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Trujillo: "Somos privilegiados de estarmos na Austrália de novo"

   22 de Setembro de 2010     tags: entrevista, trujillo      Comentários

A MTV australiana realizou uma entrevista com o baixista do Metallica, Robert Trujillo. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

MTV: Então por que a sua banda escolheu lançar um EP de apresentações ao vivo da Austrália ao invés de outras regiões?

Robert: Para se completamente honesto, eu não sei porque escolhemos lançar as produções ao vivo da Austrália. Sabe, faz sentido nós estarmos aqui e já faz um tempo, alguns anos. Eu preciso dizer isto - eu acho que nós somos uma banda bem melhor do que quando estávamos aqui em 2004, então eu espero que as pessoas não critiquem o que elas ouvirem, mas é uma forma para nós de mostrar as pessoas da Austrália que estamos animados em estar aqui e nós queremos dar a elas alguma coisinha... Eu amo surfar, eu amo o estilo de vida aqui na Austrália e como banda, nós estamos animados em estar aqui.

MTV: O EP "Six Feet Down Under" cobre vários shows passados do Metallica, alguns que não foram nem gravados por vocês. Como vocês se sentem em descobrir essa grande rede de bootlegs do passado?

Robert: Eu apenas ouvi talvez três ou quatro músicas e obviamente algumas delas são bem cruas, e eu acho que há uma mágica nisso... Mas essa é a beleza do Metallica; nós estamos prontos para entregar qualquer coisa. Digo, nós não estamos tentando esconder nada - eu acho que é bom que as pessoas possam passar pela experiência do passado e do presente, e talvez da próxima vez que estivermos aqui, nós daremos algo para o futuro... Vai saber.

MTV: E o EP cobre a turnê do "St. Anger". Como a turnê mudou para você desde a última vez que você esteve aqui?

Robert: Eu realmente, honestamente acho que nós amadurecemos. Nós fizemos o "Death Magnetic" juntos, nós experimentamos todo o processo de gravar como um time e ser criativo e também o [produtor] Rick Rubin em nosso campo, então nós nos divertimos bastante. Nós todos tivemos um monte de crianças nascendo nos últimos anos então as experiências de vida sozinhas são bem especiais. Nós nos sentimos privilegiados e honrados de estarmos aqui de novo e estamos prontos para detonarmos e eu acho que as pessoas se divertirão.

MTV: Se juntar a banda depois de anos de carreira pode ser difícil. Há algo que você faria de diferente? E há coisas sobre os outros membros do Metallica que ainda te surpreende?

Robert: Sabe, quando eu me juntei a banda, era um campo frágil. As coisas estavam definitivamente em uma direção positiva, mas eu acho que James Hetfield [guitarra, vocais] ainda estava bem frágil saindo da reabilitação e todas as coisas que estavam rolando na sua vida. E quando nós começamos a gravar o "Death Magnetic", eu percebi uma grande diferença dos dias do "St. Anger". Ele estava bem mais solto, meio que mais alegre. Antes estava meio que andando sobre ovos. Tudo era de acordo com uma agenda, então se você estivesse dez minutos atrasado, você receberia o olhar mortal ou você teria que ter uma reunião sobre isso, e para mim, sendo o cara novo... Eu estava vivendo em Los Angeles na época e me mudando e tudo isso, e era bastante coisa pra ver, aprender todas as músicas... Agora é como se ele tivesse conseguido seu fogo de volta. O "Death Magnetic", para ele, foi uma grande conquista. Ele estava bem focado e nós nos divertimos muito no processo e é ótimo estar com esses caras agora, e ele está tão animado em estar aqui.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Não aproveitamos tudo que Newsted tinha a oferecer"

   22 de Setembro de 2010     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

Dave Higgins da rádio australiana Triple M falou com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, na última noite de quarta-feira (15 de Setembro) em Melbourne, antes da banda subir ao palco do Rod Laver Arena. Confira um trecho da conversa abaixo.

A respeito da saída do baixista do Metallica, Jason Newsted, em 2001 e sobre a substituição dele por Robert Trujillo, Ulrich disse, "quando eu penso nos anos do Jason, eu vejo um músico incrivelmente dedicado e uma pessoa incrivelmente dedicada a causa; ele era muito, muito engajado. Provavelmente nunca deram a ele uma saída para... Eu não acho que nós aproveitamos de... A banda não aproveitou de tudo que ele tinha para dar. Foi assim que aconteceu, e nós não estávamos em um momento na época onde estávamos lidando melhor com isso. A coisa irônica é que sua saída meio que trouxe a banda mais próxima, porque percebemos que ele estava saindo porque não éramos capazes de realmente lidar uns com os outros. Rob é... Ele simplesmente se encaixa. Sua personalidade realmente gruda com as personalidades do resto de nós e ela funciona simplesmente de alguma forma muito orgânica, sem fazer esforço; nós não forçamos as coisas."

Segundo a MTV, Newsted saiu do Metallica em Fevereiro de 2001 por diversas razões, incluindo seu desejo de ter um papel mais criativo. Ele também sentiu que a banda perdeu seu foco e estava passando muito tempo envolvido em retóricas políticas. E finalmente, ele precisava de tempo para se recuperar de uma lesão no pescoço e costas que ele teve por bater cabeça todas as noites no palco.

Em uma entrevista de Julho de 2008 para a TV norueguesa VG, o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, comentou sobre as contribuições de Trujillo para o último álbum da banda, "Death Magnetic", "eu não preciso realmente dizer isso, mas eu direi - ele é um baixista espetacular; muito competente. Ele pode tocar basicamente qualquer coisa que jogamos para ele. Não só isso, mas obviamente [Robert] tocando com seus dedos traz um som mais completo. Ele - e sem desrespeito ao Jason - mas Rob já escreveu mais neste álbum do que Jason fez em seus 14 anos. Muito disso tem a ver com nós não querermos, e eu entendo totalmente isso, mas é que seu material parece se encaixar melhor. Parece que nós nos conhecemos desde sempre, basicamente, é o que parece. E ainda há horas em que eu o vejo nas fotos com a gente, e eu digo, 'Oh, yeah! Ele está em nossa banda. Cara, nós detonamos ainda mais agora'. É uma boa sensação."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich fala sobre a inspiração do Diamond Head

   21 de Setembro de 2010     tags: entrevista, vídeos, ulrich      Comentários

Dave Higgins da rádio australiana Triple M falou com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, na última noite de quarta-feira (15 de Setembro) em Melbourne, antes da banda subir ao palco do Rod Laver Arena para o primeiro de cinco shows e uma longa turnê na Austrália. Confira um trecho da conversa abaixo.

Quando perguntado sobre a banda que foi responsável por inspirar Lars a formar o Metallica, Ulrich disse, "era o verão de 81 e eu estava tentando lançar uma banda na Califórnia, mas não aconteceu nada demais, então eu meio que me enchi da coisa toda."

"Diamond Head era minha banda favorita, e eu cheguei no Heathrow Airport (em Londres) e fui para o Woolwich Oden, que era chamado, que era meio que um Oden pequeno; era do tamanho desta sala que estamos aqui. E lá estavam eles - Diamond Head. E eu me infiltrei no backstage e tive a chance de conhece-los depois. Eu tinha escrito na verdade algumas cartas de fã para eles. Eu fiquei chocado de descobrir que eles sabiam na verdade quem eu era. Talvez eles não recebessem muitas cartas de fãs como eu esperava, porque a carta que eu enviei estava no radar deles. Mas então eu acabei ficando com eles pela melhor parte do resto do verão e acabei dormindo na sala do vocalista."

"Muitas dessas bandas que surgiram nesse período, tudo sobre o New Wave of British Heavy Metal que eu realmente gostei foi que todas essas bandas estavam bem firmes. Havia uma atmosfera relaxada ao redor deles, não era tipo..."

"Tudo que estava rolando nos anos 70 com bandas como Queen e Pink Floyd e Deep Purple e Led Zeppelin, tinha tudo a ver com esse tipo de coisa maior que a vida e todas essas bandas que eram tão grandes e tão fora daqui. E muitas dessas bandas novas - Iron Maiden e Diamond Head e todas essas bandas - eles eram só crianças, e eles tinham os pés bem no chão. Então, de certa forma, o espírito de todo aquele movimento sobre se manter real e todas essas atitudes meio que nos afetou e me afetou e me fez querer começar uma banda e realmente ter os fãs envolvidos e dar aos fãs o máximo acesso possível."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Reabilitação foi a universidade que eu nunca fui"

   20 de Setembro de 2010     tags: entrevista, hetfield      Comentários

O TheAge.com.au da Austrália realizou uma entrevista com o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, antes do show da banda em 18 de Setembro de 2010 no Acer Arena em Sydney. Você pode assistir a conversa clicando aqui.

Sobre como a banda mudou durante os anos:

Hetfield: "Eu diria que nós amadurecemos um pouco. Eu acho que a coisa principal é que percebemos o que é realmente importante e o que não vale nem a pena batalhar, e muito disso tem a ver com as dinâmicas internas da banda. Agora que todos nós temos filhos, meio que percebemos o quão infantis somos algumas vezes. [Risos] As coisas estão bem melhores. Eu não achava que as coisas poderiam ficar melhores do que quando tínhamos 20 anos, e então quando tínhamos 30 e 40 - nós estamos nos 40 agora. É bem espetacular."

Sobre se ele ainda sente que o Metallica está em seu topo:

Hetfield: "Eu acho que sempre pensaremos isso. [Risos] O que as outras pessoas nos dizem pode ser diferente, sabe?! Mas eu sinto isso mentalmente, e eu diria fisicamente, nós estamos em melhor forma do que estávamos há anos. Mentalmente, com certeza - nós estamos nos dando muito, muito bem. Fisicamente, sabe - nós estamos na estrada por 30 anos e pouco, e todos nós tivemos nosso, 'oh, meu ombro esta noite', ou 'oh, minha garganta' ou 'minhas costas'. Sempre há algo."

Sobre fazer isso há 30 anos sem uma pausa de verdade:

Hetfield: "Bem, houveram vezes em que nós dissemos, 'nós precisamos dar um pouco de tempo'. Depois da turnê do álbum preto no começo dos anos 90, nós estávamos na estrada por quase três anos para aquele álbum, e nós tínhamos seriamente que dar um tempo naquilo. Mas, sabe, eu entendo que muito dos fãs do Metallica estão por aí simplesmente, 'ok, agora que a turnê acabou, ótimmo. Nós não vamos ouvir qualquer música por outros cinco anos', ou 'eles não voltarão aqui por oito anos'. É um longo ciclo para nós e nós estamos tentando ficar rápidos nisso, mas vamos no passo que precisamos ir."

Sobre quando ele acha que a banda não estava em um bom estado:

Hetfield: "Oh, meu Deus. Nós todos meio que tivemos nossos... Cada membro individual da banda teve suas, meio que, escorregadas em momentos diferentes - seja por causa das drogas ou do sexo ou da bebedeira... O álbum preto foi meio que a época em que as coisas ficaram um pouco mais fáceis e, 'uau, nós estamos fazendo turnê em todos os lugares'. Meio que tudo se alinhou, especialmente nos Estados Unidos, onde foi simplesmente... Não tínhamos como errar. E nós ficamos um pouco complacentes e meio que despreocupados com essa responsabilidade. Não foram coisas horríveis que aconteceram do tipo que você lê com outras pessoas contando - todos os livros, mas nós todos tivemos nossas mancadas que tivemos que passar.

Sobre ir a reabilitação em 2001 e como isso o mudou:

Hetfield: "Oh, cara... Reabilitação foi... Foi realmente como a universidade que eu nunca fui. Ou, na verdade, os pais que ensinaram um pouco mais... Ou explicaram bem melhor as coisas sobre a vida. O que aconteceu lá foi ser desmontado até os ossos e então meio que reconstruir de uma maneira diferente - de forma mais adulta. Você nunca sabe o que as pessoas não sabem sobre a vida e o que todos acham que sabem - coisas que seus pais te ensinam ou quem quer que seja, coisas que você colhe no caminho. Algumas pessoas colhem algumas habilidades de sobrevivência perigosas. E não era o clube que você vê em alguma TV. A reabilitação, a palavra, é simplesmente jogada como se não fosse nada. 'Ei, é o lugar para se estar agora'. E isso é realmente triste, porque é pra supostamente ser um lugar onde você possa ser você mesmo e simplesmente dizer, 'me ajude' - se entregar completamente - e não parece mais ser isso. É meio que triste."

Sobre o documentário "Some Kind of Monster" e se foi uma reviravolta para a banda assim como foi para os fãs, da forma como eles conheciam o Metallica:

Hetfield: "Bem, esta foi uma época... Digo, foi um renascimento para mim. Aquilo foi uma inacreditável, uma catártica experiência na vida. Se eu não passasse por isso, todas as outras coisas não teriam acontecido, realmente, eu acredito. Mas como artista, nós achamos que valia a pena pegar aquela chance e ser... Você não pode errar sendo honesto - você não pode. E isso nos ajudou muito na estrada, ter fãs que se relacionam com a gente mais profundamente, em outro nível. Nos meet-and-greets, é inacreditável o que fãs dizem agora ao invés de rápido, 'ei, ótimo, obrigado. Ei, camiseta legal'. Ok, próximo. Há coisas como, 'você salvou minha vida', há, 'meu pai morreu e eu não sabia mais o que fazer e eu ouvi sua música'. É totalmente um outro nível."

Sobre como seria sua reação há 30 anos, se alguém falasse para ele que 30 anos depois, ele estaria tocando no Acer Arena em Sydney, Austrália, em um show de ingressos esgotados:

Hetfield: "Eu teria falado, 'pode apostar. Pode apostar que eu estarei'. Era assim. Eu iria fazer isso. Não havia o que me segurasse. Não havia... Havia outra opção, mas tinha que ser música - era tipo, era isso; é isso que eu vou fazer. Eu me lembro bem claramente do meu irmão dizendo, 'oh, então você vai ser um rock star e estar no palco, hein?' E eu, 'Sim.' Eu acho que não sabia o que era sarcasmo na época. Eu era tipo, 'Sim, eu vou'. E era meio que isso."

Sobre qual é o seu álbum favorito do Metallica:

Hetfield: "É difícil, porque cada um deles tem seu lugar no meu coração, e todos eles me lembram ou o que estava passando ou o que eu queria que tivesse acontecido na vida. Eu gosto muito do 'Ride the Lightning'. Este foi o primeiro álbum que realmente tínhamos que escrever e nós tínhamos um pouco mais de experiência. Eu amo o álbum preto - eu gosto de todo o processo dele. E este último, 'Death Magnetic', realmente me surpreendeu com o que fizemos e a reação das pessoas com ele."

Sobre o que o surpreendeu no "Death Magnetic":

Hetfield: "Bem, o fato das pessoas terem gostado dele. É tipo, 'você tem certeza?' Ainda me surpreende. Eu estou lá, tocando uma música que é suja, e gritando para as pessoas, e há uma menina de 18 anos falando, 'Yeah!' O que? [Risos] Cadê seus pais? O que está acontecendo aqui? Ou você tem um cara de 50 anos lá, batendo cabeça como louco. Há pessoas que realmente gostam da música e isso me surpreende."

Agradecimentos: ironmanlost
Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista de Hetfield para Triple M

   20 de Setembro de 2010     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

Byron Cooke da rádio australiana Triple M realizou uma entrevista com o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, antes do show da banda em Sydney, no dia 18 de Setembro de 2010. Confira a conversa abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista de Ulrich para Triple M

   16 de Setembro de 2010     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

Dave Higgins da rádio australiana Triple M realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, na última noite (quarta-feira, 15 de Setembro) em Melbourne, antes da banda subir no palco do Rod Laver Arena. Assista a conversa abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: "Nós amamos uns aos outros e odiamos uns aos outros e tudo entre isso"

   16 de Setembro de 2010     tags: entrevista, hammett      Comentários

Andrew Murfett do The Age realizou uma entrevista com o guitarrista do Metallica na noite de ontem (15 de Setembro) em Melbourne, antes da banda entrar no palco do Rod Laver Arena para o primeiro de cinco shows e uma longa turnê australiana. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sobre a turnê atual do Metallica:

"Esta turnê tem sido bem mais fácil e mais tranquila do que as últimas. Musicalmente e mentalmente, nós estamos em uma posição bem melhor. Nós estamos tocando bem melhor do que na última turnê. Todos estão de bom humor."

Sobre fazer turnê sendo pais:

"Nesta turnê, todos nós somos pais agora. Todos nós temos famílias. O que não era o caso na última turnê. A nova agenda nos permite passar mais tempo com nossas famílias, o que significa que estamos bem mais felizes e mais consistentes, e estamos vendo nossas famílias regularmente. Há um bom balanceamento no meio. É ótimo saber e sentir que estamos todos na mesma página."

Sobre o documentário do Metallica "Some Kind of Monster", que detalha um período conturbado da banda:

"Nós não somos mais essa banda. A banda que você vê no filme, nós não somos ela há uns cinco anos. Nós temos um relacionamento melhor um com o outro. Nós seguimos em frente. O estado das relações parece com aquele que tínhamos nos anos 80. Nós estamos de volta a essa vibração, o que é uma coisa ótima."

"Nós somos irmãos. Nós amamos uns aos outros e odiamos uns aos outros e tudo que está no meio. Eu me sinto sortudo de ainda termos o relacionamento que tínhamos. Algumas vezes eu sinto como se eles fossem minha outra esposa."

Sobre a setlist da turnê australiana:

"Basicamente, Lars [Ulrich, bateria] pega todas as estatísticas do que tocamos na Austrália em 1989 e 1993 e 2004. Ele junta um set que contempla todas as músicas que temos que tocar ('Nothing Else Matters, 'One', 'Enter Sandman'), todas as músicas novas que queremos tocar (do Death Magnetic), e então há uma certa quantidade de músicas que não tocamos aqui ainda."

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglêS): Blabbermouth.net

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Mustaine: "Quero um novo relacionamento com o Metallica"

   23 de Agosto de 2010     tags: mustaine, big four, entrevista      Comentários

Dave Mustaine, líder do Megadeth, e Kerry King, guitarrista do Slayer, fizeram uma entrevista conjunta para a edição de setembro/outubro da revista Revolver. Confira abaixo alguns trechos da conversa.

Revolver: Vocês recentemente fizeram o sétimo show do "Big Four" no Sonisphere na Europa, com o Metallica e Anthrax. Como foi?

Kerry King: Foi um daqueles raros momentos quando tudo funciona até melhor do que você espera.

Dave Mustaine: Foi incrível. Foi como na época em que éramos apenas quatro jovens bandas se conhecendo e saindo juntas.

Revolver: Foi estranho dividir o palco com o Metallica, a banda que você co-fundou e da qual mais tarde foi chutado?

Mustaine: Não, foi empolgante. Todos nós queríamos que isso acontecesse há muito tempo, e o Metallica finalmente decidiu que era a hora certa. Antes do primeiro show eles fizeram um jantar para as bandas, e eu fui até o James e disse, "Não quero consertar nosso relacionamento. Gostaria de ter um novo". E foi basicamente o que eu disse ao Kerry quando o vi no Japão. Digo, estamos todos mais velhos agora. Antes, eu disse coisas das quais me arrependo e crescí bastante.

King: Eu penso nisso como o início. Este é nosso novo ponto de partida. Vamos sair daqui e tentar conhecer o outro novamente.

Revolver: O "Big Four" virá aos EUA?

King: Esta é a primeira coisa que eu disse ao James quando o vi. Eu falei, "Cara, se isso for bem, não há razão para não ir pro resto do mundo. Todos querem ver este show também.

Mustaine: Todos conversamos, e Lars disse a mim que quer que isso continue. Ele falou sobre isso seguir durante o ano que vem. E nossos agentes dizem que há conversas sobre isso acontecer em 2012. Então estão todos falando agora. É apenas questão de fazer acontecer.

Fonte: Whiplash!

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Mustaine sobre o Metallica: "Nós somos amigos agora"

   19 de Agosto de 2010     tags: mustaine, entrevista      Comentários

Chris Riemenschneider, do jornal americano Star Tribune, conduziu uma entrevista com o vocalista, guitarrista e principal compositor do Megadeth, Dave Mustaine, sobre sua recém-lançada autobiografia, "Mustaine: a Heavy Metal Memoir". confira abaixo alguns trechos da conversa.

Star Tribune: O livro lança uma luz diferente na sua demissão do Metallica. Você não pareceu tão irritado no filme "Some Kind of Monster". Ninguém pareceu, na verdade. Foi sua intenção acertar as contas?

Mustaine: "Não, não, não, essa não foi a intenção. Nós somos completamente amigos agora, temos sido por anos. Não há animosidade. É a imprensa que mantém a disputa viva. As pessoas ainda olham para as coisas baseando-se no que costumavam ser, mas nós éramos garotos naquela época. Não há mais nada lá."

Star Tribune: Mas ainda há, claramente, tensão no filme. Aquilo não foi um fator no processo de criação do livro?

Mustaine: "Basicamente, eu só queria contar aquela história sem machucar ninguém, e sem salvar minha própria pele prejudicando outras pessoas. Eu queria manter tudo, sabe, realmente divino na forma em que eu me conduzia. Eu acho que é por isso que essa coisa do Big Four pôde acontecer. James [Hetfield, vocal e guitarra do Metallica] e eu conversamos a respeito do passado. Eu me desculpei por algumas coisas, e ele se desculpou comigo. Nós tivemos uma experiência maravilhosa nessa aventura dos Big Four.

Star Tribune: Ainda há uma rivalidade saudável entre os Big Four ou entre vocês, Slayer e Testament?

Mustaine: "Eu realmente não quero falar de rivalidades. Há tantas coisas mais positivas para falarmos."

Star Tribune: Como isto aconteceu? Você também recuperou sua relação com [o baixista] Dave Ellefson.

Mustaine: "Quando eu machuquei o braço, olhei bastante para a minha alma. Eu não estava feliz com outras coisas na minha carreira. Eu tinha pessoas trabalhando para mim que não me ouviam, então eu demiti todos eles. Foi muito liberador, e o resultado foi que eu pensei em todas as outras pessoas com quem trabalhei. Não fiz muitas coisas das quais me arrependo para chegar onde estou na minha carreira, mas eu queria ter algumas segundas chances na forma como tratei algumas pessoas. Uma delas é o Gar Samuelson [baterista original do Megadeth], com quem eu gostaria de ter passado mais tempo antes que ele morresse. E outra é o Dave Ellefson, com quem estou de volta agora."

Leia a entrevista na íntegra, em inglês, no Star Tribune 9.

Fonte: Whiplash!

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Entrevista de Hammett no tributo a Johnny Ramone

   18 de Agosto de 2010     tags: vídeos, entrevista, hammett      Comentários

O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, foi um dos convidados especiais no sexto tributo anual a Johnny Ramone que ocorreu em 25 de Julho de 2010 no Hollywood Forever Cemetery em Los Angeles, Califórnia. Hammett introduziu uma exibição do filme favorito de Johnny, o clássico de James Whale de 1935, "The Bride of Frankestein", celebrando atualmente seu 75o. aniversário. Hammett refletiu sobre sua amizade com Johnny Ramone e sua paixão por esta obra prima cinematográfica. Trechos da entrevista podem ser conferidos abaixo.




Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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