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Exodus comenta sobre Death Magnetic

   11 de Novembro de 2008     tags: exodus, death magnetic      Comentários

Gary Holt, guitarrista do Exodus, participou da última edição da revista Decibel , na seção "Call & Response" ("Chamado e Resposta"), na qual um músico que toque em uma banda de Metal avalia canções de outras bandas do gênero, ou até mesmo de estilos diferentes.

A respeito de "My Apocalypse", faixa do mais recente álbum do Metallica, "Death Magnetic", Holt disse que "há alguns riffs matadores nessa música. É legal saber que eles redescobriram como compor em andamentos rápidos. É muito melhor que os três últimos álbuns".

No entanto, o guitarrista ressaltou que "Rick Rubin é uma fraude completa. Ele arruinou a produção do disco. Pensei que ouviria a guitarra do James Hetfield soar pesada e distorcida como no '...And Justice For All', mas foi decepcionante. Se eles queriam que o produtor fosse apenas alguém que os aconselhasse, eu faria esse papel, e só teriam que me pagar um jantar e uma cerveja. Diria para voltarem às raízes, ouvirem os primeiros álbuns deles e do Diamond Head, entrarem no estúdio e gravarem um álbum de metal. Faria isso até de graça. Sairia muito mais barato que o Rick Rubin".

Entretanto, Holt enfatizou: "estou me acostumando com o disco. Gosto do estilo, mas não curti os timbres. O (produtor) Andy Sneap [Megadeth, Exodus, Machine Head, Nevermore, Arch Enemy] teria feito esse álbum soar poderoso. Mas, graças a Satã, Kirk Hammett está 'fritando' outra vez. O mundo precisa dos solos dele".

Fonte: Whiplash!

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Setlist Columbus, OH

   10 de Novembro de 2008     tags: setlist, columbus, world magnetic tour      Comentários



No show realizado ontem (9 de Novembro) em Columbus, OH, o Metallica tocou a seguinte setlist:

That Was Just Your Life
The End Of The Line
Creeping Death
Ride The Lightning
One
Broken, Beat And Scarred
Cyanide
Sad But True
Wherever I May Roam
Leper Messiah
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Battery
Nothing Else Matters
Enter Sandman
- - - - - - - -
Die, Die My Darling
Jump In the Fire
Seek and Destroy

Fotos da apresentação podem ser conferidas clicando aqui. Para conferir as próximas datas da World Magnetic Tour, basta visitar a página de turnês do Metallica Remains, clicando aqui.

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Trujillo adora tocar as músicas antigas

   09 de Novembro de 2008     tags: trujillo, entrevista      Comentários

O Metallica está tocando pelo menos cinco músicas por noite de seu novo álbum "Death Magnetic" na tour atual, mas o grupo não está ignorando, de forma alguma, as composições antigas.

Na verdade, eles continuam mergulhando fundo em seu catálogo, dando ao baixista Robert Trujillo a chance de colocar sua marca em canções gravadas mais de vinte anos antes de se juntar à banda. Foi pedido a Trujillo que mencionasse algumas das suas músicas preferidas do METALLICA para se tocar: "Qualquer coisa do 'Ride The Lightning' e do 'Master Of Puppets' é sempre ótimo e divertido para mim como baixista. Eu adoro tocar 'Disposable Heroes', e nós não a tocamos frequentemente. Eu tenho me divertido tocando o 'Justice' ('...And Justice for All, 1988). Então eu não sei, tem tantas. Todas as músicas são ótimas. È bom sempre passar por bons momentos, especialmente com o material antigo".

Set lists recentes do Metallica incluem alguns clássicos como "Fight Fire With Fire", "Ride The Lightning", "Blackened" e "The Four Horsemen". E o "Death Magnetic", nono trabalho de estúdio da banda, caiu esta semana para a 12a posição no ranking de álbuns da Billboard, vendendo 38.000 cópias, aumentando o total de vendas para 1,25 milhão de cópias, apenas nos Estados Unidos.

Fonte: Whiplash!

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Metallica toca alguns velhos acordes em "Death Magnetic"

   09 de Novembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

Em novembro de 2005, quando o Metallica se reuniu em seu estúdio doméstico e sala de ensaio em San Rafael, Califórnia, os quatro veteranos do heavy metal não sabiam que estavam começando a trabalhar naquele que o baterista Lars Ulrich chama de "o disco mais livre de estresse que o Metallica já fez", o novo álbum da banda, "Death Magnetic".

Este não foi o caso seis anos antes, quando o grupo indicado para o Museu da Fama do Rock estava no mesmo lugar gravando aquele que se tornaria "St. Anger" (2003). Como documentado no filme emocionalmente bruto "Metallica: Some Kind of Monster" (2004), aquelas sessões se desintegraram em meio a brigas internas, árdua terapia de grupo e à decisão abrupta do cantor/guitarrista James Hetfield de largar tudo e se internar em uma clínica de reabilitação.

Mas as coisas foram diferentes em 2005, quando o Metallica se reuniu para ensaiar para abrir alguns concertos para os Rolling Stones.

"Havia realmente um clima relaxado", lembra Ulrich, 44 anos. "Não havia equipe de filmagem, não havia psiquiatra, não havia produtor. Eram apenas quatro sujeitos em uma banda de rock e seus instrumentos. Hetfield venceu seus demônios e nós sobrevivemos ao processo de 'St. Anger' e tudo que veio após ele. Nós sabíamos que tínhamos chegado no fundo e que então as coisas só podiam melhorar..."

"Nós meio que paramos por um momento ali e percebemos quão afortunados éramos por termos o que tínhamos e ainda funcionarmos", diz o baterista de origem dinamarquesa, "de ainda termos uns aos outros e podermos estar no mesmo espaço juntos".

"E acho que apenas sorrimos e começamos a tocar, e partimos daí."

Mas apesar das coisas estarem mais gentis e leves, certamente mais felizes, dentro do Metallica, o fato de forma alguma amenizou a música. "Death Magnetic", o nono álbum de estúdio nos 27 anos de carreira do grupo, é o tipo de som agressivo que fez a reputação do Metallica, cheio de ataques dinâmicos incendiários, volume trovejante e canções longas -apenas duas têm menos de sete minutos- que dão voltas com ferocidade precisa.

No meio de tudo isso, Hetfield rosna "O que não te mata te deixa mais forte", e a recepção a "Death Magnetic" prova que o Metallica, após vender mais de 90 milhões de álbuns em todo o mundo, permanece uma grande força no mercado. O álbum passou três semanas no topo da parada Billboard 200, tornando o Metallica a primeira banda a conseguir cinco estréias consecutivas em primeiro lugar, além de ocupar o topo das paradas em 31 outros países. O álbum se tornou um vendedor multimilionário em sua primeira semana, um feito que pegou até mesmo os membros da banda desprevenidos.

"Eu me sinto, tipo, um pouco estupefato, agradecido", diz Ulrich com uma risada. "É muito bacana, porque parece ser algo universal desta vez. Está ocorrendo em todo o mundo e todos estão ligados nele de muitas formas. A sensação é de que, entre os fãs, imprensa, meus pares, todo mundo (...) A sensação é de que é uma coisa enormemente positiva."

Outro teste importante: o que Ulrich escuta quando leva seus filhos, com 10 e 7 anos, para a escola.

"Todos os garotos que, nos últimos dois anos sabiam que eu fazia algo ligado a rock and roll, agora dizem: 'Cara, 'Death Magnetic' é demais! -todos esses garotos da quinta série e semelhantes que nunca antes realmente tiveram chance de estarem muito expostos ao Metallica. É muito maluco levar meus filhos para a escola e receber todo esse amor."

Ao mesmo tempo, Ulrich e seus companheiros de banda -o co-fundador Hetfield e os que chegaram depois, o guitarrista Kirk Hammett e o baixista Robert Trujillo, que ingressaram na banda respectivamente em 1983 e em 2003- rejeitam a idéia de que "Death Magnetic" é algum tipo de volta, de retorno à forma, após a suposta decepção de "St. Anger".

Ulrich reconhece que o álbum anterior foi feito durante um momento difícil para a banda, que também suportou o ressentimento residual dos fãs em torno de sua posição veemente contra a troca de arquivos de música pela Internet, a saída acrimoniosa do baixista Jason Newstead e a descrição inconveniente por "Some Kind of Monster" do poderoso Metallica em uma disfunção chorosa, estragada por terapia.

Todavia, o baterista sente que o Metallica levou uma surra fora de proporção.

"Eu me lembro, quando 'St. Anger' saiu, que recebeu quatro estrelas na 'Rolling Stone' e foi muito bem recebido por muita gente, especialmente pela imprensa principal. Foi tipo, 'Viva! O Metallica voltou a ser agressivo, barulhento e... sujo de novo'. E então, cinco anos depois, 'St. Anger' é tratado com desdém."

"Parece coisa de folclore ou de como funciona a percepção. É, tipo, como este exemplo: 'É 2008, o Metallica está de volta tocando de novo como nos anos 80, de volta às raízes, e "St.Anger" é uma memória distante'."

"Ok, eu entendo a necessidade desse tipo de citação. Mas ao fazer parte do Metallica por 27 anos, parte do passeio envolve estes altos e baixos e dinâmicas. Agora as pessoas gostam um pouco mais de você, agora gostam um pouco menos, agora as pessoas se queixam disso, agora se empolgam com aquilo (...) eu entendo. Mas na verdade nós não fomos a lugar algum. Para nós é apenas uma jornada contínua."

Dito isso, Ulrich reconhece que o Metallica sentiu uma certa pressão pra acertar em "Death Magnetic".

"Nós sabíamos que precisávamos explorar algo diferente do que vínhamos fazendo há algum tempo. Nós sabíamos que precisávamos ir para algum lugar e reinventar."

Como parte do processo, o grupo descartou Bob Rock, seu produtor desde "Metallica" (1991), também conhecido como o "Álbum Preto", que vendeu mais de 22 milhões de cópias em todo o mundo. Em seu lugar a banda contratou Rick Rubin, cujos créditos ecléticos incluem álbuns para Slayer, Run-DMC e Beastie Boys, assim como Tom Petty & the Heartbreakers, Johnny Cash e Neil Diamond.

Rubin, por sua vez, "começou fazendo com que nos sentíssemos bem revisitando algumas coisas por onde passamos antes", diz Ulrich, citando álbuns inovadores como "Kill 'em All" (1983) e "Ride the Lightning" (1984).

Durante a turnê de "St. Anger", o Metallica gravou todas suas sessões nas salas de aquecimento nos bastidores para cada show. Cerca de 150 noites de jams pré-show deixaram a banda com o que Ulrich chama de "muitas idéias realmente ótimas".

Ele estima que metade de "Death Magnetic" nasceu "desses jams de aquecimento em várias arenas de cimento ao redor do mundo, em 2003 e 2004".

A mesma metodologia pode alimentar o próximo disco da banda, já que um novo álbum significa mais shows do Metallica, como promete Ulrich. Muitos shows. Já há datas marcadas até a metade de 2009, e na primeira parte da excursão o Metallica está de volta tocando no centro da arena, como fez durante a etapa de arenas da turnê de "St. Anger".

"Quando você toca no meio da arena, você tem quatro fileiras da frente. Você fica mais próximo de uma porção maior do público. É tudo uma questão de acesso, acesso aos fãs e acesso à banda."

E esses fãs terão que esperar outros cinco anos entre álbuns, como tem sido a norma ultimamente para o Metallica?

Ulrich ri da pergunta, mas rapidamente fica sério enquanto pondera as atuais circunstâncias da banda.

"As coisas não ficam mais fáceis. Eu adoraria lançar álbuns com mais freqüência, mas... eu não quero perder o crescimento dos meus filhos. Nenhum de nós quer. Talvez, quando meus filhos estiverem na faculdade, nós lançaremos um álbum por ano ou a cada seis meses, como as bandas faziam nos anos 60. Mas não será assim por algum tempo."

"Então serão outros cinco anos? Quem é que sabe?" conclui Ulrich. "Eu não prenderia minha respiração por algo mais rápido, mas manteremos você informado."

Fonte: UOL Música

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Setlist Moline, IL

   09 de Novembro de 2008     tags: setlist, moline, world magnetic tour      Comentários



Na apresentação de ontem em Moline, IL, o Metallica tocou a seguinte setlist:

That Was Just Your Life
The End Of The Line
Harvester Of Sorrow
For Whom the Bell Tolls
One
Broken, Beat And Scarred
Cyanide
Sad But True
Wherever I May Roam
The Four Horsemen
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Blackened
Nothing Else Matters
Enter Sandman
- - - - - - - -
Last Caress
Breadfan
Seek and Destroy

Para conferir fotos da apresentação, basta clicar aqui.

Agradecimentos: James_Metcover

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Mais fotos de Denver, CO

   07 de Novembro de 2008     tags: fotos, denver, world magnetic tour      Comentários

Fotos da apresentação do Metallica em Denver, Colorado, no dia 4 de Novembro, foram disponibilizadas no Sonic Excess e podem ser conferidas clicando aqui.

Já outras fotos deste show, assim como a setlist tocada, podem ser conferidas aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Single de All Nightmare Long

   07 de Novembro de 2008     tags: singles      Comentários

Como noticiado anteriormente, o segundo single do "Death Magnetic" será da música "All Nightmare Long", e de acordo com o Metallica.de, sairá na Europa no dia 15 de Dezembro (e em 12 de Dezembro na Alemanha). Segundo informações ainda não oficiais, existirão 3 versões do single:

CD1:

Digipack com três lugares para CDs, contendo um único disco e dois espaços vazios para colocar as outras duas versões do single.

1. All Nightmare Long (Versão do álbum)
2. Faixa ao vivo ainda não definida
3. Faixa ao vivo ainda não definida

CD2:

Caixa padrão de single, pode ser colocado na caixa do CD1

1. All Nightmare Long (Versão do álbum)
2. B-side ainda não confirmado
3. B-side ainda não confirmado

DVD:

Caixa padrão de single, pode ser colocado na caixa do CD1

1. All Nightmare Long (Vídeo)
2. Documentário de 30 minutos (Vídeo)
3. Video do aquecimento do Rock Am Ring

Maiores informações sobre as faixas que estarão presentes deverão ser divulgadas em breve.

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Setlist Omaha, NE

   07 de Novembro de 2008     tags: setlist, omaha, world magnetic tour      Comentários



No show realizado ontem (6 de Novembro) em Omaha, NE, o Metallica tocou a seguinte setlist:

That Was Just Your Life
The End Of The Line
Creeping Death
The Thing That Should Not Be
One
Broken, Beat And Scarred
Cyanide
Sad But True
Wherever I May Roam
No Remorse
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Fight Fire With Fire
Nothing Else Matters
Enter Sandman
- - - - - - - -
Die, Die My Darling
Blitzkrieg
Seek and Destroy

Como de costume, fotos da apresentação podem ser conferidas clicando aqui.

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Ulrich: "Novo álbum do Metallica é como um par de tênis velhos"

   06 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, death magnetic      Comentários

Quão bom é o novo álbum do Metallica? Os fãs já sabem que Death Magnetic, o nono disco de estúdio da lendária banda de metal, é um bem-vindo retorno à forma. Uma multidão o adquiriu no lançamento de 12 de setembro, gradualmente levando-o além do status de platina e justificando a resposta crítica estonteante.

Neste ambiente da indústria de gravadoras, essa é uma boa notícia para uma banda de 27 anos que despertou a ira de seus apoiadores mais vezes do que qualquer um se lembra. Mas para o baterista Lars Ulrich, o verdadeiro teste de qualidade do álbum é o “nível de conforto” das músicas.

“Não quero usar as palavras ‘sem esforço’, porque algumas delas são complicadas”, disse ele por telefone quando estava no jogo de flag de seu filho da quinta série perto de San Francisco. “Mas elas soam muito naturais, como se você calçasse um par de tênis velhos ou aquela jaqueta de couro que não é usada há 10 ou 15 anos.”

O Metallica praticamente ofendeu os fãs na última década com álbuns que diminuíram o thrash metal que definiu o gênero em favor de excursões por outros gêneros. Death Magnetic, produzido pelo guru de estúdios Rick Rubin, pode não ter os hits poderosos e rápidos de contrabaixo de discos como “Ride of Lightning”, mas ele pelo menos traz de volta os solos nervosos de Kirk Hammett – e não parece ter medo de transitar em terreno desgastado.

Ulrich está tão confiante com as músicas novas que até – surpresa – está disposto a tocar mais delas em shows. “Na turnê St. Anger, acho que tocamos só duas ou três daquele álbum, mas era sempre uma luta”, afirmou. “A maioria das coisas daquele álbum foi reunida em um computador, mas a maioria das coisas do Death Magnetic foi feita como nos velhos tempos. São só quatro caras tocando e relaxando. Rick Rubin queria mesmo uma abordagem orgânica para o trabalho”.

Rubin produziu artistas diversos como Beastie Boys, Neil Diamond e Slayer, e é conhecido pela habilidade de revigorar atos criativamente dormentes. E Ulrich, que conhece o cara há duas décadas, ainda não sabe por que isso acontece. “Não sei se é um espelho, uma coisa meio animadora de torcida ou uma dose de confiança”, disse. “Rick não é um músico nem um cara técnico. Ele não se senta e gira manivelas e aperta botões. Mas quando você se senta para falar sobre sua música, há quase um elemento psicológico ali”.

Ulrich reluta em comparar Metallica com outros que Rubin ajudou a dar um ar de vida nova, como Johnny Cash, Diamond ou Tom Petty. Mas ele vê semelhanças na abordagem de Rubin em diferentes artistas. “Na nossa banda, tivemos muita necessidade de continuar a sentir que estávamos evoluindo e sempre nos desafiando, mas como resultado vem essa busca e essa caça e essa perseguição a coisas diferentes”, afirmou Ulrich. “Rick nos controlou sem nos fazer sentir que estávamos nos ameaçando. Ele tem uma forma de levá-lo a pontos em que as coisas não parecem falsas e não parece que você está num retrocesso ou copiando o que já fez antes”.

Enquanto a banda continua a primeira turnê pela América do Norte em quatro anos, o círculo completo de confiança do último álbum se traduz em um show que enfatiza o novo álbum ao mesmo tempo em que ainda dá aos fãs o que eles vieram ouvir.

Para o estranhamente extrovertido Ulrich, esse é um pensamento que acalma, especialmente depois de quase três décadas com a banda. “Nós levamos paixão às pessoas, e não encaramos isso sem seriedade. Depois de todo esse tempo, extraio as coisas boas das caras feias, das reclamações e da dissecação, pois as pessoas ainda se importam.”

Fonte: iG Pop

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Quinto show em Copenhagen, Dinamarca

   06 de Novembro de 2008     tags: copenhagen, world magnetic tour      Comentários

O site oficial do Metallica divulgou mais uma data da World Magnetic Tour em Copenhagen, Dinamarca, totalizando cinco shows na cidade natal de Lars Ulrich.

O show acontecerá em 28 de Julho no Copenhagen Forum, com a venda de ingressos iniciando as 10 AM (horário local) do dia 10 de Novembro.

Para conferir todas as datas divulgadas até o momento, basta visitar a página de turnê do Metallica Remains, clicando aqui.

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