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Promoção Cultural Death Magnetic

   29 de Setembro de 2008     tags: metallica remains      Comentários



Está no ar a promoção cultural Death Magnetic realizada pelo Metallica Remains que sorteará um box em formato de caixão do novo álbum da banda, "Death Magnetic".

O box contém o álbum Death Magnetic em edição digipak, CD com as demos das músicas, DVD com os bastidores da gravação do disco, camiseta exclusiva, bandeira exclusiva, palhetas de guitarra, poster e cartão de colecionador com um código para obter o download gratuito de um dos shows especiais que aconteceram na Europa em 12 e 15 de Setembro.

Para saber como concorrer, basta visitar a página da promoção, clicando aqui.

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"James Hetfield queria Pepper Keenan no Metallica"

   29 de Setembro de 2008     tags: corrosion of conformity      Comentários

Woodroe "Woody" Weatherman, guitarrista e co-fundador do Corrosion of Conformity, falou à revista Roadie Crew sobre a relação entre o Metallica e sua banda, e afirmou que a audição de Pepper Keenan (guitarrista e vocalista) para o posto de baixista do Metallica foi "um pouco estranha".

Ao falar sobre sua estranheza quanto ao fato, Woody explicou: "Ele [Pepper] não é baixista, mas James [Hetfield] insistiu para que ele fosse lá e tentasse de qualquer maneira. Acredito que nenhuma das duas partes levou aquilo a sério". Apesar de reticente quanto ao teste de seu companheiro de banda para o Metallica, o guitarrista admitiu: "O certo é que se Pepper entrasse no Metallica dificilmente sua carreira com o Corrosion teria continuidade".

O líder do grupo formado em Raleigh, Carolina do Norte, comentou ainda a participação de James Hetfield no álbum "Wiseblood": "Aconteceu do nada. Nós preparávamos o disco em Nova York quando James apareceu no estúdio. (...) Assim que ele chegou, Pepper iniciou as gravações dos vocais de 'Man Or Ash'. Hetfield ficou conversando conosco e, por pura diversão, propôs-se a cantar naquela música. Foi uma atitude espontânea e legal dele.(...)"

No decorrer da entrevista, Woody não demonstrou pelo DISTURBED a mesma simpatia que tem por James Hetfield e pelo Metallica. "Tudo na organização e atuação deles soa meio artificial, combinado", afirmou o músico que excursionou com David Draiman e seus companheiros em 2005. Segundo ele, apesar disso "não houve grandes problemas", exceto pelo fato de que "antes de excursionarmos eu não sabia o tipo de música que eles tocavam e, logo que os ouvi pela primeira vez, percebi que aquela turnê era um grande erro. Não nos divertimos e o público deles é muito diferente do nosso".

Fonte: Whiplash!

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Ulrich comenta sobre a qualidade do áudio do Death Magnetic

   29 de Setembro de 2008     tags: ulrich, death magnetic      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, comentou sobre a controvérsia da qualidade de áudio do novo álbum do grupo, "Death Magnetic".

Diversos artigos discutiram o álbum no contexto da chamada "Loudness Wars" (algo como Guerras do Volume, em tradução livre), um termo usado pelo The Guardian do Reino Unido, que afirma que a indústria musical está tentando fazer com que os discos soem o mais alto possível principalmente para se destacarem nas rádios.

Um trecho de áudio foi postado no YouTube comparando a versão em CD do "Death Magnetic" com as faixas do álbum usadas no Guitar Hero, que foram preparadas de maneira diferente. Vários fãs preferiram a versão do Guitar Hero.

Uma petição que circulou entre fãs pedia que a banda remixasse o CD e conseguiu 12 mil assinaturas, embora eles sejam uma quantidade insignificativa quando comparada com as vendas do disco que atingiram quase 1 milhão de cópias nos EUA, desde o dia 12 de Setembro.

Ted Jensen, o engenheiro que masterizou o álbum no Sterling Sound em Nova Iorque, respondeu recentemente as reclamações dos fãs de que o CD está muito alto e que o áudio atinge níveis de distorção, dizendo "eu certamente simpatizo com sua reação, eu bato minha cabeça contra a parede todos os dias. Neste caso, as mixagens já estavam assim antes de chegarem aqui. É suficiente dizer que eu nunca forçaria as coisas a esses níveis. Acredite, eu não tenho orgulho de estar associado a este disco, e nós só podemos torcer de que algo bom sairá disso em alguma forma de protesto contra volume acima de tudo."

Masterizar é o processo de preparar e transferir o áudio gravado de uma fonte contendo a mixagem final para o dispositivo de armazenamento, a "master", que originará as cópias que serão produzidas.

A culpa pela qualidade do som tem sido direcionada a banda, ao produtor Rick Rubin e ao seu engenheiro de gravação, Greg Fidelman.

Em uma entrevista nova com a Blender.com, Ulrich respondeu as reclamações dizendo, "ouça, não há nada com a qualidade do áudio. É 2008, e é assim que fazemos discos. A coisa toda do Rick Rubin é tentar e fazer com que soe vivo, fazer com que soe alto, fazer com que soe excitante, para pular para fora das caixas de som. Claro, eu ouvi que há algumas pessoas que estão reclamando. Mas eu venho ouvindo o disco pelos últimos dias no meu carro, e soa muito bem."

"Alguém me disse sobre [pessoas reclamando que a versão do Guitar Hero do 'Death Magnetic' soa melhor]. Ouça, o que você vai fazer? Muitas pessoas dizem que [o CD] soa ótimo, e algumas pessoas dizem que não, e está OK. Você tem que lembrar, quando nós lançamos o '...And Justice For All', as pessoas falavam, 'o que aconteceu com estes caras, este disco? Não há baixo nele. Soa como se tivesse sido gravado em uma merda de garagem, com 8 canais.' E agora '...And Justice For All' é meio que um disco seminal do Metallica que supostamente influenciou uma geração toda de bandas de death metal. A diferença entre antes e agora é a Internet."

"A Internet dá voz a todo mundo, e a Internet tem a tendência de dar aos reclamadores uma voz mais alta. Ouça, eu não consigo acompanhar essa merda. Parte de estar no Metallica é que sempre alguém tem algum problema com o que você faz: 'James Hetfield teve algo de café da manhã que eu não gostei'. Isso faz parte."

"Eu vou dizer que a resposta geral a este novo disco ultrapassou até nossas expectativas sobre o quão positiva é. Então eu não vou sentar aqui e me envolver em o que tem clipping ou não. Eu não sei que tipo de aparelho de som essas pessoas têm. Eu e James fizemos um trato de que nós nos afastaríamos um pouco e não ficaríamos no caminho da visão de Rick, seja ela qual fosse. Isto não é pra jogar a culpa nele - é nosso disco, eu levarei os golpes, mas nós queríamos que rolasse a visão de Rick de como o Metallica soaria."

Broken Beat & Scarred (versão do álbum):


Broken Beat & Scarred (versão remixada usando faixas do Guitar Hero):


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Show no México?

   29 de Setembro de 2008     tags: méxico, world magnetic tour      Comentários

De acordo com o jornal mexicano, El Universal, embora ainda não haja uma data certa, o Metallica deverá incluir o México em sua nova turnê mundial do novo álbum do grupo, "Death Magnetic".

Segundo informações divulgadas pelo porta-voz da gravadora, as negociações com a banda para seu retorno ao país já iniciaram e maiores informações deverão ser divulgadas em breve. Caso os shows se concretizem realmente, esta será a terceira vez que o grupo liderado por James Hetfield e Lars Ulrich pisarão em solo mexicano, depois das apresentações históricas no Palacio de los Deportes em 1993 e no Foro Sol em 1999.

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Metallica indicado ao MTV Europe Music Awards

   28 de Setembro de 2008     tags: premiação      Comentários

O Metallica foi indicado nas categorias "Rock Out" e "Headliner" no MTV Europe Music Awards 2008, que será transmitido ao vivo da Liverpool Echo Arena em Liverpool, Inglaterra, na quinta-feira, 6 de Novembro.

Entre 29 de Setembro e 2 de Novembro, os telespectadores da MTV poderão votar no www.mtvema.com para decidir quem ganhará cada categoria.

Os indicados nas categorias "Rock Out" e "Headliner" são os seguintes:

Headliner:
Foo Fighters
Linkin Park
Metallica
The Cure
Tokyo Hotel

Rock Out:
30 Seconds to Mars
Linkin Park
Metallica
Paramore
Slipknot

"Os finalistas deste ano demonstram a variedade de gosto da audiência da MTV", disse o produtor executivo do MTV Europe Music Awards, Richard Godfrey.

"Junto de superstars como Beyonce, Pink e Britney, os telespectadores da MTV reconheceram o talento massivo de bandas como The Cure, Green Day e Foo Fighters, além de novos artistas como Katy Perry, Duffy e Jonas Brothers".

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo x Fernandes Guitars

   28 de Setembro de 2008     tags: trujillo, fernandes      Comentários

De acordo com a TMZ.com, os advogados do Metallica enviaram a Fernandes Guitars em North Hollywood uma ordem para cessar e desistir, exigindo que não seja mais usado o nome do baixista Robert Trujillo ou do Metallica em propagandas da empresa.

Trujillo tinha um contrato de divulgação com a Fernandes. Por poderem utilizar sua imagem e nome em propagandas, a Fernandes fornecia a Robert baixos personalizados. Mas o Metallica possui seu próprio contrato com a ESP Guitars, o que aparentemente criou um conflito, fazendo com que os advogados da banda agissem.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Relembrando Cliff Burton

   27 de Setembro de 2008     tags: burton      Comentários

Hoje marca o aniversário da morte do lendário baixista do Metallica, Cliff Burton, morto em uma acidente de ônibus na Suécia em 27 de Setembro de 1986 aos 24 anos. Ele teria 46 anos caso ainda estivesse vivo (completados em 10 de Fevereiro).

De acordo com a Wikipedia, a influência de Burton foi essencial para criar o estilo musical único pelo qual o Metallica se tornou famoso. Burton se juntou a banda em 1982 e tocou em seu álbum de estréia, Kill 'Em All (1983), que era composto de músicas que foram escritas antes de sua chegada. A influência de Burton foi maior no disco seguinte, Ride the Lightning (1984), que mostrou a evolução das técnicas de composição da banda. O último álbum de Burton com o Metallica, Master of Puppets (1986), foi um sucesso comercial e de críticas.

"Ele amava música. Ele era muito intelectual, mas bem direto. Ele me ensinou muito sobre atitude." - James Hetfield, guitarrista e vocalista do Metallica

"Cliff realmente mostrou a mim e a James um novo horizonte musical." - Lars Ulrich, baterista do Metallica

Memorial a Cliff Burton em Ljungby, Dörarp, Suécia:


História do Cliff Burton no Metallica da VH1:


Solos de Cliff Burton:


Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

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Ulrich: "Todos que ouviram o álbum acharam excelente"

   27 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, death magnetic      Comentários

A iafrica.com postou uma longa entrevista com os quatro membros do Metallica sobre o último álbum do grupo, "Death Magnetic". Um trecho da conversa pode ser conferido abaixo.

Q: Agora que o "Death Magnetic" foi terminado, como você se sente a respeito do álbum?

Lars Ulrich: "Minha cabeça ainda está meio que rodando sobre todo o processo, os últimos anos. Mas todo mundo que ouviu o álbum disse que ele soa ótimo, então eu vou concordar com isso! Ele certamente tem muita energia, soa muito vivo. Uma das coisas chaves que Rick Rubin queria fazer era o Metallica soar realmente ao vivo em estúdio. Alguns dos discos anteriores que fizemos nos anos 90, eu acho, foram um pouco produzidos demais, foram um pouco orientados demais a detalhes. Rick queria preservar aquele som que acontece quando nós tocamos ao vivo, e eu tenho 100 porcento de certeza que ele manteve todo aquele sentimento, que é alto e direto. Meus amigos que ouviram o álbum todos gostaram, então eu vou considerar isso como uma coisa boa!"

James Hetfield: "'Death Magnetic' me passa uma sensação realmente boa. É a essência old-school com novas sonoridades. E fomos mais banda nele do que eu me lembro de já termos sido. Nós crescemos muito depois do 'St. Anger' - tanto que podemos dizer que somos adultos! Eu acho que a parte principal é perceber que os atritos é parte disso tudo. E nós precisamos uns dos outros mais do que odiamos uns aos outros, simples assim!"

Kirk Hammett: "Quando nós começamos a escrever músicas para o 'Death Magnetic', nós éramos uma banda de novo pois tínhamos o Rob. Isso foi grandioso. Nós começamos a tocar como uma banda de novo, começamos a soar como uma banda, começamos a criar como uma banda, e essa foi uma evolução óbvia de nosso início da última vez com o 'St. Anger'. Eu tenho muito orgulho deste álbum. Ainda é cedo demais para dizer como ele se encaixa no panorama geral, mas eu realmente acredito que este álbum é um dos nossos melhores momentos."

Robert Trujillo: "Sendo este meu primeiro álbum do Metallica, eu sinto que ele é ótimo. O ambiente criativo pode ser um pouco intimidador por ser tão intenso. Com Lars e James, será a melhor escola de composição. Mas eles estavam realmente abertos a sugestões e eles queriam ouvir o que eu tinha a dizer."

Q: Foi uma decisão consciente para o Metallica de se reconectar com seu passado no "Death Magnetic"?

James: "Pessoas falaram que é 'Master of Puppets II'. Isso me desanima... e me assusta um pouco. 'Death Magnetic' é Rick Rubin e nós tentando capturar a essência, a fome, a simplicidade, o esqueleto do Metallica. E isso é o que eu acho que nós capturamos. É realmente bem claro e óbvio para mim, e espero que eu possa esclarecer isso para os fãs, que nós escrevemos estas músicas para nós mesmos. Você não consegue agradar a todos. Sempre terá alguém que se sentiu vítima pela forma que você fez algo, e eu entendo isso. Há muitas bandas que eu não ouço mais depois de um certo álbum, e que seja assim. É perfeitamente normal. Mas nós somos exploradores, nós temos que andar para frente e continuar, somos artistas, temos fome pelo melhor. O melhor ainda não foi atingido, então nós continuamos."

Kirk: "Um dos conceitos principais que Rick Rubin trouxe a mesa quando nós começamos a falar com ele era que ele sabia, em sua cabeça, como deveria soar o melhor álbum do Metallica. Ele disse para nós: 'Seja lá o que vocês estavam fazendo, o que estavam pensando, o que estavam ouvindo, o que estavam comendo, bebendo... Tentem colocar suas mentes nesse lugar. Porque seja lá o que vocês estavam fazendo no início dos anos 80, meio dos anos 80, você fizeram algumas músicas incríveis naquela época'. Nós ouvimos isso e concordamos. A atitude que nós tínhamos naquela época era bem diferente da atitude que temos hoje. Nós éramos novos, querendo provar nós mesmos - provar que nós éramos uma das bandas mais pesadas que existia - e nós escrevemos de acordo. Então Rick disse: 'Só se coloquem nesse lugar'. E funcionou totalmente. Funcionou na composição, nas letras, nos solos de guitarra, na atitude. Eu lembro quando chegou a hora de colocar os solos de guitarra, eu ouvi tudo que eu ouvia quando era adolescente: muito UFO, Deep Purple e Rainbow, o primeiro álbum do Van Halen, Pat Travers. Inicialmente eu estava chocado, porque me encontrei sendo reinspirado por todas essas coisas que me influenciaram naquela época, e abriu de novo minha forma de tocar. Quando eu apliquei essa atitude e trouxe aquela inspiração para as músicas novas, eu consegui alguns resultados incríveis direto. A auto-referência estava funcionando, e nós não estávamos simplesmente copiando a nós mesmos. Eu realmente senti que estávamos indo a algum lugar novo."

Lars: "Reconectar com o passado foi algo que definitivamente aconteceu de maneira orgânica. Rick passou muito tempo só saindo e falando sobre a música, e durante os primeiros meses, ele nos fez sentirmos confortáveis sobre revisitar e nos inspirarmos em alguns dos discos que lançamos nos anos 80: 'Ride the Lightning', 'Master of Puppets', '...And Justice For All'. Quando nós terminamos o 'Justice', nós sentimos que não havia nada mais para fazer naquele lado progressivo e thrash do Metallica, então passamos boa parte dos anos 90 o mais distante possível desses discos. Rick nos fez sentir bem sobre revisitar aqueles discos. Nós começamos o processo criativo para o 'Death Magnetic' no verão de 2006, que foi quando o aniversário de 20 anos do 'Master of Puppets' estava rolando e nós tocamos o disco inteiro ao vivo por toda a Europa e Ásia. Nós entramos por debaixo da pele do 'Master of Puppets' bem quando nós começamos a escrever aquelas músicas novas para o 'Death Magnetic'. E aquilo certamente nos fez sentir confortáveis sobre agregar algumas das coisas que tínhamos nos anos 80 pela primeira vez em 15 anos. Tem sido interessante. Rick sugeriria: 'Ouça aos mesmos discos que vocês ouviam nos anos 80, ou tente e escreva da mesma forma'. Nunca foi: 'Copie o que vocês fizeram musicalmente'. Foi: 'Se coloquem naquela mentalidade'. E a sensação foi boa de fazer isso, finalmente. Nós evitamos ir lá por tanto tempo, mas quando nós voltamos, foi como : 'Sim, nós podemos vir aqui - nós podemos ser inspirados por aqueles discos e nos sentirmos bem.'"

Rob: "Parece que a banda, durante os últimos dez ou 15 anos, estava tentado sair dos primeiros anos. E para mim, falando de Metallica, eu amo tudo que o Metallica fez, mas eu realmente amo as coisas antigas. E só o fato de que os caras estavam abertos a isso foi uma coisa realmente positiva. Rick foi bem inteligente, até na afinação das músicas. 'Por que o Metallica abaixou meio tom ou mesmo um tom inteiro? Por que o Metallica não volta a afinação que tinha no 'Master of Puppets'? E nós acabamos tentando as músicas na afinação natural, e isso é ótimo - James ainda pode cantar pra caramba, e há mais angústia no vocal. Eu realmente gosto do que o James fez. Muitas coisas positivas vieram de Rick."

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica lidera parada européia

   25 de Setembro de 2008     tags: listas      Comentários

De acordo com Paul Sexton da Billboard.biz, o Death Magnetic do Metallica marcou sua primeira semana completa após o lançamento, iniciando sua segunda semana no topo do Top 100 Álbuns europeu.

O disco adicionou mais 59 mil cópias em relação a sua semana de estréia, que obteve 75 mil cópias no Reino Unido, mantendo a primeira posição por lá, e continua no primeiro lugar em Portugal, Finlândia, Dinamarca, Noruega e a região belga de Flanders. De forma impressionante, o título faz mais seis estréias em número 1, na Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Holanda e Suécia, e sobe da terceira para a primeira posição na Irlanda, e entra na segunda posição na Hungria. Ele perde apenas um de suas lideranças na Europa, na França, indo da primeira para a segunda posição.

Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

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Hammett: "Se sairmos muito de nosso som padrão, nossos fãs ficam impacientes"

   25 de Setembro de 2008     tags: hammett, entrevista      Comentários

A revista Guitar World americana realizou uma entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, para sua edição de Dezembro de 2008. Confira abaixo alguns trechos da conversa:

Guitar World: Um dos seus contemporâneos do thrash metal, Alex Skolnick do Testament, gravou alguns álbuns de jazz como Alex Skolnick Trio. Vocês já os ouviu?

Hammett: Adoro os álbuns. Eu amo seu trabalho. O que o Alex está fazendo ao colocar o heavy metal em um contexto de jazz é completamente renovador. Sua versão da "Detroit Rock City" me deixou perplexo; aquela música nunca soou melhor para mim. E quando você pensa sobre isso, os padrões antigos do jazz eram a música pop daquela época. Então Alex atualizou a noção do que é um padrão, e abriu para todas as músicas atuais para interpretação. A idéia de tocar Kiss ou Scorpions no estilo de Dave Brubeck é ótimo e bem radical. Há muitas pessoas do Julliard que estão tocando "Straight No Chaser" pela n-ésima vez, então está na hora de alguém tentar algo novo.

Guitar World: O que você acha que aprendeu do "St. Anger"?

Hammett: Eu fiquei chocado com como as pessoas sentiram falta dos solos de guitarra e do meu modo de tocar no "St. Anger". Eu apenas pensei que não faria muita diferença. Na turnê, no entanto, pelo menos cinco pessoas me perguntariam todos os dias o porque de não ter solos de guitarra no álbum e se haveria solos no próximo disco. Para dizer a verdade, eu não tinha idéia que as pessoas consideravam esse aspecto, esse ingrediente, como uma parte tão grande de nosso som. Eu sempre me vi mais como a cobertura do bolo. Mas, cara, aquelas pessoas realmente gostam dessa cobertura! Eu aprendi que há uma assinatura no som do Metallica, e se nós sairmos muito dela, nossos fãs ficam impacientes, ou eles simplesmente não entendem, ou não percebem o sentido. Eu não to dizendo que isso é bom ou ruim: é só algo que nós temos que lidar.

Guitar World: É um som que eles não conseguem com mais ninguém.

Hammett: Há um pouco de verdade nisso. Nos anos 90, nós provavelmente passamos muito tempo desconstruindo esse som. Nós fizemos isso intencionalmente, mas nós simplificamos erroneamente. Junto disso veio qualquer coisa que estivesse nos influenciando naquela época. Mas eu concordo com você. Você não pode conseguir o Metallica se não for por a gente, e eu acho que as pessoas têm a impressão de que nós estávamos nos guardando apenas.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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