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Ulrich sobre o Orion: "Não queremos ser previsíveis"

   26 de Fevereiro de 2013     tags: orion music and more 2013, ulrich, entrevista      Comentários

A revista Revolver realizou recentemente uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Revolver: Quais foram seus momentos favoritos do festival Orion Music + More do ano passado?

Lars: Toda a experiência que eu tive na tenda de filmes. Foi tão legal mostrar filmes para 300 fãs do Metallica e fazer sessões de perguntas e respostas com diretores e produtores. Eu também curti de ter a chance de tocar o "Ride the Lightning" e fazer o coisa do disco preto na íntegra, que foi a única vez que fizemos nos Estados Unidos. E só sair e ser parte do cenário por alguns dias. Eu me diverti vendo bandas também, em várias tendas, de Hot Snakes ao Jim Breuers. Ver o Avenged Sevenfold e The Sword e Sepultura e Arctic Monkeys. Eu tive a chance de apresentar o Arctic Monkeys, o que foi bem legal, pois eu tenho um filho de 14 anos que louva o chão pelo qual o Arctic Monkeys caminha. Então eu fui um pai bem legal por alguns minutos quando eu os apresentei.

Revolver: O que fez vocês incluirem um palco de EDM este ano?

Lars: Quando nós tocamos no Outside Lands Festival em San Francisco em Agosto, Hetfield e eu fomos até o... Ok, agora estou mentindo. Nossos filhos nos puxaram até a tenda eletrônica. [risos] E eu fiquei do lado do palco e vi 20-25 mil crianças de 14 anos ficando totalmente loucos com Skrillex. E a energia e todo o espetáculo de luzes e sons, foi uma vibe tão intensa. E então nós dois ficamos lá com nossos filhos e estávamos tipo, quer saber? Nós precisamos levar um pouco disso para o festival Orion. E Bassnectar é ótimo. Ele é um desses caras únicos do mundo inteiro, e ele é um dos caras locais do norte da Califórnia e nós ouvimos que ele é um pouco de fã de metal. Então ele está liderando a tenda eletrônica toda.

Revolver: Vocês tocarão algum de seus álbuns clássicos este ano?

Lars: Se eu fosse um apostador, o que eu não sou, eu provavelmente não colocaria muito dinheiro nisso. Eu acho que você precisa ser cuidadoso para que isso não se torne algo que as pessoas esperam todo ano, especialmente quando você só lança discos a cada cinco anos como a gente. Nós ficaremos sem discos para tocar em algum momento bem rápido. Mas eu acho, ouça, nós tocamos "Puppets" [em 2006], nós tocamos "Lightning", e nós tocamos o disco preto. Eu acho que é algo que nós continuaremos a fazer na próxima década do Metallica, mas eu não sei se vamos fazer isso no festival Orion deste ano. Obviamente há um aniversário lá. As pessoas dizem, "oh, é o aniversário de 30 anos do 'Kill 'Em All'." Mas nós não nos decidimos sobre isso ainda. Nós não queremos ser previsíveis.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Newsted: Sem rancor com o Metallica

   07 de Fevereiro de 2013     tags: newsted, entrevista      Comentários

Jeb Wright da Classic Rock Revisited entrevistou recentemente o ex-baixista do Metallica, Jason Newsted. Confira alguns trechos da conversa abaixo, em que ele fala sobre o Metallica.

Classic Rock Revisited: Há algum sentimento, mesmo que com um pouco de ironia, com o Metallica, de que você pode fazer tudo isso sem eles? Há um dedo do meio apontado para eles?

Jason: Não há nada rancoroso ou qualquer coisa do tipo. Não há realmente nenhum negativismo entre a gente mais. São águas passadas e já se foram 12 anos agora. Esse tipo de acidez e coisa boba foi há um bom tempo atrás. Foi principalmente reacionário, eu acho. Agora, é bem forte e bem legal. Eles tem sua banda detonando, como sempre, e eu tenho minha banda nova e eu sinto como se tivesse 19 anos de novo. Eu realmente me sinto dessa forma. Nós temos este ótimo EP, apenas quatro músicas, que chegou em número um no iTunes por duas semanas, direto da minha garagem comigo e mais três caras. Nós estamos competindo com grandes companhias e bandas que tem álbuns completos por aí; isso é bem legal. Isso está dizendo algo. Minha resposta a sua pergunta é deixar a música falar. Não há nada negativo. Vamos só detonar.

Classic Rock Revisited: Quando você ouviu a "Enter Sandman" [do Metallica], imaginou que essa música mudaria sua vida?

Jason: Não, certamente não. Quando eu ouvi o riff pela primeira vez, antes de ter sido trabalhado, eu achei bem padrão. Então o James [Hetfield, frontman do Metallica] o pegou e fez o que ele fez. Foi idéia do Kirk [Hammett, guitarrista do Metallica] de dá-lo para o James. Ele cuidou da árvore e então todos nós comemos os frutos. Eu fiquei bem surpreso quando a música ficou pronta, pois o baixo estava tremendo a sala.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Newsted: "Eu salvei o Metallica quando eu entrei na banda deles, e eu os salvei quando eu saí"

   23 de Janeiro de 2013     tags: newsted, entrevista      Comentários

Anthony Morgan do Metal Forces realizou uma entrevista recentemente com o Jason Newsted, ex-baixista do Metallica. Na conversa, ele falou um pouco sobre os rumores dele voltar a banda.

"Toda vez que há uma foto nossa juntos, ou alguém surge com outra foto, todo mundo diz, 'você vai voltar a banda? Por favor, volte a banda' e toda essa coisa. Isso não está sendo cogitado. Eu já estive na banda deles; eu já estive na banda deles por metade da vida da banda. Eu estou bem. Eu não preciso estar na banda deles, droga. [risos] Eu já estive na banda", disse Newsted.

Além disso, Newsted afirmou que ele ajudou a salvar a banda em dois momentos. "Se eu continuasse no Metallica, o Metallica não estaria mais vivo. Ela não seria mais uma banda. As pessoas precisam... Tem uma coisa... Eu nunca disse isso para ninguém, mas vou te dizer. Eu salvei o Metallica quando eu entrei na banda deles, e eu os salvei quando eu saí. Por ter feito essas duas coisas, eles ainda estão por aí. Eu não fiz isso sozinho, então não entenda assim. Não foi algo feito sozinho. EU não estou tomando crédito por isso."

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Newsted elogia Hetfield

   12 de Janeiro de 2013     tags: entrevista, newsted      Comentários

Recentemente, o Geeks of Doom conduziu uma entrevista com o ex-baixista do Metallica, do Voivod e do Flotsam and Jetsam e atual frontman do Newsted, Jason Newsted. Um fato interessante da entrevista foi que Newsted disse não haver ninguém que cante e toque guitarra ao mesmo tempo melhor do que James Hetfield o faz. Seguem abaixo alguns trechos.

Geeks of Doom: Você deve ter visto online que o vídeo e a música [do Newsted] “Soldierhead” estão em todo lugar agora. Isso o surpreendeu?

Jason Newsted: Há algumas surpresas agora, porque existe muito desconhecimento. Eu não me envolvi tanto com isso quanto me envolvia nos dias do Flotsam, quando tinha que prestar atenção em tudo para ter certeza de que as coisas estavam em ordem. Então eu não sabia exatamente o que esperar. Eu sabia que tinha plantado algumas sementes boas, por sempre ter afinidade com os fãs e tal, mas o jeito que eles estão me retribuindo é simplesmente muito mais do que eu poderia ter imaginado. Eu já estava familiarizado com muitas coisas por ter estado em uma banda muito grande, ou mesmo tendo estado no Voivod, ou Ozzy [Osborne], mas há muita novidade que eu ainda não entendo muito bem. Quer dizer, eu estou na internet há mais ou menos dois meses e tento falar com todo mundo no Facebook, é importante falar com os fãs para fazer a reconexão. Mas para responder a você, estou agradavelmente surpreendido e, honestamente, um pouco sobrecarregado.

Geek of Doom: Então pelo foco estar todo em você, parece que você tem prazer, mas há um pouco de medo?

Jason Newsted: Sim. Eu acho que qualquer um que faça seu trabalho com convicção de verdade se sente assim, qualquer artista verdadeiro. Você quer ter certeza de que você está dando o melhor de si e mostrando esse melhor para as pessoas. Então isso é parte da minha missão, desde o começo. Eu sempre quero ser o meu melhor. Os papéis que eu tenho exercido nessa banda são um território novo para mim. Estou familizariado com as entrevistas. Mas ser um guitarrista de seis cordas escrevendo todas as músicas na guitarra e ser o vocalista ao mesmo tempo, ou até mesmo tocar baixo e ser o vocal principal? São muitos novos papéis, e é um pouco assustador.

Geeks of Doom: Você escolheu cantar ou foi algo que simplesmente aconteceu?

Jason Newsted: Eu tenho trabalhado nisso por muito tempo e eu sempre simplesmente [vocais guturais] MORRO! [risadas]. Aquele vocal gutural, eu ainda consigo fazê-lo, mas é uma viagem muito unidimensional e nos últimos dez ou onze anos, como eu tenho tocado em muitos projetos diferentes, com diversas pessoas, eu tenho trabalhado na minha voz de verdade e ela se desenvolveu muito. Em 2002 não estava boa, em 2004 estava melhorando. Em 2008 eu estava bem, mas agora estou chegando a um ponto em que realmente consigo fazer os vocais principais e tocar guitarra ao mesmo tempo, o que é um pouco desafiador. Demorou para eu atingir esse estágio, mas estou animado com o desafio. Eu tive sorte o suficiente para ter estado ao lado de Hetfield. Ele é o melhor cantando e tocando, é simplesmente impossível fazer algumas partes que ele toca na guitarra e ainda assim fazer uma linha vocal reta. Ele é intocável nesse sentido. [...] Eu faço exercícios vocais todos os dias e tento deixar minha voz melhor o tempo todo. E ela é nova, porque na verdade é uma voz jovem nesse corpo velho! Sério, meu cérebro e meu coração têm 19 anos, e não importa o que o calendário diz, tanto faz, cara [risadas].

Geeks of Doom: Obviamente o EP já está na mão, então tem rolado alguma conversa sobre um álbum completo?

Jason Newsted: Sim, na verdade nós gravamos onze músicas. Nós ficamos duas semanas no estúdio. [...]

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte: Whiplash!

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Filme em 3D tem influências do Led Zeppelin

   08 de Janeiro de 2013     tags: 3d, entrevista, ulrich      Comentários

O baterista Lars Ulrich disse que o projeto do filme em 3D do Metallica que sairá em breve pode ser tido como uma resposta deles ao The Song Remains The Same do Led Zeppelin.

O filme do Zep de 1976, The Song Remains The Same, associado ao álbum ao vivo de mesmo nome, é baseado na gravação da performance no Madison Square Garden, em Nova Iorque. Mas ele também conta com várias “sequencias de fantasia” fora do show para cada um dos membros da banda, bem como para o empresário Peter Grant e diretor da turnê Richard Cole.

“Há semelhanças [com o The Song Remains The Same]”, revela Ulrich na última edição da Classic Rock.

“Há quatro membros no Led Zeppelin, quatro membros no Metallica, é um filme de longa metragem e há muito nesse filme que não aconteceu no palco”.

“A grande diferença é que as coisas que se passam fora do palco no filme do Metallica não traz nenhum dos membros do Metallica. São dois mundos separados – um show do Metallica e uma história que se desdobra em um universo paralelo – e em um certo ponto elas se interligam”.

O Metallica está trabalhando com o diretor Nimrod Antal no filme 3D e gravou seu show do dia 24 de agosto de 2012 em Vancouver, Canadá, como parte do projeto. O filme provavelmente saíra em meados desse ano.

O Metallica está trabalhando em material novo enquanto dá os toques finais no filme 3D. Afirma-se que as músicas partem do ponto onde o Death Magnetic, de 2008, parou.

“O Death Magnetic é um puta disco”, diz Ulrich. “Não há muitos discos do Metallica com um som tão bom quanto o do Death Magnetic quatro anos depois de terem sido feitos. Com muitos dos outros discos surgiram questionamentos: ‘Por que fizemos aquilo’ ou ‘O que aconteceu ali’ ou ‘Por que ninguém disse pra mudar o som da bateria?’ Eu não me sinto assim quanto ao Death Magnetic. O que estamos fazendo agora com certeza soa como uma continuação”.

Rick Rubin produziu o Death Magnetic e não se sabe ao certo se ele estará envolvido com o novo disco.

Ulrich comentou: “Eu adoro o Rick. Todos adoramos o Rick. Estamos constantemente em contato com o Rick. Vamos ver no que dá. Eu ficaria aturdido se o disco saísse em 2013. Temos de terminar esse filme 3D, que é o que estamos fazendo agora”.

Fonte: Whiplash!

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Hammett: "Ulrich provavelmente seria um bom vampiro"

   21 de Dezembro de 2012     tags: entrevista, hammett, too much horror business      Comentários

A revista Guitar World realizou uma entrevista recentemente com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, sobre seu livro, "Too Much Horror Business - The Kirk Hammett Collection". Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Guitar World: Se você fizesse um filme de terror sobre o Metallica, que monstros que cada membro da banda faria?

Kirk: Eu seria um vampiro, porque eles são discretos, se escondem nas sombras, e aparecem e desaparecem. Há também o elemento gótico dos vampiros que eu realmente gosto, o que não existe com lobisomens, o monstro do Frankenstein ou a múmia. James [Hetfield] provavelmente curtiria ser um monstro do Frankenstein... Mas talvez também não! Rob [Trujillo] seria definitivamente um lobisomem, porque ele já tá meio caminho andado na aparência. [risos] E Lars [Ulrich] provavelmente seria um bom vampiro, como eu.

Guitar World: Qual é a coisa mais estranha que você já colecionou?

Kirk: Hmm... Por um tempo, eu estava colecionando coisas de Satã e diabo - sabe, qualquer coisa que tivesse a ver com o velho Beelzebub ou Lucifer. Mas eu tive que dar um tempo nisso, porque há muita coisa por aí, e a coleção estava crescendo rápido demais. Já das coisas ecléticas, eu passei por uma grande fase de taxidermia, onde eu colecionava vários animais. Desde então eu tive que vender as coisas, porque não só isso toma muito espaço na sala, mas também porque há muitas criaturinhas que gostam de ir pra taxidermia. E não é do meu estilo ter um monte de criaturinhas espalhadas pela minha casa.

Guitar World: Escolha de Sofia: suas guitarras ou sua coleção de horror - uma tem que ir.

Kirk: Oh! Você tinha que me fazer essa pergunta? [risos] Isso me coloca numa situação difícil, cara. Eu não sei se tenho uma resposta. É como, "que braço eu devo cortar? Meu direito ou esquerdo?" [risos] É difícil. Eu ficaria louco se eu perdesse qualquer uma delas. Mas, no fundo do meu coração, eu provavelmente venderia minha coleção de pôsteres de filme antes das minhas guitarras. Minha música e guitarras são assim tão mais perto do meu coração. Digo, po, música foi a única coisa que pode me afastar das coisas de horror. Mas quando eu tive algum dinheiro pra gastar, através da música e de tocar guitarra, eu voltei a colecionar. Meu apreço por essa coisa estará comigo minha vida inteira. Mas minhas guitarras me oferecem uma voz e uma forma de me expressar. Elas me dão a sensação de realização que eu não acho que colecionar jamais me dará. Com a música e tocando guitarra, eu também posso ajudar e compartilhar com mais pessoas do que eu poderia com minha coleção. No fim é isso.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich não se imagina cansando do Metallica

   20 de Dezembro de 2012     tags: entrevista, ulrich      Comentários

O baterista Lars Ulrich concedeu entrevista à revista Metal Hammer. Perguntado sobre algum dia se cansar de estar no Metallica, o dinamarquês foi enfático.

"Não consigo imaginar. Pode ser que não consigamos tocar no futuro como tocamos agora por conta do físico. Ou pode ser que tentemos uma carreira diferente no cinema ou na pintura. Mas cansar da banda, não", afirmou.

Ulrich justificou alguns recentes lançamentos como tentativas de sair do ócio. "A banda faz parte de nossas naturezas e personalidades. Trabalhamos recentemente em coisas como o documentário Some Kind Of Monsters e o filme em 3D para assegurar que não ficaremos entediados", completou.

Fonte: Cifras

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Hammett sobre horror: "É legal ter um lugar alternativo para se refugiar mentalmente e artisticamente"

   27 de Novembro de 2012     tags: entrevista, hammett, too much horror business      Comentários

Kenny Herzog do The A.V. Club entrevistou recentemente o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, sobre seu livro, "Too Much Horror Business - The Kirk Hammett Collection". Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

The A.V. Club: Você se ligou em horror depois de se machucar e ver "The Day Of The Triffids" enquanto se recuperava. Você diria que ser um entusiasta de horror coincide com uma personalidade caseira?

Kirk Hammett: Ficar sequestrado e não saber realmente o que fazer com seu tempo e então descobrir, "oh, eu posso assistir um monte de filmes de horror" provavelmente foi um grande fator na descoberta do horror para muitas pessoas. Para mim, um dos momentos mais perfeitos para assistir a um filme de horror é quando está frio e chovendo lá fora e não há praticamente nenhuma atividade externa pra fazer. Meio que prepara o humor.

The A.V. Club: Você vê um paralelo entre amar estes filmes que lentamente se tornaram cult e estar no Metallica, que ganhou reconhecimento da grande mídia bem gradualmente?

Kirk Hammett: Sim, isto meio que acontece com bastante gêneros artísticos. As pessoas as vezes só precisam de tempo para alcançar aquilo que as tentativas artísticas das outras pessoas possam ser. Muitas vezes, não é a coisa mais fácil pedir para uma pessoa digerir algo que ela nunca teve contato antes. Eu acho que filmes de horror não são diferentes nesse aspecto. Isto acontece regularmente. Veja Van Gogh. Ele morreu pobre. Suas pinturas vendem por 100 milhões de dólares, mas na época, ninguém sabia o que esperar. Era tão radicalmente diferente do que qualquer outra pessoa já tinha feito, e eu acho que isto acontece com muitos filmes de horror também, e música. Quando as pessoas são confrontadas com algo que nunca viram antes, elas não sabem realmente como reagir.

The A.V. Club: Devido a quão pública sua vida com o Metallica tem sido, é importante ter esta coleção como um santuário?

Kirk Hammett: Definitivamente. Por anos, eu disse as pessoas que esta é a coisa que eu faço além da música. E é verdade. Eu tenho estado obcecado pela música por muito tempo, e é uma coisa legal de ter como um lugar alternativo para se refugiar mentalmente e artisticamente, que eu possa correr quando eu me sinto esgotado da coisa toda do Metallica. Os frutos da minha coleção são tão bons agora que é por isso que estou lançando este livro. Um dia, eu virei e pensei, "Oh meu Deus, eu tenho que compartilhar isto com as pessoas", porque cresceu em uma coleção monumental de coisas. Seria uma pena para mim não deixar as outras pessoas verem isso.

The A.V. Club: Você já considerou seguir o caminho do Rob Zombie e pular para realmente dirigir filmes de horror?

Kirk Hammett: Eu ainda gosto de pensar que eu tenho muito tempo sobrando para fazer o que eu quero fazer. Agora que eu estou realmente indo além e me estabelecendo como um grande cara do horror. Porque pelo maior tempo, foi bem pessoal e privado, mas minha coleção me forçou a ir além. Então agora estou vendo onde tudo isso me leva. Eu tenho muitas opções na minha frente, e eu tenho um interesse em filme. Nós veremos onde isso vai. Eu não descartaria nenhuma opção. Durante os anos, eu juntei muitas idéias diferentes, então nós veremos quais eu escolho para agir.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Newsted: "Demorou 12 anos para voltar a terra depois de sair do Metallica"

   19 de Novembro de 2012     tags: entrevista, newsted      Comentários

O ex-baixista do Metallica e do Voivod, Jason Newsted, foi entrevistado nesta última sexta-feira (16 de Novembro) no programa "Friday Night Rocks" de Eddie Trunk, na rádio Q104.3 FM de Nova Iorque. Alguns trechos podem ser conferidos abaixo.

Sobre o que o fez lançar seu site oficial, NewstedHeavyMetal.com, e lançar música com seu próprio nome depois de tantos anos:

Jason: "Eu pensei sobre isso por um bom tempo, colocar meu nome em um projeto ao invés de surgir com algum nome inteligente, tipo Echobrain ou Papa Wheelie ou algo do tipo. Nós temos muitos nomes legais para projetos, mas é a primeira vez com meu nome, e eu realmente estou tentando alcançar as pessoas que eu toquei aos milhões no passado com o Metallica. Eu acho que eu já esperei demais, e eu acho que as pessoas estão prontas, e eu estou pronto, então vou tentar juntar um pouco de música e ver o que eu posso fazer para algumas pessoas. Nós veremos o que surge nos próximos meses aqui."

Sobre como o projeto se chamará:

Jason: "Se chamará Newsted Heavy Metal Music. Seja o que acabar sendo - se são 5 músicas, 20 músicas, 50 músicas... Eu nem sei o que eu farei. Eu tenho tantas músicas dos anos que se passaram. Eu tenho um monte de coisa nova, eu tenho tantas misturas de projetos com as pessoas - novos músicos, músicos jovens, músicos antigos como eu - então eu estou tentando descobrir exatamente o que eu vou soltar para todos primeiro. Isto é meio o que está se tornando - o tempo das coisas e como eu quero atingir as pessoas com isso, e com qual coisa [será lançada primeiro]."

Sobre como ele planeja lançar sua música:

Jason: "Eu vejo alguns lugares que ainda estão por aí e que sempre estarão por aí em sua forma mais pura - fazer o vinil e todo mundo ter a edição especial em vinil para conseguir ler as letras, coisas que você e eu mais amamos, isto é o mais próximo de nós que é o mais cativante e mais pessoal. Então sempre estará lá e eu nunca quero sentir falta disso, então haverá uma porcentagem disso para os fãs que realmente curtem música de guitarras americanas que detonam. Então eu quero garantir que esta parte esteja lá. E então os novos lugares que eu estou realmente aprendendo agora sobre como me expor a tudo isso... Eu vi um pedaço de um dos [episódios do 'That Metal Show' da VH1] e alguém falou sobre o Down e algumas outras bandas lançando EPs de quatro faixas a cada alguns meses, fazendo com que as pessoas tenham novidades do metal. Eu acho que é um ótimo conceito, uma ótima fórmula - eu estou inclinado a isso, e eu gostaria de me preparar para isso. Já que é um novo território para mim, eu estou realmente aberto a essa idéia; eu acho que é uma boa forma de espalhar as coisas. Tipo hoje, meu site está nos ar por 12 horas oficialmente e houve milhares e milhares de pessoas de tantos países já falando, 'mostre algumas músicas para nós ouvirmos'. Antigamente, cara, quando eu estava trocando fitas e trabalhando com o Flotsam and Jetsam, eu tinha que colocar uma fita por vez em um envelope com etiqueta personalizada e tinha que descobrir quanto custava para enviar para Irlanda ou Espanha ou seja onde for, cara - um por vez. Eu tinha que ir ao correio e enviar, e eu fiz isso, e fiz isso bem diligentemente, e é por isso que o Flotsam chegou onde eles estavam, e esta é a razão que eu consegui shows com o Metallica, por conta de todas aquelas caras e minhas correspondências ao redor do mundo. Quando Lars [Ulrich, baterista do Metallica] ligou e chegou a todos os seus contatos ao redor do mundo, meu nome surgiu na boca de todo mundo: 'este carinha é organizado'. É por isso que consegui o show - porque eu trocava fitas e era tão comprometido em compartilhar música. Agora eu posso fazer isso com o apertar de um botão e é um zilhão de pessoas. Eu sei dos trabalhos e do que precisa, e eu não estou com medo de fazer isso, mas eu sei que tenho uma chance agora, de todo o meu trabalho duro de 30 anos, eu serei capaz de compartilhar [a música] com um monte de gente de uma vez. Todo mundo que realmente dá a mínima para a música e se preocupa com o que estou fazendo, eu quero compartilhar com eles. Todo o resto: paz, cara. Há espaço para todos. Curta o que você curte. Pode não ser para todos, mas para as pessoas que é, vamos lá, sabe?!"

Sobre seus planos de entrar de vez nas mídias sociais depois de levar uma vida tão reclusa na última década:

Jason: "É meio que dois lados bem diferentes de uma mesma moeda, já que todo o meu tempo com o Metallica, eu fui a todos os pré-shows e todos os pós-shows. Eu posso ter perdido literalmente quatro de milhares de [pós-]shows, e a única razão disso é porque os dedos e lábios das crianças estavam ficando azul e estava tão frio, que nós não podíamos sair para assinar para eles. Esta foi a única razão para que me segurassem, onde eu não teria ido fazer essas conexões. Então isto é parte de mim com as pessoas, ser abastecido por suas energias e a troca de energia e o amor pelo metal e estar junto com isso. Todo mundo que sabe alguma coisa sobre como eu levei meu jogo, minha vida no nível profissional [sabe disso] - a conexão com as pessoas, o lance de trocar olhares, sempre dar a alguém um minuto. Este sempre foi meio que meu mantra: eu sempre posso dar a cada uma dessas pessoas um minuto. Houveram semanas quando nós estávamos fazendo a turnê do álbum preto, nós fizemos 24 meses em seguida, ou seja o que tenha sido isso, sem parar, havia quinhentos, setecentos, novecentos ou mil e cem pessoas todas as semanas que eu olharia em seus olhos e apertaria suas mãos e daria a eles um minuto. E eu sempre fiz isso. Agora, depois que eu saí do Metallica, havia todo tipo de emoções loucas e pesadas [que eu senti] que ninguém sabe. Eu sou o único cara do planeta que estava naquela banca, e eu estou fora daquela banda, mas eu ainda estou respirando. Então eu fiz um acordo bem sério e recluso. Eu construí um rancho em Montana no meio de uma floresta de milhões de acres de nada. Aquele tipo de coisa em que eu só disse, "ok, dane-se, cara! Vou cair fora." Eu fui ao oposto da minha conexão com as pessoas. Demorou 12 anos para voltar a terra, e aqui estou eu agora. E minhas grandes botas pretas estão no chão e estou pronto para partir."

Sobre como tocar com o Metallica em Dezembro de 2011 nos quatro pequenos shows no Fillmore em São Francisco como parte da semana de celebração do 30o. aniversário do grupo o incentivou a se conectar com os fãs de novo:

Jason: "A coisa inicial do ótimo estímulo e a 'adrenalina que começa a fluir' e todo esse tipo de coisa, estavam bem ali, palpável. Eu estava com os caras de novo, todo mundo, olhando uns para os outros, ensaiando e fazendo jam daquelas coisas altas de novo e sentir a parede de som e somente 'uau!', levitando do chão. Quando eu cheguei ao show e o que realmente fez, o que realmente catalisou [se reconectar com todo mundo] foram as pessoas. Eu não tinha idéia do que esperar quando cheguei lá, mas a resposta dos fãs... Havia pessoas de todo o mundo lá para aqueles shows. E em tantas línguas e tantos sotaques, elas gritavam, cara. Eu não estava indo em shows para perceber... Costumavam ser os isqueiros que mostravam a apreciação, agora são as telas dos telefones que mostram isso. E enquanto eu olhava lá, quando [Rob] Halford veio, metade do local levantou as telas, e quando o King Diamond surgiu, um terço do lugar levantou as telas. Quando Jason surgiu no palco, todas as telas do lugar estavam levantadas e as pessoas gritavam. Eu estava tipo, 'caramba, cara!'. Foi uma surpresa tão agradável que me acertou. Tipo, 'uau, quer saber?! Eu posso fazer isso de novo. A apreciação das pessoas podem me trazer de volta'. A razão de ter feito isso e amado tanto isso para começar, é a mesma que me trouxe de volta."

Sobre suas lesões nas costas e pescoço que ele teve por bater cabeça toda noite com o Metallica, e que contribuiu para sua decisão de sair da banda:

Jason:"Se eu olho para trás e vejo esses vídeos, tipo qualquer vídeo ao vivo, meu Deus - não me assusta que esteja dessa forma; há definitivamente uma degeneração séria que tomou minha vértebra. Eu não sei quantas pessoas batem a cabeça assim tão cedo no progresso disso tudo. Eu não vou tomar a culpa ou o crédito por ninguém fazer mais isso atualmente, mas eu sei que tive minha culpa. Eu tive três cirurgias nos ombros e fui e voltei com eles, meio que arrumando tudo, então eu estou na reabilitação por muitos, muitos anos tentanto juntar tudo de volta. Então estou muito melhor do que estava nos últimos, provavelmente, seis ou sete anos, estou bem mais forte. Eu sempre mantive meu peso, e eu me mantive em forma desse jeito, então está tudo bem. Eu estou bem perto do monstro, e eu acho que se eu trabalhar um pouco, eu posso ser o monstro de novo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Esposa de Trujillo fala sobre sua arte

   15 de Novembro de 2012     tags: trujillo, entrevista      Comentários



A Radio Metal realizou uma entrevista com Chloé Trujillo, esposa do ex-Suicidal Tendencies/Ozzy Osbourne e atual baixista do Metallica, Robert Trujillo. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Radio Metal: Você pintou alguns dos baixos do Robert: eles podem ser vistos em seu web site. Qual é o seu processo quando você personaliza um baixo? Você trabalha direto com a Warwick?

Chloé Trujillo: Os primeiros baixos que eu fiz não foram para a Warwick: aconteceu praticamente por acidente. Robert tinha um baixo de madeira sem nada, ele me deu falando para fazer algo nele e como estávamos em Paris, eu tinha a minha disposição, no sotão do meu avô, todo o meu material de pirografia. Então eu comecei a trabalhar neste baixo em Paris com meu material antigo, e como era para o Robert, eu queria fazer algo que estivesse relacionado a ele, então como em minhas pinturas, eu não planejei nada: eu só comecei a pensar nele e este calendário asteca surgiu. Nós estávamos alugando um pequeno flat em Paris na época, nós ficamos lá por três meses, e foi durante esta época que eu terminei meu primeiro baixo. Ele amou o resultado e imediatamente me deu outro. Depois disso, ele descobriu que os baixos da Warwick soavam melhor então ele me deu um, e então, ele me dava outro toda vez. Eu encontrei os caras da Warwick na NAMM (convenção de música de Los Angeles). Eles me convidaram e gentilmente me ofereceram um baixo para nosso filho. Eles me perguntaram se eu estaria interessado em pintar outros baixos. Eles me enviaram dois deles que foram usado na turnê do Metallica para os shows do México e Canadá. Desde então, eu recebo e-mails deles e eles enviarão mais dois baixos que eu planejo pintar. Esta aventura começou por acidente em Paris e seguiu um efeito de bola de neve.

Radio Metal: Você poderia fazer arte para um disco do Metallica?

Chloé Trujillo: Para mim, é possível. Se eles me pedissem, eu diria sim, mas eu não quero forçar a coisa toda. Eu não sou tão oportunista, mas se a idéia viesse deles, eu nunca diria não, seria uma grande honra. Recentemente, eu desenhei duas palhetas para o Robert, mas a coisa toda veio do seu técnico, que disse para mim que eles precisavam de novas e então ele queria saber se eu poderia desenhá-las. Me agradou bastante! Este cara é alguém que eu conheço há anos, ele sabe que eu sou uma artista, mas foi só pra essa ocasião que ele me pediu isto. Eu nunca forcei a coisa toda, eu prefiro ser pedida e eu aceitaria com prazer: eu gosto quando as coisas surgem naturalmente.

Radio Metal: Antes dele se juntar ao Ozzy e depois ao Metallica, Robert era conhecido pelo seu lado funkeado de baixo: ele era um dos baixista mais renomados de funk-metal. Há algum tempo já, nós não o ouvimos fazer este tipo de linha: você sabe como ele se sente sobre isso? Ele sente falta disso e ele gostaria de reintroduzir isto em seu modo de tocar do dia a dia?

Chloé Trujillo: Ele está muito feliz em estar no Metallica. Todos os caras se dão muito bem, tudo está bem, mas é verdade que quando ele toca em casa, estas linhas funkeadas sempre surgem: eu acho que ele sente falta disso. Eu imagino que o Metallica certamente irá compor um novo álbum, mas eu não tenho certeza quando: eu não estou na banda para saber o que está rolando. No entanto, sempre que isto acontece, Robert é bem ativo, ele gosta muito de compor, e eu sei que ele ama todo este lado funkeado. Ele ouve metal, muitas bandas diferentes, até as novas, mas ele também curte funk. EU sei que quando ele está com seu baixo, ele toca o máximo de linhas de funk com slap: é algo que ele tem dentro dele de verdade.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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