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Fã em estado terminal recebe ligação de Lars

   26 de Maio de 2004     tags: ulrich, curiosidades      Comentários

Lanita Withers do News-Record.com noticiou que um jovem em estado terminal recebeu uma ligação de Lars Ulrich, baterista de sua banda favorita, em Abril, enquanto estava no hospital.

Os membros da banda ficaram sabendo da batalha de Christopher contra um tipo de câncer muscular e o telefonaram ele antes do show realizado em Charlotte.

A banda o convidou para o show realizado em Roanoke, Va., mas ele estava muito doente para ir. Assim, a banda enviou uma pessoa ao hospital, levando uma camiseta, a play-list do show de Charlotte autrografada e uma gravação da banda tocando "Nothing Else Matters", música esta que foi dedicada a Christopher pelo resto da turnê.

No final de abril, a família de Christopher foi informada pelos médicos de que não havia mais nada a ser feito, enviando-o assim de volta para sua casa.

"Ele não estava com medo de morrer," disse sua avó. "Sua maior preocupação era na tristeza que as pessoas sentiriam quando ele partisse."

Christopher morreu em sua casa nesta sexta-feira, dia 21 de Maio, cercado pelos amigos e familiares.

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Lars rebate críticas sobre o som da bateria de St. Anger

   01 de Maio de 2004     tags: ulrich, st. anger, entrevista      Comentários

Lars Ulrich disse recentemente a revista Rhythm, do Reino Unido, sobre as origens do som um tanto peculiar da bateria obtido no mais recente álbum da banda, "St. Anger"."O famoso som da bateria que todos estão falando," disse ele. "Um dia, eu esqueci de afinar a caixa pois não estava pensando nessas coisas. Na hora de ouvir o que havia gravado, eu decidi que estava realmente gostando daquilo que ouvia - tinha um jeito diferente. Aquilo soou para mim de maneira bonita. Parecia totalmente natural. As opiniões contrárias vieram quando algumas pessoas ouviram o álbum e disseram, 'Sabe, caixas de heavy metal não devem soar assim.' Bem, eu acho que pulei o capítulo 3 do Livro de Regras do Heavy Metal [risos]. É doido, esse tipo de mentalidade fechada."

Ulrich disse também sobre o fato da bateria parecer ser o centro das músicas em "St. Anger", o que não foi o caso dos últimos álbuns da banda.

"Tudo que a gente faz é uma reação àquilo que fizemos antes," disse ele. "Nos últimos álbums, a bateria ficava basicamente no fundo, se mantendo simples e dando base para os riffs de guitarra. A maior parte das críticas ao 'St. Anger' veio do fato da bateria ser o catalisador, como nos velhos tempos. Hetfield começava então a tocar junto da base de bateria e partíamos disso. As músicas do 'Load', e até do 'Black album', davam mais ênfase aos riffs de guitarra e mantinham a bateria no fundo."

Perguntado se isso estava bom para ele, Ulrich disse, "Ah sim, isso foi o que eu queria fazer. Eu passei por todas essas fases e algumas vezes ficava meio enjoado de baterias e de tocar bateria como um todo. Existem momentos que eu quero ficar mais ao fundo, musicalmente falando. Outras vezes, eu quero que a bateria apareça mais no Metallica."

"Neste último álbum, apesar da bateria estar bem destacada, não há tantas viradas. Eu enjoei de fazer viradas na bateria. Eu cheguei a conclusão de que eu não tinha mais nenhuma virada animadora para tocar, então é melhor eu não tocar nenhuma. Então eu passo por esses ciclos e tenho prioridades diferentes."

Sobre o fato dele se sentir ou não orgulhoso do Metallica ter experimentado musicalmente durante os anos apesar das duras críticas dos fãs mais hardcores, Lars disse, "Lógico que sinto. Eu me sinto totalmente orgulhoso de sempre termos feito aquilo que queríamos. Mas recebemos críticas por algo que não somos. A gente não tem vários encontros fechados para decidirmos o que tocaremos. Musicalmente, tudo que fizemos foi puro, espontâneo, e até inocente de certa forma. Ainda assim, fomos desrespeitados por isso algumas vezes."

"Mas eu tenho 40 anos agora, então está tudo bem para mim se as pessoas nem sempre entendem isso. Nós fizemos coisas que foram sucessos muitas vezes, criativamente falando. É irritante que as pessoas não aceitem a gravação quando a foto atrás do álbum não é algo ao qual elas se possam ligar. Eu estou há 23 anos nesta carreira e estou mais em paz com isso. Existem cinco milhões de fãs que compraram 'St. Anger' e milhares de pessoas que apareceram em nossos shows. Aparentemente ainda existem bem mais pessoas interessadas naquilo que a gente faz do que aquelas que nos criticam. Eu disse muito lixo durante os anos e muitas vezes fui uma estrela de rock arrogante - e o mesmo com todos dessa banda, apropósito. Mas tentamos acertar e voltar a terra. Tem sido uma longa jornada, com vários altos e baixos. O fato de não ter sido uma experiência direta e linear é algo excelente. Ultimamente, aquilo que as pessoas respondem sobre esta banda é que nós nos entregamos de alma e coração àquilo que fazemos com grande nível de emoção. Isso gera algo nas pessoas, tanto bom quanto ruim."

Agradecimentos: Unnamed Feeling
fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Lars e Dave Mustaine: Some Kind of Monster

   16 de Abril de 2004     tags: skom, mustaine, ulrich      Comentários

"É difícil, Lars," um Dave Mustaine chocado, líder do Megadeth, diz a Lars Ulrich, baterista do Metallica. "Tudo que você toca vira ouro e tudo que eu faço explode," disse ele, explicando que ele acha que as pessoas gritam "Metallica" nas ruas para o provocar.

Ulrich se senta e escuta. "Eu me sinto culpado?" pensa ele, alto.

"Você tem idéia do que eu passei?" continua Mustaine. "Você tem a menor idéia?"

Mustaine, que foi um dos membros originais do Metallica, foi expulso da banda por Ulrich em 1983, e esta comovente sessão de terapia é uma das mais estranhas cenas do novo documentário do Metallica: Some Kind Of Monster.

Ulrich e Mustaine passaram várias horas discutindo suas dores, sempre supervisionados por Phil Towle, terapeuta do Metallica.

No momento dessa sessão, Towle já vinha trabalhando com o Metallica por um ano, então acaba não nos surpreendendo que Lars estava mais solto na hora de falar. Claramente, Dave também estava: apesar de não falar no documentário, o Megadeth também explorou a disfunção do grupo em terapias por muitos anos, no começo da década de 90.

"Muitas pessoas pensam que a gente vai para terapias para evitar a dissolução da banda," disse Mustaine certa vez a Billboard. "Não se trata disso. É intelectualmente estimulante, e é inovador e desafiador, e nós podemos aprender mais sobre nós mesmos e como sermos mais coesos como uma unidade."

E isso não é anormal. Outras bandas, como Aerosmith, Tesla, Motley Crue e Audioslave já passaram pelo divã. Naturalmente, isso nos leva a pensar se os Beatles ainda estariam juntos se eles tivessem contratado alguém para mediar o problema existente com Yoko Ono.

"Esta é uma cena histórica," disse Joe Berlinger, um dos diretores do documentário. "Ela mosta o grau de preparação que o Lars estava em explorar o seu passado e é uma cena emocionante e comovente. Lars foi acusado de ser egoísta no passado e mesmo assim ele estava preparado para ouvir os danos que causou a alguém. E aqui está Dave Mustaine, que não é exatamente o Metallica, mas ele vendeu 15 milhões de álbuns e o Megadeth é uma banda renomada e mesmo assim não é suficiente para ele. A sombra do Metallica ainda está presente nele."

Em 2001, o baixista Jason Newsted anunciou que queria sair da banda, e como última opção de mudar de idéia, o produtor sugeriu sessões de terapia. Towle foi originalmente trazido como uma rápida ajuda para melhorar as coisas com Newsted, mas dois anos e meio depois, o terapeuta de 65 anos acabou se encontrando com a banda todos os dias.

No final, Jason saiu da banda e Towle disse que os primeiros meses da terapia lidavam com a saída dele. Os membros restantes - James Hetfield, Kirk Hammett, Lars Ulrich e o produtor Bob Rock - começaram a falar sobre os ressentimentos que vinham construindo durante os anos.

"E quando ficamos melhores," disse Towle, "acabou forçando que os problemas pessoais surgissem e um deles era um dos piores problemas do James, que o forçou a tomar a decisão de se internar na clínica de reabilitação." Em determinado ponto da história do Metallica, eles chegaram a ganhar o apelido de "Alcohollica".

James esteve ausente na banda por quase um ano, tempo no qual Towle continou a encontrar os outros membros "para fazer um paralelo com a experiência que Hetfield estava passando na reabilitação".

Logo após a volta de Hetfield, a banda decidiu que deveriam ver Towle todos os dias - primeiro uma sessão de terapia, seguido de um trabalho no estúdio em seu álbum - e para isso, eles o pagaram 40 mil dólares por mês.

Isso não era nada, levando em conta que o Metallica já vendeu mais de 90 milhões de álbuns no mundo (mais que os Beatles, Madonna ou Britney Spears) e sem preço, já que a banda dá todo crédito a Towle por tê-los ajudado a terminar o primeiro álbum de estúdio em cinco anos e estarem capacitados a realizar uma turnê.

"Em minha visão do que aconteceu é que Phil salvou a banda," disse Berlinger. "Se Phil não estivesse aqui, o Metallica não existiria mais. Esses caras precisavam de uma ferramenta para se comunicar."

Geralmente quando eles começaram a se comunicar, várias horas se passavam até que eles parassem. Uma cena editada de cinco minutos na qual Ulrich fica repetindo a palavra f**** era na verdade um monólogo de duas horas nascido da prisão da frustração dos mais de 20 anos de amizade com Hetfield.

"Eu acho que você é comprenetrado consigo mesmo," diz Ulrich, andando pela cozinha do estúdio. "Você me diz estou controlando, eu acho que você está controlando. Você controla tudo isto mesmo quando não está aqui. Eu não te entendo." Mais tarde, Hetfield diz a Ulrich que não gosta mais de ficar em uma sala tocando música com ele.

"Houveram vários problemas de poder e liderança entre Lars e James," diz Towle, que explica que Hammett era quem menos ligava para seu ego no grupo e assim precisava de ajuda para se acertar.

"Eu achei isso incrivelmente inspirador," diz Berlinger, acrescentando que a atitude do Metallica de ir a terapia o ajudou a consertar sua amizade e parceria com o co-diretor do filme e produtor Bruce Sinofsky.

"Se fosse o Dave Matthews Band ou algum grupo mais sentimental, não teria sido tão interessante, mas a justaposição deles fazendo isso foi incrivelmente poderosa. Eles são seres humanos reais que precisam trabalhar com suas coisas. E isso é sobre perceber que você não pode ser um adolescente para sempre. Estes são os caras que batiam cabeça e ficavam bêbados e agora são pais e ainda assim querem continuar fazendo música e saindo por aí."

Muitas vezes no filme, a banda discutia sobre demitir Towle, mas na sessão seguinte, lá estava ele. Em certo ponto, Hetfield disse "Phil tem sido um anjo pra mim. Ele foi enviado para me ajudar."

E o Metallica fez bastante por Towle também. Durante seu trabalho com a banda, além de ter mudado de Kansas para São Francisco, ele diz que agora é um melhor apreciador de heavy metal.

"Eu costumava ouvir todo tipo de música como Iron Butterbly e Cream, mas quando chegava no Nirvana e Metallica era tão estranho e eu era muito velho," diz ele. "Mas a ironia é que eu adoro os caras e isso vai mostrar que, se você entrar dentro de outro humano achará verdade espiritual e eu fiquei feliz em encontrar isso. Minha música favorita é, claro, Some Kind Of Monster."

Tradução: MetalRemains
Texto original em inglês: National Post

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Lars Ulrich, sobre Kurt Cobain

   02 de Abril de 2004     tags: ulrich, entrevista      Comentários

Na véspera do aniversário de 10 anos da morte de Kurt Cobain, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, deu o seguinte depoimento a NME.com:

"Em 1991 havia uma espécie de mudança no rock nos Estados Unidos - ela estava afetando todas as bandas de Los Angeles. E com Kurt Cobain você sentia que estava se conectando com a pessoa de verdade, não uma percepção daquilo que ele era - você não se conectava a uma imagem ou uma figura fabricada. Sentia que entre você e ele não havia nada; era de coração para coração. Haviam poucas pessoas que tinham essa habilidade.

Eu nunca o encontrei, mas nosso guitarrista Kirk Hammett se encontrou com ele. Nós estávamos fazendo nossa turnê com o Guns N' Roses nos EUA em 1992 e queríamos que o Nirvana viesse e se juntasse a nós. Kirk perguntou ao Kurt, mas ao mesmo tempo que o Cobain disse que tocaria com o Metallica em qualquer lugar no mundo, em qualquer hora, em qualquer palco, ele não pisaria no mesmo palco que o Guns N' Roses - obviamente ele sentia que o Axl era a antítese daquilo que ele era.

Como eu disse, eu nunca encontrei o Kurt, e ele é provavelmente o único cara do rock'n'roll que eu nunca encontrei e que eu gostaria de encontrar - além de Bon Scott talvez. Algo triste é que nós não podemos ouvir um quarto álbum do Nirvana. Teria sido ótimo poder ver como aquilo evoluiria."

Agradecimentos: KuKa HetFielD
Tradução: MetalRemains.com
fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista com Lars: "St. Anger está a frente de seu tempo"

   29 de Março de 2004     tags: ulrich, st. anger, entrevista      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse recentemente ao Seattle Post-Intelligencer sobre a natureza desafiadora do mais recente álbum da banda, "St. Anger".

"Algumas pessoas ficaram sobrecarregadas devido a ele," disse Ulrich sobre o sucessor de "ReLoad", de 1997. "Eu consigo ver agora que, para as pessoas que conheciam o Metallica mais superficialmente, 'St. Anger' pode ser uma gravação bem desafiadora. Mas eu estou orgulhoso dela, e também que a mantivemos e não desistimos. Algumas vezes no passado, quando decidíamos fazer algo mais agressivo, nós meio que a deixávamos mais leve. Estou feliz por não termos feito isso."

" '... And Justice for All' é um dos divisores de água na carreira da banda. Mas próximo a ele, 'St. Anger' soa como 'Dark Side Of The Moon' (n. do. e.: álbum do Pink Floyd). Será interessante ver o que as pessoas pensarão do álbum daqui cinco ou dez anos. Existem pessoas que pensam que ele está um pouco a frente de seu tempo."

Ulrich disse também sobre a atual turnê com o Godsmack, que iniciou no começo do mês no Arizona, EUA. Ela seria uma continuação das cidades da "Summer Sanitarium Tour", na qual a banda tocava em estádios, juntamente com o Linkin Park e Limp Bizkit.

"Nós quase nos saímos bem," disse Ulrich sobre a turnê que acabou dando prejuízo. "As turnês em estários, você as faz por causa da vibração e porque são divertidas e porque é verão. A idéia era juntar algumas bandas legais e sair para se divertir. Tem uma vibração de festivais de rock antigo. Mas há não ser que você curta Rolling Stones e pode cobrar uma fortuna nos ingressos, você não sai para uma turnê em estários para colocar suas crianças na faculdade."

De acordo com Lars, os atuais shows do Metallica têm uma rotatividade de
mais de 40 músicas na setlist.

"Nós fazemos um show diferente a cada noite," disse Ulrich ao Seattle Post-Intelligencer. "No passado, algumas vezes nós caíamos na mesmisse. Toda noite, por seis meses, tocávamos o mesmo show. Se você quisesse colocar uma música diferente, tínhamos que avisar o responsável pela iluminação três dias antes para que ele pudesse programar no computador."

"Agora a gente junta uma setlist diferente a cada noite. Isso a mantém nova pra gente. Nós estamos tocando músicas que nunca havíamos tocado. Nós temos uma salinha pra praticar, onde nos juntamos por cerca de 30 minutos para tentarmos fazer com que as músicas novas que tocaremos na noite saiam direito."

Tradução: MetalRemains.com
Agradecimentos: Dands
fonte (em inglês): AllMetallica.com

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Metallica sem gravadora no futuro?

   23 de Março de 2004     tags: ulrich, entrevista      Comentários

Lars Ulrich, baterista do Metallica, disse recentemente ao Launch Radio Networks que a banda planeja examinar suas opções de distribuição de gravações assim que terminarem o contrato atual com a Elektra Records (o Metallica tem apenas mais um álbum no contrato vigente).

"Você sabe, nosso contrato está para acabar (risos) e nós vamos descobrir o que faremos depois disso," disse ele. "Você sabe, o que é bom em estar em uma banda como a nossa é que nós estamos em posição de não precisar de uma gravadora. Basicamente gravadoras agem como bancos. E quando você não precisa da parte de banco da gravadora, você pode meio que fazer você mesmo. Então nós meio que veremos onde isto vai dar."

Metallica está com a Elektra Records desde 1984. A banda está atualmente na primeira parte da turnê norte-americana, que durará até outubro.

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Idéias para o próximo álbum

   13 de Março de 2004     tags: ulrich, entrevista      Comentários

O baterista do Metallica Lars Ulrich disse a Launch Radio Network que o ritual pré-show da banda, feito todas as noites da atual turnê, tem realmente os ajudado a terem idéias para o próximo álbum do grupo.

"Você sabe quando você inicia com músicas tipo 'Blackened' e 'Fight Fire...' e daí em diante, você meio que tem quer seus ossos na posição para o momento que sobe ao palco," disse ele. "Assim, quando subimos ao palco, já estamos tocando há cerca de vinte, trinta minutos, porque nós nos juntamos nessa sala de jam que temos. E temos um cara que grava essas jams. Então já algumas coisas bem loucas que surgem a cada noite, e eu mal posso esperar para rever algumas delas quando voltarmos ao estúdio em Janeiro."

Agradecimentos: Master of Justice
fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Lars Ulrich: Nós não devemos nada a ninguém

   12 de Março de 2004     tags: ulrich, entrevista, st. anger      Comentários

Lars Ulrich defendeu o último álbum do Metallica, "St. Anger", contra as críticas de que o ele é impossível de ser escutado, dizendo ao The Oregonian que os fãs de heavy metal não estão abertos a mudanças e experimentações com uma fórmula já usada e testada, em suas bandas favoritas.

"Nós precisávamos fazer uma gravação que era pouco produzida, e eu creio que conseguimos!" disse Lars sobre o álbum que foi largamente criticado por todos sobre sua péssima produção, desde Jonathan Davis do Korn até Jason Newsted, ex-baixista do Metallica. "Eu entendo que é desafiador, que é uma grande porrada. Ele não é para todos. Mas foi importante para nós fazê-lo. Nós fazemos músicas para nós mesmo, e sempre foi assim. Nenhum programa de rádio tocava nossas músicas nos nossos oito anos iniciais. Então, de repente, nós éramos os queridinhos de todos. E agora fizemos um álbum que não se encaixa com Nickelback ou algo do tipo e.... É uma idéia que eu acho que as pessoas tem, principalmente no mundo do rock pesado, de que assim que você fizer algo por um tempo, é como se você devesse algo as pessoas. Nós não devemos as pessoas (tocar o som que tocávamos antes). Nós não vendemos pasta de dentes aqui."

Quando perguntado se a "porrada" estava trazendo os antigos fãs da banda de volta, Lars disse, "Eu não sei. Você coloca 10 fãs do Metallica em uma sala, e eles tão 10 pessoas diferentes. Eu desisti de analizar as idas e vindas. Mas eu fui correr noite passada, antes do show. Eu estava do outro lado da rua na qual as pessoas estavam na fila do show e eu estava com um boné, e ninguém me reconheceu. Haviam crianças de 8 anos junto com avós de 50."

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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