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Ulrich fala sobre show do Big Four em Nova Iorque

   15 de Setembro de 2011     tags: ulrich, entrevista, big four, new york      Comentários

Um vídeo do baterista do Metallica, Lars Ulrich, falando a revista Rolling Stone sobre a apresentação de ontem (quarta-feira, 14 de Setembro) no novo Yankee Stadium em Nova Iorque, contando com as quatro grandes bandas do thrash metal dos anos 80 - Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax - foi disponibilizado e pode ser conferido abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich fala sobre sua música favorita do Anthrax

   23 de Agosto de 2011     tags: ulrich, entrevista, anthrax, big four      Comentários

A revista Revolver realizou uma entrevista com o Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax para uma edição especial dedicada aos Big Four do thrash metal dos anos 80.

Quando perguntado sobre sua música favorita do Anthrax, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse, "há tantas. Eu não sei, a cover que eles fizeram de 'Antisocial' [no 'State of Euphoria' de 1988] do [grupo francês de rock] Trust é obviamente ótima. 'Got the Time' [do 'Persistence of Time' de 1990] que é uma cover originalmente do [artista inglês de new-wave] Joe Jackson foi excelente. 'Only', que eles fizeram no primeiro disco com o [vocalista] John Bush [no 'Sound of White Noise' de 1993] foi ótima. Há várias delas, então eu não sei nem por onde começar. Foda. Eu estava nas montanhas outro dia, andando de esqui em algum lugar, e o Public Enemy veio e tocou, então eu fui lá vê-los. Eles tocaram 'Bring the Noise', [que o Public Enemy regravou com o Anthrax em 1991], o que foi legal de se ouvir."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "St. Anger foi um experimento isolado"

   18 de Julho de 2011     tags: entrevista, ulrich      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado para a edição do verão de 2011 da revista Classic Rock do Reino Unido. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Classic Rock: É justo dizer que o "St. Anger" foi seu pior álbum?

Ulrich: Eu acho que é justo dizer que algumas pessoas acham isto.

Classic Rock: Você concorda com elas?

Ulrich: Não posso. O jeito que eu vejo o mundo, eu não consigo classificá-lo do melhor para o pior. Esse tipo de simplicidade simplesmente não existe para mim. Se eu tivesse 14 anos, eu provavelmente poderia fazer isto. Agora, a forma como eu vejo o mundo não é nada além de cinzas, principalmente.

Classic Rock: O som da bateria nesse disco foi abismal.

Ulrich: Isto foi de propósito. Não foi do tipo que a gente lançou e alguém disse, "Ops!". Eu vejo o "St. Anger" como um experimento isolado. Eu sou o maior fã do Metallica, você precisa se lembrar disso. Mais uma vez, como somos conhecidos por fazer, de vez em quando esses limites precisam ser mexidos. Nós já fizemos o "Ride the Lightning", que eu acredito ser um bom disco. Ele não precisava ser refeito.

Classic Rock: Mas até as músicas boas do "St. Anger" nunca terminam.

Ulrich: Quando nós ouvimos o disco do começo até o fim, eu senti - e foi principalmente eu - que a experiência foi tão massante, ele se tornou quase sobre machucar o ouvinte, desafiar o ouvinte, então nós mantivemos as músicas sem edição. Eu consigo entender que as pessoas acharam que era longo demais.

Classic Rock: Você tem algo em comum com James Hetfield, fora do Metallica?

Ulrich: Essa é uma boa pergunta. Nós dois somos bem apaixonados por filmes e hockey. Nós dois gostamos de uma boa comida. Nós dois colocamos sapatos de manhã.

Classic Rock: O que os mantém juntos? Vocês parecem o casal estranho definitivo.

Ulrich: Porque é realmente divertido. Quando estamos tocando, eu realmente aproveito isso. A coisa principal que nós temos em comum além do Metallica é que nós dois priorizamos nossas famílias ao Metallica. E essa é uma coisa nova. O fato que de nós dois tivemos filhos ao mesmo tempo, da mesma idade, é provavelmente diretamente responsável pela banda ainda estar junta. Se um de nós não estivesse neste barco, provavelmente não conseguiríamos manter o relacionamento.

Classic Rock: Você acha que as pessoas podem ter uma idéia errada de James?

Ulrich: Certamente. Eu tenho alguns pensamentos. Ele é muito mais doce e vulnerável do que as pessoas acham que ele é. A maior parte dessa dureza, a coisa de macho, era só uma máscara para ele lidar com suas próprias inseguranças. Eu sempre senti que ele era uma alma muito gentil e uma cara amoroso. Eu e ele sempre tivemos o melhor relacionamento quando estávamos sozinhos. O problema é que assim que havia outras pessoas na sala, nós começávamos a brigar pelo primeiro lugar, ou a jogar um ao outro contra as pessoas na sala. Se tornou estranho.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Lars Ulrich ganha cópias da bio de Glenn Hughes

   10 de Julho de 2011     tags: ulrich      Comentários



Lars Ulrich do Metallica aproveitou um tempinho durante o festival Sonisphere para dar uma conferida na autobiografia do lendário vocalista do Deep Purple, Black Sabbath e Black Country Communion, Glenn Hughes. Ulrich escreveu a introdução do livro, intitulado “Deep Purple and Beyond: Scenes From The Life of a Rock Star ("Deep Purple e além: Cenas da vida de uma estrela do rock"). O baterista foi presenteado com cópias do livro assinadas pelas mãos de Joel McIver (jornalista inglês que já escreveu livros sobre Black Sabbath, Metallica, Slayer e Motörhead, entre outros) e membros da equipe da Foruli Publications.

O livro conta com a colaboração de uma amigo pessoal de Hughes e companheiro do Deep Purple, David Coverdale. Além também de contribuições de uma uma série de outros artistas como, Rob Halford, Angie Bowie, John Varvatos e os membros do The KLF, com quem Hughes gravou um hit em 1991.

Fonte: Whiplash!

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Entrevista do Big Four para a Spin

   02 de Maio de 2011     tags: entrevista, ulrich, big four, mustaine      Comentários

Semana passada em Indio, Califórnia, os Big Four do thrash metal dos anos 80 - Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax - tocaram seu primeiro show juntos em solos norte-americanos. Antes do show, a Spin conversou com as bandas - Lars Ulrich do Metallica, Dave Mustaine do Megadeth, Tom Araya do Slayer e Scott Ian do Anthrax. Confira alguns trechos da conversa abaixo.

Spin: Vocês todos tem estado nisso por 30 anos. Vocês ainda ficam nervosos para um grande show?

Ulrich: "Eu prefiro usar a palavra 'ansioso'. Há uma energia antecipadora que fica durante o dia inteiro. Você quer ir lá e fazer sua coisa... E por outro lado, há um chuveiro e uma taça de vinho [risos]. Isto é sempre bom depois de passar o dia inteiro no deserto."

Ian: "Oh, sim. Eu definitivamente fico nervoso. É uma animação nervosa, do tipo quando você é uma criança e está há uma semana do Natal e não consegue dormir."

Mustaine: "Eu acho que o termo clínico é nervoso. Minha adrenalina começa a aumentar e eu começo a ficar agitado. Mas eu amo subir ao palco. Nesta última turnê eu tive algumas coisas bem estranhas quando eu tive um monte de pedras nos rins. Eu achei que eu tinha apendicite e que eu ia morrer na Sibéria. Eu estava suando, pulando pra cima e pra baixo de dor, e o médico falava que eu tinha sangue no meu xixi e uma pedra nos rins. O promotor foi lá fora e disse em sua língua nativa, 'Dave deveria ir para o hospital, mas está se recusando a ir. Ele vai tocar para vocês e ele irá ao hospital depois do show'. Eu amo tocar."

Araya: "Eu sempre fico nervoso antes de tocar. Não importa o tamanho do show. Pode ser para 100 pessoas e eu ficarei nervoso. Meu coração palpita e algumas vezes eu fico tão nervoso que eu vomito. Isso acontecia bastante no começo."

Spin: De todos os músicos na turnê, quem é o seu favorito de assistir no palco?

Araya: "Essa é uma pergunta difícil, mas em questão de entretenimento, o Anthrax é bem animado. Eles se movem, eles correm."

Ulrich: "Eu não quero falar de favoritos. O exagero do que o Slayer faz me deixa perplexo. O Anthrax, a unidade que eles tem, o balanço que eles tem é muito, muito legal. Mas a banda que está mais próxima do meu próprio coração, musicalmente, é definitivamente o Megadeth. Meu DNA e o que me deixa de pau duro; há mais coisas com as quais eu cresci junto."

Ian: "[O baterista do Slayer, Dave] Lombardo me vem a mente. Ele é tremendo maníaco, ele é um baterista insano. E ele faz parecer tão fácil... Ver o Slayer na turnê Clash of the Titans em 1991, houveram tantas noites onde eu tinha minha própria roda sozinho, atrás da bateria do Lombardo. Eu ficava lá, andando em círculos, sozinho."

Mustaine: "Eu tenho que dizer que o Dave é basicamente o baterista mais talentoso de todos eles. Eu acho que todo mundo sabe disso. O Scott é um guitarrista divertido. E a equipe certeira de compor do Hetfield, Hammett e Ulrich? Eles pegaram o estilo de guitarra que desenvolvemos e o aperfeiçoaram. [Meu favorito] varia de noite pra noite - além disso, o Slayer tem um guitarrista diferente a cada noite por causa do triste acidente de Jeff [Hanneman, que está se recuperando de um vírus que atacou seu braço]. Deus te abençoes, Jeff, espero que você melhore."

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Bravewords.com

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Ulrich: "Temos mais de 700 riffs para o próximo disco"

   01 de Maio de 2011     tags: entrevista, ulrich      Comentários



O Metallica deve entrar em estúdio no final deste mês para começar a gravar um novo projeto ainda a ser revelado, que o guitarrista Kirk Hammett descreveu a RollingStone.com "mais como um projeto de gravação do que um álbum do Metallica propriamente dito".

Em uma nova entrevista a revista Metal Hammett do Reino Unido, foi pedido ao baterista do Metallica, Lars Ulrich, que comentasse sobre os planos de gravação da banda. "Ooh, cara. Sim, eu... O que você gostaria que eu falasse?", respondeu. "Obviamente, eu não posso falar sobre isso. Se eu pudesse falar, eu diria - você me conhece. É... Veremos... É algo... Veremos como que isso se sai. Se há algo, você estará entre os primeiros a saber, acredite."

Quando perguntado se o projeto envolve "algo novo", Ulrich pausou antes de responder, "er... algo novo? Hm... Não necessariamente. Depende de como você olhar pra isso. Eu não diria que é algo novo. Vocês estarão lá quando estivermos prontos para compartilhar isto com alguém. No momento, não há nada a ser dito, e Kirk foi... er.. Ele teve que fazer 10 flexões! E não flexões para crianças! Kirk está fazendo 10 flexões todas as manhã até o ensaio."

A respeito de ter algum sinal de novo material, Ulrich disse, "James [Hetfield, guitarra/vocais] me disse na Austrália que ele tinha mais de 700 [novos] riffs. Isto foi um pouco supreendente. Quando eu falei com ele ontem, ele me disse que tem tocado guitarra de novo nas últimas semanas. E ouça, quando James pega sua guitarra, ele surge com três a cinco riffs usáveis de guitarra. É meio assustador. O James não pode tocar guitarra sem ser gravado. Literalmente! Há também horas e horas de jams e brincadeira na sala de ensaios. Depois do show [do Big Four em Indio], nós vamos nos sentar e passar pelo equivalente a dois anos e meio de riffs e jams e, espero, muitas das sementes para o próximo álbum do Metallica estarão nisso. Quando você está só fazendo uma jam ao invés de 'compondo', as coisas tem uma tendência a serem mais orgânicas e fluirem um pouco mais. Nós podemos usar o resto dos riffs para toques de telefone ou... Eu não sei. Abrir um site: SpareRiffs.com."

Falando sobre o "retorno" do Metallica as suas raízes do metal com o "Death Magnetic", Ulrich falou a Metal Hammer, "obviamente, o elemento chave desta coisa toda remete a tocar o 'Master of Puppets' na íntegra [em 2006], que era algo que 10 anos atrás eu nunca pensaria que faríamos. Revisitar o 'Puppets' enquanto estávamos escrevendo o próximo disco certamente colocou uma marca no 'Death Magnetic'. Nós nunca nos permitimos que fossemos inspirados pelo nosso passado. E Rick Rubin nos encorajou a estarmos ok em revisitar o 'Ride the Lighting' e assim por diante. Então veio o Rock and Roll Hall of Fame - que trouxe outro tipo de nostalgia. Então há estes destaques dos últimos 10 anos, estes pontos de partida. O lado do Metallica que a gente está se divertindo muito agora é mais pesado, mais rápido, mais maníaco, mais fora de controle do que, digamos, as coisas mais blues do 'Load'-'Reload'. Tocar muitas das coisas totalmente metal como 'Dyers Eve' e 'The Shortest Straw'. Nós tocamos 'The Call of Ktulu' na Austrália. Trazer de novo 'Trapped Under Ice'... Tem sido simplesmente legal se sentir confortável em abraçar esse lado do Metallica."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Mais datas do Big Four nos EUA?

   26 de Abril de 2011     tags: entrevista, ulrich, big four      Comentários

Segundo o baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse a RollingStone.com, a turnê Big Four pode se estender para outros lugares dos Estados Unidos.

"Nós estamos vendo de agendar algo na costa leste por causa do sucesso disso - espero que esteja tudo acertado em uma ou duas semanas. Talvez façamos algo no centro-oeste e sul também. Ainda assim, eu não acho que isto se tornará em uma turnê de arena com 40 datas; isto a tornaria menos especial. Eu gosto do fato de que há um elemento de caos na coisa toda. Isto não deve ser estéril, fluido e perfeito: ela precisa ter um lado obscuro e afiado para permanecer autêntico", disse Ulrich.

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Bravewords.com

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Ulrich: "Tocar uma música do Metallica com o Big Four não parece certo"

   25 de Abril de 2011     tags: entrevista, ulrich      Comentários

No domingo, 24 de Abril, Steve Appleford do LA Weekly realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

LA Weekly: Como foi tocar nos campos de polo na noite passada?

Ulrich: Teve um pouco de vento, mas tirando isso, foi ótimo. As crianças estavam ótimas. A banda estava semi-ok, embora a gente não tenha tocado ao vivo desde Novembro. Nós nos arriscamos. Eu estou um pouco necessitado de que alguém caminhe nas minhas costas por algumas horas. Mas eu me diverti. Muitos amigos vieram, muitos rostos familiares dos últimos 25-30 anos, novos amigos e velhos amigos. Em suma, foi um dia vitorioso. As pessoas estavam animadas, o som estava bom.

LA Weekly: Você planejou diferenciar seu set para este show?

Ulrich: Quando você toca para 50 mil pessoas neste tipo de formato, você primariamente quer tocar as músicas que as pessoas conhecem. Talvez você toque mais os hinos. Algumas vezes as músicas realmente rápidas podem meio que se perder em configurações grandes. Nós tocamos em tantos setups diferentes: festivais, estádios, arenas, anfiteatros. No decorrer disso, nós descobrimos o que funciona em diferentes situações. Quando você toca em arenas, nós mudamos a setlist todos os dias e tocamos muitas músicas obscuras e b-sides, mas quando você está tocando estes eventos especiais realmente grandes como da noite passada, eu não sei se você quer começar a cavar em faixas super-obscuras de álbuns e tocar músicas que as pessoas nunca ouviram. Isso pode diminuir a vibração um pouco, especialmente quando as pessoas tem estado de pé no chão por seis ou oito horas em um calor de 30 graus.

LA Weekly: Na noite passada, quando vocês tocaram "Am I Evil?", vocês conseguiram colocar dois membros do Slayer no palco desta vez.

Ulrich: Ouça, continua rolando e caras diferentes aparecem. Se nós tentarmos ser persistentes, podemos conseguir colocar todo mundo em algum momento. Eu estava falando para o [guitarrista do Slayer] Kerry King na noite passada, depois do show, entre Sofia [Bulgária] e a noite passada, nós tivemos todos os quatro membros do Slayer lá - seja para a jam ou para a foto de trás do DVD [do Big 4]. Nós estamos melhorando entre Sofia e o Coachella.

LA Weekly: Por que vocês escolheram a "Am I Evil?" do Diamond Head?

Ulrich: Eu não posso te dizer uma razão cósmica. Nós sentimos que você não vai convidar as pessoas para vir ao palco e começar a tocar uma música do Metallica. Pareceria meio egoismo, então você quer achar uma música cover que tenha alguma resonância entre o que está rolando. Todo mundo tem influências diferentes, inspirações diferentes, mas certamente a banda Diamond Head tem muito a responder quando tem a ver com as quatro bandas tocando no deserto em 2011 em termos de linhagem. Eles provavelmente são uma das maiores razões da gente existir. Quando [Dave] Mustaine estava no Metallica, ele era muito inspirado por eles. Eu sei que o Diamond Head pode não ter tido a mesma relevância para os caras do Slayer, mas você precisa achar um bom ponto médio em algum momento. Nós temos mais meia dúzia de shows neste verão. Eu gostaria de ser um pouco mais aventureiro e não confiar sempre na mesma música se houver mais jams. Há outras coisas que podemos fazer, e eu sei que o Tom [Araya] do Slayer estava falando sobre a "The Four Horsemen" [do Metallica]. Convidar outras bandas para vir e tocar uma música do Metallica simplesmente não parece certo.

A entrevista completa em inglês pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Sempre admirei o Dave Mustaine"

   10 de Abril de 2011     tags: entrevista, ulrich      Comentários

Em homenagem ao aguardado festival "Big Four" em Indio, Califórnia em 23 de Abril, a revista Revolver lançou uma edição especial de colecionador, contando a história das bandas mais lendárias do thrash metal. A revista já se encontra nas bancas dos EUA e pode ser comprada online clicando aqui. Enquanto esta edição era feita, a Revolver falou com alguns dos músicos dos "Big Four", incluindo o baterista do Metallica, Lars Ulrich. COnfira abaixo alguns trechos da conversa.



Revolver: Lars, quanta atenção você deu para o Megadeth no começo?

Ulrich: Eu não me lembro de ter curtido aquele primeiro disco, mas quando o "Peace Sells" saiu em 86, fiquei abismado. Era exatamente o que eu curtia. Ele literamente se tornou meu disco favorito por um bom tempo. Dave [Mustaine, líder do Megadeth e ex-guitarrista do Metallica] vinha e tocava muito em São Francisco. E eu sempre ia procurar por ele, e nós bebíamos e usávamos drogas e ficávamos sentados. Por aqueles anos, 84, 85, eu e ele superamos nossos problemas bem rapidamente naquela época.

Eu me lembro na turnê do "...And Justice For All", nós tocamos em Irvine Meadows [perto de Los Angeles], e Dave veio e saimos nos últimos shows da turnê do "Justice". Isto pode ter sido em 89, e nós simplesmente saímos. Eu me lembro, na verdade, quando terminamos o álbum "...And Justice For All" em Los Angeles, no verão de 88, eu fui em um apartamento e toquei para ele as 5 da manhã. Nós estávamos sentados lá, tocando "Blackened" e um monte de outras coisas enquanto estávamos ocupados tentando nos manter acordados. Eu e Dave meio que tínhamos uma amizade e era de boa naquela época, por boa parte dos anos 80.

Não foi até que ambas as bandas começassem a crescer que toda esta coisa começou a acontecer na imprensa, o que foi realmente meio diferente do que rolava entra nós. Havia quase que dois relacionamentos lá. A imprensa amava toda a rivalidade Megadeth-Metallica. E eu meio que acho que isso tomou vida própria. E de certa forma, você poderia argumentar que a coisa que a imprensa estava fazendo, provocando as bandas, eventualmente começou a transcender e entrar em nosso relacionamento pessoal, e provavelmente se tornou o grande motivo de, nos anos 90, ter ficado meio frio as vezes. Entende o que eu quero dizer?

Revolver: Quando você sentiu que reacendeu sua amizade?

Ulrich: Cara, tem ligado e desligado tanto durante os anos. Nós tocamos um monte de shows com eles em 93, mais pro final do ciclo do álbum preto, onde eles tocaram com a gente na Europa, onde éramos bem próximos de novo por um tempo. Nós saimos de novo em, porra, eu acho que em 99 no Milton Keynes, na Inglaterra. E eu acho que o Dave chegou e estava meio que em uma turnê promocional de seu novo disco, e ele veio e saiu no show, e eu me lembro dele tocar músicas do "Risk". Nós sempre saíamos quando estávamos na mesma cidade.

A época em que ficou mais apimentado, onde houve uma parada óbvia da comunicação, foi depois que o [documentário do Metallica] "Some Kind of Monster" saiu, e toda aquela coisa com a cena que tinha lá, que não precisamos detalhar. [Se referindo ao encontro entre Ulrich e Mustaine, que foi chutado do Metallica em 1983. O encontro acontece em 13 de Setembro de 2001, no hotel Ritz-Carlton em São Francisco, Califórnia, e foi intermediada pelo terapeuta da banda, Phil Towle - Editor]. Isso parou por cerca de quatro ou cinco anos ou algo assim.

Mas tirando isso, até os anos 90, nós nos víamos aqui e ali. Nós saíamos juntos. Seria tudo bom. Havia duas trajetórias paralelas. Havia esta grande coisa Metallica-Megadeth na imprensa, e então tinha Lars e Dave saindo por aí, meio que fazendo suas coisas de lado, que as vezes era meio estranho. Você diria, "espera aí. Eu supostamente não devo gostar deste cara, porque é isto que está na edição desta semana da Kerrang!". Era meio estranho.

Revolver: Uma das partes mais emocionantes do documentário bônus do DVD do "Big 4" é quando você conta pra Dave o quanto seu filho ama sua banda.

Ulrich: Myles, meu filho mais velho, é um grande fã do Megadeth. E por um tempo, há alguns anos, no caminho pra escola, nós passávamos por essas fases, seja Rage Against The Machine ou System Of A Down. E havia esta fase onde nós ouvíamos muito Megadeth. E sua música favorita era "Hook In Mouth" [do "So Far, So Good... So What!"]. Então houve um tempo, três ou quatro anos atrás, onde basicamente eu acordava de manhã e preparava meus filhos para a escola, e entrava no meu carro as 7:40 da manhã e começava a tocar "Hook In Mouth" no caminho da escola. [Risos] Meio que uma vibe diferente do que de 15 anos atrás.

Sobre os membros das quatro bandas - Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax - subirem no palco para fazer a jam de "Am I Evil?" do Diamond Head em Sofia, Bulgária, em Julho de 2010:

Ulrich: Houve uma época, claro, onde havia um lado competitivo em todos nós, mas eu realmente não sinto mais isso. Não importa o quanto alguém force isso na imprensa, ou quantas pessoas não acreditem nisso, eu posso dizer com sinceridade que não há um lado competitivo. Não é um bando de caras de 27 anos tentando mostrar quem tem o maior pau. Anthrax, Megadeth, Slayer, Metallica, todos nós meio que temos nossos próprios nichos, nossos pequenos lugares únicos. Então não é tipo, quem é melhor nisso? Porque no final, todos nós fazemos nossas próprias coisas. E quando fala de baterias, Dave Lombardo [Slayer] é, de longe, Deus. Não há um lado competitivo, mas se houvesse, Dave ganharia. Lombardo chutaria o resto de nossas bundas só com um piparote de seus pequenos dedos. Então não havia um lado competitivo. Esta é a coisa que eu realmente posso dizer que é a grande diferença agora.

Se alguém tivesse falado há 15 anos, "vamos tentar e fazer isto", as pessoas provavelmente teriam que se sentar e discutir sobre isso e aquilo. Mas agora, nós quatro fazemos nossas próprias coisas, e nós celebramos o fato de que todos são únicos e individuais. E talvez isto meio que pegou todo mundo, de ter passado o que passamos para chegarmos até aqui. Eu não sei se isto seria possível há 20 anos.

Revolver: Lars, como foi para você tocar com Mustaine de novo?

Ulrich: Foi ótimo. Ouça, eu sempre o admirei. Ele é um músico incrivelmente talentoso. Tocar com ele, não é estranho. É um daqueles momentos que você quer que passe devagar. Foi legal ver isto de novo quando eu olhei no DVD. Eu diria que tinha uma vibração boa. E eu espero que as pessoas possam se relacionar com isso.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich fala sobre modelo assinado de caixa de bateria

   07 de Abril de 2011     tags: ulrich, vídeos      Comentários

Um vídeo de sete minutos e meio com Lars Ulrich, do Metallica, falando sobre o modelo assinado de sua caixa de bateria da Tama foi disponibilizado e pode ser conferido abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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