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Mais imagens do box em formato de caixão

   05 de Setembro de 2008     tags: fotos, box, death magnetic      Comentários

Mais imagens do box limitado, em formato de caixão, do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic", foram liberadas. Confira nos links abaixo:

Box fechado
Box aberto
Palhetas
Camiseta
Bandeira
CDs e DVD

Agradecimentos: Skullcrusher

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Matéria no The Guardian

   05 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

O jornal inglês The Guardian publicou um artigo a respeito do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic", no qual conta um pouco da história da banda até os dias de hoje, focando principalmente no atual momento vivido por Hetfield e Ulrich, e como isso se refletiu no processo de composição do disco novo.

A matéria pode ser lida na íntegra em português aqui no Metallica Remains, clicando aqui.

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Seis músicas do Death Magnetic em streaming

   05 de Setembro de 2008     tags: death magnetic, áudio      Comentários

O site oficial do Metallica disponibilizou nada menos do que seis músicas do novo álbum da banda, Death Magnetic, para serem ouvidas em streaming:

- The Day That Never Comes
- My Apocalypse
- Cyanide
- All Nightmare Long
- Broken, Beat & Scarred
- The Judas Kiss

Para ouví-las, basta clicar aqui.

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QPrime nega lançamento adiantado do Death Magnetic

   04 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

Um representante da QPrime, que gerencia o Metallica, negou as notícias de que o novo álbum da banda, "Death Magnetic", seria lançado alguns dias antes em algumas partes da Europa.

Como noticiado mais cedo, a FNAC francesa havia listado a data de lançamento do "Death Magnetic" como sendo dia 9 de Setembro - três dias antes do lançamento mundial divulgado anteriormente, que deve acontecer no dia 12 de Setembro. No entanto, o porta-voz da QPrime disse ao Blabbermouth.net que isso foi um "engano" e o site da FNAC já foi corrigido com a informação correta.

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Comercial do box do Death Magnetic

   04 de Setembro de 2008     tags: vídeos, box, death magnetic      Comentários

Um comercial alemão do box em formato de caixão do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic", foi disponibilizado para visualização abaixo.

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Lançamento adiantado do Death Magnetic na França?

   04 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

De acordo com o VS-webzine.com e o site francês da FNAC, o novo álbum do Metallica, "Death Magnetic", estará disponível na França na terça-feira, dia 9 de Setembro - três dias antes do lançamento mundial divulgado, de 12 de Setembro. Esta informação parece ter sido confirmada pela divisão francesa da Universal Music, que está distribuindo o CD na Europa.

Várias cópias do "Death Magnetic" foram vendidas antes em uma loja de Paris nesta terça (2 de Setembro), o que levou a distribuição de cópias ilegais na internet em poucas horas.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Lembrete: Death Magnetic nas rádios

   04 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

Update: A rádio pode ser ouvida clicando aqui.

Como noticiado anteriormente, hoje o site oficial e o Mission: Metallica deverão transmitir um programa de rádio com os membros do Metallica e participação de Dave Grohl e Taylor Hawkins do Foo Fighters, ao vivo do QG da banda, onde serão tocadas faixas do Death Magnetic.

O programa começará as 6:00 PM PDT (10:00 PM horário de Brasília) e poderá ser ouvido diretamente do site oficial.

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Review do Death Magnetic da Uncut

   03 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

A Uncut.co.uk publicou o seguinte review sobre o novo álbum do Metallica, Death Magnetic, com lançamento previsto para o dia 12 deste mês:

O Metallica realmente precisa que o Death Magnetic seja um retorno de arrasar quarteirões. Eles tiveram, afinal, uma década bem apagada até o momento. O último álbum deles, o St. Anger de 2003, foi o álbum mais fraco da carreira deles. Já tendo alienado milhões de fãs com suas atitudes públicas contra o compartilhamento online de arquivos, estes ex-nada-além-de-preto forasteiros começam a parecer desgastados e complacentes. Então vieram as atitudes infantis e afetivas sessões de terapia no notável documentário sobre os bastidores, Some Kind of Monster. Um espetáculo obrigatório, mas tudo pelas razões erradas. A saída do ex-baixista Jason Newsted e a longa ausência do vocalista James Hetfield ao ir a um centro de reabilitação de álcool e drogas, expôs uma banda a beira de um colapso. Por um tempo, parecia que os cavaleiros das trevas do super-metal poderiam terminar suas carreiras, literalmente, com um choro.

E então, a luta ao retorno começa. Death Magnetic é o primeiro álbum de estúdio do Metallica em 17 anos sem o Bob Rock, o produtor de pop-metal que ajudou a projetá-los ao status de superstars globalmente, com o álbum preto de 1991. No seu lugar, Rick Rubin toma as tarefas de produção. A reputação atual de Rubin como o homem que consegue recuperar artistas de meia-idade é importante aqui, mas igualmente é seu portfólio de grandes trabalhos de thrash metal, notavelmente o Reign in Blood do Slayer. Tirando o Metallica de sua zona de conforto, Rubin os encorajou a fazer uma declaração definitiva no espírito de seu marco do prog-metal de 1986, Master of Puppets.

O resultado é um álbum que foca nas maratonas longas e barrocas da primeira década da banda com o canto estilo rock alternativo mais melódico e contido da segunda década. A maioria dessas dez músicas são sinfonias de mais de sete minutos, densas com riffs que se sobrepõem, quebrando com uma energia cinética rude, coberto com idéias. A escala é imensa, o nível de detalhe intenso.

O novo baixista Rob Trujillo coloca sua marca com grooves ferozes de funk-metal como na "The End of the Line". Mais importante, para os fãs hardcores, os solos de super rápidos de Kirk Hammett - uma omissão séria no St. Anger - estão de volta em abundância. Sua chegada em faixas como "Broken, Beaten and Scarred" explode como uma exibição de fogos de artifício sobre o riffs agitados, intimidadores e pesados do guitarrista base Hetfield.

Mas Hammett realmente se supera na galopante e veloz "All Nightmare Long" e "My Apocalypse", libertando pilhas de energia. Em momentos como esses, o Metallica soa menos como mega-estrelas do rock do que punks barulhentos de vanguarda.

O Hetfield pode ser um sóbrio homem de família hoje em dia, mas suas obsessões líricas continuam firmes em filmes de terror violentos e psicodrama. Em "The Day That Never Comes" ele retorna a temática familiar de crueldade em família e violência doméstica: "amor é uma palavra de quatro letras, aqui nesta prisão". Começando como uma power ballad triste, este mini-épico se torna progressivamente mais pesado e agressivo, com Hetfield gritando como um animal enjaulado.

Psicólogos de domingo podem também detectar uma presença sombria do pai de Hetfield, um caminhoneiro religioso que abandou sua família, na imagem bíblica distorcida de "The Judas Kiss". Com seu refrão dominador de “bow down, surrender unto me, submit infectiously” ("reverencie, renda-se a mim, submeta-se infecciosamente"), este sermão punk-thrash é provavelmente a maior imagem não proposital de um orgia homoerótica de sadomasoquismo cristão desde A Paixão de Cristo de Mel Gibson.

Introspecção tenra é algo raro no Death Magnetic, mas não totalmente ausente. Retornando a um dos hinos mais conhecidos do Metallica, "The Unforgiven III" abre com um viajante e belo piano e orquestração. Então Hetfield começa uma variação da familiar melodia melancólica, embora desta vez sua própria culpa seja o tema chave: “how can I blame you, when it’s me I can’t forgive?” ("como eu posso te culpar, quando sou eu quem não consigo perdoar?"). Naturalmente, toda essa angústia de cortar a alma leva um estouro com pilhas de riffs. Respeito.

Death Magnetic é impressionante, mas não perfeito. A vaga instrumental "Suicide and Redemption" falta sentimento em lugares como um exercício virtuoso estilo Mike Oldfield. E o rock de garagem de dar torcicolo "Cyanide" cai em lugares genéricos algumas horas, o tipo de Metallica genérico que o baterista Lars Ulrich rotulou de "regular" em Some Kind of Monster, provocando a fúria de Hetfield.

Mas, acima de tudo, este não é um álbum que cheira a complacência da meia-idade. O Metallica soa faminto, nervoso e ambicioso de novo. Como todos os melhores álbum de rock pesado, ele suspende sua descrença, demanda sua atenção e conecta diretamente com seu adolescente interior. Depois de 80 minutos de pulverização de altos e baixo, ele te deixa com a sensação de estar esgotado e estranhamente feliz. O Metallica está de volta: não com um choro, mas com um grande estouro.

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Ulrich comenta sobre vazamento do disco novo

   03 de Setembro de 2008     tags: ulrich, death magnetic      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, comentou sobre o lançamento prematuro do novo álbum da banda, "Death Magnetic", através de uma loja de discos francesa. A loja em Paris vendeu várias cópias do CD na manhã de ontem, bem antes do lançamento oficial mundial no dia 12 de Setembro - com arquivos de MP3 ilegais do álbum surgindo online nesta tarde.

Durante a participação no "The Woody Show" na rádio Live 105 de São Francisco, Califórnia, Ulrich disse sobre o vazamento francês, "Escute, nós estamos há dez dias do lançamento. Digo, nós estamos bem aqui. Se essa coisa vazar no mundo inteiro hoje ou amanhã, bons dias. Bons dias, acredite. Dez dias antes e ele não foi falado mal ainda? Todo mundo está feliz. É 2008 e faz parte de como as coisas são hoje, então está bem. Estamos felizes".

A entrevista, em vídeo, pode ser conferida em duas partes, aqui e aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Review do Death Magnetic da Rolling Stone

   02 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

A Rolling Stone publicou o seguinte review do Death Magnetic, o novo álbum do Metallica com previsão de lançamento para 12 de Setembro:

Nos anos 80, o thrash metal não era uma cena, era uma corrida de braços: riffs continuavam a aumentar de velocidade, os kits de bateria cresciam. Mas com o álbum preto de 1991, o Metallica optou pela desarmamento unilateral, diminuindo a velocidade, encurtando suas músicas e fundindo suas guitarras e baterias com ganchos pops. Depois disso, a banda foi de uma reinvenção para outra, começando com a infusão de southern rock do Load de 1996 e culminando no confuso e bizarramente produzido e sessão de terapia em grupo, St. Anger, de 2003. Não mais: Death Magnetic é o equivalente musical a invasão da Rússia na Georgia - um ato repentino de agressão de um gigante adormecido.

Assim como o U2 voltou ao sua essência depois do Pop, este álbum é o Metallica se tornando Metallica de novo - especificamente, a versão épica e veloz da trilogia da banda dos anos 80: Master of Puppets, Ride the Lightning e, especialmente, o progressivo ...And Justice For All. Isto fica muito mais claro aos 90 segundos da primeira música do Death Magnetic, "That Was Just Your Life", onde a banda libera a barragem de riffs de James Hetfield e a bateria oitavada de pedal-duplo-e-caixa de Lars Ulrich. Aquele som há muito esquecido, tão essencial para o Metallica quanto as variações do riff de "Start Me Up" para os Stones, está em todo o álbum - você se pergunta como esses quarentões vão tocar isso ao vivo noite após noite.

Death Magnetic marca a separação do grupo com o produtor Bob Rock, que cuidou de todos os álbuns do Metallica entre 1991 e 2004 e que os levou a concisão e imediatismo - até o St. Anger, quando ele parece ter erguido as mãos. (Como o documentário de 2004, Some Kind of Monster, demonstrou, Rock merece crédito por ter tirado alguma música de uma banda determinada a se auto-destruir.) O novo produtor Rick Rubin força o Metallica na direção oposta: metade das faixas do Death Magnetic tem mais de sete minutos de duração, com estruturas que não são muito "verso/refrão/verso" e sim "introdução longa/jam pesada/verso/jam ainda mais pesada/refrão/bridge/solo louco/outro".

Isto parece como o movimento certo para uma era onde o Guitar Hero é uma nova rádio de rock (Apropriadamente, o álbum completo poderá ser baixado para jogar no GH.) E não é como se as Top 40 emissoras fossem colocar o Metallica entre Chris Brown e os Jonas Brothers, de qualquer forma. Estas músicas raramente parecem longas demais: em seu melhor, elas combinas a esperteza melódica dos trabalhos maduros do Metallica com o poder do início da carreira. "The End of the Line" é uma locomotiva do rock com um riff ricocheteante e letras sobre uma estrela viciada em drogas e condenada. Ela leva a um duelo frenético de guitarras entre Kirk Hammett e Hetfield, um solo cheio de wah-wah e, finalmente, uma bridge que parece como uma música completamente nova. E a espetacular "All Nightmare Long" - uma espécie de sequência temática de "Enter Sandman" - combina guitarras implacáveis do Master of Puppets com um refrão digno do álbum preto.

St. Anger foi uma tentativa falha de recapturar o mojo da banda ao soar "cru" - mas o Death Magnetic consegue soar grande, polido e violento. A musicalidade soa viva e o novo baixista Robert Trujillo ajuda, embora ele seja ouvido em geral como um som distante e onipresente. (Houve aguma banda mais aversa ao baixo no rock?)

Supostamente há uma temática nas letras aqui - algo sobre a morte - mas é difícil discernir. Depois de expandir seu leque de temas nos álbuns anteriores, Hetfield agora está tão determinado a re-metalizar que ele cai na auto-paródia: "Venom of a life insane/Bites into your fragile vein" ("Veneno de uma vida insana/Morde na sua veia frágil"), canta na "The Judas Kiss". A meio-balada meio-thrash no estilo da "One", "The Day That Never Comes" aparece ser outra aventura da difícil infância de Hetfield, completa com o péssimo trocadilho com "son shine" ("brilhe filho").

Mas se você ignorar as letras, o Death Magnetic soa mais como se estivesse voltando a vida. Tudo vem junto na provável favorita dos fãs, "Broken, Beat and Scarred", que consegue canalizar toda a força do Metallica por trás de uma mensagem positiva: "What don't kill ya make ya more strong" ("O que não te mata, te torna mais forte"), canta Hetfield, com energia suficiente para fazer o cliché soar novo. O aforismo que ele parafraseia vem do Crepúsculo dos Ídolos de Nietzsche, que tem o subtítulo de "Como Filosofar com o Martelo". A filosofia do Metallica pode ficar bamba, mas que o martelo acerte por muito tempo.

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