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Hammett no novo álbum de K'naan

   09 de Janeiro de 2009     tags: k'naan, hammett      Comentários

O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, faz uma participação especial no segundo álbum do poeta e músico somali-canadense K'nann (nome verdadeiro, Kanaan Warsame). A sair em 24 de Fevereiro, "Troubadour" foi gravado no lendário Tuff Gong Studio na Jamaica. Outros músicos convidados que aparecem no CD incluem Adam Levine do Maroon 5, Chubb Rock, Damian Marley, Mos Def e Chali Tuna do Jurassic 5.

Em conversa com a Spinner.com recentemente, K'nann disse sobre o envolvimento de Hammett que, "eu o encontrei no Bonnaroo e ele foi um cara tão bacana, um cara legal. Stephen Marley nos apresentou. Então eu pensei que eu queria ter outra versão desta música neste álbum, meio que para afetar constantemente a mudança de estilo. Eu pensei, 'o que poderia ser melhor do que te-lo em um grande solo de guitarra?'"

A tracklist de "Troubadour" pode ser conferida abaixo (a ordem das músicas ainda pode ser alterada):

01. ABC's (feat. Chubb Rock)
02. America (feat. Mos Def & Chali Tuna)
03. Bang Bang (feat. Adam Levine)
04. Dreamer
05. Fatima
06. Fire In Freetown
07. 15 Minutes Away
08. I Come Prepared (feat. Damian Marley)
09. If Rap Gets Jealous (feat. Kirk Hammett)
10. People Like Me
11. Take A Minute
12. Somalia
13. T.I.A.
14. Waiving Flag

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich comenta sobre masterização do Death Magnetic

   18 de Dezembro de 2008     tags: ulrich, hammett, death magnetic, entrevista      Comentários

Shay Quillen do MercuryNews.com realizou uma entrevista com Kirk Hammett e Lars Ulrich do Metallica, nos bastidores do show que fizeram em Fresno no sábado (13 de Dezembro). Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Kirk Hammett sobre o compartilhamento de arquivos: "Nosso modo de pensar não mudou. Digo, eu acho que a propriedade intelectual deve ser protegida e respeitada, e isto é realmente o que faz muitas das coisas em toda a indústria do entretenimento funcionar. (Sua batalha legal contra o Napster o machucou da perspectiva de relações públicas?) Provavelmente, mas sabe, um pouco de sal no bolo torna o bolo mais saboroso, certo? Então, nós não podemos sempre tomar as decisões certas. Quanto as relações públicas e o modo como nós lidamos com isso, podíamos ter lidado bem melhor, mas nós ainda estamos apontando nossas armas nisso. Sabe, compartilhamento de arquivos ligado a música machuca a audiência de uma forma que muitas pessoas não percebem. As pessoas podem dizer que eu sou um cuzão por dizer o que estou dizendo, mas conhecendo bem os dois lados da equação, eu tenho que dizer, é conveniente a curto prazo, mas é destrutivo a longo prazo."

Lars Ulrich sobre as críticas a masterização do "Death Magnetic": "Há muitas pessoas da geração do rock que cresceram e agora estão em seus 40, e que ainda firmes no que eram 20 ou 30 anos atrás, e eu não culpo isso, no entanto. Mas obviamente, compressão tem um papel diferente na música, mixagem e masterização do que há 20 anos ou 30 anos. E obviamente, MP3s e serviços online e downloads - é um jogo diferente do que era. Então obviamente as coisas soam diferentes. Sabe, não há certo ou errado aqui. É na verdade questão de gosto, e é realmente sobre o que as pessoas preferem."

Kirk Hammett sobre sair em San Jose quando criança: "Eu tenho parentes em San Jose. Eles vivem pros lados da Story Road. Na verdade, eu passei bastante tempo em San Jose. Eu sempre ficava feliz de ir lá porque era sempre mais quente que San Francisco. Sempre que minha mãe dizia que nós estávamos indo para San Jose, eu falava 'Isso aí!' pois meus primos sempre estavam lá e eles tinham uma piscina. Eu era uma criança urbana vivendo em San Francisco onde sempre era frio, e nós não tínhamos uma piscina. Então era uma experiência divertida para mim."

Lars Ulrich sobre seu amor pela Bay Area: "Nós formamos em Los Angeles, mas eu sempre nos considerei uma banda da Bay Area. Nós tínhamos que sair de lá. Era louco demais. Todas aquelas coisas glam e de Hollywood estavam rolando. Ugh. Era desagragável. Nós viemos e tocamos alguns shows na cidade, no The Stone, The Mab, no Old Waldorf, todos esses lugares. Um ambiente muito mais aberto por aqui, obviamente. As pessoas eram muito mais abertas a música e individualidade e havia muito mais tolerância, obviamente, pois é isso que San Francisco e a Bay Area é. Então nós nos sentíamos muito mais em casa aqui... Como um não-americano, mas que paga os impostos, não há outro lugar em que eu gostaria de estar. Se eu for criticado ou algo assim, e for literalmente jogado pra fora - se Gavin me tirar de San Francisco, a grande Bay Area - então eu provavelmente voltaria para Dinamarca, porque eu não acho que poderia me sentir em casa o suficiente em outro lugar dos Estados Unidos para não querer ficar na Dinamarca."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich e Hammett comentam sobre Guitar Hero: Metallica

   15 de Dezembro de 2008     tags: ulrich, hammett, guitar hero, entrevista      Comentários



Mike Snider do USA Today realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, e o guitarrista Kirk Hammett, além do lead designer da Activion, Alan Flores, sobre o jogo Guitar Hero: Metallica, a sair em 2009. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Q: Como surgiu o jogo?

Flores: Eu acho que o interesse deles no projeto realmente deu gás nele. Tanto os filhos de Lars quanto de James jogam Guitar Hero e eles estavam bem animados sobre isso. Eles queriam fazer isso e, claro, nós queríamos fazer isso, então fazia sentido.

Ulrich: Eu acho que meus filhos decidiram por mim. Eu fui introduzido ao Guitar Hero em minha casa cerca de um ano atrás pelo meus filhos (Myles, 10 anos, e Layne, 7; ele também tem um filho de 1 ano de idade, Bryce, com sua namorada atriz Connie Nielsen). Eles se tornaram grandes fãs de Deep Purple e Black Sabbath e todas as bandas que eu cresci ouvindo. Parece que este foi o primeiro jogo que realmente uniu a família.

Nós estávamos todos sentados lá e compartilhando isso. Não era algo só sobre uma pessoa tocando, era todo mundo. Se tornou algo coletivo. Esta coisa estava se tornando mundialmente um fenômeno. Há algo dito na terra do Metallica: "Isto é o que nós chamamos de sem-pensar".

Hammett: Eu não jogo muito video-games, mas eu amo o que o Guitar Hero faz para as crianças novas, na verdade, crianças de todas as idades.

Q: Qual é a história?

Flores: Não é tocado cronologicamente. Nós não pudemos fazer isso porque você então tocaria algo do "Kill 'Em All" e jogaria o controle contra a parede e pararia de jogar. Nós tivemos que fazer baseado na dificuldade. No começo, você toca duas músicas como Metallica, e você está tão inspirado pelo Metallica que decide criar sua própria banda. Então você segue o Metallica por todos esses lugares famosos que eles tocaram.

Ulrich: Nós queríamos um caminho um pouco diferente. Basicamente, você começa e toca algumas músicas e se aquece, e há uma competição. Nós estamos tentando escolher uma banda para tocar com a gente e sair pela estrada conosco.

Hammett: Há um lugar chamado The Stone, um clube noturno em São Francisco que nós tocávamos regularmente no início de nossas carreira, e outro em Londres, The Hammersmith Odeon (agora chamado Hammersmith Apollo) que nós tocávamos no final dos anos 80. É bom poder voltar de volta a esse ponto de sua carreira e revive-lo no jogo.

Q: Há uma recompensa final no fim?

Flores: Há um lugar em particular que o Metallica tocou que eles meio que vêem como o ápice de seu sucesso. É engraçado, de todos os lugares que eles tocaram, há tantos gigantes, para eles escolherem apenas um, é meio que interessante.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui. Já algumas imagens do jogo podem ser conferidas aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett comenta sobre Internet

   12 de Dezembro de 2008     tags: hammett, entrevista      Comentários

O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, falou recentemente com o FresnoBee.com sobre o fato de que sua banda, que lutou contra o Napster em uma batalha online por direitos autorais, se tornou agora um gigante de várias cabeças na web.

Sobre o site LiveMetallica.com, onde os fãs podem baixar o áudio de qualquer show da banda por US$9,95-US$12,95:

"Eu diria que nós temos uma forma de lidar bem sensata. O modelo que estamos tentando construir, acho, está realmente funcionando para nós atualmente. LiveMetallica.com é uma das coisas mais legais que nós poderíamos fazer."

"Antes, no início dos anos 90, pre-Internet, nós costumávamos deixar os fãs virem aos concertos e gravar os shows para que eles pudessem ter sua própria recordação. Agora a Internet nos permite fazer isso rapidamente, de maneira eficiente e ter isso em boa qualidade."

"Nós também vimos o potencial que usar a Internet pode trazer a causa da banda e a missão da banda."

Sobre como o jeito do Metallica é diferente daquele do Radiohead, que talvez tenha feito nos últimos tempos a maior chamada online de todas as bandas com seu modelo pague-quanto-quiser para o disco "In Rainbows":

"Nosso jeito é muito diferente daquele do Radiohead, que é libere a música por aí e coloque nas mãos dos ouvintes. O que nós tentamos fazer é vir com embalagens criativas que terão apelo com nossos fãs principais."

A matéria completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista com Hammett

   02 de Dezembro de 2008     tags: hammett, entrevista, vídeos      Comentários

Uma nova entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, foi disponibilizada pelo canal oficial da banda no YouTube e pode ser conferida abaixo.

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Vídeo do aniversário de Hammett

   20 de Novembro de 2008     tags: vídeos, hammett, tulsa, world magnetic tour      Comentários

O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, celebrou seu aniversário de 46 anos ao tocar com a banda no dia 18 de Novembro de 2008 em Tulsa, Oklahoma. A comemoração do aniversário em palco foi disponibilizado pelo site oficial e pode ser visto abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Aniversário do Kirk Hammett

   18 de Novembro de 2008     tags: hammett      Comentários



Hoje, dia 18 de Novembro, o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, completa mais um ano de vida.

Parabéns Kirk, pelos seus 46 anos!

Agradecimentos: MoonWallkeR

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Hammett comenta sobre os solos de Death Magnetic

   18 de Novembro de 2008     tags: hammett, entrevista, death magnetic      Comentários

O guitarrista do Metallica admite abertamente que ele apostou no feijão com arroz no Death Magnetic, o primeiro álbum da banda em cinco anos.

Seus solos característicos dominaram o álbum de estúdio dos gigantes do metal, elogiado como um retorno triunfante as origens da banda que tornou a música pesada popular.

"Eu busquei os pontos vitais. Digo, não há pequenas nuâncias ou variações", disse Hammett rindo em uma entrevista por telefone de Chicago. "Eu basicamente fui lá com a atitude de apenas fazer os solos mais rápidos, mais agressivos, altos, obcenos que eu poderia imaginar para o material. E sim, sabe, eu acho que combina muito bem com as músicas."

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

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Hammett: "Eu ouço um pouco de clipping no álbum"

   12 de Novembro de 2008     tags: hammett, entrevista, death magnetic      Comentários

Paul Friswold do Riverfront Times entrevistou recentemente o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sobre as críticas ao novo álbum do Metallica, "Death Magnetic", devido ao excesso de compressão e clipping:

"Bem, é meio assim: existem algumas pessoas que só esperam a perfeição da gente. E eu entendo totalmente isso. E quando não segue o padrão de perfeição delas, elas vão reclamar. E eu entendo totalmente isso, também. Eu ouço um pouco de clipping aqui e ali. Foi mais uma decisão do Rick Rubin [produtor] do que da banda, pois ele achou que isso fez com que soasse um pouco mais ao vivo e dinâmico, e nós demos a ele o benefício da dúvida. E sabe, para mim, quando eu boto o álbum no máximo quando estou dirigindo, não é um problema para mim. Mas de novo - meus ouvidos estão meio detonados, também, cara."

"Qual é aquele álbum do Stooges que tem, tipo, o pior som de todos os tempos? Era o 'Fun House'? Eu não lembro. Mas quer saber? O álbum é louvado como divisor de águas agora!"

Sobre as chances do "Death Magnetic" ser remixado:

"Bem, sabe, o álbum é o que é. E no final, é por causa da gente que é o que é. E neste momento, minha atitude é, aceite ou desencane. Sabe?"

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Banda comenta sobre volume de baixo do Justice

   03 de Novembro de 2008     tags: and justice for all, hetfield, ulrich, hammett, newsted, entrevista      Comentários

O clássico álbum do Metallica de 1988, "...And Justice For All", está na edição de Dezembro de 2008 da revista americana Decibel, como parte das reportagens especiais sobre o Hall of Fame. Essas reportagens destacam os principais e mais influentes lançamentos da história do metal, e o "...And Justice For All" se junta a lista dos álbuns que já passaram por essa série, como "Reign in Blood" do Slayer, "Roots" do Sepultura, "Heaven and Hell" do Black Sabbath e "Slaughter of the Soul" do At The Gates. Os membros do Metallica, James Hetfield, Kirk Hammett e Lars Ulrich, assim como o ex-baixisita Jason Newsted, foram entrevistados para o artigo, que coincide com o aniversário de 20 anos do disco. Um trecho da conversa pode ser conferido abaixo.

Decibel: Alguns fãs estão com a impressão de que o baixo foi intencionalmente diminuído na mixagem como parte do infame processo de trotes que o Newsted passou quando se juntou ao Metallica. Foi esse o caso?

Ulrich: Não, não foi intencional. Como eu disse antes, "Justice" foi o show do James e Lars do começo ao fim, mas não foi "Foda-se esse cara - vamos abaixar o baixo dele". Foi mais como, "nós estamos mixando, então vamos nos agradar e aumentar o volume das guitarras base e baterias". Mas nós basicamente continuamos a aumentar todo o resto até que o baixo desapareceu. (Risos)

Hammett: A razão pelo qual você não pode ouvir o baixo muito bem é porque as frequências do baixo no tom do Jason meio que interferiam com o tom que o James estava tentando chegar para sua guitarra base, e toda vez que os dois se juntavam, simplesmente não dava certo. Então a única coisa que restou foi abaixar o baixo na mixagem. Foi infeliz, mas por alguma razão, esse álbum é conhecido pelas frequências graves estarem lá sem o baixo estar muito alto na mixagem. Foi um experimento, também - nós queríamos um som mais seco, direto, e algumas pessoas realmente gostaram desse som. Muitas das bandas da nova-geração, especialmente, acham que esse álbum soa ótimo. Mas no final, foi um experimento. Eu não tenho certeza se teve 100 porcento de sucesso, mas é um som único que esse álbum tem.

Newsted: O Metallica sempre gravou de uma maneira diferente do que qualquer outro tipo de banda popular de rock ou música country, onde as baterias e o baixo são gravados primeiro e você coloca as melodias e as guitarras e todas essas coisas depois. Por toda a existência do Metallica - e a única banda em que Lars esteve é o Metallica - ele tem tido só a guitarra base e o vocal saindo de seu monitor a 130 decibéis atrás de sua cabeça. Não há nenhum baixo em seu monitor, então não é a situação onde o baterista e o baixista vão juntos no groove, como em qualquer banda que eu já ouvi. Então essa foi a diferença real que eu tive que me acostumar e que qualquer outro baixista precisa lidar. E Robert [Trujillo] provavelmente precisa lidar com isso até hoje. Não há baixo saindo do monitor do baterista. Então você precisa pensar nisso como parte da equação.

Mas para responder a sua questão se foi algo intencional? Talvez eles ainda estivessem exorcizando aquela coisa com a qual eles ainda estavam tentando lidar e obviamente não lidaram até tipo 2002 ou algo assim, quando eles finalmente combateram aquilo que foi tirado deles. Aquilo ainda estava presente, absolutamente. Eles não sabiam como canalizar aqueles sentimentos e emoções naquela época. Não foi algo com o qual eles tinham a capacidade. Quando você junta caras jovens juntos e eles se tornam todos milionários aos 25 anos, você perde alguns estágios de desenvolvimento que todo mundo - pessoas que vivem um estilo de vida menos acelerado - passa. Então as coisas de desenvolvimento pode ter tido uma parte de culpa em terem deixado baixo o volume do baixo ao invés de passar e ouvir o que foi tocado bem e o que não foi tocado bem. Estar bêbado as três da tarde, ir ao estúdio em Upstate New York com alguns caras que estão ganhando muito bem e podem não dar a mínima de estar lá ou não algumas vezes... Sabe o que eu quero dizer? Os caras foram contratados para fazer um certo produto soar de certa forma. Esta era a chance para o Metallica chegar as rádio, então eles estão mixando com isso em mente - esse foi o tipo de pessoas que foi contratada para a mixar o disco. Olhe nos créditos - essas foram pessoas que mixaram músicas de rádio. Não foram os caras que mixaram discos do Sepultura. Então todos esses fatores tem sua parte naquilo que ouvimos com nossos ouvidos agora. Mas seria foda se alguém voltasse e o remixasse, pois eu acho que seria divertido ter um álbum totalmente novo. Porque assim que seria.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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