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Death Magnetic vazou?

   02 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

De acordo com informações postadas no fórum oficial do Metallica, há indícios de que o novo álbum da banda, "Death Magnetic", tenha vazado em Paris, França.

Segundo a mensagem postada, uma loja de discos que havia recebido a versão norte-americana do CD o colocou erroneamente a venda antes da data oficial de lançamento.

Confira imagens do suposto CD nos links abaixo:
Imagem 1
Imagem 2
Imagem 3
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Imagem 5
Imagem 6

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Imagens do box em formato de caixão

   01 de Setembro de 2008     tags: fotos, box, death magnetic      Comentários

A loja virtual Amazon.co.uk divulgou as seguintes imagens como sendo do box em formato de caixão do novo álbum do Metallica, Death Magnetic. Vale lembrar que elas não representam necessariamente a arte final do box, uma vez que não foram divulgadas oficialmente pela banda.





Como noticiado anteriormente, o box incluirá o álbum Death Magnetic, CD com as demos das músicas, DVD com os bastidores da gravação do disco, camiseta exclusiva, bandeira, palhetas de guitarra, poster, além de um cartão de colecionador com um código para obter o download gratuito dos shows especiais que acontecerão neste mês na Europa.

Agradecimentos: Skullcrusher

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Pré-venda do Death Magnetic por R$31,90

   01 de Setembro de 2008     tags: death magnetic, produtos, brasil      Comentários

O Submarino abaixou o preço da pré-venda do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic", para R$31,90. Para comprá-lo, basta clicar aqui.

Agradecimentos: Necromicon

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Samples do Death Magnetic

   30 de Agosto de 2008     tags: death magnetic, áudio      Comentários

Update: Aparentemente os samples foram removidos, no entanto, o link com o download de todos os samples ainda está funcionando.

Trechos de 30 segundos de todas as 10 faixas do novo álbum do Metallica estão disponíveis para ouvir nos links abaixo:

01. That Was Just Your Life
02. The End Of The Line
03. Broken, Beat & Scarred
04. The Day That Never Comes
05. All Nightmare Long
06. Cyanide
07. The Unforgiven III
08. The Judas Kiss
09. Suicide & Redemption
10. My Apocalypse

Caso prefira fazer o download de todos os samples de uma vez, basta clicar aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Eu sei mais agora"

   30 de Agosto de 2008     tags: hetfield, death magnetic      Comentários

O NYTimes publicou ontem um artigo sobre o Metallica. Abaixo, podem ser conferidos os principais trechos que falam sobre o novo álbum da banda, Death Magnetic:

Depois de alguns verões de turnê, haviam 60 horas de riffs gravados para escolher. Todos os membros compartilharam os créditos de composição de cada música. "Foi bem colaborativo", disse Trujilo. "Ninguém foi egoísta. Foi como ir a melhor escola de música que você pode imaginar".

Os riffs foram fundidos em músicas, compostas pelo todo conhecimento da banda. (Hammett disse que ele pensou nisso como "recuperar a posse" do antigo vocabulário do Metallica.) Elas tem velocidade de thrash e solos de guitarra de novo, tanto no antigo estilo modal de Hammett quanto no seu novo som de blues com pedal de wah-wah. O Metallica mais recente não foi completamente apagado: peças menos rápidas aparecem aqui e alí como conectores de seções.

As composições são formidáveis e complexas, com mudanças de tempo nos ritmos, guitarras gêmeas e solos harmonizados e algumas melodias que lembram o álbum preto. Na "The Day That Never Comes", "All Nightmare Long", "My Apocalypse" e outras você pode pensar que a música chegou ao climax ou ao final e então, uau: uma nova porta se abre, uma nova torre começa a surgir.

O Hetfield gosta das ficções de terror de H. P. Lovercraft que Cliff Burton costumava compartilhar com a banda. E ele pegou o desafio do passado ao cantar mais agudo: Rubin pediu que a banda tocasse na afinação padrão, ao invés das guitarras meio tom abaixo, como tem acontecido desde 1992.

Hammett se preparou bastante para seus solos, passando meses emprestando idéias de guitarristas de rock e jazz como Pat Martino, Sonny Sharrock, Michael Schenker, Eddie Van Halen e Jimi Hendrix. Então no estúdio ele tocou mais rápido que o usual. (Ele relembra que seus solos no "Death Magnetic" são 3/4 improvisados.) "Como a maioria dos músicas, eu sou um pouco inseguro com meu modo de tocar", disse ele. "Mas eu fui de forma vulnerável. Então eu ouvia ao playback e dizia, 'como eu fiz isso e o que eu fiz?'".

Em "Some Kind of Monster", Hetfield acaba de retornar da reabilitação, preocupações se ele só escreveria sobre músicas de recuperação. Ele escreveu algumas aqui: "Broken, Beat & Scarred", por exemplo, com sua chamada para "mostrar suas cicatrizes" ("show your scars"). Mas na maior parte do resto do álbum, o tema da morte está de volta, livre de pensamentos positivos.

Antes do show de Bucareste, eu perguntei a Hetfield se não foi difícil voltar a pessoa que ele costumava ser, tendo recuperado recentemente.

"Sim", disse ele. "Eu diria que aquela era uma pessoa diferente. Eu sei mais agora. Neste disco, eu precisava tomar as rédeas de novo, e ser pesado e ter medo de mim de novo. Eu não preciso ter medo da raiva. Eu acho que é muito mais fácil de atingir isso agora. Eu sei o quão longe eu quero ir com isso, e eu fui longe e ainda estou bem. Eu tive essa dualidade a minha vida inteira. Há a pessoa que eu escondo e a pessoa que eu mostro".

Ele continuou e ergueu seus braços. "Eu sou o animador por aí!" ele berrou. "Eu sou o mestre do palco!". Ele então se encolheu. "E quando isso termina, eu preciso ir e sentar sozinho", disse ele. "Então eu sou ambos. É este ou aquele que eu quero ser? Provavelmente nenhum", riu. "Mas viver no meio parece muito apático".

Nós queremos que o Metallica seja um pouco ingênuo: rebeldes, loucos e fascinados pela fantasia da violência, lutando contra suas limitações. "Death Magnetic", por outro lado, é conhecimento. Mas não é presunçoso.

O álbum aposta no fato que estes músicos amadureceram e podem provar através da música que isso é mais complicado do que aquilo que eles estavam acostumados, mas ainda é deles. Nesse antigo estilo cavalgado e barroco, eles soam como se estivessem se ampliando e não se limitando.

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Ulrich: "Se não fosse pelo St. Anger, não haveria o Death Magnetic"

   29 de Agosto de 2008     tags: ulrich, entrevista, death magnetic, st. anger      Comentários

De acordo com o The Pulse of Radio, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse em uma nova entrevista feita para o The Quietus que o controverso álbum de 2003 da banda, "St. Anger", "tinha que acontecer" para que o grupo fizesse o novo CD, "Death Magnetic". Quando perguntado sobre o que ele pensa do álbum e de sua produção primitiva atualmente, Ulrich respondeu, "eu sou tão além de 'bom' e 'ruim'... Eu sei que as pessoas não acham que é um bom álbum, eu compreendo e respeito isso. Eu sei que as pessoas o acham muito difícil. O que eu tenho 100 porcento de certeza é que se não fosse pelo 'St. Anger', 'Death Magnetic' não soaria do jeito que soa. 'St. Anger' tinha que acontecer: você pode não achar nada para apreciar musicalmente nele, o que eu respeito, mas pelo menos respeite a existência do 'St. Anger'".

Ulrich disse ao The Pulse of Radio que a banda ficou surpresa com a reação hostil de muitos fãs ao "St. Anger". "Isso nos derrubou um pouco, claro, porque a coisa toda foi manter o mais cru possível", disse ele. "E eu gosto de achar que nós conseguimos isso (risos), ao ponto de obviamente ser um pouco cru demais para algumas pessoas, mas está tudo bem. Digo, é o que é. Eu não tenho nenhum arrependimento com ele. Eu tenho orgulho dele, orgulho de que nós tivemos coragem de ver além dele, mas o novo disco não tem nada disso".

Ulrich disse ao The Quietus que "se não fosse por nós reinventarmos completamente o processo de composição" no "St. Anger", "não haveria o 'Death Magnetic'. James Hetfield estaria em Nashville tocando música country, eu estaria produzindo filmes e Kirk Hammett estaria em turnê com o Joe Satriani".

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Review do Death Magnetic da A+E Interactive

   29 de Agosto de 2008     tags: death magnetic      Comentários

O blog A+E Interactive postou o seguinte review do novo álbum do Metallica, Death Magnetic:

Eu posso dizer que este álbum detona. E aqueles que odiaram o "St. Anger" ficarão felizes de saber que, como dito pelo Rubin, as baterias do Lars Ulrich soam como baterias, não como latas de lixo, e que os solos de guitarra estão de volta. Muitas das músicas são épicas, com múltiplas seções e mudanças de ritmo.

A primeira música, "That Was Just Your Life", começa com o som de um coração batendo seguido de uma passagem instrumental que gradualmente constrói de forma ameaçadora por dois minutos antes que James Hetfield comece a cantar.

A faixa 2, "The End of the Line", é ainda mais épica. Quando você pensa que a música se acalmou, Hetfield começa a cantar "the slave becomes the master" ("o escravo se torna o mestre"), e então a coisa toda pega fogo de novo para uma grande conclusão. Esta foi uma das minhas favoritas.

A próxima é a "Broken, Beat and Scarred", na qual Hetfield canta estranhamente "What don’t kill you made you more strong" ("O que não te mata te torna mais forte"). Quem diz "more strong" [nota: "more strong" é errado em inglês, o certo seria "stronger"]? Não Kanye, pode ter certeza. Se você liga para o Metallica, você provavelmente já ouviu o novo single "The Day That Never Comes". Se não, você pode ouvir aqui. Começa com uma guitarra aguda, e a banda tira um pouco o pé do acelerador, em alguns versos, pelo menos. Parece ser sobre um prisioneiro, seja real ou metaforicamente. Uma boa música.

"All Nightmare Long" e "Cyanide" retornam as coisas de novo, onde a segunda deve chocar as pessoas que enlouqueceram com a "Suicide Solution" do Ozzy. "The Unforgiven III" começa com um piano, cordas, e uma trompa. Hetfield canta calmamente nesta música também e, de acordo com as minhas anotações, soa como Billie Joe Armstrong por um segundo. "The Judas Kiss" é uma pauleira que aparentemente tem algo a ver com carros híbridos. "Sanctify your demons/Into a Prius" ("Santifique seus demônios/Em um Prius"), canta Hetfield. Pelo menos eu acho que é isso que ele diz; eles não me deram as letras. "Suicide & Redemption" é uma instrumental que dá ao novo homem do baixo Robert Trujillo uma chance de brilhar. Tem alguns momentos de grande beleza, mas pode ser meio longa. Não é ruim, no entanto. Na hora que a faixa que termina o álbum, "My Apocalypse" acabou, meu pescoço estava doendo de bater cabeça.

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Review do Death Magnetic no podcast da Metal Hammer

   29 de Agosto de 2008     tags: death magnetic, áudio      Comentários

Um review do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic", pode ser ouvido no novo podcast da Metal Hammer, que está disponível para download aqui (MP3, 42MB). Outros reviews, feitos pelo The Quietus, Terrorizer e MusicRadar podem ser conferidos, respectivamente, aqui, aqui e aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Review do Death Magnetic do MusicRadar

   29 de Agosto de 2008     tags: death magnetic      Comentários

O site MusicRadar.com postou uma review do novo álbum do Metallica, Death Magnetic, o qual pode ser conferido abaixo:

Metallica Ltda tem algo a ser arrumado: o St. Anger de 2003 devia provavelmente ter sido mantido entre as paredes do QG da banda e rotulado como "Some Kind of Therapy".

Enquanto nós vamos fundo nas entranhas da gravadora deles para ser um dos primeiros a ouvir o Death Magnetic, é com medo e trepidação. Murmúrios do Kirk Hammett solando de novo e riff thrashs são todos bons mas eles foram entreguem nesta besta de 80 minutos? Sim. E então algo mais.

That Was Just Your Life

Começa com um som de um coração batendo vagarosamente, muda para uma parte de palhetada limpa estilo Sanitarium. Então todo o inferno é liberado. Este é um Metallica que achávamos que nunca ouviríamos de novo - as guitarras bases na velocidade da luz de Blackened e o grande James Hetfield com uma nova chama em sua voz. É o som da banda que de repente reconheceu sua força e estão de alguma forma criando uma ponte entre o ...And Justice For All e o álbum preto de 1991. Que maneira de começar.

The End Of The Line

O riff principal aqui pode ser reconhecido instantaneamente por alguns fãs - foi salva da "The Other Song" que o Metallica estreiou ao vivo em 2006 (e então mandou para o lixo). Combina muito mais na introdução aqui, a primeira de um banquete de riffs nesta fonte de energia - incluindo o gancho recorrente que é reminiscência da Even Flow do Pearl Jam. O Kirk Hammett parece ter ficado com consciência culpada pelos últimos dez anos e está solando pela sua vida - e sim, ele trouxe seu wah wah junto com ele.

Broken, Beat & Scarred

Outra dose de peso com um riff simples mas efetivo que relembra o álbum preto. É porrada, dinâmico e mostra outro vocal mandão do Hetfield com um refrão grudento (algo sobre sobreviver a uma dificuldade). Embora neste momento comece a parecer meio repetitivo o vocabulário de viradas do Lars Ulrich.

The Day That Never Comes

O single é bem colocado aqui depois de todos as reviravoltas das três faixas anteriores. Duas coisas estão claras agora: 1) Os boatos sobre uma masterização ou mixagem risível do Death Magnetic não têm fundamento na maior parte. As guitarras tem muitas frequências médias e passagens mas o som não fica confuso. No entanto, 2) a bateria de Lars Ulrich ainda soa alta demais na mixagem desta música em particular. Quantos microfones ele colocou nessa caixa?

All Nightmare Long

As guitarras dominam esta música. Muito melhor do que o título escuso sugere, você pode querer checar seu pulso se sua cabeça não estiver mexendo ao ritmo do riff principal de guitarra. De volta ao território da mistura do Justice/Black, existe umas palhetadas alternadas ótimas que gritam Dyers Eve com um dos refrões mais fortes do álbum. O solo caótico de Hammett combina perfeitamente e até há um fim falso para ser contado - ei, funcionou com o Def Leppard na Animal. As semelhanças acabam aí.

Cyanide

É estranho que a banda tenha escolhido esta música para ser estreiada ao vivo pois ela não é uma boa representação do Death Magnetic. Diminuindo o ritmo, ela parece feita em laboratório na segunda parte - um pouco forçada. Ou talvez seja porque a bateria está muito alta na mixagem de novo...

The Unforgiven III

Outro título ameaçador. Começa com um piano triste estilo Einaudi e cordas antes de desenvolver em uma balada do Metallica surpreendentemente adorável com algum groove de southern rock. De novo, o Hetfield aumentou seu jogo vocal e isso ajuda a levar a música enquanto continua na segunda parte com alguns solos heróicos de Hammett. É interessante ouvir a banda reciclando alguns de seus antigos riffs aqui - algo da faixa título do Ride the Lightning se nós não estivermos enganado.

The Judas Kiss

Esta é uma que possivelmente crescerá e coloca alguns riffs fora do lugar antes de entrar de vez. A velocidade dos versos, a dinâmica mais lenta, são impressionantes e a parte do "Bow Down" do Hetfield no refrão tem mais do que um toque de Master of Puppets nele.

Suicide & Redemption

A primeira música instrumental do Metallica há 20 anos tem muita viagem nela - a marca registrada e a mágica na Orion e To Live Is To Die não podem ser ignoradas. Suicide & Redemption se torna a grande decepção do Death Magnetic.

Os dois riffs principais simplesmente não são fortes o suficientes para mante-la - privado de atmosfera, eles poderiam ter sido o trabalho de alguma banda de metal sem nome. Para uma banda que passou boa parte do álbum provando que eles ainda entendem de dinâmicas, isto soa como forçado e não passa da sua apresentação. Mas pelo lado bom - você pode ouvir o baixo do Robert Trujillo soando legal.

My Apocalypse

Uma excelente forma thrash de sair e a faixa mais direta do álbum. É quase como se o produtor/guru Rick Rubin tenha falado para eles "faça um Slayer" e julgando pelo riff do Hammett por volta dos dois minutos, o espectro de Jeff Hanneman estava definitivamente presente no estúdio naquele dia.

Quase 80 minutos e muito se pode tirar dessa primeira ouvida. É o álbum ...And Justice For All que é o ponto recorrente de referência aqui, principalmente nas faixas pesadas. E o thrash progressivo e sombrio do álbum é um grande marco.

Há alguns problemas no caminho e sem dúvida não será o suficiente para simpatizar os pessimistas do old-school - especialmente os críticos vanguardistas das técnicas atuais (leia-se: limitadas) de Lars Ulrich.

Mas você tem que se perguntar, o que você esperava da banda de metal de maior sucesso mundial depois de todos esses anos de decepções no estúdio? Você pode muito bem se surpreender com o que eles têm desta vez. E se nós ouvirmos mais riffs de guitarra em um álbum neste ano, você pode nos chamar de Dave Mustaine.

Agradecimentos: raphamj

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Review do Death Magnetic pela Terrorizer

   29 de Agosto de 2008     tags: death magnetic      Comentários

Stavros Pamballis da revista Terrorizer do Reino Unido teve a oportunidade de ouvir o novo álbum do Metallica, "Death Magnetic" na íntegra. Seguem suas primeiras impressões do disco.

Se você pudesse voltar no tempo de volta a 1983 com uma cópida do "Death Magnetic" em suas mãos e tocar para os pivetes cabeludos que acabaram de gravar o "Kill'em All", eles não teriam problemas em reconhecer a eles mesmos nas estruturas épicas das músicas, trabalhos de guitarra de deixar de queixo caído (guitarras rápidas e solos de derreter a cara) e energia pura de bateção de cabeça. Na verdade, eles provavelmente se impressionariam.

É isso mesmo, crianças, pela primeira vez vocês podem acreditar no hype: o "seu" Metallica está de volta e eles estão com as bolas deles dessa vez.

O álbum é tão complexo, tão quebrado com paradas, começos, mudanças e solos, parecido com o "...And Justice For All" que é virtualmente impossível de digerir de uma vez, mas algumas questões podem ser respondidas:

É pesado? Com certeza! Algumas vezes pelo menos. A faixa de abertura "That Was Just Your Life" é a coisa mais pesada que eles fizeram desde "Bettery" enquanto a "All Nightmare Long" soa como se tivesse sido escrita pelo Slayer. Como um todo, o álbum parece como um elo perdido entre o "...And Justice For All" e o álbum preto. Os vocais de James tem algo a ver com isso já que ele raramente usa os gritos rasgados do começo da carreira, preferindo pelos tons mais altos dos dias de Bob Rock como produtor.

Como é a produção? Muito melhor que a do "St. Anger", mas isso não é dizer muito. Bem forte como um todo, mas a bateria está um pouco alta na mixagem e as dinâmicas sofrem como resultado. Lembra o álbum preto algumas horas com um toque do "Reign in Blood".

Quais são os destaques? Quase todas as músicas neste álbum são no mínimo interessantes. "Judas Kiss" é um clássico instantâneo de bateção de cabeça enquanto a "Unforgiven III" é a verdadeira balada épica do álbum. Vamos só dizer que ela detona as outras duas.

Tá certo... Algo negativo então? Lars Ulrich. As limitações do cara são expostas pelo trabalho de guitarra espetacular deste álbum.

Então, é tão bom quanto os primeiros quatro? Só o tempo dirá... Provavelmente não, mas pelo menos soa como se fosse do mesmo catálogo desses álbuns. Um álbum do Metallica (escrito da forma antiga) de ponta a ponta!


Agradecimentos: William Leite de Oliveira
Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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