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Metallica quer lançar filme sobre a banda em 3D

   22 de Outubro de 2011     tags: outros      Comentários

Os integrantes do Metallica querem financiar um filme sobre a banda em 3D. As informações são do site Deadline.

Os roqueiros já até contrataram uma produtora, Charlotte Huggins, para produzir o filme. Ela é a responsável por trabalhos como "Viagem ao Centro da Terra" e a sequência do filme.

Agora, a banda procura um diretor para o longa.

Agradecimentos: fmetal
Fonte: Folha.com

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Ulrich: "Esta é a colaboração mais óbvia já feita neste planeta"

   21 de Outubro de 2011     tags: entrevista, lou reed, lulu, ulrich      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, e o ex-frontman do Velvet Underground, Lou Reed, falou com a revista GQ no mês passado sobre a colaboração musical de Reed com o Metallica, a sair em 8 de Novembro no Brasil. Confira alguns trechos da conversa abaixo.

GQ: Como foi ir de uma situação em que você pode arrumar cada pequena detalhe no computador para algo como isto?

Ulrich: É incrivelmente libertador e também inspirador para o futuro, saber que esses tipos de possibilidades estão por aí. Lou entrou com estes 10 ótimos conjuntos de letras. Com James Hetfield [frontman do Metallica], as letras - e eu digo isto das maneiras mais positivas - são usualmente pensadas depois. É como se as últimas letras estivessem sido escritas enquanto o álbum está sendo masterizado em Nova Iorque. Ter Lou chegando com as letras e dar ao Metallica a chance de ser inspirado por elas foi um presente e um choque absoluto e total. Nós estamos há apenas 30 anos nisso, então estamos só començando; para as próximas quatro ou cinco décadas, agora há outras formas de fazer isto.

Reed: Eu tinha este sonho dos tipos de músicas que você poderia fazer com o rock, se você olhar para isto do ponto de vista do William Burroughs, ou Hubert Selby, ou Tennessee Williams, por exemplo: "A bondade de estranhos". Se você pudesse fazer letras como esta, e ter uma melodia com isto, o que aconteceria se você não tivesse isto com verso/refrão, mas colocasse o Metallica lá e os deixasse soltos? E é exatamente isto que aconteceu: eles ficaram soltos. O céu era o limite com isto. Eu esperei desde sempre por alguém para fazer isto. Ninguém havia feito isso.

GQ: Lars disse que o Metallica levaria deste projeto uma abordagem mais espontânea de se fazer um disco. Lou, o que você acha que levará desde projeto para seus outros trabalhos?

Reed: Depois do Metallica, sessenta milhas por hora não será mais suficiente. É 110 ou nada. Para mim, tudo isto tem a ver com sentimento. Imagine se isto tem aquele poder, e você tem uma linha tipo, "era a bondade de estranhos" ou "era você, Charley". Imagine se você poderia fazer isto. Eu enviei isto para Lars e os caras e disse, "vocês estão prontos para fazer isto?" Ninguém sabe disto de nenhum lugar - nunca foi gravado. E ele retornou e disse, "eu estou animado para tentar isto. Nós temos que tentar isto".

GQ: Lars, nós temos falado sobre como os discos anteriores do Metallica foram bem polidos e controlados. Como você se sente de antemão ao lançar algo como isto? Há medo de como será a recepção?

Reed: Um medo, você tá brincando?

Ulrich: Não, eu sinto só prazer e exaltação e animação em compartilhar isto. Eu acho que é a colaboração mais óbvia já feita neste planeta. Me coloca um sorriso na cara toda vez que eu leio alguém falando, "esta é a colaboração mais estranha". Consegue imaginar pessoas que são mais apropriadas umas para as outras do que Metallica e Lou Reed?

Reed: Parece tão óbvio!

Ulrich: Isto que eu estou dizendo. Nós trilhamos o mesmo caminho: Lou viveu em sua própria bolha por quatro décadas; nós vivemos em nossa bolha por três décadas. Nós não tocamos para agradar a mais ninguém. Somos autônomos. Nós vivemos em nosso próprio universo musical auto-contido. E não temos que atender a nenhum maldito. Eu não consigo imaginar ninguém mais apropriado do estas duas entidades musicais.

Reed: Nós fomos feitos para fazermos isto juntos. E foi simplesmente óbvio quando tocamos "Sweet Jane" juntos. Várias pessoas vieram até mim por meses e meses falando, "você precisa gravar com estes caras. Por que não pede para eles?". Eu disse, "eu pedi!".

Ulrich: O Metallica só teve que rodar o mundo três vezes primeiro.

Reed: Nós só tínhamos que achar a porta.

Ulrich: Ele disse como se fossemos sair de dentro do Madison Square Garden. Seja quando foi - Outubro de 2009. Esta é a história verdadeira: nós estávamos esperando o elevador. Eu estava indo para o meu carro, e ele estava indo para o carro dele. Ele olhou pelos ombros e disse, "vamos fazer um disco juntos". Eu disse, "Lou, claro que vamos fazer um disco juntos". Nós tínhamos que terminar com nossos compromissos do "Death Magnetic" primeiro, e então limpar nossos corpos e nossas mentes por alguns meses. Mas alguns meses depois, os frutos vieram.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Eu estou revigorado em quão absolutamente incrível Lulu ficou"

   21 de Outubro de 2011     tags: entrevista, lou reed, lulu, ulrich      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, e o ex-frontman do Velvet Underground, Lou Reed, falou no mês passado com o Guardian.co.uk sobre a colaboração musical de Reed com o Metallica, "Lulu", que sairá em 1 de Novembro na América do Norte e um dia antes, 31 de Outubro, no restante do mundo. O CD foi co-produzido por Reed, Metallica, Hal Willner e Greg Fidelman. Fidelman também ficou responsável pela mixagem do disco.

Sobre como "Lulu" se saiu:

Reed: "Isto tem tanta raiva que é eletrizante. Eu esperei por muito tempo para ter uma chance de fazer algo como isso com as pessoas certas. Eu estou energizado e nas alturas. Algumas vezes eu o acho tão emocionante que eu preciso me levantar e desligá-lo."

Hal Willner (co-produtor de "Lulu"): "A música é exigente do ouvinte, sem dúvidas. Eu não sei como chamá-la, mas isto não é música de fundo. Lou veio com o material, o Metallica trouxe a passagem e embarcou na viagem. Eles se mostraram incrivelmente corajosos e abertos. Eles sempre falavam algo se eles não quisessem algo de determinada forma e eles estavam totalmente livres para se expressarem."

Ulrich: "Eu não esperava estar envolvido em um processo dessa magnitude. Eu estou revigorado em quão absolutamente incrível este disco ficou. Lou entrou no estúdio e cerca de sete segundos depois minha cabeça estava girando como a de Linda Blair no 'O Exorcista'. Foi tão impulsivo que demorará anos para acessar o que aconteceu."

Reed: "Quando eu finalmente ouvi, eu estava mais que atordoado. Agora eu nem consigo me associar a isto. Isto é o melhor que eu consigo escrever. Eu não consigo fazer melhor. Eu ouço isto e meu pobre coração vai um pouco além do que está nisto."

Sobre fazer o "Lulu":

Reed: "O momento em que tocamos juntos, foi tipo: Uau! Isto é realmente sério. Minha guitarra em cima da do James e do Kirk [Hammett]. As chances disso funcionar - três guitarras - é quase zero. Tem sido bem difícil até para conseguir aquela trava para duas guitarras. Eu comecei a tocar contra o James - foi tipo, whuump! [aperta seu punho contra sua palma] Se isto não tivesse acontecido, ainda estaríamos lá..."

"Eu tinha tocado com eles então eu não precisei ir além disso. Eu não precisei pedir por sua biografia. Seja o que for, isto existe em tocar. Sentimento é tudo para mim no rock - fazer isto acontecer de verdade e não degenerar para música pop. Isto não é para denegrir o pop."

Ulrich: "Eu não sabia que nós seríamos tão envolvidos no nível criativo. Eu estava perfeitamente feliz em uma forma perversa em ser uma banda de apoio, porque isto é algo que nós nunca fizemos."

"Isso nos ofereceu uma oportunidade incrível de fazer algo que não tinha limites. Nós poderíamos nos concentrar em tocar."

"Nós temos caminhos paralelos em como nos relacionamos com tudo a nossa volta. Por isto que isso pareceu tão sem esforço. Nós nunca fizemos parte de um movimento em particular ou aderimos a um estilo particular que as pessoas querem de nós. Lou e James tem estilos diferentes de escrever, mas eles ainda vem de uma sensação de alienação, de ser estar do lado de fora, olhando para dentro. Eles usam palavras diferentes: Hetfield nunca usou ainda a palavra 'axila' [em uma letra] mas é uma minhas palavras favoritas no disco."

"Foi uma oportunidade para nós nos livrarmos do pensamento. Não foi complicado. Isto é animador para nós porque pode apontar o caminho daquilo que o Metallica fará no futuro."

A reportagem completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ouça Lulu na íntegra

   20 de Outubro de 2011     tags: lulu, lou reed      Comentários



O site oficial da colaboração musica de Lou Reed com o Metallica disponibilizou na íntegra o disco "Lulu" para audição.

Para ouví-lo, clique aqui.

Já as letras do álbum, incluindo suas traduções, podem ser vistas clicando aqui.

"Lulu" será lançado em 1 de Novembro na América do Norte e um dia antes (31 de Outubro) no restante do mundo.

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Letras de Brandenburg Gate e Junior Dad

   19 de Outubro de 2011     tags: lulu, lou reed      Comentários

O site oficial da colaboração musical de Lou Reed com o Metallica disponibilizou as letras das duas últimas músicas faltantes de "Lulu", "Brandenburg Gate" e "Junior Dad". :

Confira todas as letras do disco clicando aqui.

"Lulu" será lançado em 1 de Novembro na América do Norte e um dia antes (31 de Outubro) no restante do mundo.

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Preview das músicas de Lulu

   18 de Outubro de 2011     tags: áudio, lulu, lou reed      Comentários

A Amazon.de disponibilizou um preview de 30 segundos de cada uma das dez músicas que estarão no disco colaborativo de Lou Reed com o Metallica, entitulado "Lulu".

Para ouví-las, acesse a página do site de compras, clicando aqui, ou ouça no player do Metallica Remains, abaixo:

1. Brandenburg Gate

Para visualizar este conteúdo, é necessário ter Flash instalado


2. The View

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3. Pumping Blood

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4. Mistress Dread

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5. Iced Honey

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6. Cheat On Me

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7. Frustration

Para visualizar este conteúdo, é necessário ter Flash instalado


8. Little Dog

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9. Dragon

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10. Junior Dad

Para visualizar este conteúdo, é necessário ter Flash instalado


Caso prefira baixá-las, clique aqui.

Agradecimentos: Lady Justice

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Hetfield: "Adoraria fazer alguns shows do Lulu"

   17 de Outubro de 2011     tags: lulu, hetfield, entrevista      Comentários

O projeto que reúne Metallica e Lou Reed planeja tocar ao vivo? Nada ainda está oficialmente confirmado, contudo, James Hetfield disse que "adoraria fazer alguns shows" com o lendário ex-líder do Velvet Underground. O site Blabbermouth mostrou uma parte da entrevista que o guitarrista e vocalista deu a uma rádio argentina.

Ele comentou: "Não sei quantos [shows], não sei onde [os faríamos]. Quantos podemos fazer juntos? Não precisa ser 20 shows e não precisa ser apenas um show. [Pode ser] Algo no meio disso, penso eu, só para dar a todos um gosto e ver como é [tocar as músicas ao vivo]".

'Lulu', álbum resultante da parceria, chegará às lojas em duas datas diferentes: 31 de outubro (mundo) e 1 de novembro (América do Norte). O repertório é composto por dez canções inspiradas nas peças do escritor expressionista alemão Frank Wedekind, 'As Peças de Lulu'.

Apesar disso, Hetfield deixou claro que não se trata de um novo trabalho do Metallica. "Tenho certeza de que alguns fãs vão pensar: 'Esse é o novo disco do Metallica. Eu não gosto. Estou com medo'. Mas não é [um novo disco do grupo]!", disse. "Esse é um projeto que nos foi apresentado e com o qual acabamos querendo nos desafiar".

Agradecimentos: Rock 'n Roach
Fonte: Guitar Player

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Ulrich: Meu Erro Favorito

   17 de Outubro de 2011     tags: ulrich, curiosidades      Comentários

Lars Ulrich, baterista do Metallica, publicou um texto entitulado "Meu Erro Favorito" para o The Daily Beast, em que conta uma história que aconteceu com ele e o diretor Quentin Tarantino. Confira abaixo a tradução completa.

Meu Erro Favorito

Lars Ulrich sobre dizer não a Quentin Tarantino

Quentin Tarantino quer jantar. OK, podemos arranjar isso... Uma semana depois, estamos em um restaurante em São Francisco, dividindo histórias sobre os vôos mais turbulentos que já pegamos, iniciando a partir de um voo particularmente horrível em que ele embarcou na China. Entre brincadeiras e meias-verdades, chegamos ao motivo da visita, que é sobre sua nova empreitada cinematográfica chamada Kill Bill.

Um dos 30 minutos mais surreais da minha vida foi ter Tarantino a 15 centímetros do meu rosto, olhos dançando, intensamente animado, explicando detalhadamente como ele escreveu e coreografou as duas cenas de luta principais para Enter Sandman e Sad But True. Punhos acertariam rostos nas notas musicais. Chutes seriam dados nos toques do chimbal. Corpos rolariam no ritmo da música. O próximo filme de Tarantino casado com a música do Metallica, tudo no volume máximo.

Eu já estava avançando 18 meses, sentando em um Enormodome, assistindo este espetáculo se desdobrar diante de meus olhos com o maior sorriso na minha cara. Verdadeira poesia cinematográfica em movimento. O maior casamento entre música e filme que o mundo já vira.

Nós ficamos inebriados com a idéia pelo resto da noite, e a empolgação continuou por dias. Finalmente, TA-DA! O roteiro. Todas 180 páginas. Cara, era longo e denso. Mergulhei de cabeça na brincadeira. Mas aí algo começou a acontecer. Estória, linguagem, viradas, reviravoltas, piadas de kung-fu e jargões - quanto mais eu avançava, mais confuso eu ficava.

Página a página eu percebi que a maioria daquilo estava escrito em um idioma que estava além da minha compreensão. Eu nunca encontrei uma narrativa como essa, que acontece, para mim, em uma cultura bem estrangeira de artes marciais e mitos asiáticos. Minha cabeça dinamarquesa simplesmente não conseguia entender isso. Eu defendi todos os seus filmes, amei ele como pessoa mas, no final das 180 páginas eu fiquei meio confuso e nervoso por não ter entendido. Aí eu comecei a pensar "Faça isso, faça isso!" meu corpo gritava mas minha cabeça estava confusa. Cautelosa. Eu senti uma rara inabilidade de puxar o gatilho.

Nas semanas seguintes a coisa toda murchou enquanto eu continuava não confiando nos meus instintos. No fim, eu nunca respondi a ele. Provavelmente, o maior erro que eu cometi no departamento criativo. Claro que Kill Bill foi mais que brilhante, assim como os filmes seguintes, que foram partes significantes da minha vida nos anos 2000.

Desde então eu venero o chão que Tarantino pisa.

Se apenas...


Agradecimentos: Lady Justice

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Letras de Mistress Dread

   17 de Outubro de 2011     tags: lulu, lou reed      Comentários

O site oficial da colaboração musical de Lou Reed com o Metallica disponibilizou mais uma letra do disco "Lulu", desta vez da "Mistress Dread". Clique no nome da música abaixo para conferir as letras já disponibilizadas oficialmente pelo site:

1. Brandenburg Gate
2. The View*
3. Pumping Blood*
4. Mistress Dread*
5. Iced Honey*
6. Cheat On Me*
7. Frustration*
8. Little Dog*
9. Dragon*
10. Junior Dad
* Incluindo letras traduzidas pelo Metallica Remains

"Lulu" será lançado em 1 de Novembro na América do Norte e um dia antes (31 de Outubro) no restante do mundo.

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Hammett: "Lulu é uma das melhores coisas que já fizemos"

   16 de Outubro de 2011     tags: entrevista, hammett, lulu      Comentários

A colaboração musical entre Lou Reed e o Metallica, "Lulu", será lançada em 1 de Novembro na América do Norte e um dia antes (31 de Outubro) no resto do mundo. O CD foi co-produzido por Reed, Metallica, Hal Willner - que também produziu álbuns para Reed, Marianne Faithfull e Laurie Anderson, dentre outros - e Greg Fidelman. Fidelman também mixou o disco.

A idéia por trás destes dois gigantes da música moderna para trabalharem juntos nasceu depois dos shows do 25o. aniversário do Rock and Roll Hall of Fame em Nova Iorque em Outubro de 2009. O Metallica tocou com Reed as clássicas músicas do Velvet Underground "Sweet Jane" e "White Light/White Heat".

"[Lou] tem uma reputação em ser um cara meio mal humorado", disse Hammett a revista Revolver. "Assim que começamos a ensaiar [para os shows do Rock and Roll Hall of Fame], no entanto, Lou estava tipo, 'oh meu Deus. Isto é ótimo! Isto é o que eu queria ouvir em toda a minha vida'. E isto que levou a, 'oh, nós deveríamos fazer um álbum'. E nós meio que unanimanente concordamos."

Depois da apresentação triunfante, Reed sugeriu que todos eles gravassem um disco juntos. De início, eles planejaram gravar um disco de materiais antigos de Reed que Ulrich descreve como sendo "algumas das jóias perdidas de Lou - músicas que ele achou que deveriam receber uma segunda chance, e que nós poderíamos fazer o que quisessemos com estas músicas". Essa idéia "ficou no ar por alguns meses". Então uma semana ou duas depois da sessão começar, "Lou nos ligou e disse, 'ouça, eu tenho esta outra idéia'".

A idéia era gravar uma série de músicas que Reed havia escrito para o diretor Robert Wilson e para a produção de "Lulu Plays" do grupo de teatro Berliner Ensemble, que estreiou em abril no Theatre am Schiffbauerdamm em Berlin, fundado por Bertolt Brecht. As músicas foram inspiradas nas peças "Earth Spirit" e "Pandora's Box" do expressionista alemão Frank Wedekind, do início do século XX.

"Eu acho que é uma das melhores coisas que nós já fizemos", disse Hammett a Revolver. "Isto me mostrou que nós ainda podemos ser verdadeiramente espontâneos e no momento. Nós não temos sido espontâneos por anos e anos e anos, provavelmente desde os anos 80."

Ele completa, "nós estivemos todos fora da nossa zona de conforto, e por causa disso, nós surgimos com coisas que não viriam normalmente. É amplamente uma tentiva artística para nós mesmos. E nós só estamos convidando todo mundo para se juntar a festa. Isto é algo que a maioria das pessoas não esperaria de nós. Tudo que eu tenho a dizer é não julgar isto por padrões do heavy metal e talvez você o entenderá melhor."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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