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Ulrich: "Eu amo a forma como o Death Magnetic soa"

   16 de Janeiro de 2009     tags: ulrich, entrevista, death magnetic      Comentários

Greg Kot do ChicagoTribune.com entrevistou recentemente o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

ChicagoTribune.com: "Death Magnetic" foi retratado como um retorno consciente ao estilo de seus álbuns dos anos 80. Você concorda?

Ulrich: Não começou dessa forma. Nós queríamos apenas fazer o melhor disco possível. Nós tínhamos esse tabu estranho de relacionamento com nossos álbuns antigos que nós sentíamos medo de revisitar porque estaríamos de certa forma desvalorizando-os. Rick [Rubin] nos fez sentir confortáveis para fazer isso: voltar e não copiar, mas tentar nos colocar na mesma mentalidade o máximo possível. Rick sentiu que nenhum de nossos discos tinha capturado a energia frenética que nós temos em uma situação ao vivo. Nossos discos sempre perderam na execução. Ele queria que nós tocássemos juntos, nos ligassemos, e tocasse com energia de uma maneira realmente conectada ao invés de usar overdub e ser tudo perfeito.

ChicagoTribune.com: Como você responde as acusações de que o disco foi arruinado no processo de mixagem e soa distorcido?

Ulrich: Um disco do Metallica é alto demais para as pessoas? Isso é uma afirmação por si só. A ironia disso. Bem vindo ao mundo das gravações digitais, excesso de compressão, MP3s. As pessoas estão se movendo em uma direção diferente e as coisas estão se tornando mais lineares, menos dinâmicas. Nós não podemos lançar discos para cada nicho de nossa base de fãs. Nós atraimos um grupo tão diverso de pessoas, que não podemos agradar a todos. O Metallica fez sua carreira fazendo o que nós precisávamos fazer para nós mesmos... Eu amo a forma que o álbum soa. Rick elevou aos limites que ele achava que precisava. Ele elevou demais, mais do que as pessoas queriam? Com certeza. Em um mundo de compressão, talvez seja demais para algumas pessoas. Mas há uma beleza perversa em saber que um disco do Metallica é considerado alto demais.

ChicagoTribune.com: Você leu as resenhas do disco? Você se importa?

Ulrich: Nós lemos as resenhas. Se um artista de qualquer magnitude falar que não lê resenhas, eu diria que 99 porcento deles estão mentindo. Nós acompanhamos as críticas e avaliações do que fazemos sem necessariamente afetar o que fazemos. Você pode ler as resenhas sem alterar seu processo de criação, sem se tornar em uma paródia. Mas nós entramos em várias listas de top-10. Há tanta boa vontade e energia positiva. É o álbum mais bem recebido desde o álbum preto, há 200 anos atrás. Está indo tão bem ou melhor do que esperávamos.

ChicagoTribune.com: Mas por muito tempo, raiva era um ingrediente necessário na música do Metallica. Como vocês mantem isso quando as coisas estão tão ajeitadas?

Ulrich: Essa é a pergunta milionária. É necessário? Eu responderia de volta. Eu não tenho a resposta. Se nós podemos lançar um disco como o "Death Magnetic" com 27 anos de carreira, não pode ser tão ruim. Eu estava ouvindo a [música de 1988 do Metallica] "Dyers Eve" na outra noite. Letras incríveis, mas o James não é mais esse cara. Eu acho que há uma validade naquilo que está vindo dele agora. Não necessariamente tem sucesso ou fracasso se ele consegue ou não chegar ao nível da "Dyers Eve". Há outras coisas suficientes que podem ser trabalhadas sem se tornar cômico. Rubin nos diria se ficasse cômico. Eu sei que há 5 ou 10 por aí que acham que é cômico, mas a maioria sente que há algo a ser sentido. Caso contrário, eu espero que sejamos os primeiros a cair fora.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista da The Hog com Ulrich

   15 de Janeiro de 2009     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Um fã do Metallica chamado Bob Johnson ganhou a oportunidade de ir ao backstage e entrevistar o baterista Lars Ulrich antes do show da banda em 12 de Janeiro de 2009 no Bradley Center em Milwaukee, Wisconsin. A entrevista de seis minutos, que foi ao ar na rádio 102.9 The Hog de Milwaukee, pode ser vista abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista com Ulrich em vídeo

   14 de Janeiro de 2009     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado ontem (13 de Janeiro) no backstage do show realizado no Joe Louis Arena, Detroit, por um ouvinte da rádio WRIF 101.1 FM. Confira abaixo a conversa de três minutos.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista em áudio com Trujillo

   09 de Janeiro de 2009     tags: trujillo, entrevista, áudio      Comentários

A CBC Radio 3 lançou mais uma edição de seu podcast de metal, "Full Metal Podcast 2".

"Full Metal Podcast 2" conta com entrevistas com o Robert Trujillo do Metallica, Jeff Waters do Annihilator e Joel McIver, autor do livro "The 100 Greatest Metal Guitarists" ("100 Maiores Guitarristas de Metal", em tradução livre). Também conta com uma matéria sobre a cena de metal em Calgary e músicos canadenses falando sobre as raízes do metal no Canadá.

Para ouví-lo, basta clicar aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Melhor álbum de 2008 segundo Ulrich: Gods Of The Earth do The Sword

   05 de Janeiro de 2009     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A RollingStone.com perguntou recentemente para o baterista do Metallica, Lars Ulrich, qual foi seu álbum favorito de 2008. "Nós temos sorte de ter essa banda de heavy metal de Austin tocando com a gente, e eles tem feitos shows em nossos dias de folga então nós podemos ve-los", respondeu. "Eu sou um produto do metal inglês - Iron Maiden, Saxon, Angel Witch - e o The Sword soa como a nova geração definitiva do heavy metal inglês, que é interessante vindo de quatro caras do Texas. Os arranjos, as introduções e outros, as oitavas e esse tipo de coisa, me lembra de Deep Purple, Black Sabbath ou Judas Priest. Eles não são realmente um Metallica jovem, mas isto é porque eles são mais legais do que nós éramos."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Kip Winger: "Lars não é tão talentoso assim"

   04 de Janeiro de 2009     tags: winger, entrevista      Comentários

O frontman do Winger, Kip Winger, foi recentemente entrevistado por C.C. Banana, e dentre os tópicos abordados, comentou-se os problemas de drogas de Jani Lane, a infelicidade de Lars Ulrich e, no fim, Joe Elliott (Def Leppard) recebe um desafio.

C.C. Banana: Em 2005 você foi um dos artistas apresentados no VH1 Metal Mania Stripped Across America Tour, junto com Don Dokken, Stephen Pearcy e Firehouse. Jani Lane também estava no evento, mas ele acabou perdendo um monte de shows e tendo alguns problemas sérios no palco que foram bastante divulgados. Diga-nos, como foi lidar com um problema como aquele na turnê?

Kip Winger: "Pobre Jani. É uma estória triste, cara. Jani é um sujeito tão talentoso mas ele não consegue se manter centrado. Ele é um bom performer, um bom vocalista e um bom compositor, mas ele também é a prova positiva de que drogas e álcool vão te levar para o inferno. Ele poderia estar no palco e depois de três músicas ele jogaria o microfone e diria 'foda-se esta merda, estou saindo daqui!'. Para mim, isso é o pecado cardinal número 1. O show deve continuar, baby! Nós finalmente tivemos que tirá-lo do ônibus. Na verdade nós fizemos ele viajar na van! Quando ele está limpo, ele é um cara muito carinhoso. Tudo isso é por causa das drogas e álcool, cara. Fique longe dessas coisas! Até Nikki Sixx te dirá isso".

C.C. Banana: Você já jogou dardos numa foto de Lars Ulrich?

Kip Winger: "Eu nunca fiz isso. Eu nunca tive nada contra o cara. De fato, quando eu ouvi o 'álbum preto' do Metallica pela primeira vez, eu achei que era um trabalho realmente legal... e então eles começaram a falar coisas de mim, por algum motivo. Mas tudo bem, Lars não é tão talentoso assim. Ele tem muito dinheiro, porém, então estou certo de que ele está feliz. Na verdade eu senti por ele quando vi aquele documentário 'Some Kind of Monster'. Ele estava sentado ali ao lado do pai dele, só fervendo com emoções paradas sobre coisas que ainda estavam sem resolver. Foi realmente triste de ver. Mas eu gosto de METALLICA, eles são uma boa banda".

C.C. Banana: Você tem outros tópicos sobre o qual gostaria de falar, Kip?

Kip Winger: "Sim, eu só gostaria de dizer que eu li o que Joe Elliott (Def Leppard) disse, falando mal de bandas como Poison e Winger. Eu já me acostumei a ser o saco de pancadas, eu agüento tudo! Mas Poison é realmente bom ao vivo e a resposta de Bret Michaels a Joe foi ótima. Eu também adoro Def Leppard e acho que eles são uma grande banda. Mas se Joe Elliott quiser me encontrar em um clube de Los Angeles da escolha dele com um violão, deixe o Pro Tools em casa e eu lhe darei uma surra!"

Fonte: Whiplash!

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Vídeo de entrevista com Hetfield

   31 de Dezembro de 2008     tags: hetfield, entrevista, vídeos      Comentários

O frontman do Metallica, James Hetfield, foi entrevistado pela Nikki Blakk da rádio The Bone 107.7 de São Francisco, EUA, antes do show da banda em 20 de Dezembro de 2008 no Oracle Arena em Oakland, Califórnia. Confira a conversa em quatro partes abaixo.

Parte 1:


Parte 2:


Parte 3:


Parte 4:


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Death Magnetic soa melhor com compressão"

   25 de Dezembro de 2008     tags: hetfield, death magnetic, entrevista      Comentários

O editor associado da Guitar Player, Matt Blackett, foi a Kansas City em 25 de Outubro de 2008 para entrevistar James Hetfield e Kirk Hammett para a edição de fevereiro de 2009 da revista americana. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Guitar Player: Há um grande barulho na internet sobre o som geral do "Death Magnetic", e como as versões do jogo Guitar Hero são mais claras e menos comprimidas. Como você vê isso?

Kirk: Muito disso tem a ver com a opinião do [produtor] Rick Rubin de que o tipo de produção do "Death Magnetic" faz com que o álbum soe mais vivo. Eu estou inclinado a concordar com ele. Eu acho que soa bem legal. Eu acho que soa bem e cru e no momento. É menos do que perfeito, mas eu gosto do aspecto dele. No passado, nós passamos por grandes dores para eliminar todo tipo de distorção digital. Eu acho que para estas músicas - e o conceito deste disco - ele soa bem.

James: Eu não sei. Algumas pessoas sempre acharão algo para reclamar, e eu percebi isso. Elas podem não estar acostumadas com o tipo de som que o Rubin busca - que é levar aos limites. Nõs fomos e voltamos com o som do disco. Eu fui um dos primeiros a perceber que a compressão estava afetando o som geral, mas quando nós a tiramos, algo estava faltando... Um pouco da vida foi embora com isso. Então depois de comparar as duas direções, nós dissemos, "este soa melhor". É simples assim. Não há nada técnico nisso. Nós não nos preocupamos sobre o que as pessoas pensariam. Sobre as faixas do Guitar Hero, elas são provavelmente versões bem antigas, mas eu não sei na verdade. É tão complicado atualmente. Você nunca sabe onde, como e quando sua música será lançada. Era bem mais fácil quando você sentava, mixava os discos, lançava-os, e era isso. Agora... Há mais variáveis por aí com CDs, MP3s, toques de celulares e jogos, há mais potencial para sons diferentes. As pessoas estão falando sobre isso, no entanto, e isso é de alguma forma importante. Há paixão lá, e nós aceitamos isso como algo bom. As pessoas sempre foram emocionais com o Metallica - positivamente e negativamente.

Vídeos com Matt Blackett da Guitar Player conferindos os racks e guitarras de James Hetfield e os equipamentos de Kirk Hammett no show de 25 de Outubro podem ser vistos abaixo.

Racks e guitarras de Hetfield:


Equipamentos de Hammett:


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: Entrevista em TV japonesa

   23 de Dezembro de 2008     tags: hetfield, entrevista, vídeos      Comentários

Uma entrevista recente realizada por uma TV japonesa com o frontman do Metallica, James Hetfield, foi disponibilizada no YouTube e pode ser conferida abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Entrevista em TV japonesa

   23 de Dezembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Uma entrevista recente realizada por uma TV japonesa com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi disponibilizada no YouTube e pode ser conferida abaixo. Ulrich responde a três perguntas durante o vídeo de seis minutos:

1. Você viu alguma alteração no público de seus shows durante os anos?
2. Por que você acha que é capaz de atrair fãs jovens com sua música?
3. Você acha que seu novo álbum, "Death Magnetic", tem apelo com um público mais novo?


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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