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Fotógrafo relembra história de foto de Burton do Ride the Lightning

   29 de Julho de 2014     tags: ride the lightning, burton      Comentários



27 de Julho marcou o aniversário de 30 anos do disco "Ride the Lightning". Junto das fotos originais dos álbuns "Hell Awaits" do Slayer e "Bonded By Blood" do Exodus, além do "Seven Churches" do Possessed, o livro de fotos da Bazillion Points, "Murder In The Front Row: Shots From The Bay Area Thrash Metal Epicenter", de Harald Oimoen e Brian Lew, inclui o retrato de Cliff Burton da parte de trás do segundo disco do Metallica.

Cada foto de "Murder In The Front Row" tem uma boa história, inclusive a desta foto em particular de Cliff. Harald, que tem tocado baixo há mais de 20 anos do D.R.I., conta: "Primeiro de tudo, as fotos quase não existiram. Câmeras não eram permitidas neste show, então por volta do meio dele eu tive a minha tomada pelo segurança. Eles estavam prestes a expor o filme, mas por sorte eu consegui rebobinar e colocar de volta no tubo antes deles conseguirem arruiná-lo! Eu tive o filme confiscado, mas por sorte um amigo meu conseguiu pegar de volta. Esse rolo tem a clássica foto do 'Ride the Lightning' nele. Eu nunca recebi um centavo pela foto, mas o crédito não tem valor."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Scott Ian comenta sobre morte de Cliff Burton

   14 de Fevereiro de 2014     tags: burton, anthrax      Comentários

Metallica e Anthrax não são apenas parte do Big 4, mas também são veteranos que surgiram quase ao mesmo tempo nos primórdios da cena thrash. Sua história comum remonta aos anos 80, e, infelizmente, o Anthrax estava lá com o Metallica durante o evento mais traumático e trágico da banda, a morte do baixista Cliff Burton.

Scott Ian falou com Chris Jericho, do Fozzy, no podcast Talk is Jericho, sobre como foi saber da morte de Burton e apoiar o Metallica durante o seu luto.

Ian diz que a banda soube do ocorrido na manhã após o acidente, depois de deixar o show cedo para viajar para a próxima cidade da tour. Ele se lembra de chegar ao hotel e ser informado por um promotor. "Lembro-me de descer do ônibus e caminhar até o saguão e eu vi o nosso tour manager. Ele disse: 'Houve um acidente na noite passada. O ônibus do Metallica sofreu um acidente e Cliff Burton morreu. Lars ficou ferido e todos os outros estão a caminho daqui agora. Mas Cliff morreu.'"

O guitarrista diz que ele ficou abalado enquanto a conversa ocorria, e demorou para absorver a informação. "Não era possível que Cliff tivesse morrido. Qualquer outra coisa parecia possível para mim", disse Ian. "Era meu amigo e isso parecia tão irreal... Era demais para processar. Eu tinha 22 anos, estava vivendo o sonho, e você acha que você é o Superman. Você realmente se sente invencível, e , em seguida, alguém lhe diz isso. Parece tão inacreditável."

Ian diz que depois Kirk Hammett e James Hetfield foram levados para o hotel. Hetfield estava "inconsolável". "Foi difícil e ele estava transtornado e parecia que a qualquer momento ia começar a quebrar tudo. Frankie e Charlie o levaram para fora da sala para que ele não quebrasse as coisas e foram para a rua para fazê-lo arejar a cabeça e tomar um pouco de ar", diz Ian. "Foi uma cena ruim e palavras realmente não podem descrever como era triste."

O guitarrista diz que depois de organizar um vôo para Nova York, ele literalmente foi para casa o tempo suficiente para tomar banho e fazer a mala para um vôo para São Francisco para se juntar aos seus amigos do Metallica no funeral. Ele acrescenta: "Mesmo no meio de tudo isso, nem uma vez esses caras pensaram em parar. Isso nunca foi cogitado."

Ian acrescenta: "A última coisa que Cliff gostaria teria sido a música parar. Sua vida era a música, então a última coisa que o cara teria desejado seria que eles acabassem com a banda."

Fonte: Whiplash!

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Biografia de Cliff Burton será lançada no Brasil

   16 de Janeiro de 2014     tags: burton      Comentários

A Editora Gutenberg, responsável pela publicação no Brasil da biografia de James Hetfield – a ser lançada ainda durante o primeiro semestre deste ano –, anunciou em primeira mão que adquiriu os direitos de publicação do livro "To Live Is To Die - The Life and Death of Metallica's Cliff Burton".

Além da biografia de Bruce Dickinson e a já citada de Hetfield (The Wolf At Metallica's Door), a história do virtuoso baixista dos três primeiros álbuns e ídolo eterno dos fãs do Metallica é o terceiro livro voltado ao heavy metal publicado pela editora, que seguirá dando continuidade a outros projetos na área.

O livro será lançado no segundo semestre do ano, e virá com um prefácio escrito por Kirk Hammett. Quem assina a obra é Joel McIver, que já trabalhou em biografias de bandas como Motorhead, Black Sabbath, Tool, Slayer e de outros ícones do metal, como Randy Rhoads.

Fonte: Whipash!

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Baixo série assinatura de Cliff Burton

   16 de Janeiro de 2013     tags: produtos, burton      Comentários

O site oficial do Metallica foi atualizado com a seguinte notícia, anunciando o lançamento do Aria Pro II Cliff Burton Signature Bass:



Durante os anos, muitas pessoas perguntaram sobre o clássico baixo Aria Pro Black 'n Gold que era o icônico instrumento escolhido por Cliff, e agora a Aria Guitars of Japan tem orgulho de introduzir o Aria Pro II Cliff Burton Signature Bass este mês.

Trabalhando com a família de Cliff e nosso técnicos de guitarra, foi dada atenção a cada detalhe... Veja a descrição e especificações no press release oficial, em inglês, clicando aqui. O baixo será lançado oficial na edição de inverno da NAMM em Anaheim, CA, que acontece entre os dias 24 e 25 de Janeiro. O pai de Cliff, Ray Burton, estará no stand da Aria Guitars para fazer a introdução e autografar na sexta-feira, 25 de Janeiro, ao meio dia.


Mais fotos do baixo podem ser conferidas aqui.

Agradecimentos: Rock 'n Roach

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Banda pré-Metallica de Burton tocará em evento em sua homenagem

   23 de Novembro de 2012     tags: burton, trauma      Comentários

Um evento especial em homenagem ao ex-baixista do Metallica, Cliff Burton, acontecerá no domingo, 10 de Fevereiro de 2013 - naquilo que seria o 51o. aniversário de Cliff - no Brick & Mortar Music Hall em San Francisco, Califórnia.

Pela primeira vez em décadas, a banda de Cliff anterior ao Metallica, Trauma, tocará músicas jamais ouvidas antes escritas pelo próprio Burton. Também devem participar as bandas Hellfire e Damage Inc.

A música do Trauma era comparável a do Iron Maiden e Montrose, com tempos mais rápidos e que podem ser ouvidas nas faixas "The Day All Hell Broke Loose" e "Lay Low" do álbum de estréia do grupo.



Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Download gratuito para homenagear Cliff Burton

   28 de Setembro de 2012     tags: burton      Comentários

No 26o. aniversário da morte do baixista Cliff Burton, presente na primeira formação do Metallica, os membros da banda fazem um tributo ao seu amigo, que faleceu em um acidente de ônibus em 1986.

O grupo postou uma foto de Cliff em sua página oficial no Facebook com os dizeres: “Sentimos Saudades”. E também adicionaram “Em lembrança do 26º aniversário de falecimento de Cliff, baixe gratuitamente um show da turnê Ride The Lightning!”

As músicas do concerto ocorrido em 22 de novembro de 1984, em Toulouse, na França, estão disponíveis para download clicando aqui.

Fonte: Whiplash!

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Pai de Cliff agradece apoio de fãs

   30 de Setembro de 2011     tags: vídeos, ray burton, burton      Comentários

Foi disponibilizado no YouTube um vídeo de Ray Burton, pai de Cliff Burton, ex-baixista do Metallica que faleceu em um acidente de ônibus em 27 de Setembro de 1986. No vídeo, Ray Burton, com 86 anos, agradece a todos os fãs de Cliff pelo apoio dado a ele desde sua morte.


Agradecimentos: Lady Justice

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Entrevista antiga de Cliff Burton e Kirk Hammett

   27 de Setembro de 2011     tags: entrevista, áudio, burton, hammett      Comentários

Hoje marca o aniversário de 25 anos da morte do lendário baixista do Metallica, Cliff Burton, que faleceu em um acidente de ônibus na Suécia (próximo a Ljungby) em 27 de Setembro de 1986, aos 24 anos. Para marcar este triste aniversário, a Bravewords.com divulgou uma entrevista de quase 40 minutos que Mark Gromen realizou com Burton e o guitarrista Kirk Hammett quando a banda estava promovendo o Ride the Lightning.

Leia a história de Mark Gromen abaixo:

"Data: 7 de Fevereiro de 1985

Como um DJ de rádio da universidade, eu realizei algumas entrevistas ao vivo, mas o prospecto do Metallica tocar no Variety Theater, fora de Cleveland, OH, junto do W.A.S.P., pareceu a oportunidade perfeita de ter uma conversa cara a cara. Nos anos seguintes, eu realizei centenas delas, mas esta foi a minha primeira e nunca repliquei o procedimento exato. Dia do show, meu assistente de produção Josh e eu pegamos o Rapid (metrô de Cleveland) para o lado oeste e andamos a distância restante ao Marriott no W. 150th (que ainda está lá). Não havia gravadores de bolso ou MP3 naquela época, então eu trouxe um deck de fitas doméstico, capaz de duas entradas estéreo e microfones!

Quando cheguei ao hotel, eu fiquei surpreso ao saber que a banda, em turnê do Ride the Lightning, estava registrada com seus nomes reais, então depois de não ter resposta de Lars e James, eu segui para Cliff e Kirk, que estava dividindo o mesmo quarto e estavam saindo da cama. A gente deu alguns minutos para que eles se arrumassem (o cabelo de Cliff ainda estava molhado, em uma toalha, quando ele entrou na sala, e se você ouvir com atenção, consegue ouví-lo escovando os dentes: a gravação é clara!). A maioria das perguntas foram feitas por mim, mas Josh não conseguiu ficar de fora.

Todos esses anos depois, ainda é meio raro ouvir Hammett falar e Burton, bem, considere isto como um tesouro enterrado há muito tempo. Depois de ir ao ar no meu programa de rádio na WRUW (em um horário infeliz de manhã, durante a semana), ela ficou acumulando poeira (junto de outras fitas que a Bravewords.com disponibilizará gradualmente). Sente-se e aproveite a exuberância jovem de uma banda se erguendo e dois fãs."

Ouça a entrevista abaixo.

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Fonte (em inglês): Bravewords.com

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Ulrich relembra Cliff Burton

   27 de Setembro de 2011     tags: entrevista, ulrich, burton      Comentários

Hoje marca o 25o. aniversário de morte do baixista do Metallica, Cliff Burton. Em memória a ele, o baterista da banda, Lars Ulrich, falou sobre ele na edição "Fallen Heroes" de Janeiro/Fevereiro da revista Revolver. Ele tinha tantas histórias boas sobre Burton, que não couberam na revista. Então, aqui está tudo que Ulrich disse sobre Burton.

Revolver: O que você se lembra sobre a primeira vez que o viu?
Ulrich: Eu nunca tinha visto nada daquele jeito. Era tão único e tão original. E ele tinha essa incrível presença de palco, e esta unicidade a toda vibe. Eu nunca tinha visto nada como isso. Era novo, era diferente. E obviamente você conseguia dizer que havia uma habilidade incrível, e havia uma presença de palco, e todos esses tipos de coisas empacotados neste tipo incrível de personalidade. E eu acgo que nós estávamos um pouco intimidados por ele no começo, por ele ser tão único.

Mas então o conhecemos um pouco melhor, e eu meio que comecei a tentar fazer com que ele abandonasse o barco [da sua banda Trauma], e então eu comecei a perceber que ele era um cara bem tranquilo. Mas ele também era bem firme no fato que de L.A. não era para ele. Porque eu e James estávamos tentando leva-lo a L.A., e ele não curtia isso. Ele estava bem enraizado aqui [próximo de San Francisco], ele era quase um caipira do Northern California. Digo, há muitas vibrações diferentes aqui, e há definitivamente uma vibração única em Castro Valley e Hayward. E ele era realmente enraizado de onde ele veio. E ele era provavelmente, certamente falando por mim, eu era bem mais nômade. Quando nós viajávamos e coisas do tipo, ele era o primeiro cara a querer ir para casa. E ele era um o cara que provavelmente tinha as raízes mais fortes de todos nós. Ele tinha família e meio que uma história. Eu e James éramos mais solitários.

Revolver: Parecia que ele era relaxado.
Ulrich: Ele não machucava pessoas. Ele não ultrapassou os limites, mas ele certamente estava pronto para fazer parte de alguma agitação. Mas mais por travessura do que para machucar pessoas. Então era mais diversão e brincadeiras. Ele brigaria de mentira ou algo assim, mandava um tipo de soco falso, mas ele nunca daria um soco de verdade. Eu acho que nunca vi o Cliff em uma briga. Eu acho que nunca vi o Cliff em uma discussão acalorada ou algo assim. Digo, ele era um cara bem tranquilo. E nunca foi desagradável.

Revolver: Quais são suas melhores memórias dele?
Ulrich: Minhas melhores memórias de Cliff são sua desconsideração pelo convencional e sua total desconsideração em fazer as coisas da forma como você espera. Ele estava lá para desafiar a normalidade, desafiar o status quo, para foder com as coisas musicalmente, na forma de se vestir, na forma que ele se levava, seu senso de humor, seu relacionamento com a música que o inspirou, a música que ele tocava. Era sempre bem não-convencional, e era sempre bem pouco usual. Você poderia falar que eu e James [Hetfield] na época éramos caras mais do tipo quadrado, pois nós éramos mais tipo, "Motörhead, Iron Maiden!". Camisetas de heavy metal, cabelo comprido e bater cabeça na parede. Cliff era tão rápido em sua palheta de coisas que ele curtia e coisas que o inspirava e coisas que eles estava fazendo. Então foi definitivamente sua música, e sua atitude e seu jeito de viver que realmente inspirou a mim e a James a expandir nossos horizontes, expandir os horizontes do Metallica musicalmente. Então quando eu penso no Cliff, é isto que eu penso... Meio que variedade e falta de predição, sabe.

Revolver: Quais são algumas das bandas que ele fez você curtir?
Ulrich: Primeiro de tudo, ele era treinado classicamente, e realmente sabia das coisas de música clássica. Ele estudou música clássica na faculdade. Então ele se sentava lá, falando sobre Johann Sebastian Bach, falava sobre algumas dessas coisas legais de música clássica. E eu havia ouvido algumas dessas palavras serem lançadas quando Richie Blackmore falou sobre suas influências, mas não era algo que eu geralmente era exposto.

Então ele era bem... Sabe, esta coisa sulista. Digo, obviamente eu sabia de Skynyrd e curtia alguns de seus momentos mais pesados. Mas ele curtia tanto Skynyrd e .38 Special e ZZ Top e Allman Brothers e todas essas coisas que meio que vieram com o surgimento do Black Oak Arkansas. E o Outlars e todas essas coisas, havia toda uma coisas lá.

Ele também curtia muitas coisas progressivas tipo Yes, e Peter Gabriel, e muito rock progressivo. E ele era fanático por Rush. Certamente eu curtia Rush, mas não no mesmo nível que ele. Havia toda um gama de coisas.

Quando eu conheci o Cliff em 81, eu tinha passado por muitas experiências musicais. Mas naquela épocam as coisas que estavam me inspirando a tocar música eram... Eu não posso dizer que Lynyrd Skynyrd era particularmente uma grande inspiração para que eu começasse a tocar bateria. Era bem mais restrito. Iron Maiden e Deep Purple e Judas Priest e Diamond Head e Angel Witch, e as histórias foram contatas milhares de vezes. E a coisa de New Wave of British Heavy Metal, e Cliff era bem mais amplo em seu escopo. Eu toquei Diamond Head para ele. Ele gostou de algumas coisas, ele gostou um pouco da energia do Iron Maiden. Ele gostou de Witchfinder General, algumas dessas coisas. Mas ele também, ele era mais seletivo naquilo que gostava, onde eu e James éramos mais do tipo, cara, New Wave of British Heavy Metal, isso detona! Onde algumas dessas coisas você pode argumentar 20, 30 anos depois que não eram tão boas como as outras. Havia acertos e erros nisso.

Mas o Cliff meio que curtia Peter Gabriel, The Police. Algumas das coisas, digo, não eram o inimigo porque eu estava ciente do fato de que havia integridade musical lá. Mas eu não posso dizer que eu conhecia muito do que o Police estava fazendo além das cinco músicas que eu ouvi na rádio. Mas de repente, entre as fitas de Diamond Head e Iron Maiden que tocavam nos ônibus da turnê e nas vans podres, o álbum Zenyattà Mondatta do Police surgiria. Ou era aquele álbum do Yes? 90125 ou algo assim. Alguma dessas coisas surgiria. Era bom. Ele amava tocar alguma coisa do começo do ZZ Top. Eu não conhecia realmente as coisas do Tres Hombres ou o resto desses álbuns até que o Cliff começasse a jogá-las em nossa direção.

Revolver: O que você pensa dele quando você olha para trás hoje?
Ulrich: Ele era realmente legal. Era, obviamente além de perder um irmão, teria serido mais... Eu ficaria interessado em ver em que mais ele poderia ter contribuído, pois parecia que estávamos apenas começando. Nós acabamos de tocar "Orion" de novo na última turnê, nas duas últimas semanas [quando o Metallica estava se preparando para o show do Big Four em Abril]. Então tocar "Orion", eu acho que a tocamos três vezes nas duas últimas semanas. Você se senta lá e de repente, Foda! Que peça musical incrível. E tão única. E teria sido interessante ver o que mais poderia ter sido nessa vasta lista de coisas que ele poderia ter compartilhado com o restante de nós. Essa será eternamente o elemento da curiosidade. Mas eu sou tão grato por ter tido a chance de tocar com ele por alguns anos. E ter tido a chance de conhece-lo, e ter tido a chance de beber com ele, e todas as coisas que provavelmente não seria legal de imprimir em uma publicação legal e familiar como a Revolver. Mas definitivamente foi uma época louca, e naquela época nós abraçamos o que a vida nos ofereceu. E a aceleramos a um "mach 10", como James costumava falar no palco.

Fonte (em inglês): Revolver

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Áudio de entrevista inédita com Cliff Burton

   17 de Junho de 2010     tags: áudio, burton, entrevista      Comentários

Uma edição mais longa e nunca ouvida antes da entrevista com o ex-baixista do Metallica, Cliff Burton, realizada por Ken Kitt do Metal Fanzine em 31 de Janeiro de 1984 em Cortland, Nova Iorque (depois do show da banda no Riverboat em Rochester, Nova Iorque), foi disponibilizada e pode ser em inglês abaixo.


Em 27 de Setembro de 1986, o Cliff Burton perdeu sua vida aos 24 anos, em um acidente de ônibus próximo de Ljungby, Suécia.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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