances dele aceitar fazer um projeto com o Metallica, similar ao que a banda fez com Lou Reed e com Ray Davies do The Kinks.

"Bem, eu já fiz um projeto com o Metallica há muito tempo atrás. Você quer dizer outro projeto com o Metallica? Eu não sei... Se eles estão procurando caras mais velhos para tocar, estes caras são um pouco mais velhos que eu, talvez eu precise ter minha carteirinha da terceira idade para fazer isso [risos]. Não, claro que eu faria - essa foi a minha banda. Megadeth foi o próximo passo lógico na minha carreira. Foi uma progressão natural, mas se surgisse uma oportunidade para nós tocarmos de novo - eu acho o que seria o ideal, e eu falei com o James sobre isso antes. E ele não disse 'Não', que ele, eu e Lars e [o baixista do Megadeth] David Ellefson deveríamos gravar juntos e ver o que acontece. Não como uma banda ou algo assim, mas algo para doar dinheiro para caridade. Nós estamos todos ficando bem mais velhos agora, e só o fato de começarmos a falar é um ótimo começo. Tocar junto é até melhor, e a idéia de fazer algo juntos pode ser um pouco demais para meu pequeno cérebro aguentar e ele pode simplesmente explodir", disse.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Bravewords.com

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Ulrich fala sobre sua música favorita do Anthrax

   23 de Agosto de 2011     tags: ulrich, entrevista, anthrax, big four      Comentários

A revista Revolver realizou uma entrevista com o Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax para uma edição especial dedicada aos Big Four do thrash metal dos anos 80.

Quando perguntado sobre sua música favorita do Anthrax, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse, "há tantas. Eu não sei, a cover que eles fizeram de 'Antisocial' [no 'State of Euphoria' de 1988] do [grupo francês de rock] Trust é obviamente ótima. 'Got the Time' [do 'Persistence of Time' de 1990] que é uma cover originalmente do [artista inglês de new-wave] Joe Jackson foi excelente. 'Only', que eles fizeram no primeiro disco com o [vocalista] John Bush [no 'Sound of White Noise' de 1993] foi ótima. Há várias delas, então eu não sei nem por onde começar. Foda. Eu estava nas montanhas outro dia, andando de esqui em algum lugar, e o Public Enemy veio e tocou, então eu fui lá vê-los. Eles tocaram 'Bring the Noise', [que o Public Enemy regravou com o Anthrax em 1991], o que foi legal de se ouvir."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield e Hammett falam sobre 20 anos do álbum preto

   22 de Agosto de 2011     tags: black album, áudio, entrevista      Comentários

James Hetfield e Kirk Hammett do Metallica foram entrevistados para a edição desta semana do "In The Studio". Na conversa, eles discutem sobre o 20o. aniversário do marcante álbum preto com o locutor profissional e músico, Redbeard.

Ouça a conversa clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Mustaine revela sua música favorita do Metallica

   16 de Agosto de 2011     tags: dave mustaine, entrevista      Comentários

A revista Revolver realizou uma entrevista com o Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax, para uma edição especial dedicada aos Big Four do thrash metal dos anos 80.

Dave Mustaine, que foi um dos membros originais do Metallica, foi despedido da banda pelo baterista Lars Ulrich em 1983. Ele foi substituído por Kirk Hammett e formou então o Megadeth, que obteve por si só sucesso mundialmente.

Quando perguntado sobre sua música favorita do Metallica, Mustaine disse, "eu tive que me esforçar bastante comigo mesmo para que eu conseguisse ouvir o Metallica. Antes, sempre que eu os ouvia, eu precisava, na minha cabeça, subir no palanque e soltar minhas reclamações sobre o que aconteceu comigo. E então, assim que eu percebi, 'Dave, você é sortudo, você é abençoado, você está em uma ótima banda, você está em uma outra ótima banda', eu finalmente disse, 'você está perdendo isto.'"

"E eu me lembro de ouvir esta música quando estava falando com o Lars uma vez e falar para ele que esta é minha música favorita do disco preto. E ele diz, 'Sério? Foda, cara'. Era 'The Unforgiven'. Eu gostei dela pois achei que foi a primeira vez realmente que eu ouvi o James [Hetfield] cantar de verdade. Ele cantava antes, e ele era um ótimo cantor. Mas aquela foi a primeira vez que eu o ouvi realmente cantar de verdade."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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A história por trás de The Four Horsemen

   15 de Agosto de 2011     tags: kill'em all, entrevista, mustaine      Comentários

A revista Revolver realizou uma entrevista com o Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax, para uma edição especial dedicada aos Big Four do thrash metal dos anos 80.

Dave Mustaine, que foi um dos membros originais do Metallica, foi despedido da banda pelo baterista Lars Ulrich em 1983. Ele foi substituído por Kirk Hammett e formou então o Megadeth, que obteve por si só sucesso mundialmente.

Quando perguntado sobre o que ele se lembra de compor músicas com o Metallica enquanto ainda estava no grupo, Mustaine disse, "eu sempre nos chamei, como um grupo, de 'Four Horsemen'. Antes de estar no Metallica, eu realmente amava esta banda chamada Montrose, e seu guitarrista era Ronnie Montrose. Ele continuou e formou uma banda chamada Gamma. Um de seus discos ['Gamma 2', de 1980] tinha uma barbatana de tubarão cortando a grama, o que eu achei espetacular. De qualquer forma, ele tinha uma música lá chamada 'Four Horsemen' que eu eu fiz com a minha banda Panic, que eu estava antes do Metallica. Quando eu me juntei ao Metallica, eu tinha a música 'Mechanix', que eu escrevi, e 'Four Horsemen' era uma sugestão minha também, pois estávamos coverizando músicas. Então isto plantou a semente em James [Hetfield, frontman do Metallica]. E um dia, quando estávamos indo aos ensaios, Lars disse alguma coisa sobre diminuir a velocidade da minha música, 'Mechanix'. Eu tinha acabado de chegar no estúdio com Cliff [Burton, baixista do Metallica], e nós estávamos ouvindo Lynyrd Skynyrd, e estava sendo um otário, então eu toquei 'Sweet Home Alabama' ao invés de 'Mechanix', e isto é basicamente a parte do meio do que se tornaria a 'The Four Horsemen' do Metallica."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Mustaine quer supergrupo com James e Lars

   10 de Agosto de 2011     tags: mustaine, entrevista      Comentários

Em entrevista à radio 97.1 Eagle Rocks, de Dallas, Dave Mustaine revelou conversas com os antigos desafetos e novamente amigos Lars Ulrich e James Hetfield. “Falei com eles sobre fazermos um supergrupo junto com David Ellefson para gravarmos um disco. James disse não, mas a idéia ainda está no ar. Vou seguir insistindo, é um desejo meu”.

Quando o assunto foi Marty Friedman, Mustaine negou qualquer possibilidade de volta do antigo guitarrista ao Megadeth. “Não há mais espaço. Além disso, Marty não é tão bom quanto Chris Broderick. Ele quis ser um guitarrista Pop e foi formar uma banda com uma garota japonesa. A formação com Marty e Nick Menza não foi a mais importante, de qualquer modo. Com o lineup atual fizemos mais coisas do que nunca. Se analisarmos a situação, resgatamos a banda do nada, enquanto Marty e Nick entraram em um grupo que já era grande”.

Fonte: Whiplash!

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Ulrich: "St. Anger foi um experimento isolado"

   18 de Julho de 2011     tags: entrevista, ulrich      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado para a edição do verão de 2011 da revista Classic Rock do Reino Unido. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Classic Rock: É justo dizer que o "St. Anger" foi seu pior álbum?

Ulrich: Eu acho que é justo dizer que algumas pessoas acham isto.

Classic Rock: Você concorda com elas?

Ulrich: Não posso. O jeito que eu vejo o mundo, eu não consigo classificá-lo do melhor para o pior. Esse tipo de simplicidade simplesmente não existe para mim. Se eu tivesse 14 anos, eu provavelmente poderia fazer isto. Agora, a forma como eu vejo o mundo não é nada além de cinzas, principalmente.

Classic Rock: O som da bateria nesse disco foi abismal.

Ulrich: Isto foi de propósito. Não foi do tipo que a gente lançou e alguém disse, "Ops!". Eu vejo o "St. Anger" como um experimento isolado. Eu sou o maior fã do Metallica, você precisa se lembrar disso. Mais uma vez, como somos conhecidos por fazer, de vez em quando esses limites precisam ser mexidos. Nós já fizemos o "Ride the Lightning", que eu acredito ser um bom disco. Ele não precisava ser refeito.

Classic Rock: Mas até as músicas boas do "St. Anger" nunca terminam.

Ulrich: Quando nós ouvimos o disco do começo até o fim, eu senti - e foi principalmente eu - que a experiência foi tão massante, ele se tornou quase sobre machucar o ouvinte, desafiar o ouvinte, então nós mantivemos as músicas sem edição. Eu consigo entender que as pessoas acharam que era longo demais.

Classic Rock: Você tem algo em comum com James Hetfield, fora do Metallica?

Ulrich: Essa é uma boa pergunta. Nós dois somos bem apaixonados por filmes e hockey. Nós dois gostamos de uma boa comida. Nós dois colocamos sapatos de manhã.

Classic Rock: O que os mantém juntos? Vocês parecem o casal estranho definitivo.

Ulrich: Porque é realmente divertido. Quando estamos tocando, eu realmente aproveito isso. A coisa principal que nós temos em comum além do Metallica é que nós dois priorizamos nossas famílias ao Metallica. E essa é uma coisa nova. O fato que de nós dois tivemos filhos ao mesmo tempo, da mesma idade, é provavelmente diretamente responsável pela banda ainda estar junta. Se um de nós não estivesse neste barco, provavelmente não conseguiríamos manter o relacionamento.

Classic Rock: Você acha que as pessoas podem ter uma idéia errada de James?

Ulrich: Certamente. Eu tenho alguns pensamentos. Ele é muito mais doce e vulnerável do que as pessoas acham que ele é. A maior parte dessa dureza, a coisa de macho, era só uma máscara para ele lidar com suas próprias inseguranças. Eu sempre senti que ele era uma alma muito gentil e uma cara amoroso. Eu e ele sempre tivemos o melhor relacionamento quando estávamos sozinhos. O problema é que assim que havia outras pessoas na sala, nós começávamos a brigar pelo primeiro lugar, ou a jogar um ao outro contra as pessoas na sala. Se tornou estranho.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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