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Hetfield fala sobre festivais Sonisphere

   11 de Fevereiro de 2009     tags: hetfield, entrevista      Comentários

O frontman do Metallica, James Hetfield, falou ao Reuters sobre a participação da banda na série de festivais europeus Sonisphere.

"Nós fizemos o Monsters of Rock nos Estados Unidos com Van Halen, Scorpions e outros e foi muito divertido, você conhece as bandas, você sai, fica nos mesmos hotéis", disse Hetfield a Reuters em uma entrevista por telefone.

"Quando as mesmas bandas entram no circuito de turnê juntas, você as vê mais do que uma vez. Isto ajuda com a atmosfera e a vibração", disse ele, completando que o Monsters of Rock foi "um dos momentos mais divertidos que eu passei".

Hetfield acredita que a atitude européia em relação aos festivais e viagens diferem daqueles que nasceram nos Estados Unidos.

"A razão óbvia é a economia no momento", disse ele. "Eu também acho que na Europa e Reino Unido, muitos dos festivais são um tipo de ritual de passagem para um adolescente e parte do crescimento."

"Os pais dizem adeus enquanto seus filhos ou filhas vão aos festivais onde eles podem tentar beber demais pela primeira vez e estão buscando seu lugar. Os americanos são um pouco mais cautelosos do que isso."

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

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Playlist de Robert Trujillo

   05 de Fevereiro de 2009     tags: trujillo, entrevista, listas      Comentários

O editor Rick Florino do ARTISTdirect.com falou recentemente com o baixista do Metallica, Robert Trujillo, e construiu uma playlist daquilo que Robert tem ouvido.

"Meu filho de quatro anos ama Tool!", disse Trujillo ao ARTISTdirect.com. "Quando eu o levo a escola, nós ouvimos Tool o tempo todo, então eu definitivamente me conecto com eles. Há muito baixo nesse grupo, o que é legal. Eles são uma excelente banda para um baixista ouvir. Então, acredite ou não, meu filho e eu estamos passando por uma grande fase de Tool!"

Ele completou, "eu passo por essas fases realmente técnicas, e eu ouço bandas como Meshuggah e Mnemic. São coisas que são um pouco mais complexas e demandam muita paciência. Ultimamente, eu tenho ensaiado bastante de nossas músicas. Eu toco as músicas novas para que eu possa mante-las frescas e em minha cabeça. Eu posso agir de jeito ainda mais louco no palco se eu tocá-las com proficiência."

Playlist do Robert Trujillo:
1. Tool
2. Jimi Hendrix
3. Black Sabbath
4. Mnemic
5. Meshuggah

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett comenta sobre surfar no Havaí, fãs e ocultismo

   03 de Fevereiro de 2009     tags: hammett, entrevista      Comentários

A matéria de capa da edição de Abril de 2009 da Guitar World americana (capa) conta com dois deuses da guitarra pesada - Kirk Hammett do Metallica e Adam Jones do Tool - contando sobre surfarem juntos no Havaí, fãs obsessivos e símbolos ocultos. Alguns trechos do artigo da revista, que irá a venda a partir da próxima terça-feira, 10 de Fevereiro, podem ser conferidos abaixo.

Jones: "Nós abrimos para o Metallica na Coréia e decidimos ir ao Havaí na volta para fazermos alguns shows. Kirk estava indo para o Havaí também, mas eu não o vi no nosso avião. Depois que pousamos, eu estava pegando minha bagagem e eu senti cutucarem meu ombro. Era o Kirk, e ele disse, 'você é o guitarrista do Tool? Eu amo sua banda. Você gostaria de sair pra jantar?' E eu estava meio que 'Sim!'"

"Ele me emprestou seu longboard e me levou até seu lugar onde toda a velha guarda surfa. Eu sou da Califórnia, então eu nunca tive que remar por 30 minutos em nenhum lugar. [risos] E você precisa ir muito longe em Waikiki para pegar ondas boas. Meus braços estavam ficando tão cansados, e eu estava tão preocupado que eu iria parecer uma bicha!"

Guitar World: Eu estava imaginando quais são, na opinião de vocês, o lado positivo e negativo de se tornar um fenômeno cult?

Jones: "[risos] Eu sei, desculpe. Eu acho que o lado negativo é que há um potencial real de esquecer suas raízes e do porque você começou a tocar em primeiro lugar. É importante lembrar onde estava sua cabeça quando você começou pela primeira vez, porque quando você faz sucesso e te mimam, é fácil esquecer a animação de quando você começou a escrever músicas pela primeira vez. E este é o porque da banda dele e da minha buscar esse modo escondido de escrever músicas e tentar achar aquele lugar de novo. Nós fazemos isso para que a gente não simplesmente continue escrevendo o que a gente escreveu da última vez e que fez sucesso e começar a soar como uma banda cover de nós mesmos. Nós precisamos constantemente voltar e nos encontrar."

Hammett: "Eu acho que eu posso dizer que o 'Death Magnetic' é o Metallica voltando aos nossos dias de cult, também. Eu não sei, inclusive, se você pode até nos chamar de 'banda cult' atualmente, porque nós somos uma banda muito popular. Você pode ser uma banda cult e ainda ser popular? Eu não sei."

Jones: "Provavelmente depende de pra quem você perguntar. Eu acho que a palavra 'cult' vem de uma perspectiva externa. Quando alguém de fora olha pro Metallica, eles diriam que eles tem seguidores cult. Porque o Metallica teve anos de sucesso e tem um base de fãs dedicada, que poderia até parecer que as pessoas estão seguindo as cegas, mas eu não acho que isso é exatamente correto. O Tool teve disso também. Eu ouço coisas como, 'como uma banda que muita gente nunca ouviu falar tem discos de ouro e platina?' Aí é quando eles falarão, 'é porque o Tool tem estranhos seguidores cults.' Para mim é só um termo que as pessoas usam para descrever algo que eles não sabem direito como explicar... O que não é necessariamente algo ruim."

Guitar World: Parece que uma banda cult pode se tornar um alvo fácil para fãs descontentes quando ela cresce além da sua "banda de estimação".

Hammett: "Eu sei que muitas das pessoas que são do tipo cult são realmente obsessivas. Elas realmente querem uma determinada coisa, ou sentimento, e elas acham essa coisa em uma banda. Quando a banda cresce - e talvez mais inacessível pessoalmente como resultado - essas pessoas cults tentam ainda mais se envolver nessa coisa ou sentimento da banda. Há um certo tipo de pessoa que é obcecada pelo Metallica, que passa todo seu tempo tentando tirar essa coisa de nossa música, e quando eles não conseguem, eles ficam putos de jeito passional. [risos]"

Jones: "Para mim, não há nada de errado com obsessão desde que você tire algo disto que é positivo. E quando suas expectativas são frustradas porque você não gostou desde disco tanto quando o último... Bem, você precisa perdoar um pouco mais, ou seguir adiante."

Hammett: "'Perdoar' é a totalmente a palavra certa, porque no fim, é só música. Você consegue superar isso."

Guitar World: Falando de assuntos misteriosos, Kirk, você trouxe uma guitarra ESP bem louca, que tem tudo a ver com esse tema de heróis cult.

Hammett: "É mais heróis ocultos. [risos] Basicamente, para esta guitarra, eu dei ao artista Mark Ryden uma lista de tópicos, e eu disse, 'traduza estas idéias em sua visão e pinte-as na guitarra'. Há uma abelha, que é o símbolo da sabedoria; o corvo, simbolizando o conhecimento secreto; e o olho que tudo vê, simbolizando o conhecimento universal. Caduceus simboliza a árvore da vida, mas se você perceber, ele também relembra uma cadeia de DNA. Então há a mão dos céus, a rosa Rosa-cruz e meu símbolo astrológico, Escorpião, além de caveiras aleatórias e um yin-yang. É cheio de simbolismos de numerologia, astrologia, ocultismo e religião."

Jones: "É uma guitarra espetacular. Eu amo todas as fontes de luz saindo de uma forma feminina, e o design no centro, que eu vejo como uma coisa de vida-e-morte. Mark Ryden é realmente o ícone desse movimento artístico underground atual, e ele pavimentou o caminho para muita gente que tem abordagens similares. Eu vi suas pinturas pessoalmente em Seattle, e ele é um mestre no que faz. Eu estou feliz que ele esteja sendo reconhecido atualmente. E Kirk irá tocá-la e arranhar tudo? Ele deveria colocar em um vidro e pendurar em sua parede. Ou melhor ainda, dar pra mim. [risos]"

Hammett: "Ela verá um pouco de gasto e uso, mas este é seu propósito. Além disso, Mark disse que ele daria retoques quando precisar."

Guitar World: Parece que vocês dois são bem interessados em estudos de filosofias herméticas. Vocês acham úteis para dar ordem a suas vidas fora do mundo da música, também?

Jones: "A ordem já está lá. Nós só estamos nos alertando disso. Geometria sagrada é basicamente estudar qualquer coisa e quebrá-la a sua forma mais pura, seja um símbolo, forma, cor, vibração ou som. É isto que nossa vida é. Exterioriza quem nós somos como pessoas, a terra ou o universo, em uma realidade espiritual ou até uma realidade coletiva inconsciente."

Guitar World: Voltando a sua guitarra, Kirk, o que especificamente te fascina no simbolismo?

Hammett: "Bem, a respeito do simbolismo, há várias escolas de pensamento, por exemplo sobre como as cores podem influenciar em seu humor ou perspectiva. Símbolos diferentes, como o olho que tudo vê ou a rosa, ativarão coisas diferentes em seu psicológico ou inconsciente. Todas essas coisas são influentes em algum nível e tem um impacto na pessoa exposta a isso, seja no nível quântico ou um nível mais perceptível. Eu realmente tenho interesse nesse tipo de coisa. Outro bom exemplo disto é o uso de Jimmy Page do selo Zoso, que ele escreveu em sua roupa. Ele achou que isso ajudaria sua música e direção artística. Eu sou totalmente ligado em como certas imagens podem influenciar no subconsciente. De maneira bem básica, se essa guitarra fosse brancona, eu teria uma sensação totalmente diferente a respeito dela. O fato de que ela tem esse desenho incrível me inspira e me move."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Sempre tive um tremendo respeito pelo Mustaine"

   31 de Janeiro de 2009     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Um ouvinte da rádio 94.1 FM WYSP de Philadelphia, Estados Unidos, ganhador da promoção "50 days of Metallica", teve a chance de entrevista o baterista do Metallica, Lars Ulrich, antes da apresentação da banda na cidade, em 17 de Janeiro. Um trecho da conversa pode ser conferido abaixo.

Pergunta: Depois da saída de Dave Mustaine da banda, como está o relacionamento com o Dave Mustaine e o Megadeth hoje?

Lars: "Bom e mau. Sempre tem sido bom e mau. Eu sempre tive um tremendo respeito pelo Dave, e eu sempre gostei dele, mas ele tinha algumas coisas boas e ruins. Nós sempre respeitamos sua banda. Eu sempre o respeitei como músico. Eu acho que ele tem alguns excelentes músicos com ele; ele é um ótimo compositor. Houve, claro, algumas posturas, e algumas conversas de ambos os lados durante os anos, e para mim é mais como um tipo de coisa meio de jardim de infância, mas eu não tenho nada além de respeito por ele e apreço por seu tempo no Metallica. Ele ficou um pouco bravo há alguns anos por causa da sua inclusão no filme 'Some Kind of Monster' e eu não tive nenhum contato com ele desde então."

O vídeo completo da entrevista com cerca de 10 minutos pode ser conferido abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo fala sobre Death Magnetic e ser pai

   31 de Janeiro de 2009     tags: trujillo, entrevista      Comentários

O editor Rick Florino da ARTISTdirect.com entrevistou recentemente o baixista do Metallica, Robert Trujillo. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

ARTISTdirect.com: Vindo de um passado thrash old-school, você sente que trouxe um toque cru ao "Death Magnetic"?

Trujillo: Eu acho que foi uma combinação de fatores. Se você quiser chamar de um recomeço, você pode. Foi natural, com um novo time e uma nova atitude. O [produtor] Rick Rubin foi realmente instrumental em fazer o Lars [Ulrich, bateria] e James [Hetfield, vocal e guitarra base] se reunirem com aquela sensação old-school. Por muito anos, pareceu que eles estavam tentando se afastar disso de certa forma. Eles estavam fazendo outras coisas, claro, e sendo criativos, mas eles não estavam rodeando a zona do thrash. Para mim, como baixisita, é muito bom ser criativamente uma parte disso. Tocar thrash no meu primeiro disco oficial com o Metallica é muito animador para mim. Eu realmente amo os anos antigos do Metallica com o Cliff Burton, e é simplesmente muito divertido.

ARTISTdirect.com: Há também uma sensação moderna as músicas. Muito disso tem a ver com a nova unidade e seu modo de tocar baixo. Essas músicas não parecem datadas. "Death Magnetic" é provavelmente o disco de thrash mais atual que saiu no século 21.

Trujillo: Sim, eu concordo. Há definitivamente uma combinação de sensações nisto. Não soa como nenhum disco em específico do Metallica. Ele tem sua própria identidade, assim como qualquer disco do Metallica. O ponto chave disto é que é um álbum que nós queríamos poder tocar ao vivo. Esta foi uma das coisas que Rick focou. Ele dizia tipo, "criem um corpo de música que vocês possam desafiar sua platéia. Vamos voltar para o passado onde vocês tentavam conseguir um contrato e estavam fazendo suas músicas para uma fita demo". Chegar a essa mentalidade foi crucial. Há arranjos que, as vezes, parecem técnicos e um pouco abstratos, mas ainda tem groove. Para realmente destacar a música, é preciso ter groove. Nesse sentido, "Death Magnetic" tem um aspecto muito bom ao vivo.

ARTISTdirect.com: O fato de você ser pai está sempre em sua mente atualmente?

Trujillo: Sim, este é um ponto interessante - agora que cada um de nós temos várias crianças. Kirk [Hammett, guitarra] tem dois filhos também. Para mim, foi como, se junte ao Metallica e seis anos depois estou casado e tenho dois filhos [risos]. A vida muda nesta banda. Esta é uma das muitas coisas que temos em comum. Nós todos somos pessoas diferentes - extremamente diferentes. Lars e James são completamente diferentes. Eles provavelmente não teriam nada pra fazer um com o outro se não tivessem a música. Nós todos nos conectamos através da música. Isto que nos torna irmãos. Quando estamos no palco, ou escrevendo, nós temos um respeito mútuo uns pelos outros. Fora da música, somos muito diferentes. Nossas famílias nos unem. É algo que nós compartilhamos e temos em comum. Se eu tenho questões sobre como ensinar meu filho de 4 anos ou minha filha de 2 anos a ir ao banheiro, eu posso ir nos outros caras da banda porque eles já passaram por isso. Isso é legal, e isso é especial. Isto também torna as coisas mais fáceis quando estamos planejando nossas turnês e tentando agendar as coisas um ou dois anos a frente com a agenda da escola e agenda de gravações. Isto é algo que todos nós compartilhamos. Você sempre pensa em seus filhos na turnê ou no palco. Outra noite foi o aniversário da filha do James. Ele a trouxe ao palco e cantou feliz aniversário para ela em frente a 20 mil pessoas. Eu queria chorar [risos]. Eu pensei, "cara, isso é pesado!". Eu também pensei, "algum dia, talvez isto acontecerá comigo". É algo que as crianças amam passar por essa experiência e também de fazerem parte. É muito divertido.

ARTISTdirect.com: O que tem no Metallica que nunca morrerá?

Trujillo: Há algumas coisas que eu percebi. Os fãs, obviamente, são espetaculares. Nós nos orgulhamos de tentar nos conectar com nossos fãs. Toda noite nós temos um meet-and-greet. Você não pode encontrar muitos de seus fãs, mas nós tentamos o máximo que podemos. Nós encontramos cerca de 15 a 20 fãs. Nós fazemos isso. Nós sempre tentamos nos manter em contato através do site ou do fã-clube. O outro lado disso é que o Metallica - com o detalhe da música e do amor pela música - uma das coisas que eu notei é quando nós colocamos nossos instrumentos, é como ser uma criança na garagem de novo, voltando ao passado. As pessoas começam a tocar riffs do Def Leppard, AC/DC ou Iron Maiden. Piadas surgem a todo momento. É realmente divertido. A banda ama fazer música e se diverte fazendo isso. Isso que torna o Metallica ainda relevante.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo: "Já estamos ensaiando riffs novos"

   30 de Janeiro de 2009     tags: trujillo, entrevista      Comentários

Christina Fuoco-Karasinski do LiveDaily entrevistou recentemente o baixista do Metallica, Robert Trujillo. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

LiveDaily: Você já viu a banda crescer desde que você se juntou ao Metallica há quase seis anos?

Trujillo: De várias formas: para começar, eu, pessoalmente e Kirk [Hammett, guitarra], nós temos filhos agora. Quando eu me juntei ao Metallica em 2003, eu não era casado, eu não tinha filhos. Agora eu estou sentado aqui com uma filha de 2 anos e um filho de 4 anos, casado e feliz. Essa é a maior transição na vida de alguém. Quando eu me juntei pela banda pela primeira vez, eu era meio que um garoto em uma bolha. Eu tinha que realmente me focar em ser parte desta banda e aprender um catálogo de 23 anos na época, então aprender todo o material do "St. Anger", que foi realmente doido. Então eu tive que criar essa bolha, para que eu pudesse me focar só nisso. Isto teria sido a parte mais difícil com uma família naquela época. E o Kirk também, como eu falei, tem um casal de filhos também. Lars [Ulrich, bateria] teve um filho há cerca de um ano. Há muita mágica nova na banda, um lugar onde todos nós podemos nos conectar, onde nós compartilhamos os mesmos interesses. Fora de muitas coisas como família, nós não temos muitos interesses em comum. Nós todos somos diferentes. Nossas famílias meio que nos unem. A música nos aproxima, definitivamente. É legal ter o aspecto da família lá também. algo que nós obviamente amamos e temos carinho. Nós todos podemos compartilhar isso.

LiveDaily: O que você vê para o futuro do Metallica? Vocês ainda tem um álbum no contrato com a Warner Brox., certo?

Trujillo: Basicamente, eu não sei os detalhes técnicos. Eu só posso dizer isto: fora do lado dos negócios das coisas - que é provavelmente o que você está me perguntando - no nível criativo, o céu é o limite. Para mim, "Death Magnetic" é só uma plataforma de lançamento. Nós já estamos ensaiando algumas idéias novas e novos riffs. Há uma seção rítmica que eu estou vendo com o Lars que eu gostaria de mergulhar ainda mais no futuro. É ótimo tocar riffs thrashs, pesados de novo, também. Isto é uma das coisas com esta banda - não há falta de idéias musicais. Quando você confere algumas das bandas que estão por aí há tanto tempo, algumas vezes a parte mais difícil é se manter motivado. Algumas vezes as bandas acabam tocando quase como - como se diz? - um tributo onde eles tocam todos os hits toda hora. Isso é legal. Mas o futuro desse tipo de banda não parece tão interessante. Eu acho que nós ainda temos algo em nós para criarmos músicas interessantes e ficarmos ainda melhor nisso. É meio engraçado.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista com Ulrich para a WLUP-FM

   29 de Janeiro de 2009     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Byrd da WLUP-FM 97.9 realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, antes da apresentação da banda no Allstate Arena em Rosemont, Illinois no dia 26 de Janeiro de 2009. A conversa de sete minutos e meio pode ser conferida abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo e seus primos, membros de gangues

   25 de Janeiro de 2009     tags: trujillo, entrevista      Comentários

As reuniões de família eram coisas perigosas na infância de Robert Trujillo, do Metallica - seus primos eram de gangues rivais da Califórnia.

O baixista nasceu e foi criado em Culver City, Califórnia, e a maioria dos seus primos estava envolvida em violências de gangues - frequentemente entrando em choque com membros de sua própria família de uma cidade vizinha.

Trujillo conta à MetalHammer.co.uk sobre sua criação: "Era interessante. Um monte de primos meus estava em gangues. Alguns em gangues de Culver City, e outros em gangues de Venice. Se você é da Califórnia, sabe que essas duas cidades não se dão muito bem. Isso tornava as reuniões de família bem interessantes. Nem sempre dava pra reunir todo mundo, digamos assim".

Fonte: Whiplash!

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Terceira parte da entrevista da The Hog com Ulrich

   20 de Janeiro de 2009     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

A terceira parte da entrevista realizada com Lars Ulrich por um fã do Metallica chamado Bob Johnson antes do show da banda em 12 de Janeiro de 2009 no Bradley Center em Milwaukee, Wisconsin foi disponibilizada no YouTube e pode ser conferida abaixo.


A primeira e segunda parte da entrevista podem ser conferidas, respectivamente, clicando aqui e aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Segunda parte da entrevista da The Hog com Ulrich

   17 de Janeiro de 2009     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

A segunda parte da entrevista realizada com Lars Ulrich por um fã do Metallica chamado Bob Johnson antes do show da banda em 12 de Janeiro de 2009 no Bradley Center em Milwaukee, Wisconsin foi disponibilizada no YouTube e pode ser conferida abaixo.


Caso tenha perdido, a primeira parte da entrevista pode ser conferida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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