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Setlist Denver, CO

   05 de Novembro de 2008     tags: setlist, denver, world magnetic tour      Comentários



No show realizado ontem em Denver, CO, o Metallica tocou a seguinte setlist:

That Was Just Your Life
The End Of The Line
Ride The Lightning
The Memory Remains
One
Broken, Beat And Scarred
Cyanide
Sad But True
Wherever I May Roam
For Whom The Bell Tolls
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Damage, Inc.
Nothing Else Matters
Enter Sandman
- - - - - - - -
Last Caress
Hit The Lights
Seek and Destroy

Fotos da apresentação podem ser conferidas clicando aqui.

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Vídeo de One em Portland, OR

   04 de Novembro de 2008     tags: vídeos, portland, world magnetic tour      Comentários

Um vídeo da música One do Metallica gravado ao vivo em Portland, OR em 1 de Novembro foi disponibilizado e pode ser visto abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Fotos Salt Lake City, UT

   04 de Novembro de 2008     tags: fotos, salt lake city, world magnetic tour      Comentários



Fotos da apresentação de ontem do Metallica em Salt Lake City, UT foram disponibilizadas e podem ser conferidas clicando aqui.

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Setlist Salt Lake City, UT

   04 de Novembro de 2008     tags: setlist, salt lake city, world magnetic tour      Comentários

No show realizado ontem em Salt Lake City, UT, o Metallica tocou a seguinte setlist, como parte da World Magnetic Tour:

That Was Just Your Life
The End Of The Line
Creeping Death
Wherever I May Roam
One
Broken, Beat And Scarred
Cyanide
Sad But True
Until it Sleeps
Disposable Heroes
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Battery
Nothing Else Matters
Enter Sandman
- - - - - - - -
Die, Die My Darling
So What
Seek and Destroy

Para conferir os shows divulgados até o momento pelo Metallica, basta visitar a página de turnê do Metallica Remains, clicando aqui.

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Vídeos amadores de Portland, OR

   03 de Novembro de 2008     tags: vídeos, portland, world magnetic tour      Comentários

Vídeos amadores gravados no show que o Metallica realizou em 1 de Novembro em Portland, Oregon, foram disponibilizados no YouTube e podem ser vistos abaixo.

For Whom The Bell Tolls:


Ride The Lightning:


Nothing Else Matters:


One:


Fonte (em inglês): Blabbermout.net

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CDs do Metallica por R$19,90

   03 de Novembro de 2008     tags: produtos      Comentários

O Submarino está vendendo alguns CDs do Metallica por R$19,90, preço bem abaixo da média de preços dos CDs da banda. Dentre os discos disponíveis neste momento para venda por esse preço, há o Load, Reload, Ride the Lightning e Kill 'Em All.

Para conferir, basta clicar aqui.

Agradecimentos: fmetal, MoonWallker

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Banda comenta sobre volume de baixo do Justice

   03 de Novembro de 2008     tags: and justice for all, hetfield, ulrich, hammett, newsted, entrevista      Comentários

O clássico álbum do Metallica de 1988, "...And Justice For All", está na edição de Dezembro de 2008 da revista americana Decibel, como parte das reportagens especiais sobre o Hall of Fame. Essas reportagens destacam os principais e mais influentes lançamentos da história do metal, e o "...And Justice For All" se junta a lista dos álbuns que já passaram por essa série, como "Reign in Blood" do Slayer, "Roots" do Sepultura, "Heaven and Hell" do Black Sabbath e "Slaughter of the Soul" do At The Gates. Os membros do Metallica, James Hetfield, Kirk Hammett e Lars Ulrich, assim como o ex-baixisita Jason Newsted, foram entrevistados para o artigo, que coincide com o aniversário de 20 anos do disco. Um trecho da conversa pode ser conferido abaixo.

Decibel: Alguns fãs estão com a impressão de que o baixo foi intencionalmente diminuído na mixagem como parte do infame processo de trotes que o Newsted passou quando se juntou ao Metallica. Foi esse o caso?

Ulrich: Não, não foi intencional. Como eu disse antes, "Justice" foi o show do James e Lars do começo ao fim, mas não foi "Foda-se esse cara - vamos abaixar o baixo dele". Foi mais como, "nós estamos mixando, então vamos nos agradar e aumentar o volume das guitarras base e baterias". Mas nós basicamente continuamos a aumentar todo o resto até que o baixo desapareceu. (Risos)

Hammett: A razão pelo qual você não pode ouvir o baixo muito bem é porque as frequências do baixo no tom do Jason meio que interferiam com o tom que o James estava tentando chegar para sua guitarra base, e toda vez que os dois se juntavam, simplesmente não dava certo. Então a única coisa que restou foi abaixar o baixo na mixagem. Foi infeliz, mas por alguma razão, esse álbum é conhecido pelas frequências graves estarem lá sem o baixo estar muito alto na mixagem. Foi um experimento, também - nós queríamos um som mais seco, direto, e algumas pessoas realmente gostaram desse som. Muitas das bandas da nova-geração, especialmente, acham que esse álbum soa ótimo. Mas no final, foi um experimento. Eu não tenho certeza se teve 100 porcento de sucesso, mas é um som único que esse álbum tem.

Newsted: O Metallica sempre gravou de uma maneira diferente do que qualquer outro tipo de banda popular de rock ou música country, onde as baterias e o baixo são gravados primeiro e você coloca as melodias e as guitarras e todas essas coisas depois. Por toda a existência do Metallica - e a única banda em que Lars esteve é o Metallica - ele tem tido só a guitarra base e o vocal saindo de seu monitor a 130 decibéis atrás de sua cabeça. Não há nenhum baixo em seu monitor, então não é a situação onde o baterista e o baixista vão juntos no groove, como em qualquer banda que eu já ouvi. Então essa foi a diferença real que eu tive que me acostumar e que qualquer outro baixista precisa lidar. E Robert [Trujillo] provavelmente precisa lidar com isso até hoje. Não há baixo saindo do monitor do baterista. Então você precisa pensar nisso como parte da equação.

Mas para responder a sua questão se foi algo intencional? Talvez eles ainda estivessem exorcizando aquela coisa com a qual eles ainda estavam tentando lidar e obviamente não lidaram até tipo 2002 ou algo assim, quando eles finalmente combateram aquilo que foi tirado deles. Aquilo ainda estava presente, absolutamente. Eles não sabiam como canalizar aqueles sentimentos e emoções naquela época. Não foi algo com o qual eles tinham a capacidade. Quando você junta caras jovens juntos e eles se tornam todos milionários aos 25 anos, você perde alguns estágios de desenvolvimento que todo mundo - pessoas que vivem um estilo de vida menos acelerado - passa. Então as coisas de desenvolvimento pode ter tido uma parte de culpa em terem deixado baixo o volume do baixo ao invés de passar e ouvir o que foi tocado bem e o que não foi tocado bem. Estar bêbado as três da tarde, ir ao estúdio em Upstate New York com alguns caras que estão ganhando muito bem e podem não dar a mínima de estar lá ou não algumas vezes... Sabe o que eu quero dizer? Os caras foram contratados para fazer um certo produto soar de certa forma. Esta era a chance para o Metallica chegar as rádio, então eles estão mixando com isso em mente - esse foi o tipo de pessoas que foi contratada para a mixar o disco. Olhe nos créditos - essas foram pessoas que mixaram músicas de rádio. Não foram os caras que mixaram discos do Sepultura. Então todos esses fatores tem sua parte naquilo que ouvimos com nossos ouvidos agora. Mas seria foda se alguém voltasse e o remixasse, pois eu acho que seria divertido ter um álbum totalmente novo. Porque assim que seria.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Quando eu não pego a guitarra, fico deprimido"

   02 de Novembro de 2008     tags: hetfield, entrevista      Comentários

Aaron Beck do The Columbus Dispatch entrevistou recentemente o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo:

The Columbus Dispatch: Você vem fazendo isso desde que é um adolescente. Você ainda consegue sair fisicamente e metalmente de tocar músicas do Metallica?

Hetfield: Quando eu não pego a guitarra, eu fico deprimido. Quando estou em casa e começo a ficar pra baixo, minha esposa me falará: "Bem, você não tem tocado guitarra há algumas semanas." Então eu sento e toco. É minha arma; é meu pacificador; é meio que tudo apenas escrever um riff e então me sentir bem comigo mesmo: "Oh, sim! Eu ainda sou relevante!" Mas apenas usar amplificadores diferentes, guitarras diferentes - eu realmente acredito, achar uma guitarra antiga que pode custar algum tanto absurdo de dinheiro, você pega essa coisa, e há algo vivendo nela. Ela ainda tem riffs nela, e eu penso que eles são gratos por você ter a guitarra. Eu penso que as almas dessas guitarras falam.

The Columbus Dispatch: Você precisou estar no palco e cantar algumas vezes sem uma guitarra, mais notavelmente depois que você se queimou no palco em Montreal no início dos anos 90. Como se sentiu?

Hetfield: Foi uma merda. Você está lá e está cantando, mas muitas de nossas músicas tem trechos instrumentais bem longos e é como "O que eu estou fazendo aqui? Vai pro backstage, lavar roupa?" Você pode apenas ser uma líder de torcida no máximo, e parece meio bobo. Eu não gostei. É meio que garantia no emprego quando você pode tocar guitarra e cantar.

The Columbus Dispatch: O que está em sua mente quando você sobe ao palco hoje versus, digamos, 1990?

Hetfield: Nós ficamos bem inspirados quando vamos a sala de ensaio antes e fazemos uma jam juntos e talvez escrevemos um riff. Nós nos unimos dessa forma, então vamos ao palco. Eu não sei se é nós contra eles mais; é mais só nós. Antigamente, era nós contra eles: "Vamos matar eles! Vamos esmagar isso!" Agora é mais "Vamos lá e mostrar a eles nossa força e ver quantos fãs novos nós podemos contaminar com o Metallica e ver se eles voltam."

The Columbus Dispatch: Como ter filhos mudou sua forma de ver o trabalho?

Hetfield: No começo, foi uma grande luta, eu sendo o primeiro a ter filhos e o baterista Lars (Ulrich) logo em seguida. Tentar separar as duas coisas foi difícil, sabe? "Eu preciso arrumar tempo para a família", e não foi bem recebido. Então se tornou algo mais normal para nós. Nós temos que balancear essas duas coisas e faze-las viver juntas. Nós precisamos fazer todos conhecer uns aos outros. Há realmente muito medo para as esposas - "O que está rolando na estrada?" e "Por que eles não querem que a gente saia?" As vezes é o que é, e algumas vezes é "eu preciso do meu espaço." Mas assim que você os convida, algumas vezes é como "não, eu não quero ir" (risos). Mas as crianças trouxeram tamanha alegria para todos nós. Eu acho que isso nos inspirou, e nos fez mais felizes então podemos ser ainda mais "metal" (risos), se isso fizer sentido.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Setlist Portland, OR

   02 de Novembro de 2008     tags: setlist, portland, world magnetic tour      Comentários



No show realizado ontem em Portland, OR, o Metallica tocou a seguinte setlist:

That Was Just Your Life
The End Of The Line
For Whom The Bell Tolls
Ride The Lightning
One
Broken, Beat And Scarred
Cyanide
Sad But True
...And Justice For All
No Remorse
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Figth Fire With Fire
Nothing Else Matters
Enter Sandman
- - - - - - - -
Last Caress
Stone Cold Crazy
Seek and Destroy

Fotos da apresentação podem ser conferidas clicando aqui.

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Hetfield comenta sobre Shine e RRHOF

   01 de Novembro de 2008     tags: hetfield, entrevista, rrhof      Comentários

A última edição (número 1065) da revista Rolling Stone americana conta com uma seção de perguntas e respostas com o frontman do Metallica, James Hetfield, realizada algumas horas antes do show da banda em Glendale, Arizona. Confira abaixo alguns trechos:

Rolling Stone: Como o Metallica celebrou quando seu nono álbum de estúdio estreou na primeira posição?

James Hetfield: "Nós compramos drogas e carros", brinca o frontman. "Há alguns anos, nós estávamos gritando uns com os outros e destruindo a banda - e olhe agora! É surreal. E para mim, estar aqui e limpo [e muito sóbrio], me parece muito significativo."

Rolling Stone: Vocês têm feito shows durante todo o ano. Quais músicas novas têm sido mais divertidas de tocar?

James Hetfield: "Durante o verão [europeu], nós tocamos 'Cyanide' e 'The Day That Never Comes'. Nesta turnê, nós alternaremos entre quatro ou cinco músicas novas todas as noites. Nós queremos dar chance a elas para se tornarem perenes como 'Fade to Black' ou 'Seek and Destroy'. Elas não se tornaram perenes por serem uma música boa, mas porque nós as tocamos, e o público aprendeu que ele tem sua própria parte a cantar."

Rolling Stone: Onde você escreveu as letras para o Death Magnetic?

James Hetfield: "Predominantemente em casa. Havia uma música chamada 'Shine' - não está no disco, mas sairá alguma hora - que eu escrevi na cerimônia do Rock and Roll Hall of Fame em 2006, quando nós introduzimos o Black Sabbath. Eu simplesmente fiquei inspirado, e a escrevi como um poeta."

Rolling Stone: Provavelmente o Metallica será introduzido ao Rock and Roll Hall of Fame em Abril. Quem estará no palco com vocês?

James Hetfield: "Todo mundo que tocou em um disco deve estar lá. Você é considerado para o Hall 25 anos depois de seu primeiro disco, não depois de formado."

Rolling Stone: Isso omitiria Dave Mustaine.

James Hetfield: "Ele não está em um disco. Jason Newsted deve está lá - ele esteve na banda por 14 anos e tocou em vários discos - assim como Robert [Trujillo]."

Rolling Stone: Será estranho estar lá com o Jason?

James Hetfield: "Não há motivos para ser estranho. Nós não queremos ser parte da novela do Hall of Fame. Todos querem confusão, como aconteceu no palco com o Blondie brigando por merda [em 2006]. Isso realmente tira o brilho do momento."

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