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Hetfield: Exodus poderia compor um "Big Five"

   14 de Maio de 2013     tags: entrevista, hetfield, áudio      Comentários

O “Mk Ondergrond” conduziu uma entrevista com o frontman do Metallica, James Hetfield, mês passado, enquanto a banda retornava para a África do Sul para três shows.


MK Ondergrond: Então, uma pergunta curiosa para quebrar o gelo: Sem o glam, ou ao menos sem o ódio ao glam, o thrash metal existiria?

James Hetfield: “Provavelmente não. Havia um ódio gigantesco, que deu combustível a muito do thrash. Talvez alguns saibam das histórias – como o Metallica cresceu em Los Angeles, bem no coração do Glam, bem no pico do glam e seus Mötley Crues, seus Ratts, seus Poisons. Todas essas coisas viviam em Los Angeles, e nós éramos odiados, mas eles ainda mais. Nós fomos jogados para fora de alguns clubes porque achávamos que éramos uma banda de punk rock.”

MK Ondergrond: Muitos dos gêneros de metal vieram e sumiram desde o glam. Por que você acha que o thrash perseverou e continua lotando estádios ao redor do mundo?

James Hetfield: “Bem, ele está lotando estádios ou estourando na sala das pessoas. Ele entrega um sentimento, uma conexão com as pessoas que precisam. É este sentimento underground, a ovelha negra da música. É a coisa que atrai o estranho, Nós somos abençoados de tocar por mais ou menos 30 anos, 32 anos, e ainda conectar com as pessoas que não se encaixam.”

MK Ondergrond: Vocês recentemente celebraram 30 anos como o Metallica, vocês inclusive convidaram os ex-membros Ron [McGovney], Jason [Newsted] e Dave [Mustaine] para tocar com vocês. Neste ápice de carreira, que marcos ainda sobram para o Metallica alcançar?

James Hetfield: "40 anos. E com sorte não tenhamos que convidar outro ex-membro nesta data. Estas quatro noites foram mágicas. Eu diria, você sabe, que toda a coisa do Rock And Roll Hall Of Fame foi bem importante, mas isto foi muito mais legal. Esta é nossa história, nossos fãs. Havia bandeiras de 42 países diferentes, e tocar com os ex-membros e com pessoas que nos inspiraram... Foi uma grande noite.”

MK Ondergrond: Então, falando de Jason, nós lemos na Internet que um de seus maiores arrependimentos era não estar mais no Metallica e tocar em lugares como a África do Sul. E Rob [Trujillo, atual baixista] também falou que um dos benefícios do grupo era tocar em lugares como este. É muito importante para vocês tocarem em lugares fora do caminho convencional?

James Hetfield: “Nós somos abençoados de poder viajar para lugares assim. Quero dizer, metade do mundo não consegue vir, ou ainda mais. Bandas lá fora que ainda estão presas em suas cenas locais, você sabe. Nós temos que ver o mundo e esta é uma grande parte do mundo. Ainda há lugares para ir. Não sei aonde, mas acho que na China, e você sabe, alguns outros poucos – o Iran seria legal.”

MK Ondergrond: Esta é a pergunta mais séria desta entrevista. Você cresceria o seu mullet dos anos 1980 pela caridade?

James Hetfield: “Absolutamente... se ele crescesse.”

MK Ondergrond: E quanto a Lars [Ulrich, baterista]?

James Hetfield: “Com certeza. Ele iria adorar.”

MK Ondergrond: Um dos maiores argumentos que eu venho combatendo recentemente é se os shows do “Big Four”, que vocês fazem [com o Megadeth, Slayer, Anthrax], fossem chamados de “Big Five”. Há ao menos uma discussão sobre fazer com cinco bandas? Quem você acha que seria a quinta?

James Hetfield: “O ‘Big Four’ foi um nome cunhado por nós. Ele está na imprensa há muito tempo. Há um grande número de bandas de metal respeitadas por aí. Eu diria, pessoalmente, que gostaria que o Exodus fosse a número cinco.”

MK Ondergrond: Então em minha terrível opinião jornalística sobre álbuns recentes, o “St Anger” parece uma banda em autodestruição, enquanto o “Death Magnectic” parece uma ressurreição do Metallica. Qual será o combustível para o álbum número 10?

James Hetfield: “Você quer dizer que temos que nos separar de novo para fazer um novo álbum? O combustível vai vir de onde sempre vem: a vontade de fazer melhor, pra fazer melhor do que você jamais viu. Ainda buscando pelo riff perfeito, o melhor som da guitarra, a letra perfeita, todas essas coisas. É uma jornada sem fim, você nunca está satisfeito.”

MK Ondergrond: Vamos ser honestos: se Rob fosse um cara menor, ele teria sido mais atazanado quando entrou no Metallica?

James Hetfield: “Essa é uma boa pergunta. Ele parece ser bem forte e me lembra muito o Tarzan, então acho que ninguém mexe com ele.”

Fonte: Whiplash!

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Hammett fala sobre o Kirk's Crypt

   10 de Maio de 2013     tags: orion music and more 2013, hammett, vídeos      Comentários

Na segunda edição do festival Orion Music + More, criado pelo Metallica e seus amigos da C3 Presents, o guitarrista do grupo, Kirk Hammett, um colecionador de memorabilia de filmes de terror, apresentará mais uma vez o Kirk's Crypt, uma casa mal-assombrada repleta de pôsteres, peças de filmes, quadrinhos antigos e guitarras customizadas.

Um vídeo de dois minutos no qual Hammett fala sobre o Kirk's Crypt foi disponibilizado e pode ser conferido abaixo.


Explicando sobre como ele começou a gostar de filmes de terror, Kirk disse, "[Quando eu tinha] cinco anos, eu torci meu braço então não podia sair para brincar. Eu estava preso dentro de casa, pois precisava recuperar meu braço. Liguei a TV; o primeiro filme de terror que vi foi naquela noite - 'The Day Of The Triffids'. Eu assisti o filme e, a partir daí, simplesmente fui fisgado... Este é o tipo de filme que me levou."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Veja primeira foto do filme 3D da banda

   10 de Maio de 2013     tags: 3d, through the never      Comentários



O site Entertainment Weekly postou a primeira foto do vindouro filme em 3D do Metallica, “Metallica Through The Never”, dirigido por Nimrod Antal [‘Predadores’] e que chega aos cinemas dos EUA em 27 de Setembro. No filme, cenas de um show são intercaladas com uma trama na qual o ator Dane Dehaan interpreta um roadie despachado em uma cidade caótica para cumprir uma tarefa misteriosa. Até mesmo a produtora Charlotte Huggins tem dificuldades para descrever o filme: “É um drama no qual rola um show”.

Também é curioso o fato de que as cenas do show contidas no filme – gravadas no Canadá – são totalmente exclusivas e não parte de uma turnê. ”Demorou sete meses trabalhando com o Metallica pra que eu percebesse que eles tinham criado esse show muito complexo e elaborado só pro nosso filme”, diz Huggins. “Depois que terminamos, aquele palco inteiro foi encaixotado e guardado”. Huggins, que é especializada em filmes em 3D, insiste que o formato existe somente para dar aos fãs uma experiência de imersão. “Lars, James, Kirk e Robert sempre consideram os fãs como o quinto membro da banda”, ela diz. “Porque é um show de 360 graus, e os fãs estão em cada quadro do filme.”

Fonte: Whiplash!

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Hammett: Metallica é uma irmandade

   07 de Maio de 2013     tags: entrevista, hammett, vídeos      Comentários

Tanya Nefdt da eNews Channel Africa falou recentemente com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett no mês passado, quando a banda retornou a África do Sul para três shows - um em Johannesburg e dois em Cape Town. Assista a reportagem abaixo.


Perguntado sobre como o Metallica consegue se manter junto depois de tocar uns com os outros por mais de 30 anos, Hammett disse: "eu tento pensar nisso não como um casamento, mas como uma irmandade. Nós somos quatro irmãos que estamos presos um ao outro, queira ou não, então precisamos tirar o melhor disso. Nós amamos o que fazemos, nós amamos o que fazemos juntos, como um coletivo."

Falando com a Music Review sobre o que fez com que o Metallica retornasse a África do Sul sete anos depois da última visita da banda, o baixista Robert Trujillo disse: "A razão de verdade é os fãs. Soa como cliché, mas é muito importante. Olhe hoje a noite, há muitas pessoas lá para nos ver. Há muito amor, eu acho que o Metallica ainda é relevante nesta parte do mundo. Nós tivemos dois ótimos shows em Cape Town que foram um pouco mais íntimos, mas uau, a energia foi bem espetacular! Eu achei que o Van Coke Kartel teve uma ótima energia; eu sei que muitas pessoas falaram que não curtem o estilo, mas isso não registra em nosso radar. Nós gostamos de bandas que gostam de se divertir e realmente se entregar ao vivo. Eu realmente gostei de assistí-los. O último show realmente correu bem para nós e nós todos saimos com grandes sorrisos nos rostos."

Trujillo completou em uma entrevista diferente para a AllAfrica.com: "Nós sempre tentamos ir onde sabemos que temos uma base de fãs forte e é difícil de ir lá; é meio que fora do caminho tradicional. A população aqui é tão diversa, você pode ter uma pequena legião de fãs de metal, sabe o que o quero dizer? Então ter os fãs querendo tanto nos ver torna a vontade de vir aqui tocar muito mais forte. Mas é complicado, pois nossa produção é grande, é cara, sabe. Não é fácil, mas nós estamos aqui e vamos ter ótimos momentos e esperamos voltar de novo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Haverá um disco novo do Metallica, mas eu não posso me estressar com isso"

   07 de Maio de 2013     tags: entrevista, ulrich      Comentários

A revista Revolver realizou recentemente uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Revolver: Quando você olha para os mais de 30 anos do Metallica, do que você se orgulha mais?

Lars: Eu provavelmente me orgulho mais do fato de que ainda estamos por aí e funcionando como uma banda, fazendo discos ocasionais, fazendo outros projetos, e ainda sendo de alguma forma relevante. Depois de 32 anos no negócio, isso é provavelmente a maior conquista. Também o fato de que nós superamos um bem documentado conflito em 2001, 2002, e que não só sobrevivemos isso como sentimos que voltamos como uma banda melhor. Todo o trabalho que colocamos em tentar sermos melhores nós mesmos, se pagou. Como banda, o Metallica está em ótima forma. Nós realmente falamos um com o outro. Nós podemos estar todos na mesma sala. Nós podemos sentar no mesmo avião juntos. Nós podemos ficar no mesmo hotel. Nós podemos sair pra jantar. E eu acho que isso é provavelmente a maior conquista de todas.

Revolver: O que mantém vocês juntos?

Lars: O Metallica é quem somos. É nossa vida. Eu tinha 17 anos quando formei esta banda. Eu nunca soube de mais nada além de uma tentativa falha na carreira de tênis. [risos] Eu acho obviamente que é o que nos define. Obviamente, há nossas famílias e filhos, mas nos termos de nossas carreiras ou o que for, é o que fazemos. E é algo que nós protegemos ferozmente e temos muito orgulho. Eu acho que uma coisa que você aprende, se você quiser estar em uma banda e perseverar, é que você precisa ser capaz de coexistir e tem que achar uma forma de se comprometer e descobrir toda essa coisa de alguma forma no caminho. Simplesmente descobrir isso. E nós percebemos que era mais importante para nós estarmos juntos e sobrevivermos do que não sobreviver. Nós realmente trabalhamos duro nisso.

Revolver: Qual você sente que é o lançamento do Metallica menos apreciado?

Lars: Eu acho que o "Load" e "Reload" são ótimos discos. Eles estão criativamente no mesmo nível de todos os outros discos que fizemos. Obviamente, eles são mais blues, e ao mesmo tempo, nós estávamos ouvindo muito Led Zeppelin, Deep Purple, e AC/DC, e tínhamos um tipo diferente de fundação do que nos discos de antes ou depois. E eu entendo que há pessoas que não conseguiram perceber o que estava rolando com cortes de cabelos e o resto disso, e está tudo bem. Mas musicalmente, se você tirar todas essas outras coisas, se você só ouvir as 27 músicas - "Load" e "Reload" era pra ter sido um álbum duplo - é uma ótima coleção de músicas que estão no mesmo nível de todo o resto que nós fizemos criativamente. Mas, digo, quem precisa de outra pessoa para se sentar lá e discutir sobre, sabe, "Carpe Diem Baby"? Eles são discos diferentes, mas havia uma intenção. [risos] Não é como se a gente tivesse sentado e pensado em refazer o "...And Justice For All". [risos] Nós obviamente estamos cientes disso. Mas eu acho que pessoalmente há ótimas músicas em ambos os discos e eu tenho muito orgulho deles.

Revolver: Vocês estão trabalhando em um novo disco do Metallica. Como está soando?

Lars: Nós estamos nos estágios iniciais de composição, e tudo que eu posso dizer é que há algumas coisas boas rolando. É divertido. Entre fazer um filme e o festival Orion [Music + More], nós temos tirado alguns dias aqui e ali para passar pelos riffs e fazer toda essa merda. Nós temos que transformá-las em músicas e colocar nossas bundas no estúdio. Eu espero que façamos isso até o final do ano, talvez começo do ano que vem. 2014 é um pouco otimista para o álbum sair, então 2015 é mais realista. Mas ouça, não há pressa. Vai demorar o que for demorar. Eu não me estresso com isso, mas isso não significa que não ligamos. Dez anos atrás, vinte anos atrás, nós estávamos nesse ciclo todo onde escreveríamos-gravaríamos-faríamos turnê, escreveríamos-gravaríamos-faríamos turnê. Agora nós temos uma forma diferente de estar em uma banda. Nós gostamos de tocar todo ano, mas não queremos tocar 200 shows de uma vez e então descansar por um ano. Nós queremos tocar 30, 40 shows. É melhor do que tocar 200 shows em um ano, e então sem shows no ano seguinte. É legal fazer essas coisas diferentes e discos novos são divertidos e legais, e haverá um disco novo do Metallica, mas eu não posso me estressar com isso.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield sobre o próximo disco: "Ainda nem começamos a escrevê-lo"

   07 de Maio de 2013     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

Dina Butti do That's Entertainment realizou uma entrevista com o frontman do Metallica, James Hetfield, antes do retorno da banda a Abu Dhabi, Emirados Árabes, em 19 de Abril para uma apresentação na du Arena, Yas Island. Assista a conversa abaixo.


Sobre o progresso das sessões de composição do próximo álbum de estúdio do Metallica:

Hetfield: "Nós ainda nem começamos a escrevê-lo. Estamos passando por riffs; nós temos, tipo, 800 e poucos riffs que estamos passando - muitas idéias. Nós estamos realmente animados com isso, mas fazer shows aqui e ali, tentar voltar ao estúdio e fazer alguma coisa, é tudo bem animador, mas é feito no tempo do Metallica, o que não é bem programado. Quando estiver pronto, estará. E quando estiver bom, então estará pronto."

Sobre o vindouro filme em 3D do Metallica, "Through The Never":

Hetfield: "A idéia por trás disso foi um show com o melhor da banda. Muitos fãs novos não puderam ver todas as coisas do passado - como o "...And Justice For All", o "Ride The Lightning"... Todas as coisas do palco que tínhamos; a cena de destruição, cruzes do "Master of Puppets"... Muitas coisas como isso. [Nós viemos com a idéia de] fazer um show "melhor de" e fazer uma turnê com isso. E então pensamos, 'bem, se faremos isso, por que não filmá-lo?' E então, 'bem, vamos filmar em 3D'. E isso meio que mudou de ordem. Então nós estamos fazendo um filme e então possivelmente fazer uma turnê após isso. E então há também uma narrativa que o acompanha. Há a história sobre um runner, ou alguém que trabalha no show, que é enviado para pegar algo, e a grande aventura começa."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo fala sobre metal, Randy Blythe e seu ítem favorito de música

   06 de Maio de 2013     tags: entrevista, trujillo      Comentários

Jina Min da Music Review realizou uma entrevista com o baixista do Metallica, Robert Trujillo, quando a banda retornou a África do Sul no final do mês passado para três shows - um em Johannesburg e dois em Cape Town. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Music Review: O metal está longe do que era há 30 anos - caramba, até há 10 anos! Como você vê o metal hoje?

Trujillo: Bem, depende. Há uma parte de mim que sente que há pedaços faltando do ingrediente. Eu acho que a pureza do que o metal era no começo dos anos 80 e 70, e até de certa forma dos anos 90, se perdeu. Toda banda naquela época tinha uma identidade e eu acho que hoje, para mim, eu perdi o fio da identidade. Quando você olha para trás, você sabia que estava ouvindo Led Zeppelin, Black Sabbath ou UFO. Nos anos 80, você sabia que estava ouvindo Van Halen ou Judas Priest ou Metallica. Nos anos 90, você tinha Alice in Chains, Soundgarden e Suicidal Tendencies. Sempre tem que ter uma identidade. Pra mim, eu amo experimentações, eu apoio o R&B e soul music old-school, mas eu também curto punk rock. Eu gosto quando as pessoas mexem na receita e eu gostaria de ouvir mais disso. Noite passada, quando nós fomos e vimos essa banda e os músicos eram excelentes e eles soavam melhor quando tocavam os ritmos realmente tradicionais da África do Sul. Eu amei mais as músicas que soavam como sul-africanas; eu as senti como músico. Emocionou Kirk [Hammett, guitarrista do Metallica] e eu quando assistíamos, foi bem original.

Music Review: Sua percepção mudou de shows e mosh pits desde o infeliz evento que aconteceu com Randy Blythe [do Lamb of God]?

Trujillo: Não muito, porque a coisa específica que aconteceu com ele, não acontece com frequência na verdade. No entanto, acontece com várias bandas, aconteceu com o Metallica; aconteceu com o Suicidal Tendencies, aconteceu com o Suicidal Tendencies abrindo para o Metallica. A situação com Randy foi bem crítica, pois quando você tem o governo envolvido, não há muito controle como pessoa sobre as coisas. Você não sabe que direção irá. Sabe, pode ser uma pessoa que quis torná-lo exemplo ou quem quer que estivesse naquela situação; e isso, para mim, é zoado, e aí é que fica estranho. Sobre as crianças fazer mosh, ou mostrar esse tipo de energia, eu acho que é normal e tem acontecido por tantos anos. Há shows que vieram antes da gente que provavelmente foram mais loucos, com certeza; eu estava lá! [risos] Há muitas pessoas se machucando e ninguém estava processando ninguém naquela época; não havia isso. Eu acho que em outras partes do mundo, a autoridade se envolve e leva as coisas fora de proporção.

Music Review: Qual é seu ítem mais adorado relacionado a música?

Trujillo: Essa é fácil. Meu herói é um baixista chamado Jaco Pastorius. O baixo de Jaco estava perdido há 20 anos, e é uma longa história do que realmente aconteceu com ele, supostamente roubado ou vendido por drogas; era um mistério. O baixo retornou ao mundo cerca de quatro anos atrás, e estava nas mãos de um colecionador que o conseguiu. A família questionou sobre ele e queria conseguir o instrumento de volta, pois eles sentiam que era deles e foi quase impossível por conta de problemas legais e virou uma guerra. Eu sou amigo da família há 17 anos e consegui ajudá-los a conseguir o baixo de volta a família. Então nós conseguimos o baixo de volta; eu sou o dono legal do instrumento, mas nós estamos todos juntos nisso. Eu não sou um colecionador de instrumentos; eu não gosto de nenhum dos meus baixos mais do que de outro, mas aquele instrumento é amado não só por mim, mas por todos no mundo. Estou feliz de ter conseguido isso de volta para o nosso círculo. Nós estamos fazendo um filme, não sobre o baixo, mas sobre a sua vida e que sairá em Setembro. Na verdade, a empresa produzindo isso comigo foi a mesma que fez "Searching For Sugarman", Passion Picture.

A entrevista completa, em inglês, pode ser conferida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Veja Ulrich arremessando bola em jogo dos Giants

   05 de Maio de 2013     tags: vídeos, ulrich, metallica night, san francisco, giants      Comentários

Nesta última sexta-feira (3 de Maio) foi declarada a Noite Metallica no AT&T Park em São Francisco, casa do Giants, time de baseball. Os membros do Metallica participaram das festividades pré-jogo, que incluiu o baterista Lars Ulrich jogando a primeira bola e os guitarristas James Hetfield e Kirk Hammett tocando o hino nacional. As guitarras customizadas do Giants que foram usadas pela dupla foram autografadas imediatamente após o hino e leiloadas no Giants Community Clubhouse, sendo que a arrecadação foi compartilhada entre o Giants Community Fund e o Bill Graham Memorial Foundation.

Vídeos de Ulrich jogando a primeira bola próximo de Sergio Romo podem ser vistos abaixo.



Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield e Trujillo comentam sobre o Golden Gods Awards e Jeff Hanneman

   04 de Maio de 2013     tags: vídeos, hetfield, trujillo      Comentários

Na reportagem da Artisan News abaixo, o Metallica fala sobre receber o Lifetime Achievement Award ("Conquista para a vida toda", em tradução livre) no Revolver Golden Gods e a morte do guitarrista do Slayer, Jeff Hanneman.


Fonte (em inglês): Bravewords.com

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Assista Metallica tocando hino americano

   04 de Maio de 2013     tags: metallica night, giants, san francisco, vídeos      Comentários

Ontem, 3 de Maio, foi a Noite Metallica no AT&T Park em São Francisco. Antes do jogo do Giants contra o Dodgers, James Hetfield e Kirk Hammett tocaram "Star Spangled Banner", o hino nacional dos Estados Unidos. Confira o vídeo abaixo.


Fonte (em inglês): Bravewords.com

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