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Ulrich: "Haverá um disco novo do Metallica, mas eu não posso me estressar com isso"

   07 de Maio de 2013     tags: entrevista, ulrich      Comentários

A revista Revolver realizou recentemente uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Revolver: Quando você olha para os mais de 30 anos do Metallica, do que você se orgulha mais?

Lars: Eu provavelmente me orgulho mais do fato de que ainda estamos por aí e funcionando como uma banda, fazendo discos ocasionais, fazendo outros projetos, e ainda sendo de alguma forma relevante. Depois de 32 anos no negócio, isso é provavelmente a maior conquista. Também o fato de que nós superamos um bem documentado conflito em 2001, 2002, e que não só sobrevivemos isso como sentimos que voltamos como uma banda melhor. Todo o trabalho que colocamos em tentar sermos melhores nós mesmos, se pagou. Como banda, o Metallica está em ótima forma. Nós realmente falamos um com o outro. Nós podemos estar todos na mesma sala. Nós podemos sentar no mesmo avião juntos. Nós podemos ficar no mesmo hotel. Nós podemos sair pra jantar. E eu acho que isso é provavelmente a maior conquista de todas.

Revolver: O que mantém vocês juntos?

Lars: O Metallica é quem somos. É nossa vida. Eu tinha 17 anos quando formei esta banda. Eu nunca soube de mais nada além de uma tentativa falha na carreira de tênis. [risos] Eu acho obviamente que é o que nos define. Obviamente, há nossas famílias e filhos, mas nos termos de nossas carreiras ou o que for, é o que fazemos. E é algo que nós protegemos ferozmente e temos muito orgulho. Eu acho que uma coisa que você aprende, se você quiser estar em uma banda e perseverar, é que você precisa ser capaz de coexistir e tem que achar uma forma de se comprometer e descobrir toda essa coisa de alguma forma no caminho. Simplesmente descobrir isso. E nós percebemos que era mais importante para nós estarmos juntos e sobrevivermos do que não sobreviver. Nós realmente trabalhamos duro nisso.

Revolver: Qual você sente que é o lançamento do Metallica menos apreciado?

Lars: Eu acho que o "Load" e "Reload" são ótimos discos. Eles estão criativamente no mesmo nível de todos os outros discos que fizemos. Obviamente, eles são mais blues, e ao mesmo tempo, nós estávamos ouvindo muito Led Zeppelin, Deep Purple, e AC/DC, e tínhamos um tipo diferente de fundação do que nos discos de antes ou depois. E eu entendo que há pessoas que não conseguiram perceber o que estava rolando com cortes de cabelos e o resto disso, e está tudo bem. Mas musicalmente, se você tirar todas essas outras coisas, se você só ouvir as 27 músicas - "Load" e "Reload" era pra ter sido um álbum duplo - é uma ótima coleção de músicas que estão no mesmo nível de todo o resto que nós fizemos criativamente. Mas, digo, quem precisa de outra pessoa para se sentar lá e discutir sobre, sabe, "Carpe Diem Baby"? Eles são discos diferentes, mas havia uma intenção. [risos] Não é como se a gente tivesse sentado e pensado em refazer o "...And Justice For All". [risos] Nós obviamente estamos cientes disso. Mas eu acho que pessoalmente há ótimas músicas em ambos os discos e eu tenho muito orgulho deles.

Revolver: Vocês estão trabalhando em um novo disco do Metallica. Como está soando?

Lars: Nós estamos nos estágios iniciais de composição, e tudo que eu posso dizer é que há algumas coisas boas rolando. É divertido. Entre fazer um filme e o festival Orion [Music + More], nós temos tirado alguns dias aqui e ali para passar pelos riffs e fazer toda essa merda. Nós temos que transformá-las em músicas e colocar nossas bundas no estúdio. Eu espero que façamos isso até o final do ano, talvez começo do ano que vem. 2014 é um pouco otimista para o álbum sair, então 2015 é mais realista. Mas ouça, não há pressa. Vai demorar o que for demorar. Eu não me estresso com isso, mas isso não significa que não ligamos. Dez anos atrás, vinte anos atrás, nós estávamos nesse ciclo todo onde escreveríamos-gravaríamos-faríamos turnê, escreveríamos-gravaríamos-faríamos turnê. Agora nós temos uma forma diferente de estar em uma banda. Nós gostamos de tocar todo ano, mas não queremos tocar 200 shows de uma vez e então descansar por um ano. Nós queremos tocar 30, 40 shows. É melhor do que tocar 200 shows em um ano, e então sem shows no ano seguinte. É legal fazer essas coisas diferentes e discos novos são divertidos e legais, e haverá um disco novo do Metallica, mas eu não posso me estressar com isso.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield sobre o próximo disco: "Ainda nem começamos a escrevê-lo"

   07 de Maio de 2013     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

Dina Butti do That's Entertainment realizou uma entrevista com o frontman do Metallica, James Hetfield, antes do retorno da banda a Abu Dhabi, Emirados Árabes, em 19 de Abril para uma apresentação na du Arena, Yas Island. Assista a conversa abaixo.


Sobre o progresso das sessões de composição do próximo álbum de estúdio do Metallica:

Hetfield: "Nós ainda nem começamos a escrevê-lo. Estamos passando por riffs; nós temos, tipo, 800 e poucos riffs que estamos passando - muitas idéias. Nós estamos realmente animados com isso, mas fazer shows aqui e ali, tentar voltar ao estúdio e fazer alguma coisa, é tudo bem animador, mas é feito no tempo do Metallica, o que não é bem programado. Quando estiver pronto, estará. E quando estiver bom, então estará pronto."

Sobre o vindouro filme em 3D do Metallica, "Through The Never":

Hetfield: "A idéia por trás disso foi um show com o melhor da banda. Muitos fãs novos não puderam ver todas as coisas do passado - como o "...And Justice For All", o "Ride The Lightning"... Todas as coisas do palco que tínhamos; a cena de destruição, cruzes do "Master of Puppets"... Muitas coisas como isso. [Nós viemos com a idéia de] fazer um show "melhor de" e fazer uma turnê com isso. E então pensamos, 'bem, se faremos isso, por que não filmá-lo?' E então, 'bem, vamos filmar em 3D'. E isso meio que mudou de ordem. Então nós estamos fazendo um filme e então possivelmente fazer uma turnê após isso. E então há também uma narrativa que o acompanha. Há a história sobre um runner, ou alguém que trabalha no show, que é enviado para pegar algo, e a grande aventura começa."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo fala sobre metal, Randy Blythe e seu ítem favorito de música

   06 de Maio de 2013     tags: entrevista, trujillo      Comentários

Jina Min da Music Review realizou uma entrevista com o baixista do Metallica, Robert Trujillo, quando a banda retornou a África do Sul no final do mês passado para três shows - um em Johannesburg e dois em Cape Town. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Music Review: O metal está longe do que era há 30 anos - caramba, até há 10 anos! Como você vê o metal hoje?

Trujillo: Bem, depende. Há uma parte de mim que sente que há pedaços faltando do ingrediente. Eu acho que a pureza do que o metal era no começo dos anos 80 e 70, e até de certa forma dos anos 90, se perdeu. Toda banda naquela época tinha uma identidade e eu acho que hoje, para mim, eu perdi o fio da identidade. Quando você olha para trás, você sabia que estava ouvindo Led Zeppelin, Black Sabbath ou UFO. Nos anos 80, você sabia que estava ouvindo Van Halen ou Judas Priest ou Metallica. Nos anos 90, você tinha Alice in Chains, Soundgarden e Suicidal Tendencies. Sempre tem que ter uma identidade. Pra mim, eu amo experimentações, eu apoio o R&B e soul music old-school, mas eu também curto punk rock. Eu gosto quando as pessoas mexem na receita e eu gostaria de ouvir mais disso. Noite passada, quando nós fomos e vimos essa banda e os músicos eram excelentes e eles soavam melhor quando tocavam os ritmos realmente tradicionais da África do Sul. Eu amei mais as músicas que soavam como sul-africanas; eu as senti como músico. Emocionou Kirk [Hammett, guitarrista do Metallica] e eu quando assistíamos, foi bem original.

Music Review: Sua percepção mudou de shows e mosh pits desde o infeliz evento que aconteceu com Randy Blythe [do Lamb of God]?

Trujillo: Não muito, porque a coisa específica que aconteceu com ele, não acontece com frequência na verdade. No entanto, acontece com várias bandas, aconteceu com o Metallica; aconteceu com o Suicidal Tendencies, aconteceu com o Suicidal Tendencies abrindo para o Metallica. A situação com Randy foi bem crítica, pois quando você tem o governo envolvido, não há muito controle como pessoa sobre as coisas. Você não sabe que direção irá. Sabe, pode ser uma pessoa que quis torná-lo exemplo ou quem quer que estivesse naquela situação; e isso, para mim, é zoado, e aí é que fica estranho. Sobre as crianças fazer mosh, ou mostrar esse tipo de energia, eu acho que é normal e tem acontecido por tantos anos. Há shows que vieram antes da gente que provavelmente foram mais loucos, com certeza; eu estava lá! [risos] Há muitas pessoas se machucando e ninguém estava processando ninguém naquela época; não havia isso. Eu acho que em outras partes do mundo, a autoridade se envolve e leva as coisas fora de proporção.

Music Review: Qual é seu ítem mais adorado relacionado a música?

Trujillo: Essa é fácil. Meu herói é um baixista chamado Jaco Pastorius. O baixo de Jaco estava perdido há 20 anos, e é uma longa história do que realmente aconteceu com ele, supostamente roubado ou vendido por drogas; era um mistério. O baixo retornou ao mundo cerca de quatro anos atrás, e estava nas mãos de um colecionador que o conseguiu. A família questionou sobre ele e queria conseguir o instrumento de volta, pois eles sentiam que era deles e foi quase impossível por conta de problemas legais e virou uma guerra. Eu sou amigo da família há 17 anos e consegui ajudá-los a conseguir o baixo de volta a família. Então nós conseguimos o baixo de volta; eu sou o dono legal do instrumento, mas nós estamos todos juntos nisso. Eu não sou um colecionador de instrumentos; eu não gosto de nenhum dos meus baixos mais do que de outro, mas aquele instrumento é amado não só por mim, mas por todos no mundo. Estou feliz de ter conseguido isso de volta para o nosso círculo. Nós estamos fazendo um filme, não sobre o baixo, mas sobre a sua vida e que sairá em Setembro. Na verdade, a empresa produzindo isso comigo foi a mesma que fez "Searching For Sugarman", Passion Picture.

A entrevista completa, em inglês, pode ser conferida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Newsted explica o baixo apagado de ...And Justice For All

   02 de Maio de 2013     tags: entrevista, newsted      Comentários

Enquanto os fãs de Metal ficam felizes como retorno de Jason Newsted ao cenário musical em disco e em turnê, o próprio tem passado os últimos meses se desvencilhando de perguntas dirigidas ao período dele no Metallica.

Um dos temas mais intrigantes do histórico de Jason com a banda californiana é a ausência de seu baixo em várias passagens de seu primeiro álbum ‘full length’ com a banda, “… And Justice For All”, de 1988.

“Já se passaram tantos anos e eu agora consigo ver o que é que rola”, ele disse ao site Metal Exiles. ”Não tem confusão ou mistério pra mim agora que posso olhar praquele tempo e analisar a situação.Quando eu fui gravar “Justice”, eu só tinha gravado uma vez, e foi no “Doomsday” do Flotsam And Jetsam [N.R: esquecendo-se de ‘Garage Days’].Eu estava costumado a gravar com a banda, vocês tocam juntos, e acabou.

“Com ‘Justice’, eu entrei em estúdio com um engenheiro assistente e ninguém mais, nenhum outro membro da banda, foi só entrar, plugar e fazer o seu melhor. Eu fiz a mesma coisa que tinha feito com o disco do Flotsam, gravei minhas partes e fui pra casa. Não tinha ninguém lá para trabalhar em cima das partes, ou discutir como isso ou aquilo iria soar. Foi só ‘grave o seu baixo’ e foi isso. Sendo o baixista do Flotsam, eu não entendia muito de tocar as partes de baixo, eu só sabia sobre tocar baixo bem depressa como se fosse uma guitarra, basicamente todo mundo tocando a mesma coisa como uma parede sonora. Então acabou tudo ficando na mesma frequência, meu baixo e a guitarra de James brigando pela mesma frequência.

“Se eu soubesse naquela época o que sei hoje em dia, teria sido diferente, mas tornou-se um álbum clássico do mesmo jeito. Nós capturamos um momento no tempo e isso é tudo que há a se dizer sobre isso. Eu ficava puto com isso antes, mas isso já faz muito tempo, mas os álbuns que eu gravei desde então tem algumas das linhas de baixo mais feias ao longo deles!”

Fonte: Whiplash!

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Ulrich: "Tentamos constantemente nos colocar em situações diferentes criativamente"

   01 de Maio de 2013     tags: entrevista, ulrich      Comentários

Nikita Ramkissoon do Times Live da África do Sul realizou uma entrevista recentemente com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sobre a segunda visita do Metallica a África do Sul - sete anos depois de terem tocado no festival Coca-Cola Colab em 2006:

Ulrich: "Há pessoas que vem de todos os lugares... Nós tocamos um monte de músicas diferentes do que tocamos aqui sete anos atrás, o que sempre tentamos fazer e as pessoas falaram que ficaram felizes de que falamos que voltaríamos e nós voltamos."

Sobre o Metallica manter as coisas como novidades, pelo medo de repetição e curiosidade constante:

Ulrich: "Nós tentamos constantemente nos colocar em situações diferentes criativamente... Nós estamos fazendo um filme e fizemos um disco com Lou Reed. Nós não necessariamente saimos e ativamente tentamos buscar essas coisas, tipo anunciar que o Metallica está procurando por projetos estranhos, sabe. As pessoas nos ligam, e nós nos mantemos abertos a novos projetos.... Nós não os procuramos, mas eles vem até a gente e parecem interessante, e entramos neles... Isso nos estimula e se mantém vivo, mas a coisa principal que fazemos é tentar não repetir."

Sobre o que faz o Metallica continuar por mais de 30 anos de carreira:

Ulrich: "Nós sabemos nossos limites agora, o que não sabíamos 20 anos atrás. Vem com a idade."

"Nós estamos abertos a sorte que nos veio, vendo as pessoas apreciando nossa música e a diferença que nossa música faz nas vidas das pessoas."

"A razão principal da gente continuar agora é que não nos levamos tão a sério. Estamos mais soltos e damos nosso melhor, mas não somos tão chatos. Nós não apontamos mais os erros um dos outros e não brigamos, mas apontamos os pontos positivos."

"Nós tivemos nossa crise bem documentada, mas o nosso objetivo é superar isso, e somos os melhores amigos."

Sobre se o Metallica está trabalhando em um disco novo de estúdio:

Ulrich: "Eu espero que tenha outro álbum a caminho, mas está tomando seu próprio tempo para ser feito."

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo: "Sinto que faremos algo especial no próximo álbum"

   29 de Abril de 2013     tags: entrevista, trujillo      Comentários

A AllAfrica.com realizou recentemente uma entrevista com o baixista do Metallica, Robert Trujillo. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

AllAfrica.com: Há pessoas por aí que acham que o Metallica é a melhor banda do mundo. Você se sente tocando na melhor banda do mundo?

Robert: Hm, sim, eu me sinto dessa forma. Eu não gosto muito de olhar para as coisas dessa forma, pois minha coisa toda é manter o pé no chão e seguir o fluxo, e o que nossa existência é e continuar humilde. Mas isso é uma coisa muito, muito legal deles pensarem assim. Eu entendo o porquê deles acharem isso. Nós somos uma banda especial e a razão disso é porque somos muitos envolvidos. Eu agradeço isso, eu gosto disso. Eu fico envergonhado com isso, fico meio, 'ah, Deus, não', isto me deixa desconfortável. [risos] Estar no Metallica é incrível, pois eles são meus heróis, sabe. Nós somos um time; nós somos uma família então me sinto abençoado por ser parte deste time.

AllAfrica.com: Podemos esperar por um álbum do Metallica em breve?

Robert: Bem, nós estamos trabalhando em músicas novas. Há um processo de eliminação e é aí que vamos pegar todas as idéias, e nós as ouvimos e algumas não passam, e a maioria das coisas você ensaia e tenta de formas diferentes e as revisita talvez oito meses depois. Então há um longo processo de eliminação antes de você realmente escrever aquela música. Mas eu posso dizer que as idéias que eu tenho ouvido e tenho participado, para mim, são bem, bem animadores e eu nos vejo fazendo um ótimo álbum. Eu sinto em meu coração que nós faremos algo especial. Além disso, eu não tenho idéia do que irá acontecer, pois, no momento, me sinto ótimo e nós faremos isso, mas o próximo álbum - veremos.

AllAfrica.com: Vocês alcançaram tanto como uma banda. O que vem a seguir? Onde você se vê daqui vários anos?

Robert: A coisa interessante é que nós temos um filme 3D para sair em breve e isto por si só tem sido uma experiência e um desafio. Eu acredito que será ótimo. Eu vi uma edição recente e nós temos muito trabalho a fazer - ainda não terminamos, mas nós estamos chegando perto e eu sinto que o resultado final será especial. Agora, o que isso fará com a gente ou onde isso nos levará é desconhecido, sabe, mas eu tenho um bom sentimento sobre isso. Eu também sinto que estas são as experiências e desafios que fazem o Metallica ótimo e especial e mantém as pessoas interessadas. Nós fizemos nossos shows de aniversário de 30 anos um pouco mais de um ano atrás no lendário Fillmore Theatre em São Francisco - você sabe, onde Janis Joplin tocou e o The Grateful Dead e todas essas bandas especiais. Mas a coisa sobre isso é que nós trouxemos artistas de todo o mundo. Então vamos trazer Mercyful Fate, vamos trazer o Ozzy Osbourne, vamos trazer o Rob Halford, vocalista do Judas Priest. Havia essa longa lista de pessoas para virem, é um compromisso, trazê-los, ensaiar com eles, aprender as músicas e subir ao palco com eles. Que banda faz isso? Eu não sei de nenhuma banda que faça isso, mas esse é o tipo de coisa que fazemos - nós nos desafiamos. Algumas vezes é uma experiência gloriosa, e as vezes não funciona. Mas essas chances que nós pegamos são o que fazem o Metallica especial.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Me surpreenderia se o próximo álbum saísse antes de 2015"

   29 de Abril de 2013     tags: entrevista, vídeos, ulrich      Comentários

Na semana passada, o Channel24 falou com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, em Cape Town no retorno da banda a África do Sul para três shows - um em Johannesburg e dois em Cape Town. Ulrich falou sobre tênis, bateria e a fórmula secreta para continuarem juntos por mais de 30 anos. Assista a conversa em inglês abaixo.

Perguntado para quando os fãs podem esperar um novo álbum do Metallica, Ulrich disse: "Me surpreenderia se o próximo álbum do Metallica saísse antes de 2015. Demora um tempo para gente fazer discos, e também estamos tão ocupados com tantas outras coisas. Mas chegaremos a isso eventualmente."

Sobre o tópico da longevidade do Metallica, Ulrich disse: "Você precisa aprender a se comprometer. Em qualquer tipo de relacionamento, é preciso ser recíproco. E, de alguma forma, nós descobrimos como fazer isso. Nem sempre foi fácil."

"Quando você é novo, você gosta de lutar um pouco mais, ou estar pronto para... É ou do seu jeito ou não é. Mas eu acho que quando você envelhece, começa a perceber que aquilo que você tem é especial. Pelo menos nesta banda, o Metallica é a soma de todas as partes, então se todas as partes não estiverem lá, não é o Metallica. Então você precisa achar uma forma de meio que dar e receber, de equilíbrio e comprometimento, e as vezes você lidera e as vezes você segue, as vezes você bate o pé e outras vezes você deixa passar. Demora um tempo para descobrir isso."

"Eu acho que uma grande ajuda em nossa situação foi o fato de que nós todos tivemos filhos mais ou menos ao mesmo tempo. Então quando você não tem filhos - esta é a versão resumida disso - você pensa primariamente em si próprio. Então, eu acho que algumas das coisas de como você se relaciona com seus filhos e coloca seus filhos em primeiro lulgar, você aprende a meio que se colocar em segundo lugar. E eu acho que o fato de que nós todos tivemos filhos ao mesmo tempo ajudou a incutir isso na gente. E então você tenta meio que algumas vezes colocar suas necessidades em segundo lugar e aprende a confiar que pode seguir com o pensamento e opinião de outra pessoa."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Death Magnetic será um álbum difícil de superar"

   20 de Abril de 2013     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

Saeed Saeed do The National conduziu uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, antes do retorno da banda para Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, em 19 de abril para uma apresentação como atração principal na du Arena, Yas Island. Confira um trecho em que o baterista fala sobre o seguimento do álbum "Death Magnetic" abaixo.

The National: Já se passaram quase cinco anos desde que seu último álbum, "Death Magnetic", foi lançado. Você acha que o álbum ressuscitou a carreira da banda, de uma certa forma?

Ulrich: Eu vivi o Metallica todos os dias da minha vida, por 32 anos. E então, isso nunca irá me deixar. Obviamente, eu estou ciente com essa pressão, estou ciente com essas percepções. Você fala sobre ressuscitar... Quando você vem fazendo isso como sempre fizemos, você tem altos e baixos... Tem muita coisa diferente que fazemos. Porque o Metallica gosta de explorar e matar a sede através da diversidade e novos desafios. Nós fazemos muitas coisas diferentes, e nem todo mundo aprecia isso. Tá certo. Obviamente, "Death Magnetic" foi muito bem recebido em todo o mundo e eu sou muito grato por isso. Estamos agora a caminho de um novo álbum, e então quando você faz um novo registro, você tem uma tendência de revisitar o que você fez anteriormente, e eu ouvi um pouco de "Death Magnetic" ao longo dos últimos dois meses e ainda é fantástico, por isso vai ser um álbum difícil de continuar.

The National: O Metallica lançou seu próprio rótulo, a Blackened Recordings, no ano passado. Há planos para relançar alguns dos álbuns anteriores?

Ulrich: Agora que nós possuímos nossa própria gravadora e temos o nosso próprio selo, provavelmente iremos remasterizar cada álbum e favorecê-los com a tecnologia mais recente e encontrar alguns outtakes interessantes e coisas adicionais para deixar com um toque especial. Se você quer se beneficiar, então vale a pena colocar fazer algo especial para os fãs.


Fonte: Whiplash!

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Ulrich: Disco novo em 2014

   20 de Abril de 2013     tags: entrevista, ulrich      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado mês passado pela estação de rádio The Rock FM da Nova Zelândia. Perguntado sobre o progresso das sessões de composição do novo álbum da banda, ele disse: "Nós estamos caminhando, passando pelos riffs, tentando juntar alguns pedaços, moldá-los em músicas, meio que em um ritmo tranquilo. Nós estamos tentando não nos estressar muito com isso. Temos algumas datas [de shows] neste ano, nós temos um filme que precisamos terminar e, assim esperamos, eu diria que mais para o final do ano, devemos estar prontos para entrar em estúdio e o disco, esperamos, verá a luz do dia em algum momento de 2014."

Você pode ouvir a entrevista completa, em inglês, clicando aqui

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo: "Há uma certa qualidade no Death Magnetic que nós nos orgulhamos"

   17 de Abril de 2013     tags: entrevista, trujillo      Comentários

Matthew Priest da revista What's On entrevistou recentemente o baixista do Metallica, Robert Trujillo. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

What's On: O Metallica está na ativa por mais de 30 anos. De onde vem a motivação?

Trujillo: Por mais cliché que isso soe, é a música - ou talvez só música em geral. Quando nós voltamos para casa e colocamos as correias nas guitarras, isso simplesmente funciona. No momento, nós estamos no meio de compor um novo álbum e, se houver algo, o problema é que escrevemos muitos riffs. Isso prova que há ainda muita música na gente.

What's On: O que vocês fazem quando não estão tocando?

Trujillo: Nós somos todos bem diferentes. Kirk [Hammett, guitarra] e eu amamos surfar. Nós amamos ir para lugares novos, achar onde estão as ondas locais e ir e surfar. Lars [Ulrich, bateria] ama fazer um pouco de mergulho, enquanto James [Hetfield, guitarra/vocais] é um pouco mais culto; ele prefere ficar um pouco mais na cidade e conhecer os arredores e as sensações de lugares como África do Sul ou Japão.

What's On: Como está se saindo o novo álbum?

Trujillo: Bem, nós não podemos dizer muito, pois ainda está sendo escrito, mas nós temos ouvido bastante nosso último álbum, "Death Magnetic", o que está inspirando os arranjos que estamos compondo. Há uma certa qualidade nesse álbum que nós realmente nos orgulhamos e queremos manter um certo padrão. O disco novo soará como o "Death Magnetic"? Provavelmente não, mas ainda terá aqueles elementos de groove e thrash típicos do Metallica.

What's On: O segredo de sua longevidade é se adaptar?

Trujillo: Sim, é. Nós tivemos que mudar nossos estilos de vida para se adaptarem a ficarmos mais velho. Nós ainda queremos ter a energia para tocar como costumávamos, pois a última coisa que nós te daremos é um show meia boca do Metallica - isso não vai acontecer. Noutro dia, eu estava surfando na Austrália com cerca de 30 caras locais e havia um cara que tinha cerca de 60 anos. Eu olhei para ele e pensei que é legal que esse cara dessa idade está surfando. Mas então eu percebi que eu era o segundo cara mais velho lá! Lá estava eu, com quase 50 anos, surfando com essas crianças, tocando esses shows de rock. Eu tenho a agradecer. A vida é bem boa.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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