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Ulrich em filme de Nicole Kidman

   11 de Março de 2011     tags: ulrich, hemingway and gellhorn      Comentários

Segundo a NYmag.com, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi escolhido pela HBO para participar do "Hemingway And Gellhorn", estrelado por Nicole Kidman e Clive Owen.

O trabalho dirigido por Philip Kaufman é descrito como "um drama centrado no romance entre Ernest Hemingway e a correspondente da Segunda Guerra Mundial, Martha Gellhorn, a inspiração de Hemingway para 'Por Quem os Sinos Dobram' e a única mulher que pediu divórcio do escritor."

Ulrich fará o papel do documentarista holandês Joris Ivens no filme para TV, que seguirá o relacionamento do casal desde a época em que eles se encontraram em 1936 até o tempo em que passaram juntos durante a guerra civil espanhola.

Ulrich havia feito uma participação especial como ele mesmo no filme "Get Him To The Greek", uma comédia americana dirigida por Nicholas Stoller e estrelada por Russell Brand e Jonah Hill. O filme, que também foi escrito por Stoller, foi lançado em Junho do ano passado nos EUA.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Turnê me fez apreciar ainda mais o Death Magnetic"

   02 de Março de 2011     tags: entrevista, ulrich      Comentários

Na última noite da massiva turnê do "Death Magnetic" do Metallica, em Dezembro de 2010 em Melbourne, Austrália, Marcus Teague do The Vine realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, exclusivamente para a revista oficial do fã-clube do grupo, a So What!. Alguns trechos que não entraram na revista podem ser conferidos abaixo.

The Vine: É o final de dois anos e meio de turnê do "Death Magnetic". Você aprendeu com isto?

Lars: Eu tenho certeza que aprenderei. [Assim que terminarmos a turnê] eu tenho a tendência de... Primeiro, eu sou prático e então depois eu fico emocional. Então agora, eu tenho uma lista no meu bolso de coisas para fazer hoje. Sabe, empilhar passes não usados da sala de produção. Lembrar de dar aos caras da equipe seus cheques de bônus. Lembrar de agradecer os fãs hardcores por viajarem. Lembrar de pegar meu nariz e seja lá o que mais. Eu tenho certeza que no avião de volta hoje de noite ou nos próximos dias... Sempre fica um pouco mais irreal. Tipo, uma semana depois, quando você chega em casa e é tipo, "Uau. Eu não vou sair por aí por um tempo. Eu não vou voltar ao palco. Da próxima vez que formos fazer algo será [para o próximo disco]". Então eu penso seriamente, olhando os últimos anos, foi uma experiência bem positiva.

The Vine: Tocar as músicas do "Death Magnetic" junto das músicas de seu catálogo antigo o fez entender o disco de maneira diferente?

Lars: Eu diria que a coisa principal que os últimos dois anos fez para o "Death Magnetic" é me fazer aprecia-lo ainda mais. E isto está vindo do cara que nem sempre tem um bom relacionamento com [nossos] discos depois de feitos. Houveram muitos questionamentos, muitas sobrancelhas erguidas, muitos "o que nós estávamos pensando?". E isto algumas vezes aconteceu muito rápido. Cada disco sempre foi bem compulsivo, momentâneo, algo meio instintivo. Uma coisa bem pura. Mas com isto, três ou seis meses depois, sempre é... Você se senta lá e vai, "o que diabos estávamos pensando?". Mas com o "Death Magnetic", que nós terminamos cerca de dois anos e meio atrás, eu posso definitivamente contar para você que nós nunca tivemos um disco que foi apreciado pelos lembros da banda - pelo menos falando de mim - por tanto tempo quando o "Death Magnetic". Eu ouvia três ou quatro músicas no carro enquanto estava em casa na última pausa [da turnê]; ele ainda soava espetacular. Eu estava ouvindo uma das músicas mais cedo só para conferir algo que nós precisamos tocar esta noite, e ainda soa ótimo. Dois anos e meio depois. É incrível. Então eu posso dizer absolutamente que não há disco do Metallica que se manteve em luz positiva tanto quando o "Death Magnetic". O que é algo bom. Isto também me deixa um pouco apreensivo. Enquanto estamos sentados aqui, pensando no próximo disco. [risos]

The Vine: James [Hetfield] disse para mim que ele tem 800 e poucos novos riffs em seu iTunes.

lars: Veremos como isto se sai. Eu estou ansioso para voltar e criar, eu estou ansioso para voltar e tocar. Eu estou ansioso para voltar a esse lado de novo. Nós começamos a trabalhar no "Death Magnetic" há cinco anos neste mês. E nós passamos muito tempo e colocamos muito esforço neste disco, e certamente valeu a pena. Mas eu não posso garantir que possamos ir além dele - eu busco ultrapassa-lo. Eu espero conseguir - mas é um puta disco. Então vamos ver o que rola.

The Vine: Deve ser encorajador no sentido de que, discutivelmente, este disco estava celebrando sua história. E foi tão bem recebido, comparavelmente.

Lars: Oh, sim. A melhor coisa destas músicas, ao vivo, é como elas se encaixam com as coisas antigas sem esforço.

The Vine: Há crianças que estão pegando primeiro o "Death Magnetic". E depois voltando.

Lars: Claro, funcionou muito bem. Eu nunca esperava que funcionasse tão bem assim. Eu acho que sempre houve - algumas vezes - uma relutância elitista de aceitar os novos discos por alguns fãs. Porque se você aceitar os novos discos de alguma forma, é [algumas vezes entendido] como um desrespeito as coisas antigas. O que eu nunca fui capaz de entender. Mas este disco foi realmente aceito pelos fãs, é provavelmente o mais aceito abertamente pelos fãs desde os quatro primeiros.

A entrevista pode ser conferida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Sem planos de ressuscitar gravações perdidas

   15 de Fevereiro de 2011     tags: ulrich, entrevista      Comentários

Segundo o The Pulse of Radio, o Metallica não recuperará suas sessões de dez anos atrás, do Presidio em São Francisco, para seu novo álbum. O baterista do grupo, Lars Ulrich, afirma que a banda não usou nenhuma dessas gravações "perdidas" no "Death Magnetic", de 2008, e eles não desejam revisitá-las para novos materiais para serem trabalhados nesta primavera americana.

Ulrich disse ao The Pulse of Radio, "certamente não há planos no momento. O Presidio foi um momento realmente estranho já que estávamos meio que molhando nossos pés de novo, e quando estávamos fazendo toda a coisa do 'Death Magnetic', nós não voltamos e passamos por horas e horas de coisas do Presidio para tentar e ver o que poderia ser ressuscitado."

As sessões no Presidio foram abandonadas depois que o frontman James Hetfield entrou na reabilitação por um longo período. Quando a banda se juntou novamente posteriormente, eles recomeçaram do zero e gravaram o álbum "St. Anger".

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica deve entrar em estúdio em Março ou Abril

   01 de Fevereiro de 2011     tags: ulrich, entrevista      Comentários

O tablóide dinamarquês Ekstra Bladet realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, no último mês, no quartel-general da banda em San Rafael, Califórnia. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sobre quando a banda planeja retornar ao estúdio para começar a trabalhar no sucessor do "Death Magnetic" de 2008:

"Há uma vibração realmente boa na banda no momento. No passado, nós estaríamos de saco cheio do Metallica sempre que voltássemos para casa depois de uma turnê mundial gigante, mas desta vez é diferente. Dessa forma, não demorará tanto antes de começarmos a trabalhar no novo álbum. Eu acho que nós provavelmente já começaremos o processo criativo em Março ou Abril e entraremos em estúdio. Nós realmente queremos voltar para o Metallica rápido, pois estamos aproveitando bastante o momento."

Sobre como o relacionamento entre os membros do Metallica mudou durante os anos:

"Ajuda em nossos relacionamentos que todos nós temos famílias e crianças e eles se dão bem umas com as outrss. Nós realmente gostamos uns dos outros no momento. Houve alguns anos em que as coisas estavam bem ruins. Nós nunca nos falávamos realmente; nós simplesmente pegaríamos uma garrafa de vodka e sairíamos procurando por garotas. Isso significava que não estávamos compartilhando nossos sentimentos uns com os outros. Hoje nós falamos muito sobre nossas crianças e nossas famílias. E o fato de que nós temos algo para conversar além de qual é a setlist da noite ou se alguém cometeu um erro no show de ontem, faz uma grande diferença. Nos últimos cinco ou seis anos, nós descobrimos onde nossos limites são e fizemos algumas regras quanto ao Metallica. Isto foi necessário para garantir que a coisa toda não entrasse em colapso. Por exemplo, nós temos uma regra de que nós não podemos estar na estrada por mais de duas semanas por vez durante o ano letivo e nós garantimos que passamos duas semanas em casa antes de voltar em turnê. Isto previne que a gente fique exausto ou que a gente caia em armadilhas que algumas você pode cair quando está cansado."

Sobre tocar 215 shows em 45 países para promover o "Death Magnetic":

"Claro que ainda é difícil tocar tantos shows, mas quanto mais velho você fica, menos importa o sucesso. Está começando a ficar claro para nós que o que temos juntos é muito especial e que não vamos viver para sempre. É maravilhoso que um bando de semi-velhos como nós ainda possamos viajar juntos ao redor do mundo e milhares de pessoas queiram compartilhar essa experiência conosco."

Sobre o trigésimo aniversário de seu encontro com o frontman do Metallica, James Hetfield, e a formação da banda:

"Tem sido totalmente incrível. Quando eu olho para trás, o que eu mais tenho orgulho é que nós realmente sobrevivemos, que nós vivemos pelos últimos 30 anos e saímos relativamente ilesos e que agora somos capazes de funcionar como uma unidade, como pessoas e como pais. Nós achamos soluções para os problemas que tínhamos ao invés de deixar os problemas internos destruir a banda, o que, por exemplo, aconteceu com nossos amigos no Guns N' Roses."

Sobre se os fãs dinamarqueses podem esperar ver o Metallica de novo em breve:

"A agenda de turnê ainda não foi finalizada, mas no momento, não há planos de tocar na Dinamarca. Mas vamos ver o que acontece. Nós usualmente estamos por aqui a cada dois ou três anos e nossos amigos do Roskilde Festival também nos chamam de tempos em tempos e nos pedem para tocar. Se não acontecer neste ano, nós tocaremos na Dinamarca em 2012."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich não descarta mais shows dos Big Four

   27 de Janeiro de 2011     tags: entrevista, ulrich, big four      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, conversou com a RollingStone.com a respeito da turnê Big Four nos Estados Unidos, que une as lendas do thrash metal dos anos 80 - Metallica, Slayer, Megadeth e Anthraxh - no palco pela primeira vez em solos americanos. O único show acontecerá em 23 de Abril no Empire Polo Grounds em Indio, Califórnia.

"A maior parte dos egos e problemas dos anos 80 e 90 se dissiparam", disse Ulrich. "Nós na verdade gostamos da companhia uns dos outros e estamos confortáveis em celebrar o passado enquanto continuamos nosso caminho para o futuro. É legal. Quem imaginaria que alguém ainda se importaria com isso? Nós somos muito sortudos."

Ele acrescentou, "muitas dessas músicas envelheceram de forma boa. Há muitos garotos de 12 anos que aparecem nesses shows de rock. É assustador ver um monte de gente de 12 anos na grade. É ótimo ser parte de seus rituais de passagem."

Sobre a possibilidade de mais shows dos Big Four nos Estados Unidos, Ulrich diz, "não estou dizendo que este é o último. Mas eu não quero tornar isto em algo que toma a agenda de todo mundo pelos próximos anos. Se mantivermos isto especial, é melhor do que ficar mais tempo do que deveríamos e afugentar as pessoas. Vamos ver o que acontece."

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich explica decisão de fazer apenas um show dos Big Four nos EUA

   26 de Janeiro de 2011     tags: entrevista, ulrich, big four      Comentários

Como noticiado nesta terça-feira, 25 de Janeiro, o Metallica anunciou os detalhes da turnê "Big Four" nos Estados Unidos, que une as lendas do thrash metal dos anos 80, Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax, no palco pela primeira vez nos Estados Unidos. Infelizmente, no entanto, haverá apenas um show na América do Norte por hora, no sábado, 23 de Abril, no Empire Polo Grounds em Indio, Califórnia - o mesmo local onde acontece o festival Coachella todo ano.

Durante uma aparição na edição de ontem do "The Kevin & Bean Show" da rádio KROQ-FM de Los Angeles, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, explicou a decisão de tocar apenas um show nos Estados Unidos, dizendo que "vamos dar pequenos passos aqui. Nós fizemos sete ou oito [datas do 'Big Four'] no ano passado, nós faremos um show na Inglaterra e um show na França [este ano]."

E completou, "ouça, nós não queremos forçar isso goela abaixo nas pessoas. Nós não queremos meio que ficar mais tempo do que deveríamos, e não sabemos o tipo de resposta que teremos nos Estados Unidos, então começaremos, obviamente, sem desrespeito ao resto deste maravilhoso país... Nós temos uma história no sul da Califórnia, então há muita história na Califórnia. E nós escolhemos, obviamente, o local do Coachella, que será uma semana depois do Coachella, o que é provavelmente - junto do Bonnaroo - o local favorito de festivais para ir na América do Norte."

"Eu fui e vi Rage Against The Machine alguns anos atrás lá no Coachella e pensei que era um local brilhante, então quando os organizadores do Coachella nos perguntaram se viríamos e tocaríamos na semana seguinte, e eles deixariam as estruturas e todos esses negócios, parecia um ótimo modo de começar isto na América do Norte."

"Se houver demanda suficiente para isto, obviamente há uma grande possibilidade de que rolarão mais shows, mas não queremos estender nossas boas vindas e não queremos tornar isto em algo que se torna esta viagem nostálgica que seria meio que, 'tá certo, agora será assim pelos próximos anos' e 'celebrar o passado'. Então é algo balanceado, sabe."

O áudio da aparicão de Ulrich na edição de ontem do "The Kevin & Bean Show" pode ser ouvido abaixo.

Para visualizar este conteúdo, é necessário ter Flash instalado


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Aniversário de Ulrich

   26 de Dezembro de 2010     tags: ulrich      Comentários



Hoje, 26 de Dezembro, o baterista e co-fundador do Metallica, Lars Ulrich, completa 47 anos de vida. Parabéns!

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Ulrich: Segunda parte de entrevista disponível

   21 de Dezembro de 2010     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Dan Rutledge of Rip It Up magazine conducted an interview with METALLICA drummer Lars Ulrich prior to the band's October 2010 concert in Auckland, New Zealand. You can now watch the second part of the chat below.

Ran Rutledge da revista Rip It Up realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, antes da apresentação da banda em Auckland, Nova Zelândia, em Outubro de 2010. Assista a segunda parte da conversa abaixo.


A primeira parte pode ser conferida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Playlist de Lars Ulrich

   19 de Dezembro de 2010     tags: listas, ulrich, curiosidades      Comentários

A revista americana RollingStone pediu a cinquenta artistas que elaborassem uma lista com suas músicas favoritas, que nunca poderiam faltar em suas playlists, e dentre eles, estava o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Confira abaixo as escolhas feitas por Ulrich.



"Eu obviamente sempre estive interessado em música com energia, com um peso por trás. Mas eu também sempre me interessei na simplicidade de uma música. No fundo de todas essas faixas há uma ótima música: um ciclo de verso, ponte e refrão."

1. "Let There Be Rock" AC/DC, 1977
Onde o AC/DC deixa escapar seu máximo. Tem um tipo de energia no estilo Detroit, do Stooges, MC5.

2. "So What?" Anti-Nowhere League, 1981
Esta gravação levou as letras punk e a atitude a um lugar que nunca ninguém havia ido. Quando o Animal, o cantor, diz que "ele chupou o pinto de um velho", isto é um bônus.

3. "Don't Get Yourself in Trouble" Bachman-Turner Overdrive, 1973
Meu pai foi muito para os Estados Unidos, e ele trazia para casa discos. Foi assim que eu comecei a curtir BTO. Esta é a faixa mais pesada deles, com muito groove e um riff simples.

4. "Tattoo Vampire" " Blue Öyster Cult, 1976
Ouça isto junto de BTO e AC/DC - ela tem essa sensação de repetição no riff. E o baterista dá uma batida no cymbal na metade do tempo, conseguindo aquele efeito chiante.

5. "Silver Lightning" Bow Wow, 1977
Ser do Japão deu a estes caras uma chance de criar seu próprio som: blues inglês com um toque americano e presunção punk.

6. "Child in Time" Deep Purple, 1970
Eu tinha nove anos quando meu pai me levou para ver o Deep Purple. Isto me colocou em um caminho diferente. Esta é o "Stairway to Heaven" deles.

7. "Helpless" Diamond Head, 1980
A fundação de nosso som: riff e energia, mas também com preocupação em relação aos arranjos.

8. "Free Speech for the Dumb" Discharge, 1982
Eu nunca fui capaz de entender esse solo de guitarra. Ele aparece sem ritmo ou razão.

9. "Prowler" Iron Maiden, 1980
Ela tem tudo - energia, crueza, estrutura musical.

10. "Evil" Mercyful Fate, 1983
Eles foram ridicularizados pela maquiagem e teatro. Mas o cantor era bem sério - e o cara mais doce.

11. "Overkill" Motörhead, 1979
Quando eu ouvi esses pedais duplos rolando, detonou minha cabeça. E por baixo disso há um grande dedo do meio tentando sair.

12. "Commando" The Ramones, 1977
Foi uma disputa entre esta e "Cretin Hop". Eu sempre achei que elas estavam mais próximas do rock pesado do que do Sex Pistols.

13. "Jumpin' Jack Flash" The Rolling Stones, 1968
Minha tarefa era o rock pesado e metal dos anos 70 e 80, mas "Jumping Jack Flash" se encaixa na lista. Depois da turnê do ...And Justice For All, quando nós queríamos sair do lado progressivo para algo mais simples, nós conversamos sobre esta música. É a matriz daquilo que pode ser feito em uma música de rock pesado em dois minutos.

14. "Forty-Five Hundred Times" Status Quo, 1973
Esta é um épico - a "Free Bird" deles. Os solos de guitarra tem menos a ver com habilidade e se mostrar, e mais a ver com se encaixar com a música. E John Coghlan, o baterista, muda o ritmo duas ou três vezes, sem o menor esforço.

15. "The Rocker" Thin Lizzy, 1973
Esta faixa conecta o lado progressivo e de folk irlandês do início com suas coisas mais recentes. Esta foi minha introdução ao Thin Lizzy, e eu acabei os vendo centenas de vezes. Eles tocavam na Dinamarca a cada seis meses.

16. "Killers" Tygers of Pan Tang, 1980
Esta tinha a ver com as guitarras. Robb Weir deveria fazer propagandas do pedal de wah-wah. Ele faria um bend enquando pisava no pedal de wah-wah para fazer o solo sair. Isto soa tão bom em 2010 quanto soava em 1980. E escrever Tygers com um 'y' - isto era legal por si só.

As playlists dos demais artistas podem ser conferidas, em inglês, clicando aqui.

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Ulrich: "Eu cuido dos meus filhos o tempo todo"

   14 de Novembro de 2010     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

Kathy McCabe do The Advertiser realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, antes do show da banda de 11 de Novembro de 2010 no Acer Arena em Sydney, Austrália. Assista a conversa abaixo.

Sobre a vida de rock-star:

Lars: "Então como é a vida de rock star? Hoje, foram ovos mexidos para o café da manhã, jogar Paciência no meu iPad e eu assisti o final deste filme, "Carlos", que comecei a ver no avião, e aqui está minha batida de proteínas com blueberry. Como você pode ver, é um pouco saudável demais."

Sobre ser senhor mãe em casa na Bay Area de São Francisco (ele tem dois filhos, Myles e Layne, com sua ex-esposa Skylar Satenstein, e outro menino, Bryce, com sua parceira e atriz do filme Gladiador, Connie Nielsen):

Lars: "Sim, eu sou um senhor mãe. Eu cuido de três crianças basicamente o tempo todo - eles tem 3, 9 e 12 anos. Meu trabalho principal é ser um motorista de táxi ou um chauffeur. Eu levo as crianças por aí o dia todo. Então quando eu estou em turnê, eu tenho a chance de ser levado, e tomar batidas de proteínass com blueberry - sem vodka - e sentar e conferir a minha falta de cabelo no espelho."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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