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Death Magnetic é disco triplo de platina na Finlândia

   12 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

De acordo com o site Blabbermouth.net, mais de 60 mil cópias do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic", foram despachadas na Finlândia até o momento.

O prêmio de disco de platina finlandês para álbuns domésticos reconhece vendas superiores a 30 mil cópias, enquanto o mesmo prêmio é dado para artistas internacionais que atingem 20 mil cópias para um único álbum. Dessa forma, "Death Magnetic" atingiu o status de disco triplo de platina no país em seu dia de lançamento.

No último show da banda em Helsinki, Finlândia - no dia 15 de Julho de 2007 - contou com mais 50 mil pessoas, que é aproximadamente 1 porcento da população do país, de 5,5 milhões.

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Resenha do "Death Magnetic" no portal Rock Press

   11 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

O portal Rock Press acaba de publicar o review do álbum "Death Magnetic", novo trabalho do Metallica. A matéria escrita pelo jornalista musical Costábile Salzano Jr considera que "Death Magnetic" resgata toda a essência que tornou o Metallica um dos mais importantes e consagrados grupos da história do rock.

Para ler a review completa, clique aqui.

Fonte: Whiplash!

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Death Magnetic completo em streaming

   11 de Setembro de 2008     tags: death magnetic, áudio      Comentários

O Mission: Metallica e o site oficial da banda disponibilizaram o novo álbum, Death Magnetic, para ser ouvido na íntegra em streaming. Para ouví-lo, basta clicar aqui.

Além disso, para membros platina, foram disponibilizadas 31 fotos novas da banda em estúdio. Já para aqueles que compraram a versão digital do álbum ou algum pacote que incluía a versão digital do disco, o download também já está disponível, mediante um código enviado por e-mail.

Agradecimentos: HeavyMaster

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HMV confirma venda de Death Magnetic no Reino Unido

   11 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

Um porta-voz da HMV confirmou a BBC News que o novo álbum do Metallica, "Death Magnetic" está a venda no Reino Unido antes do lançamento previsto para 12 de Setembro.

A loja Zavvi da Oxford Street em Londres começou a vender o disco na quarta-feira (10 de Setembro), enquanto a HMV disse que o CD está disponível agora nas lojas.

De acordo com a HMV, "nós fomos avisados ontem pela gravadora [Vertigo] que por ter vazado em larga escala, eles adiantariam o lançamento física e permitiria que o disco fosse comercializado. Este foi o comunicado que recebemos e nós respondemos a ele."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich, sobre o vazamento do álbum: "É uma vitória para os padrões de hoje"

   11 de Setembro de 2008     tags: ulrich, death magnetic      Comentários

O USAtoday publicou ontem duas matérias a respeito do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic". Confira alguns trechos abaixo.

Sobre o som do Death Magnetic em comparação ao Master of Puppets, Ulrich disse que "nós decidimos que se esse é o marco, vamos chegar o mais próximo possível dele sem o copiarmos. Nos anos 90, nós nos distanciamos desse lado do Metallica o máximo que podíamos".

Já sobre a troca de produtor, Hetfield disse que ao contrário de Bob Rock, Rick Rubin "não estava envolvido em todo o drama e não estava cuidando da gente. Ele ofereceu opiniões firmes sem machucar muito nossos egos. Demorou alguns minutos até que percebemos que estava bem voltar ao que fizemos no passado. Quando Rick nos pediu para voltar ao que sentíamos naquela época, eu disse, 'você quer que eu vista meu cinto de balas e viva em um garagem de novo? '. Eventualmente eu entendi. Tocar aqueles riffs me fez sentir muito bem."

Sobre o vazamento do álbum semana passada, Ulrich afirmou que "pelos padrões de 2008, isso é uma vitória. Se você me falasse há seis meses que nossos disco não vazaria até 10 dias antes do lançamento, eu teria apostado. Nós fizemos um grande disco, e as pessoas estão animada com ele mais do que qualquer um esperaria".

As matérias completas, em inglês, podem ser lidas aqui e aqui.

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Death Magnetic a venda no Reino Unido

   10 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

De acordo com várias fontes online (incluindo usuários do fórum oficial do Metallica), diversas lojas do Reino Unido - como a HMV e a Zavvi - começaram a vender o novo álbum do Metallica, "Death Magnetic", antes da data oficial de lançamento mundial, em 12 de Setembro - provavelmente em resposta ao disco ter vazado na semana passada. A HMV, maior rede de lojas de CDs do Reino Unido, está vendendo o disco por £9.99 (cerca de 31 reais).

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Review do Death Magnetic do G1

   09 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

O site G1 publicou o seguinte review do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic".

Em 'Death magnetic', Metallica faz o verdadeiro 'novo metal'

Trabalho é digno de ser considerado o verdadeiro 6º álbum da banda.
Em contraposição a experimentos chatos, disco é agressivo e rápido.


Foram quase 18 anos esperando, mas finalmente o Metallica lançou um disco para suceder o já clássico álbum preto. Para ser bem direto, "Death magnetic" é digno de ser considerado o verdadeiro sexto álbum da banda, dando continuidade a "Kill 'em all", "Ride the Lightning", "Master of Puppets", "...And justice for all" e o já mencionado disco da capa preta sem nome. "Load", "Reload" e "St. Anger", todos lançados nesse ínterim, têm lampejos de criatividade pesada e seriam grandes discos de um grupo iniciante, mas nada perto do que "a maior banda de metal do mundo" é capaz.

Depois de uma leve decepção com as primeiras versões de algumas músicas que vazavam na internet, ou eram gravadas ao vivo e iam para o YouTube, o álbum completo surpreende positivamente. Em primeiro lugar, por uma produção impecável: a banda voltou a ter uma bateria de verdade (com bumbos duplos, e não aquele som de lata de "St. Anger"), voltou a ter solos bem pensados, as músicas são longas, variadas e muito trabalhadas do começo ao fim – trabalho de Rick Rubin, que substituiu Bob Rock.

E surpreende pela pegada pesada das canções e pelas dezenas de novos grandes riffs, daqueles que caracterizaram a carreira da banda e que todo mundo começou a imitar. Ninguém vai conseguir comparação melhor que a edição americana da revista "Rolling Stone": "Death magnetic" é o equivalente musical da invasão da Geórgia pela Rússia, diz a revista, "um repentino ato de agressão de um gigante adormecido".

Nada de agressividade e peso anacrônicos, entretanto. Não que eles revolucionem o thrash metal que eles mesmos ajudaram a criar, mas é como se a violência de "Battery", ou de "The frayed ends of sanity", dos anos 80, ganhassem uma roupagem mais contemporânea, mais atual. Rápido, distorcido, agressivo: o verdadeiro "novo metal" em contraposição a experimentos chatos de grupos como Linkin Park e Korn.

As três primeiras músicas: "That was just your life", "The end of the line" e "Broken, beat and scarred" quase não deixam respirar. Em seguida vem "The day that never come" parecendo que vai ser uma balada, mas batendo quase tanto quando a "Unforgiven" original quando chega no refrão. E a pancadaria continua a toda velocidade dali por diante.

Por falar daquela "semibalada" do começo dos anos 90, ela reaparece aqui em sua terceira edição: "The unforgiven III". Introdução em tom épico, pianinho, e depois mais pancada – uma versão muito mais criativa e diferenciada de que a segunda, do "Reload".

Catarse

Quem um dia já gostou de Metallica sem dúvida ficou preocupado com a crise existencial que o grupo mostrou no documentário "Some kind of monster", e que descambou no mal-falado "St. Anger", mas parece que a terapia funcionou. O disco soa bem- resolvido, como se a banda estivesse de volta a sua perfeita forma.

Os membros originais do grupo elogiaram a colaboração criativa do novo baixista, Robert Trujillo, no disco e nessa nova fase da banda. Se em "Death Magnetic" não se nota tanto a participação dele, em vídeos de shows recentes que podem ser vistos na internet, vê-se que ele está à vontade, e que ajuda a banda a reler até mesmo os clássicos, "ousando" reinterpretar até mesmo a introdução de "For whom the bell tolls" - e dá certo.

O problema da banda pode ser ter demorado 18 anos para lançar um bom disco em um estilo em que a faixa etária média dos ouvintes circula em torno dos 15 anos. Neste caso, vale lembrar o que diz o antropólogo Sam Dunn, diretor do documentário "Metal: a headbangers journey": todo mundo que já gostou de metal mantém vivo em si o garoto de 15 anos que já bateu cabeça ouvindo as músicas mais barulhentas do mundo - é hora de acordá-lo.

Agradecimentos: ThrashMetalera

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Entrevista de Hammett da Folha de São Paulo

   09 de Setembro de 2008     tags: death magnetic, entrevista, hammett, brasil      Comentários

O jornal Folha de São Paulo publicou no dia 1 deste mês uma entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, no qual ele fala sobre o novo disco da banda, "Death Magnetic" e sobre o Brasil. Junto dela, também foi publicada um breve review do disco e uma pequena nota sobre o box em formato de caixão.

A matéria pode ser conferida, na íntegra, clicando aqui.

Agradecimentos: Marcos Roberto Teixeira de Andrade

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Review do Death Magnetic na Kerrang!

   08 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

A revista Kerrang! publicou o seguinte review a respeito do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic".

Parece quase blasfêmia dizer isso, mas existem alguns fãs que estão cansados de ver o Metallica tocar Master of Puppets ano após ano, assim como existem pessoas que não tem a menor esperança no Death Magnetic, o nono álbum de estúdio da banda e o primeiro desde 2003.

Depois de vinte e sete anos, cem milhões de cópias vendidas, inúmeros shows e um infeliz episódio no qual eles ficaram loucos, que motivação possível poderia haver agora para que este grupo se esforçasse? Nenhuma banda de metal nunca terá o mesmo sucesso deles. O jogo terminou; o Metallica ganhou.

Falando do que importa, o Death Magnetic é um álbum excelente; não só por sua música, mas por aquilo que consegue atingir; o esforço que deve ter demandado, o foco que ele possui e mantém por quase 80 minutos e pelo esforço que exige do ouvinte. Mas a melhor coisa sobre este conjunto de 10 músicas não é o quão pesado é (embora seja) nem sua complexidade (que é bem complexo), mas simplesmente isto: quando a onda do Death Magnetic começar realmente a correr, o Metallica soará de novo como uma das bandas mais animadoras do mundo.

Com suas músicas de oito minutos, o thrash que as sustentam (That Was Just Your Life e My Apocalypse), uma longa instrumental (Suicide & Redemption) e nada que se pareça muito com singles; não é de se estranhar que o novo álbum do Metallica está sendo comparado com seu passado glorioso. Mas isto não está exatamente correto. Se Master of Puppets fosse lançado hoje, ele soaria antigo e desajeitado, como tantas bandas mais velhas soaram quando aquele álbum surgiu, emergindo a banda ao mainstream. Vinte e dois anos depois, o Metallica de alguma forma conseguiu explorar seu talento e instinto em um álbum moderno de metal que torna ridículo seus competidores modernos. Uma coisa é ter riffs super rápidos, outra bem diferente é compilar 150 desses riffs e emendá-los em um álbum focado em músicas que os mantêm do começo ao fim.

Em 2008, os thrashers da Bay Area podem estar fazendo thrash de novo, mas o ingrediente principal de Death Magnetic é a habilidade com que ele lança sua fúria, sua sensação de algo que flui, sua habilidade de entender de que poder não é nada sem controle.

Tempos atrás, esta banda banda afirmou que a vida consistia em nascimento, escola, Metallica e morte. Uma geração depois, isto ainda é válido.

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Primeiras impressões do Death Magnetic pela Guitar World

   06 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

O site da Guitar World publicou o seguinte artigo, mostrando as impressões iniciais de Jeff Kitts do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic":

Antes de prosseguirmos, deixa eu admitir algo aqui: Sim, eu roubo. Embora eu não tenha furtado de uma loja desde meus dias de pré-adolescente cleptomaníaco, eu roubo coisas da internet até que regularmente. E a verdade é que eu não me sinto mal por isso, principalmente porque eu gasto um dinheiro considerável em cultura pop e entretenimento. É errado no fundo? Claro. Mas se você baixa conteúdo ou só vai no YouTube e assiste clipes enviados ilegalmente, é tudo a mesma coisa... Nós todos fazemos isso, eu só prefiro um ao outro.

E como alguém na indústria da música que consegue todo CD de graça de qualquer forma, e eu não me sinto tão mal assim ao roubar algo da internet... Que é exatamente o que eu fiz na manhã de terça, o dia que o Death Magnetic do Metallica vazou.

Eu sabia que nós teríamos nossas cópias do álbum aqui no escritório por volta do dia que fosse oficialmente lançado, mas eu não poderia esperar... Eu sou um fã de longa data do Metallica, e eu fico muito animado quando eles lançam música nova (embora não tendo realmente gostado de um disco do Metallica, exceto por algumas músicas aqui e acolá, desde o álbum preto).

Com isso em mente, eu passei os últimos dias ouvindo ao disco prestando mais atenção do que eu faço com qualquer outro lançamento, então eu achei que poderia expor algumas das minhas primeiras impressões aqui.

- Considerando tudo, o disco é uma evolução tremenda do St. Anger, Load e Re-load. A produção do Rick Rubin é alta e com som bem monstruoso, foi-se embora o som ridículo da caixa do St. Anger. Nas 10 músicas, Hetfield e Hammett voltam àquilo que os fizeram um time tão bom nos anos 80: riffs rápidos, pesados e galopantes. É realmente bom ver esses caras brilharem de novo, falando de guitarras.

- A maioria das músicas tem mais ou menos sete minutos, com a instrumental "Suicide & Redemption" chegando perto de 10 minutos e "My Apocalypse" atingindo quase cinco minutos. Mas tirando essas duas, são sete minutos por música.

- Os destaques são a música de abertura, "That Was Just Your Life" (que conta com alguns riffs galopantes fantásticos e um solo louco de Hammett, e tem o que a maioria das músicas aqui tem, que é entrar com tudo aos cinco minutos e terminar de forma forte e intensa), "My Apocalypse" (que fecha o álbum), e o que definitivamente é a melhor música do disco, "All Nightmare Long". Quando você pegar o álbum, preste atenção a essa música em particular... Mesmo que você não goste de mais nada no disco, um fã old-school do Metallica com certeza engolirá essa.

- Deixando os elogios de lado, o álbum com certeza tem alguns momentos "menos-do-que-estelares" (mas de novo, não tanto quando nos últimos três discos). "Cyanide" é um desperdício que não leva a lugar algum e monótona, e algumas músicas como "Broken, Beat and Scarred" e "The End of the Line" são decentes, mas não podem competir com alguns dos melhores momentos do álbum. E "The Unforgiven III" é certamente uma "boa" música, mas parece meio deslocada num álbum fundamentalmente destruidor.

- Eu tenho um pequeno problema com os vocais de James desta vez. Eu sempre fui um grande fã de seu modo de cantar, mas estes vocais estão um pouco limpos demais, um pouco puros demais. Não parecem ter a raiva e crueza do Hetfield do passado. Ainda é o James, mas não gutural o suficiente para meu gosto.

- Em suma, eu estou bem feliz com o disco em geral... E agradavelmente surpreso em certo nível. Eu não tinha certeza se eles ainda tinham isso neles! Alguns momentos fracos com certeza, mas isso é de se esperar em qualquer disco... E este tem muito mais partes matadoras do que partes ruins. Os riffs de speed-metal pesados mostram Hetfield em sua melhor forma, e Hammett está destruindo de novo.

Se você se considerar um fã, definitivamente pegue este álbum quando sair em 12 de Setembro... Independente do que você achou dos últimos três disco, eu acho que você se impressionará com o que ouvir.

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