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Death Magnetic continua no topo da parada do Reino Unido

   21 de Setembro de 2008     tags: death magnetic, listas      Comentários

De acordo com a Digital Spy, o Metallica manteve sua posição na parada de álbuns do Reino Unido, continuando no primeiro lugar com "Death Magnetic".

O cantor de R&B, Ne-yo, atingiu sua posição mais alta na parada, estreando na segunda posição com "Year of the Gentleman", enquanto "The Cosmos Rocks", uma colaboração entre o Queen e Paul Rogers, entrou na quinta posição.

O "Death Magnetic" estreou na primeira posição em diversos outros países do mundo, incluindo Argentina, Bélgica, Canadá, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Holanda, Noruega, Polônia, Suécia e Estados Unidos.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Death Magnetic ainda no topo da Billboard

   21 de Setembro de 2008     tags: death magnetic, listas      Comentários

De acordo com o Hits Daily Double, o "Death Magnetic" do Metallica parece ter força suficiente para se manter no topo da parada da semana que vem da The Billboard 200, com vendas projetadas entre 250 e 275 mil cópias em sua primeira semana completa, ultrapassando Ne-yo, cujo disco "Year of Gentleman" deve estrear com cerca de 235-250 cópias.

A estréia em primeira posição do "Death Magnetic" fez com que o Metallica se tornasse a primeira banda a ter cinco álbuns estreando no topo da parada, quebrando o empate de quatro álbuns com o The Beatles, U2 e Dave Matthews Band. "Death Magnetic" é também o quinto álbum de estúdio consecutivo do Metallica a entrar na primeira posição, seguindo os passos do álbum preto de 1991, Load de 1996, Reload de 1997 e St. Anger de 2003.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Towle: "Eles estão em melhor forma para terem criatividade com sucesso"

   21 de Setembro de 2008     tags: towle, entrevista      Comentários

Peter Rugg da revista The Pitch entrevistou recentemente o ex-terapeuta do Metallica, Phil Towle (que aparece em diversos momentos no documentário "Some Kind of Monster", de 2004). Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

The Pitch: Qual é seu relacionamento com a banda atualmente?

Phil Towle: Eu sou amigo dos membros da banda. Eu falei com Lars [Ulrich, bateria] alguns dias atrás e nós mantemos em contato. Não há contato profissional nesse momento.

The Pitch: Quando você começou a trabalhar com o Metallica, você disse que os resultados não seriam vistos até o próximo álbum. Agora que você está ouvindo o novo álbum, quais são os resultados?

Phil Towle: Eu acho que eles estão em melhor forma para ter criatividade com sucesso. E a música soa como isso para mim. Eu sinto o poder deles. Eu sinto a confiança deles. Eu não os sinto como tentados. Eu sinto que eles estão fortes em sua mensagem musicalmente e liricamente. É tudo visceral para mim. Eles parecem que estão se divertindo e fazendo algo que gostam uns com os outros. Para mim, parece que eles gostaram desse projeto e gostaram de tocar esta música, e eles fizeram um bom trabalho.

The Pitch: Onde está a banda psicologicamente, comparado com onde ela estava quando você a encontrou?

Phil Towle: Eu sinto que onde nós estávamos antes era em um processo de construção. E há um grande prazer que alguém pode ter na fase de reconstrução. Mas é diferente, como se você estivesse construindo uma casa e você começa a ver a fundação, e enquanto você reconstrói em vários estágios diferentes você aprecia o que foi feito, e no final, o produto final é o que eles estão celebrando mais agora. Eles estão celebrando o que eles foram capazes de fazer. Embora eu esteja curioso para ver o que eles irão fazer no próximo álbum.

The Pitch: Com times de futebol americano, você pode medir o sucesso em jardas ganhas e troféus do Super Bowl. Já que música é mais intangível, como você sabe se ajudou ou não o Metallica?

Phil Towle: Nós estávamos medindo sucesso em termos de garantir que a banda a reganhasse. Algumas pessoas dizem que a banda foi salva porque foi levada a destruição. A gerência estava preocupada que a banda estava se implodindo e que morreria da mesma forma que várias bandas morrem. E seus comportamentos pessoais eram auto-destrutivos, e suas formas de interagir eram auto-destrutivas. Assim que você está do outro lado disso, você pode medir de maneira objetiva o quanto quiser artisticamente. Álbuns vendidos: popularidade. Claro, vender álbun não significa necessariamente que eles são bons. Nós podemos discutir eternamente subjetivamente se alguém é ou não um talento real. Celebridade não significa que eles são um talento. Para mim, eles estão agora em posição de fazer um impacto positivo em nossa sociedade.

The Pitch: Sabe, muitos fãs do Metallica, ao assistirem aquele documentário, pensaram que seu trabalho com eles era só uma prova de que a banda estava fraca e sem rumo. Aquilo foi a coisa menos "metal" que eles poderiam fazer.

Phil Towle: Eu acho que as pessoas estão vendo um retrato. Elas ouvem a um trecho do "Some Kind of Monster" e elas não gostam como soam e o comparam com o que ouviram antes, então aquilo se torna um fracasso para eles. Para um terapeuta, isso é parte do processo. Os membros do Metallica são melhores companheiros de bandas, melhores seres humanos, pais, não por causa do que eu fiz mas o que fizemos de forma consistente durante aqueles meses e anos. Nós reservamos um tempo naqueles meses e anos para explorar suas personalidades. Então eu não pego um retrato. Eu olho para isso da forma como era durante aquela época.

The Pitch: Dado seu conhecimento em psicologia, você acha que as pessoas tem razão quando dizem que a capa do Death Magnetic parece uma vagina?

Phil Towle: Bem... Eu não pensei sobre ela dessa forma. Eu falei com algumas pessoas sobre a capa. As pessoas parecem gostar dela. Parece uma cripta para mim. Psicologicamente, a coisa mais importante é porque nós vemos do jeito que vemos. Por que vemos como uma cripta? Eu fui influenciado pelo "Death Magnetic"? Para mim, não parece isso talvez porque eu estou chegando aos 70. Essa é a coisa maravilhosa na arte.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Prefiro ter 8 músicas poderosas do que 14 medianas"

   21 de Setembro de 2008     tags: hetfield, entrevista      Comentários

A revista Guitar World perguntou recentemente ao guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, sobre como o processo de composição da banda evoluiu desde o álbum preto.

No álbum preto, nós aprendemos como adicionar massa ao nosso som", respondeu Hetfield. "No 'Load' e 'Reload', eu aprendi que quando você escreve muitas músicas, seu foco diminui; se dilui. Eu odeio essa parte de nós. Nós sabemos como pegar uma música ok e torná-la boa. Mas a questão ultimamente tem sido, 'você é disciplinado para deixar passar uma música mediana e dizer que não estará no disco? Nós sabemos quando algo não é bom o suficiente?'"

Ele continuou, "nós costumávamos ser disciplinados no começo. E eu atribuo isso a ter tapa-olhos - aquela atitude de 'foda-se isso, isso não é pesado o suficiente para estar no álbum'. Nos anos 90, nó tentamos abraçar tudo e o [produtor[ Bob Rock era bom em nos ajudar a fazer isso. Cada vez que fazíamos, nós abríamos nossos olhos um pouco mais, mas essa disciplina meio que foi embora. Nós nos tornamos construtores ao invés de destruidores. Então do 'Load' e 'Realod', o que eu aprendi é que eu não posso soltar 40 músicas. Eu simplesmente não posso. Eu prefiro ter oito músicas poderosas do que 14 músicas medianas".

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Death Magnetic em sexto no Brasil

   20 de Setembro de 2008     tags: death magnetic, brasil, listas      Comentários

Update: De acordo com esta outra parada, o disco "Death Magnetic" do Metallica ficou na primeira posição no Brasil.

Uma pedrada para os fãs. Foram necessários 18 anos para o Metallica superar a crise existencial do grupo, responsável por três álbuns apedrejados por críticos e fãs. Em Death Magnetic, a pedrada é dos tiozões que voltam ao rock pesado, rápido e agressivo. Protejam as orelhas - e as vidraças.

1º - Victor & Leo
Ao Vivo em Uberlândia

2º - Padre Marcelo Rossi
Paz Sim, Violência Não - Vol. 2

3º - Padre Marcelo Rossi
Paz Sim, Violência Não - Vol. 1

4º - O Rappa
7 Vezes

5º - Jonas Brothers
Little Bit Longer

6º - Metallica
Death Magnetic

7º - Aline Barros
Consagração

8º - Alexandre Pires
Em Casa - Ao Vivo

9º - Victor & Leo
Ao Vivo

10º - Vários
Camp Rock (Faixa Bônus em Português)

Agradecimentos: Skullcrusher, Cleiton Ulrich
Fonte: Revista Época

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Vídeo de Broken, Beat & Scarred em Londres

   20 de Setembro de 2008     tags: vídeos, london, death magnetic      Comentários

Vídeo do Metallica tocando a música "Broken, Beat & Scarred" no O2 Arena em Londres, Inglaterra, nesta última segunda-feira, 15 de Setembro, pode ser visto abaixo. Também está disponível um clipe da banda ensaiando antes do show.

Broken, Beat & Scarred:


Ensaio:


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica no programa de Bruce Dickinson

   20 de Setembro de 2008     tags: iron maiden, áudio      Comentários

Os membros do Metallica participaram do programa de rádio Friday Rock Show da BBC 6 Music apresentado por Bruce Dickinson do Iron Maiden e que foi transmitido ontem a noite (sexta-feira).

Para ouvir as entrevistas, basta clicar aqui. A conversa começa após cerca de 1 hora e 11 minutos de programa.

Agradecimentos: Hit the lights

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Apresentação completa do Later with Jools Holland

   20 de Setembro de 2008     tags: jools holland, vídeos      Comentários

A apresentação completa do Metalllica do programa de televisão "Later… with Jools Holland" da emissora BBC, que foi gravada na última terça-feira (16 de Setembro) e transmitida ontem (19 de Setembro), pode ser vista abaixo.

Entrevista com Lars Ulrich:


Cyanide:


The Day That Never Comes:


Enter Sandman:


Agradecimentos: crashman
Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Enter Sandman ao vivo no Later with Jools Holland

   19 de Setembro de 2008     tags: jools holland, vídeos      Comentários

Filmagem profissional do Metallica tocando a música "Enter Sandman" nesta última terça-feira (16 de Setembro) no programa da BBC "Later… with Jools Holland" pode ser assistida abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Há muito amor e momentos positivos no Death Magnetic"

   19 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A News.com.au da Austrália realizou uma entrevista recentemente com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sobre sua vida fora do Metallica:

"Nós todos vivemos vidas normais e quietas nos subúrbios de São Francisco, levando nossos filhos a escola. Minhas responsabilidades são acordar as 6:30 da manhã e preparar as lancheiras. Sair em Paris para programas de TV e ter jantares chiques e beber vinhos franceses caros, não é exatamente trabalho duro. Eu digo as pessoas comigo que elas tem permissão de me estapear se eu reclamar alguma vez. Ninguém me estapeou o suficiente porque tem medo, mas eu os encorajo."

"Eu vejo cada vez mais o Metallica como minha fuga das responsabilidades reais que são meus filhos e família e minha situação doméstica. Muitas pessoas usam a palavra emprego ou trabalho, mas isto é divertido, é uma fuga sair em turnê. Eu durmo mais em turnê do que quando estou em casa."

Sobre o "Death Magnetic":

"Não é o disco mais feliz. Há um tópico rolando em todas as músicas, sobre morte e suicídio, desespero e miséria e estar ferrado. 'Death Magnetic' foi uma forma, um jeito de resumir tudo isso."

"As letras sempre são importantes para o Metallica. Elas não podem ser forçadas e estas surgiram bem tarde no processo, tudo da mente insana do único James Hetfield."

"Eu estava perplexo com quão boas as letras eram. E perplexo com quanta merda estava rolando em sua mente, quantas coisas ainda rolavam na cabeça do pobre homem. Então eu fiquei feliz do ponto de vista criativo mas um pouco preocupado com o cara."

Sobre quem foi o primeiro a chamar o Metallica de voltar ao estúdio:

"Mick Jagger. E eu vou te dizer porque foi o Mick Jagger. Um dos seus representantes ligou para os representantes do Metallica no outono [americano] de 2005 e perguntou se a gente tocaria com os Rolling Stones em São Francisco. Nossa resposta foi 'Tudo bem, que se foda, nós vamos tocar com os Stones porque é algo que todo mundo deveria fazer alguma vez na vida'. Nós nos encontramos uma semana antes dos shows depois de passarmos boa parte do ano descansando e começamos a ensaiar e sair. Nós nos divertimos tanto que literalmente depois do show dos Stones, nós viemos e começamos a passar pelas fitas demos."

Sobre o processo de gravação:

"Quando você está tentando acertar algo no estúdio, você tem que estar preparado fisicamente devido a falta de platéia; você tem que achar por conta própria, aumentar não pra 11 mas pra 12. Nós não fazemos muitos takes - seis, oito, talvez 10 - e então acabamos e usualmente dá três ou quatro horas isso. Há definitivamente uma rotina para nós no estúdio e isso também envolve fazer yoga e ter pratos de fruta."

Sobre o fato dos dois primeiros singles do álbum, "The Day That Never Comes" e "Cyanide", ter entrado nas paradas de singles mesmo eles tendo mais de seis minutos de duração cada:

"Isso é uma vitória. Há muito amor e boa vontade e momentos positivos neste disco do Metallica. Vamos ver daqui seis meses se isso pega."

A matéria completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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