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Enter Sandman ao vivo no Later with Jools Holland

   19 de Setembro de 2008     tags: jools holland, vídeos      Comentários

Filmagem profissional do Metallica tocando a música "Enter Sandman" nesta última terça-feira (16 de Setembro) no programa da BBC "Later… with Jools Holland" pode ser assistida abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Há muito amor e momentos positivos no Death Magnetic"

   19 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A News.com.au da Austrália realizou uma entrevista recentemente com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sobre sua vida fora do Metallica:

"Nós todos vivemos vidas normais e quietas nos subúrbios de São Francisco, levando nossos filhos a escola. Minhas responsabilidades são acordar as 6:30 da manhã e preparar as lancheiras. Sair em Paris para programas de TV e ter jantares chiques e beber vinhos franceses caros, não é exatamente trabalho duro. Eu digo as pessoas comigo que elas tem permissão de me estapear se eu reclamar alguma vez. Ninguém me estapeou o suficiente porque tem medo, mas eu os encorajo."

"Eu vejo cada vez mais o Metallica como minha fuga das responsabilidades reais que são meus filhos e família e minha situação doméstica. Muitas pessoas usam a palavra emprego ou trabalho, mas isto é divertido, é uma fuga sair em turnê. Eu durmo mais em turnê do que quando estou em casa."

Sobre o "Death Magnetic":

"Não é o disco mais feliz. Há um tópico rolando em todas as músicas, sobre morte e suicídio, desespero e miséria e estar ferrado. 'Death Magnetic' foi uma forma, um jeito de resumir tudo isso."

"As letras sempre são importantes para o Metallica. Elas não podem ser forçadas e estas surgiram bem tarde no processo, tudo da mente insana do único James Hetfield."

"Eu estava perplexo com quão boas as letras eram. E perplexo com quanta merda estava rolando em sua mente, quantas coisas ainda rolavam na cabeça do pobre homem. Então eu fiquei feliz do ponto de vista criativo mas um pouco preocupado com o cara."

Sobre quem foi o primeiro a chamar o Metallica de voltar ao estúdio:

"Mick Jagger. E eu vou te dizer porque foi o Mick Jagger. Um dos seus representantes ligou para os representantes do Metallica no outono [americano] de 2005 e perguntou se a gente tocaria com os Rolling Stones em São Francisco. Nossa resposta foi 'Tudo bem, que se foda, nós vamos tocar com os Stones porque é algo que todo mundo deveria fazer alguma vez na vida'. Nós nos encontramos uma semana antes dos shows depois de passarmos boa parte do ano descansando e começamos a ensaiar e sair. Nós nos divertimos tanto que literalmente depois do show dos Stones, nós viemos e começamos a passar pelas fitas demos."

Sobre o processo de gravação:

"Quando você está tentando acertar algo no estúdio, você tem que estar preparado fisicamente devido a falta de platéia; você tem que achar por conta própria, aumentar não pra 11 mas pra 12. Nós não fazemos muitos takes - seis, oito, talvez 10 - e então acabamos e usualmente dá três ou quatro horas isso. Há definitivamente uma rotina para nós no estúdio e isso também envolve fazer yoga e ter pratos de fruta."

Sobre o fato dos dois primeiros singles do álbum, "The Day That Never Comes" e "Cyanide", ter entrado nas paradas de singles mesmo eles tendo mais de seis minutos de duração cada:

"Isso é uma vitória. Há muito amor e boa vontade e momentos positivos neste disco do Metallica. Vamos ver daqui seis meses se isso pega."

A matéria completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Fones de ouvido do Metallica

   19 de Setembro de 2008     tags: produtos      Comentários



Skullcandy, uma desenvolvedora de produtos de áudio, se juntou ao Metallica para o nono álbum de estúdio da banda, "Death Magnetic", que foi lançado nesta sexta-feira, 12 de Setembro. A primeira colaboração introduz dois fones de ouvido do Metallica: Metallica Hesh e Metallica Lowrider.

"Por anos, o pessoal da Skullcandy tem sido fã do Metallica. Nós estamos animados com a oportunidade de trazer a inédita edição limitada de fones de ouvido Artist Series ao mercado com uma banda tão lendária", disse Rick Alden, fundador da Skullcandy. "É animador ser parte da estréia de um novo álbum com nossos fones de ouvidos. Esta é uma colaboração que tanto os fãs do Metallica quanto os da Skullcandy ficarão animados."

"Lançar o 'Death Magnetic' é outro marco para nós, assim como nossa colaboração com a Skullcandy para os fones de ouvido do Metallica", disse o baixista Robert Trujillo. "Esta é uma grande oportunidade para nós darmos a nossos fãs uma nova forma de ouvir nossa música".





Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Death Magnetic é platina duplo na Polônia

   19 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

De acordo com o CGM.pl, o novo álbum do Metallica, "Death Magnetic", ficou no topo da parada OLIS na Polônia (OLIS é uma parada semanal baseada em informações dos pontos de vendas de músicas da Polônia e compilada pela companhia independente de pesquisa PENTOR) e foi certificado com disco duplo de platina no país por vendas superiores a 40 mil cópias. O "Death Magnetic" também é o CD mais vendido na rede de lojas Empik, com 115 estabelecimentos na Polônia.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista completa com Hammett pela MTV Brasil

   19 de Setembro de 2008     tags: hammett, brasil, vídeos      Comentários

A MTV disponibilizou a entrevista completa realizada com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, e que foi transmitida parcialmente pelo Jornal da MTV anteontem e ontem (17 e 18 de Setembro). Confira abaixo a conversa, na qual Hammett fala sobre bossa nova e o Brasil.

Parte 1:


Parte 2:

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Hetfield: "É impossível ganhar de novo sua inocência"

   18 de Setembro de 2008     tags: hetfield, entrevista      Comentários

Brad Tolinski da revista Guitar World americana realizou uma entrevista com o guitarrista e vocalista do Metallica, James Hetfield. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sobre as letras do "Death Magnetic":

"O tema de nosso novo álbum é que todos nós iremos morrer alguma hora. Assim como os pólos de um imã, algumas pessoas são atraídas pela morte e outras são repelidas por ela, mas todos nós precisamos lidar com isso. Liricamente, começou meio que como um tributo ao Layne Staley [cantor do Alice in Chains] e todos aqueles que se martirizaram em nome do rock. Mas cresceu e evoliu daí."

Sobre o controverso álbum de 2003, "St. Anger":

"Eu não era um grande fã de não ter nenhum solo no álbum. Sendo um vocalista, há poucas músicas que eu ouço apenas por causa dos solos, mas o solo é a voz por um tempo. E não ter esse elemento no 'St. Anger' foi algo - eu não quero dizer 'entediante' - mas fez o álbum bem unidimensional. Ou a voz estava ligada ou o riff. Ou aquele som da caixa estava ligado."

Sobre o som do "Death Magnetic":

"Eu acho que poderia dizer que é um olhar para trás - pegar a essência de nosso estilo do começo e tocar com nossas habilidades atuais. É impossível de ganhar de novo completamente sua inocência ou virgindade. Quando nós gravamos nossos primeiros álbuns, não tínhamos nenhuma preocupação com autoridade ou por como as coisas deveriam ser. Nós íamos ao estúdio e tocávamos o que sabíamos e era isso. Alguns dos engenheiros reclamariam e diriam coisas como 'você não consegue ouvir o vocal', ou 'você não consegue ouvir a guitarra... Que som é esse?' e nós diríamos, 'Somos nós! Grave isso, por favor'. [risos] Nós tentamos capturar essa atitude de novo. É uma das razões de termos escolhido Rick Rubin para produzir o álbum. Ele é bom em capturar a essência de artistas com os quais ele trabalha."

O resto da entrevista pode ser conferida na edição de Dezembro da Guitar World americana, já a venda.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Segunda parte da entrevista com Hammett na MTV Brasil

   18 de Setembro de 2008     tags: hammett, entrevista, brasil      Comentários

Update: O vídeo da entrevista completa, com 17 minutos, pode ser conferido clicando aqui.

A segunda parte da entrevista que o Jornal da MTV fez com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, foi transmitida hoje durante o programa e pode ser conferida abaixo. Desta vez, Hammett fala um pouco sobre download ilegal, Tom Jobim e o Brasil.


Caso tenha perdido a primeira parte, basta clicar aqui. E em breve será disponibilizada aqui no Metallica Remains o vídeo da entrevista completa, com cerca de 17 minutos de duração.

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Metallica agradece pelo primeiro lugar com Death Magnetic

   18 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

O site oficial do Metallica foi atualizado com a seguinte mensagem:

Um grande OBRIGADO!!!!

Uau... Acabamos de sair do avião depois de uma ótima visita a alguns de nossos lugares favoritos da Europa. Celebrar o lançamento do "Death Magnetic" com todos vocês em Copenhagen, Berlim e Londres foi o melhor jeito de fechar um verão excelente! E bem quando achamos que não poderia ficar melhor, nós ficamos sabendo que o novo disco é o número um em quase todos os países do planeta... O que mais podemos dizer além de "OBRIGADO!!". Obrigado por todo apoio, paciência, feedback, viajar longe para shows, e em geral por ficar com a gente através dessa viagem louca e insana.

Agora o próximo nível de loucura começa... Nos vemos na estrada pelo resto deste ano e pelo próximo ano todo!

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Death Magnetic em primeiro na Europa

   18 de Setembro de 2008     tags: death magnetic, listas      Comentários

De acordo com a Billboard.biz, dois dias de vendas foram o suficiente para colocar o "Death Magnetic" do Metallica em primeiro no Top 100 Álbuns europeu. O disco, lançado na última sexta-feira (12 de Setembro), foi direto a primeira colocação no Reino Unido, onde começou a ser vendido entre 24 e 48 horas antes do lançamento oficial. As vendas atingiram 75 mil cópias no final do Sábado, enquanto o disco também entrou na primeira posição na França, Dinamarca, Portugal e na região belga de Flanders, e na segunda posição na vizinhança de Wallony e Espanha e terceira posição na Irlanda.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Dream Theater, Opeth e Machine Head comentam sobre quando começaram a curtir o Metallica

   18 de Setembro de 2008     tags: dream theater, opeth, machine head      Comentários

O Artistdirect.com falou com alguns fãs famosos do Metallica sobre como eles começaram a gostar da banda. Confira abaixo alguns dos depoimentos.

Mikael Akerfeldt, do Opeth:
"Eu me liguei neles pela primeira vez quando o álbum Master of Puppets saiu, por volta de 1986 eu acho. Eu tinha ouvido algumas músicas dos discos anteriores, mas na época, eu achei que era rápido demais ou algo assim pra mim. O álbum Puppets, no entanto, tinha algumas coisas mais lentas nele que me atraiu. Ele mostrou que eles tinham algum interesse em música em geral, ao invés de apenas ser pesado, eu acho. Eu me tornei um fã bem rápido, e logo eu estava louvando eles. Na época que o ...And Justice For All saiu, eu já era um super-fã do Metallica. Aquele disco me fez reanalisar minhas idéias sobre o que era heavy metal, e através deles, eu comecei a desenvolver meu próprio estilo."

Phil Demmel, do Machine Head:
"Eu estava no sétimo período das aulas de guitarra no colégio quando alguém me trouxe o vinil do Kill 'Em All e eu comecei a viajar. Havia um grupo de oito de nós que chegaram e ficaram com um olhar confuso, como se não pudessemos acreditar no que ouvíamos. Músicas rápidas, solos rápidos, vocais berrados mas que davam pra entender - era perfeito. Eu ainda sou aquela criança de 16 anos quando eu os ouço."

Mike Portnoy, do Dream Theater:
"Eu lembro da primeira vez que eu ouvi o Metallica. Eu os encontrei bem jovem. Era por volta de 1983, logo depois do lançamento do álbum de estréia deles, Kill Em All. Um amigo meu era colega de um DJ de rádio, e ele recebeu uma versão promocional do álbum. Ele achou que soava como barulho, mas eu ouvi e fui detonado pela intensidade crua dele. Eu troquei com ele por minha cópia do Back in Black do AC/DC e nunca me arrependi. Era a coisa mais pesada que eu já tinha ouvido, e eu procurava por um som como aquele há anos.

Eu imediatamente comecei a tocar uma cover de 'Seek & Destroy' na banda em que eu estava na época, e eu até lembro que o Ride the Lightning foi lançado no mesmo dia que eu passei no exame de motorista e consegui minha carteira de habilitação. Eu dirigi pela primeira vez para ir a uma loja de discos para comprar o álbum naquela tarde. Eu também lembro de os ter visto ao vivo pela primeira vez no L'Amour no Brooklyn quando eles estavam abrindo para o W.A.S.P. e também sabia que eles iam inevitavelmente estourar a cena e mudar a música para sempre.

Master of Puppets foi lançado quando eu, John Petrucci e John Myung estávamos no Berklee College Of Music. Eu lembro totalmente de pegar o álbum no dia que saiu. Nós três sentamos perto do meu rádio como algum tipo de ritual religioso. Eu coloquei a agulha no disco e ficamos de queixo caído com o que ouvimos. 50 minutos depois, nós nos recompomos e percebemos que havíamos ouvido uma obra de arte do metal.

Eu também lembro de nós três juntos em Setembro de 86 quando ouvimos que Cliff Burton tinha morrido. Nós sentamos em meu quarto com uma caixa de cerveja ouvindo 'Orion' e praticamente choramos.

16 anos depois, em 2002, o Dream Theater fez um tributo ao grande Metallica ao tocar o álbum Master of Puppets ao vivo e na íntegra em três shows diferentes, em Barcelona, Chicago e Nova Iorque - uma idéia que o Lars Ulrich me disse diretamente que inspirou o Metallica a fazer o mesmo cinco anos depois!

As pessoas sempre souberam que o DT teve as influências de bandas como Rush, Yes, Pink Floyd, etc... Mas sempre foi importante para nós incorporar elementos de bandas de metal que crescemos ouvindo. Aqueles primeiros álbuns do Metallica foram uma grande parte de nossa juventude.

Eu continuo a admirar e respeitar o Metallica não só pelo que eles fizeram no passado, mas também por aquilo que eu sei que eles ainda são capazes de fazer no futuro... Eu estou tão animado quanto todos para ouvir o Death Magnetic."

Shavo Odadjian, System of a Down
"A primeira vez que eu ouvi Metallica, eu estava na terceira série, desculpe-me Lars [risos]. Eu ouvi o Kill ‘Em All. Um amigo meu vivia num apartamento em Hollywood onde eu costumava ir para andar de skate. Alguns garotos mais velhos iam lá também. Um deles, certa vez, colocou o Kill ’Em All pra tocar. Nessa época eu estava escutando Quiet Riot e Kiss. Ratt estava obtendo sucesso. Motley Crüe também. Eu ouvi o Kill ‘Em All e pensei, "Caralho, por que esse tipo de som não está fazendo sucesso?" [Risos]. Só bandas como Venom e Celtic Frost – e coisas como estas. De qualquer forma, ainda não estava rolando da maneira que o Metallica faria depois [sucesso].

Eu não me importo das pessoas dizerem - 'Após o Black Album, após o St. Anger, após o que quer que seja'. É tudo besteira! É tudo Metallica de qualquer forma. O Metallica podia cagar em uma porra de um disco e lançá-lo. Eu não daria à mínima por tudo que o Metallica já fez à música. Agora, eles [Metallica] estão se divertindo. Deixe os filhos da puta terem diversão. Deixe-os fazer o que quer que eles queiram fazer. Um artista verdadeiro não se preocupa com o que seus fãs vão pensar porque ele faz música para todos que quiserem ouvir – e não para alguém em particular. Não tenta se adequar porque seus velhos fãs pensam que ele mudou. Quem se importa? Um artista muda. Se o Metallica lançasse Ride The Lightning sete vezes, o Metallica não seria Metallica. Se o Metallica lançasse Kill ‘Em All, Master ou ...And Justice todo ano, o Metallica não seria Metallica. Em vez disso, fazem o que querem, e são verdadeiros."

Outros depoimentos podem ser lidos, em inglês, clicando aqui.

Agradecimentos: biramg
Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

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