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Agenda do Metallica para esta semana

   10 de Setembro de 2008     tags: diversos      Comentários

O site oficial do Metallica foi atualizado com as seguintes informações a respeito da agenda da banda nesta semana de lançamento do Death Magnetic.

Algumas atividades na Europa nesta semana para contar para vocês...

Estamos há apenas alguns dias do lançamento "oficial" e os caras estão voltando para a Europa para algumas atividades que vocês podem querer conferir.

Paris
Quarta-feira, 10 de Setembro - Rob e Lars estarão ao vivo na Virgin Radio por volta das 6 PM.

Copenhagen
Quinta-feira, 11 de Setembro - Comemore "Uma tarde com o Metallica" no Rock. O Black Scouts colocará no ar entrevistas, história, e claro, música. James, Lars, Kirk e Robert farão uma parada para conversar com eles para uma platéia ao vivo. Se você for membro do MetClub, vá até o www.metclub.com para ver como você pode estar lá.

Berlim
Sexta-feira, 12 de Setembro - Nós apresentaremos a primeira das duas festas de lançamento do "Death Magnetic" no novo O2 World - o primeiro evento desse lugar!! Os ingressos ainda estão disponíveis se você for um membro do MetClub ou do Mission: Metallica.

Londres
Domingo, 14 de Setembro - Um pequeno show no BBC Radio Theatre... Mais uma vez, se você for membro do MetClub, confira o site para detalhes sobre como ganhar um ingresso.

Segunda-feira, 15 de Setembro - CINCO horas de cobertura especial na Radio 1 incluindo entrevistas com os caras e a transmissão do show realizado na noite anterior. Você pode ouvir ao vivo a estes programas ou ouvir sob demanda online por sete dias depois no www.bbc.co.uk/radio1.

E claro, é a noite da segunda festa de lançamento do "Death Magnetic", no O2 Arena. Infelizmente, este show está esgotado agora.

Terça-feira, 16 de Setembro - A banda visita o "Later with Jools Holland" e terá uma espécie de show prévio nessa noite na BBC2 das 10-10:30PM com a banda tocando uma faixa. Um show com uma hora de duração irá ao ar na sexta-feira, 19 de Setembro, na BBC2 as 11:30pm seguido pela reprise do programa "Culture Show" especial sobre o Metallica.

Ufa... Que semana!! Nós achamos que todos irão descansar um pouco depois de 17 de Setembro!!

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Fly on the Wall 09/09

   09 de Setembro de 2008     tags: mission: metallica      Comentários

O fly on the wall de hoje foi disponibilizado pelo Mission: Metallica e pode ser conferido clicando aqui. No vídeo de hoje, podemos ver a banda discutindo sobre a The Day That Never Comes e o processo de composição dela.

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Trujillo: "Hetfield está de volta"

   09 de Setembro de 2008     tags: trujillo, entrevista      Comentários

A Brave Words & Bloody Knucles conversou com Robert Trujillo e Lars Ulrich em entrevistas separadas para uma matéria de capa planejada para sair na edição #113 da revista. Confira alguns trechos da conversa com Trujillo, comparando a atmosfera ao redor do Death Magnetic com a vibração da banda na época do St. Anger.

"Bem, para mim pessoalmente, esta foi meio que a primeira vez que eu entrei em cena. Eu acho que o St. Anger tinha que existir. Foi muito importante para a banda, pois nós estávamos em uma época de transição. Era uma banda, por tanto anos, que era tão polida, e tinha passado por tantas mudanças, em termos de som e identidade, e isto foi meio que uma declaração, de certa forma uma libertação para eles, não só emocional, mas também sonora. Ele definitivamente tinha um caráter próprio, e Lars disse que se o St. Anger não tivesse existido, então nós não teríamos o Death Magnetic. E eu tenho que concordar com ele. Eu acho que a coisa importante aqui é que nós temos Hetfield de volta, e parecia que durante a época do St. Anger, ele estava um pouco mais resguardado, e tudo era feito planejado, e ele tinha tantas coisas acontecendo em sua vida, e agora ele está mais livre e meio que tranquilo e feliz em geral. Ele parece como uma pessoa diferente de várias formas. Mas com St. Anger, não foi só o lado musical, mas as coisas estavam meio internas, particularmente com James."

Você está dizendo que estar meio distante da reabilização, faz com que ele funcione com um pouco menos de planejamento, e ele está um pouco menos frágil?

"Exatamente. Esta é minha opinião pessoal. Agora ele falará, 'Ei, vamos ver Social Distortion ou The Police'. Ele está mais aberto a sair agora. É como se ele tivesse seu mojo de volta, e antes, eu só lembro dele ser um pouco mais frágil, como você disse. Parece que seu foco no álbum... Sim, havia algum foco, mas você também precisa entender, ele estava realmente se religando com sua vida pessoal, em termos de família, e re-existir, não só na banda, mas com seu estilo de vida diário. E parece que agora, aqui nós temos o Death Magnetic, não é como, 'ok, são quatro horas;'eu preciso sair agora'. Guarda a guitarra e ele vai embora. Ou trabalhando em uma parte legal de guitarra, 'oh, droga, são 11 horas'eu preciso ir'. Agora nós estamos trabalhando em algo legal, e não há mais restrições de tempo em sua criatividade. E até nas letras - ele realmente está mergulhando nas melodias e letras no Death Magnetic, e realmente fazendo com que seja parte dele. É algo que eu acho que eles precisavam fazer e precisavam tentar fazer. Mas eu acho que é mais profundo do que isso. Eu acho que James... Digo, ele está absolutamente comprometido e envolvido com o Death Magnetic, e além disso. Isto se tornou uma trabalho de amor para ele."

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Assassino que afirma ter sido influenciado pelo Metallica busca novo julgamento

   09 de Setembro de 2008     tags: curiosidades      Comentários

De acordo com o site PhillyBurbs.com, o homem de Nova Jersey que assassinou sua mãe e então esfaqueou um menino de 11 anos até a morte afirmando ter sido influenciado por uma música do Metallica sobre um menino que "perdeu seu caminho neste dia sangrento" (da música Ronnie do álbum Load) quando ele cometeu o crime, está pedindo uma reanálise da sentença que o condenou a 50 anos de prisão em 2004.

Ronald Pituch, 33, esteve na Corte Suprema americana ontem para verificar o status de um pedido que ele mesmo preencheu da Prisão Estadual de Nova Jersey, onde ele está cumprindo sua pena que o manterá preso até que ele tenha no mínimo 76 anos de idade.

Pituch afirma que ele não "sabia da extensão de sua sentença" devido àquilo que ele diz ser um excesso de remédios para desordem psicológica. A música fala sobre um menino que "nunca riu, nunca sorriu, conversava sozinho por milhas, milhas e milhas".

Na música, nada acontece em uma cidade tranquila até que Ronnie puxa uma arma, e as crianças "todas caem, caem, caem".

Membros da família disseram que Pituch parou de tomar sua medicação alguns dias antes dos assassinatos, de acordo com o The Philadelphia Inquirer.

O dia anterior as mortes, Pituch ligou para Nikki Roberts, uma residente de Evesham que anos antes havia sido uma colega de classe dele na Shawnee High School em Medford. Ele ficou bravo e perguntou se ela era fã do Metallica. "Eu não sei o que tudo isso significa", ele disse a ela. "Eu devo ser o filho de Satã ou algo assim".

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Provavelmente sou o maior fã do Metallica"

   09 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

Arwa Haider do jornal londrino Metro realizou uma entrevista com o Metallica no mês passado, durante o Kerrang! Awards.

"Eu acho que nós ainda somos crianças no fundo", disse o baterista Lars Ulrich. "Eu provavelmente sou o maior fã do mundo do Metallica, então eu tenho que ter certeza que aquilo que fazemos me anima. Eu sou o protetor".

O nono álbum do Metallica, "Death Magnetic", soa como um show estimulante de força, e a base de fãs da banda é excepcionalmente multi-geração.

"As pessoas sentem uma ligação afetiva com o Metallica pois nós estamos por aí há muito tempo", explicou Ulrich. "Muitos estilos musicais se tornaram modas do passado. O metal é eterno. Muitas das bandas que inspiram os jovens hoje - Led Zeppelin, Black Sabbath, Deep Purple - são as mesmas bandas que nós crescemos ouvindo".

O baixista Rob Trujillo, que se tornou membro do Metallica em 2003 (substituindo Jason Newsted), se espanta com a sugestão de que o Metallica se amoleceu com o tempo. "Eu sou mais ativo e focado do que eu era há 20 anos", disse Trujillo. "Com a idade, algumas vezes você se torna melhor ajustado - a performance anda junto com isso. Esta banda trabalha duro - quando você tem o Hetfield gritando em sua banda, você não pode ser o elo mais fraco".

O artigo completo pode ser lido, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Eu não sou um baterista talentoso"

   09 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A MusicRadar postou um trecho de uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, realizada pela revista Rhythm. Confira abaixo.

Rhythm: O Rick Rubin [produtor do "Death Magnetic"] o forçou a tocar bateria melhor?

Lars: "Ele me forçou a ouvir aos outros caras. Nós temos esta tendência de 'você começa com as baterias, e então você adiciona isto, e isto...' como se tivesse construindo uma casa, com as baterias sendo a fundação e o resto vindo posteriormente. Mas ele não queria isso - ele queria que nós todos tocássemos juntos e interagissemos uns com os outros. Sua coisa toda era: 'Nós não vamos entrar em estúdio até que as músicas estejam escritas. Nós não vamos gravar até que vocês possam tocar estas músicas com suas mãos amarradas nas costas e de ponta-cabeça, enquanto estiverem dormindo...' Então o estúdio não é mais um lugar de criatividade, é um lugar de execução. Ele me fez tocar melhor porque ele nos fez ensaiar mais."

Rhythm: Você recebeu várias críticas durante os anos por pessoas que o acusam de ser um baterista ruim. Isto te incomoda?

Lars: "Costumava incomodar, há tempos atrás - e eu passava muito do meu tempo tentando compensar isso nos discos mais antigos. Mas então um dia você acorda e fica meio indiferente a isso. Isto não tem me incomodado há cerca de 15 anos. Eu não sou um Joey Jordison, eu não sou um Mike Portnoy, e eu não tenho nada além de amor e respeito e admiração por todos esses caras. Quando eu ouço alguns jovens, eles me deixam pasmos com o que conseguem fazer com seus pés e essas coisas - mas não é algo que me faz pensar, 'eu preciso me sentir melhor comigo mesmo então eu preciso aprender como fazer o que eles fazem com meus pés'. Eu não sou um baterista particularmente talentoso mas eu sou muito, muito, muito bom em entender o papel da bateria junto da guitarra base de James Hetfield. Eu te garanto que eu sou o melhor cara do mundo nisso, e isso é o suficiente para mim!"

Confira a edição de Outubro de 2008 da revista Rhythm, a venda a partir de 30 de Setembro no exterior, para ler mais sobre o setup de bateria de Ulrich, o que ele pensa sobre os baixistas Cliff Burton, Jason Newsted e Rob Trujillo, dentre outras coisas.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Review do Death Magnetic do G1

   09 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

O site G1 publicou o seguinte review do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic".

Em 'Death magnetic', Metallica faz o verdadeiro 'novo metal'

Trabalho é digno de ser considerado o verdadeiro 6º álbum da banda.
Em contraposição a experimentos chatos, disco é agressivo e rápido.


Foram quase 18 anos esperando, mas finalmente o Metallica lançou um disco para suceder o já clássico álbum preto. Para ser bem direto, "Death magnetic" é digno de ser considerado o verdadeiro sexto álbum da banda, dando continuidade a "Kill 'em all", "Ride the Lightning", "Master of Puppets", "...And justice for all" e o já mencionado disco da capa preta sem nome. "Load", "Reload" e "St. Anger", todos lançados nesse ínterim, têm lampejos de criatividade pesada e seriam grandes discos de um grupo iniciante, mas nada perto do que "a maior banda de metal do mundo" é capaz.

Depois de uma leve decepção com as primeiras versões de algumas músicas que vazavam na internet, ou eram gravadas ao vivo e iam para o YouTube, o álbum completo surpreende positivamente. Em primeiro lugar, por uma produção impecável: a banda voltou a ter uma bateria de verdade (com bumbos duplos, e não aquele som de lata de "St. Anger"), voltou a ter solos bem pensados, as músicas são longas, variadas e muito trabalhadas do começo ao fim – trabalho de Rick Rubin, que substituiu Bob Rock.

E surpreende pela pegada pesada das canções e pelas dezenas de novos grandes riffs, daqueles que caracterizaram a carreira da banda e que todo mundo começou a imitar. Ninguém vai conseguir comparação melhor que a edição americana da revista "Rolling Stone": "Death magnetic" é o equivalente musical da invasão da Geórgia pela Rússia, diz a revista, "um repentino ato de agressão de um gigante adormecido".

Nada de agressividade e peso anacrônicos, entretanto. Não que eles revolucionem o thrash metal que eles mesmos ajudaram a criar, mas é como se a violência de "Battery", ou de "The frayed ends of sanity", dos anos 80, ganhassem uma roupagem mais contemporânea, mais atual. Rápido, distorcido, agressivo: o verdadeiro "novo metal" em contraposição a experimentos chatos de grupos como Linkin Park e Korn.

As três primeiras músicas: "That was just your life", "The end of the line" e "Broken, beat and scarred" quase não deixam respirar. Em seguida vem "The day that never come" parecendo que vai ser uma balada, mas batendo quase tanto quando a "Unforgiven" original quando chega no refrão. E a pancadaria continua a toda velocidade dali por diante.

Por falar daquela "semibalada" do começo dos anos 90, ela reaparece aqui em sua terceira edição: "The unforgiven III". Introdução em tom épico, pianinho, e depois mais pancada – uma versão muito mais criativa e diferenciada de que a segunda, do "Reload".

Catarse

Quem um dia já gostou de Metallica sem dúvida ficou preocupado com a crise existencial que o grupo mostrou no documentário "Some kind of monster", e que descambou no mal-falado "St. Anger", mas parece que a terapia funcionou. O disco soa bem- resolvido, como se a banda estivesse de volta a sua perfeita forma.

Os membros originais do grupo elogiaram a colaboração criativa do novo baixista, Robert Trujillo, no disco e nessa nova fase da banda. Se em "Death Magnetic" não se nota tanto a participação dele, em vídeos de shows recentes que podem ser vistos na internet, vê-se que ele está à vontade, e que ajuda a banda a reler até mesmo os clássicos, "ousando" reinterpretar até mesmo a introdução de "For whom the bell tolls" - e dá certo.

O problema da banda pode ser ter demorado 18 anos para lançar um bom disco em um estilo em que a faixa etária média dos ouvintes circula em torno dos 15 anos. Neste caso, vale lembrar o que diz o antropólogo Sam Dunn, diretor do documentário "Metal: a headbangers journey": todo mundo que já gostou de metal mantém vivo em si o garoto de 15 anos que já bateu cabeça ouvindo as músicas mais barulhentas do mundo - é hora de acordá-lo.

Agradecimentos: ThrashMetalera

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Entrevista de Hammett da Folha de São Paulo

   09 de Setembro de 2008     tags: death magnetic, entrevista, hammett, brasil      Comentários

O jornal Folha de São Paulo publicou no dia 1 deste mês uma entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, no qual ele fala sobre o novo disco da banda, "Death Magnetic" e sobre o Brasil. Junto dela, também foi publicada um breve review do disco e uma pequena nota sobre o box em formato de caixão.

A matéria pode ser conferida, na íntegra, clicando aqui.

Agradecimentos: Marcos Roberto Teixeira de Andrade

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Trujillo: "Somos ruins no Guitar Hero"

   08 de Setembro de 2008     tags: trujillo, guitar hero      Comentários

O Metallica admitiu ser ruim no jogo Guitar Hero. O novo álbum dos titãs do metal será o primeiro a ser lançado simultaneamente em formatos normais e em um jogo, nesta sexta-feira, 12 de Setembro.

A banda revelou que eles têm lutado para conseguir lidar com o jogo que usa uma guitarra de plástico, no entanto. "Nós somos todos ruins", disse o baixista Robert Trujillo ao Metro. "É algo bem diferente tocar nesse jogo."

Fonte (em inglês): NME.com

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Review do Death Magnetic na Kerrang!

   08 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

A revista Kerrang! publicou o seguinte review a respeito do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic".

Parece quase blasfêmia dizer isso, mas existem alguns fãs que estão cansados de ver o Metallica tocar Master of Puppets ano após ano, assim como existem pessoas que não tem a menor esperança no Death Magnetic, o nono álbum de estúdio da banda e o primeiro desde 2003.

Depois de vinte e sete anos, cem milhões de cópias vendidas, inúmeros shows e um infeliz episódio no qual eles ficaram loucos, que motivação possível poderia haver agora para que este grupo se esforçasse? Nenhuma banda de metal nunca terá o mesmo sucesso deles. O jogo terminou; o Metallica ganhou.

Falando do que importa, o Death Magnetic é um álbum excelente; não só por sua música, mas por aquilo que consegue atingir; o esforço que deve ter demandado, o foco que ele possui e mantém por quase 80 minutos e pelo esforço que exige do ouvinte. Mas a melhor coisa sobre este conjunto de 10 músicas não é o quão pesado é (embora seja) nem sua complexidade (que é bem complexo), mas simplesmente isto: quando a onda do Death Magnetic começar realmente a correr, o Metallica soará de novo como uma das bandas mais animadoras do mundo.

Com suas músicas de oito minutos, o thrash que as sustentam (That Was Just Your Life e My Apocalypse), uma longa instrumental (Suicide & Redemption) e nada que se pareça muito com singles; não é de se estranhar que o novo álbum do Metallica está sendo comparado com seu passado glorioso. Mas isto não está exatamente correto. Se Master of Puppets fosse lançado hoje, ele soaria antigo e desajeitado, como tantas bandas mais velhas soaram quando aquele álbum surgiu, emergindo a banda ao mainstream. Vinte e dois anos depois, o Metallica de alguma forma conseguiu explorar seu talento e instinto em um álbum moderno de metal que torna ridículo seus competidores modernos. Uma coisa é ter riffs super rápidos, outra bem diferente é compilar 150 desses riffs e emendá-los em um álbum focado em músicas que os mantêm do começo ao fim.

Em 2008, os thrashers da Bay Area podem estar fazendo thrash de novo, mas o ingrediente principal de Death Magnetic é a habilidade com que ele lança sua fúria, sua sensação de algo que flui, sua habilidade de entender de que poder não é nada sem controle.

Tempos atrás, esta banda banda afirmou que a vida consistia em nascimento, escola, Metallica e morte. Uma geração depois, isto ainda é válido.

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