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Hetfield: "Nós queremos fazer um disco"

   04 de Outubro de 2013     tags: entrevista, hetfield      Comentários

O frontman do Metallica, James Hetfield, falou recentemente com o The Detroit News sobre o progresso das sessões de composição do sucessor do álbum "Death Magnetic" de 2008.

"Nós temos adiado cada vez mais", disse Hetfield. "Nós queremos fazer um disco, é o que nós fazemos melhor e é isso que nós teremos que fazer na primavera. Nós temos ossos de esqueletos e começaremos a trabalhar a partir disso, mas há muito trabalho a frente que estamos bem animados em fazer. E isso será no próximo ano."

Hetfield também foi perguntado se o grupo planeja realizar a terceira edição do festival Orion Music + More em Detroit no próximo ano, depois de realizar a segunda edição lá em Junho deste ano.

O guitarrista/vocalista respondeu: "Eu com certeza espero que sim, esse é o plano. O festival em si não está 100% com sinal verde ainda. Haverá uma reunião onde todos nós nos juntaremos para garantirmos que estamos na mesma página."

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich fala sobre Through The Never com a Metal Hammer

   04 de Outubro de 2013     tags: entrevista, ulrich, vídeos, through the never, 3d      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou recentemente com a revista Metal Hammer do Reino Unido sobre o novo filme da banda, "Metallica Through The Never". Assista a conversa abaixo.


"Metallica Through The Never" estréia hoje, 4 de Outubro, nos cinemas brasileiros.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Diretor de Through The Never: "Queria que ele fosse obscuro"

   04 de Outubro de 2013     tags: nimród antal, through the never, entrevista      Comentários

O The Dissolve recentemente falou com o premiado diretor Nimród Antal ("Predators", "Kontroll") sobre seu desbravador filme 3D, "Metallica Through The Never". Quando perguntado sobre o tratamento inicial, comparado ao que o filme é agora, Antal disse: "O processo em si teve três grandes passos: Quando eu sentei com Lars [Ulrich, baterista do Metallica] e ele explicou o que estava esperando fazer. Eu fiquei fascinado com o conceito de ter uma história acontecendo dentro do show. Senti que era algo fresco e diferente, e eu gostei do desafio de fazer isso."

"Este primeiro passo, e os primeiros pensamentos por trás dele, é que o Metallica representa uma música 'foda-se' para mim. Eles sempre representaram a rebelião, e certamente, quando eu os encontrei, estava eu passando por um momento muito difícil da minha vida. Então, a rebelião e os protestos pareceram ser uma benção. Esta foi uma coisa. A segunda coisa e outra que eu gosto muito é uma bela estrutura, uma estrutura circular, e é como a ideia dos personagens começando em um lugar, saindo para essa épica jornada que ao final retorna para o lugar onde eles começaram. É uma estrutura elegante. E o último elemento foi me encontrar com um cara chamado Dan Brown, que trabalha para eles, e me encontrar com outros membros da equipe. Eu percebi nesta conversa o quão apaixonados e leais eles são para com esses caras, e o como eles estão dispostos a dar sua vida para fazer o dia acontecer para a banda. Foi inspirador, na falta de uma melhor palavra. Foi realmente nesta última conversa com eles que Trip [personagem de Dane Dehaan] nasceu. Foi isso. Esta é a jornada para criar a história."

Ele continua: "Eu queria que ele fosse obscuro. Eu queria que ele fosse abstrato. Eu não queria que fosse a estrutura de três atos americana, certinha, toda engravatada. Este, por ser primeiramente e de forma mais importante, um concerto-filme, eu tive que criar um conceito que trabalhasse dentro do que eles estivessem fazendo. Você não tem uma hora e meia, você não tem duas horas para gastar com um personagem, você não tem diálogo - você perde elementos que lhe ajudam na narrativa e ajudam à audiência a conectar com estes personagens. Então eu esperava que houvesse essa conexão, mais ou menos como James [Hetfield, frontman] falou na outra noite, você se coloca dentro disso e pode preencher as lacunas. Eu certamente tenho ideias, e certamente sei aonde estou indo com isso, mas alguém pode ter uma visão ainda mais fascinante nisso, permitindo-se interagir com a história."

Antal também falou sobre a filmagem das performances para o "Metallica Through The Never", explicando: "O concerto em si foi filmado em cinco dias. Nós tivemos dois dias em Edmonton, dois dias em Vancouver e então mais um dia em Vancouver. Os primeiros dois dias em Edmonton e os primeiros dois em Vancouver, foram shows completos: ingressos, plateia, banda chegando, banda começando a tocar, banda finalizando o show, audiência gritando. Foi somente neste quinto dia que fizemos um meio set. Eu queria ter certeza de que tínhamos capturado certas cenas. No filme-concerto só tem uma ou duas cenas manipuladas, e o que eu chamo de manipulada é que tínhamos que ensaiar um movimento. Ate mesmo Trip na plateia foi durante um show, mas há um ou dois clipes que tivemos que fazer de novo. Eu lembro de uma em que Lars fazia pedal duplo, e essa filmagem teve que ser capturada no quinto dia. Coisas assim. Todo o resto que vocês verem será do show ao vivo."

Fonte: Whiplash!

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Ulrich: "O Metallica existe em sua própria bolha"

   04 de Outubro de 2013     tags: entrevista, ulrich      Comentários

O site Metro, do Reino Unido, recentemente fez uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Alguns trechos desta conversa estão disponíveis abaixo.

Metro: Você pode definir o sucesso da banda?

Lars: "O Metallica existe em sua própria bolha. Nós não somos partes de um gênero, nós não somos partes de uma onda, não somos partes de um momento. Somos completamente independentes de forma financeira. Nós somos donos de todos nossos discos, nós somos donos de nossos áudios. Nós mesmos financiamos nosso filme. Não temos que engolir ninguém ou lidar com o cara. Nós vivemos em nosso próprio mundo. Nós somos nossa própria entidade, completamente autônoma, e esta é uma situação bem incomum de se estar."

Metro: Você levou o site de compartilhamento de arquivos, Napster, à corte nos anos 2000. Sua atitude mudou em relação à música On-line?

Lars: "A má-concepção sobre todas essas coisas de como o Metallica eram luditas ou anti-Internet. Eu garanto eu estou na Internet mais que você. Toda esta coisa, 15 anos atrás, era sobre controle. Não era sobre qualquer outra coisa. Quem controla o que acontece? E nós somos bem convencidos que temos o direito de controlar o que quer aconteça com o Metallica. Alguns nos chamam de ignorantes por pensar isso, outros nos chamam de pioneiros e em algum lugar entre estes dois, mora a verdade."

Metro: Vocês estão juntos há muito tempo, é difícil não enjoar um dos outros?

Lars: "Em algum lugar desta estrada, nós aprendemos a nos entender e preferimos estar no Metallica do que não estar no Metallica. Eu acho que temos tremendo respeito por o que quer que o Metallica venha a representar. Eu não conheço outra coisa. Estou no Metallica desde que eu tinha 17 anos. Então, no final, você só quer sobreviver e descobrir o que funciona e o que não."

Fonte: Whiplash!

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Ulrich: "Eu amo o Spotify"

   02 de Outubro de 2013     tags: ulrich, entrevista, vídeos, spotify      Comentários

Durante uma nova entrevista com a NME TV, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi perguntado se ele acha que o Spotify, um serviço de streaming, é o futuro da música.

"Eu não sei se é o único futuro; eu não vejo as coisas tão preto no branco na minha vida", respondeu Ulrich (vídeo abaixo). "Mas certamente tem sido uma grande experiência. E eu amo Daniel Ek [fundador e SEO do Spotify]; ele é simplesmente um ótimo cara. Você pode falar muito da empresa e da experiência das pessoas; nisso que eu acredito. E Danny, ele é um ótimo homem e tem uma ótima alma. E eu amo o Spotify. Agora se isso... Nós falaremos sobre isso daqui dez anos, se é o futuro ou não. Eu não sei se está limitado a um 'sim' ou 'não', mas certamente está funcionando no momento."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Devemos fazer uma turnê com o palco do Through The Never um dia

   01 de Outubro de 2013     tags: entrevista, ulrich, trujillo, through the never, vídeos, 3d      Comentários

No novo filme do Metallica, "Metallica Through The Never", os fãs tem a chance de ver a banda tocar em um palco gigante, especialmente construído para o filme, que incorpora elementos de shows ao vivo do Metallica dos últimos 30 anos. O Movie Maniacs perguntou ao baterista Lars Ulrich e ao baixista Robert Trujillo se há alguma chance de levarem esse palco para a estrada.

"Vamos ver o quão bem o filme irá e ver se há algum tipo de... Digo, nós nunca fizemos turnê com o palco", respondeu Lars. "Ele foi feito só para o filme. Há definitivamente uma chance de fazermos uma turnê. Eu não acho... Que não irá acontecer, tipo, nos próximos anos, ou ano, ou o que for, mas nós devemos fazer uma turnê com ele algum dia, com certeza."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista de Ulrich para DP/30

   30 de Setembro de 2013     tags: entrevista, ulrich, vídeos, through the never, 3d      Comentários

David Poland, criador, co-publicador, e editor chefe do Movie City News, realizou uma entrevista recentemente com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, para o "DP/30", um programa de 30 minutos de entrevista exibido exclusivamente na web. Assista ao vídeo da conversa abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Through The Never quase foi um filme de ficção científica

   30 de Setembro de 2013     tags: entrevista, hammett, through the never, 3d      Comentários

O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, foi recentemente entrevistado por Bryan Bishop do The Verge a respeito do novo filme do grupo, "Metallica Through The Never". Confira alguns trechos da conversa abaixo.

The Verge: Com o "Through The Never", você fizeram este único híbrido de show e narrativa. De onde veio esse conceito?

Hammett: Veio da gente. Nós sabíamos que para fazer esta coisa diferente e única, teríamos que colocar uma história lá, e os filmes de shows dos últimos 30, 40 anos se tornaram bem estereotipados. Quando eu vejo um filme de show, eu sei exatamente o que verei. Cenas do show, coisas dos bastidores, uma entrevista com a banda, um pouco da história. Digo, é tão previsível, e nós pensamos, "bem, se colocarmos uma história no meio, isto é algo que não vemos tanto."

The Verge: A história foi algo que a banda inventou?

Hammett: Não, na verdade foi um conceito de Nimród [Antal, diretor do filme]. Quando nós divulgamos que estávamos procurando por diretores e conceitos, recebemos bem poucos. Nós recebemos tipo cinco conceitos para conferir, e quatro dos cinco eram ficção científica! Era tão estranho. Aqui estão conceitos de ficção científica e o Metallica juntos no mesmo tipo de espaço criativo, e era realmente estranho. Ficou bem claro que nenhum de nós queríamos fazer um filme de ficção científica. E então nós ouvimos o de Nimród e o conceito dele era realmente bom, tenho que dizer. Haviam buracos o suficiente na história para que pudessemos colaborar e colocar nossa própria identidade do Metallica nela. O conceito em si, eu acho, é bem Metallica. O conceito de protesto, a rebelião, a coisa anti-autoritária está na história de Nimród, e nós achamos que esta era a escolha certa e seguimos adiante.

A entrevista completa em inglês pode ser lida clicando aqui.

"Metallica Through The Never" tem estréia prevista para o dia 4 de Outubro no Brasil, em sessões IMAX, 3D e 2D.

Agradecimentos: Quincas

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Ulrich: "Há uma coisa bem interessante vindo em Dezembro"

   29 de Setembro de 2013     tags: entrevista, ulrich, áudio      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado nesta última semana por Nikki Blakk da rádio The Bone 107.7 de São Francisco, Califórnia sobre o novo filme em 3D da banda, "Metallica Through The Never". Você pode ouvir a conversa abaixo.


Perguntado se o Metallica tem alguma outra surpresa guardada para seus fãs, Ulrich disse: "Há uma coisa bem interessante vindo em Dezembro. Ninguém sabe disso, então... Há outra frente vindo em direção ao Metallica em Dezembro. O que, se alguém [trabalhando na gerência da banda] souber que eu acabei de dizer o que disse, eles me caçariam e me calariam. Mas há outra frente vindo em Dezembro, com a qual estamos animados."

Lars também foi perguntado se já há planos para o Metallica realizar uma terceira edição do festival Orion Music + More em Detroit, Michigan, no próximo ano.

"Nós não fomos tão longes nos últimos meses", disse Lars.

"Detroit foi uma ótima experiência. Nós amaríamos levar de volta essa coisa para Detroit. Nós precisamos nos sentar e olhar as partes práticas disso. E nossos bons amigos da C3 [Presents, que promovem o evento] precisam se sentar e pegar suas calculadoras e todas essas coisas que tentamos ficar de fora..."

"É ótimo fazer [o Orion], nós amamos fazê-lo. Eu faria o Orion pelo resto de nossas vidas, se possível."

"Não é uma coisa fácil de se fazer, lançar um festival, mas nós nos divertimos tanto nos últimos dois anos fazendo isso, e nós esperamos levá-lo de volta a Detroit."

"Nós precisamos rodar o mundo pelas próximas seis semanas e nos ouvir falando deste filme e todas essas coisas, mas provavelmente do outro lado disso, em Outubro ou Novembro, nós começaremos olhar a realidade do Orion no próximo ano e partir daí."

O porta-voz Charlie Walker da C3 Presents disse alguns meses atrás que cerca de 20 mil pessoas estiveram no primeiro dia do Orion Music + More deste ano, com provavelmente mais pessoas indo no segundo dia.

Um total de 37 grupos, incluindo Red Hot Chili Peppers, Deftones, Silversun Pickups, Rise Against e Bassnectar, tocaram nos cinco palcos do Orion.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Estamos animados para voltar ao estúdio"

   28 de Setembro de 2013     tags: through the never, 3d, vídeos, entrevista, ulrich, hetfield      Comentários

Os membros do Metallica participaram de uma sessão de perguntas e respostas antes da exibição de seu novo filme em 3D no dia 23 de Setembro, no Walter Reade Theater em Nova Iorque. Vídeos da discussão podem ser conferidos abaixo.

Em relação a comparações com o clássico filme do Led Zeppelin de 1976, "The Song Remains The Same", o baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse: "Eu não quero ser desrespeitoso, mas [nós sentimos] que não deveríamos ser o 'The Song Remains The Same'. Nós não queríamos estar nas partes que não fossem de show. Nós não queríamos nos ver atuando."

Ele completou: "[Nós decidimos] que não deveria ser no estilo infomercial que muitos são atualmente, onde eles seguem a banda na estrada, e aqui estão eles entrando e saindo de aviões. Não havia um diagrama para esse filme, e isto que o tornou tão difícil de vender em Hollywood."

"O [diretor] Nimród [Antal] veio com a história", disse o frontman James Hetfield. "São realmente dois filmes em um. Nós queríamos a melhor gravação de show já feita, e também uma história e isto deu um pouco de pernas que o deixará aberto a interpretações. Há tantas metáforas lá. E não há um lado bom ou ruim. Há só um tumor. Isto é parte da natureza humana - ficar ou fugir em alguns momentos. Para mim, quando o cavaleiro surge, ele é a encarnação do ódio. E então há o fogo. Claro. Você precisa ter fogo."

Ulrich falou sobre a inclinação do Metallica em evitar o caminho óbvio e tentar outras coisas com seus projetos.

"Nós somos quatro caras e estamos sempre pensando, 'vamos ser criativos e tentar algo diferente'", disse Ulrich. "O modelo do álbum, turnê, álbum, turnê é um pouco antigo. Há tantas outras formas de se expressar atualmente. Há festivais [como nosso festival Orion Music + More], e ligações do Lou Reed, e filmes. Há tantas coisas diferentes que queremos fazer. Nós somos só curiosos, e queremos viver estar coisas e experimentá-las, e isto nos fortalece para que quando voltemos a fazer outro disco ou compor uma música, nós tenhamos todas essas experiências para usá-las."

"Fazer um filme deste tamanho é radicalmente diferente de fazer um disco", completou Ulrich. "Para mim, a maior coisa foi a escala dele e o tanto de pessoal que está envolvido. Pode ser meio sufocante as vezes. Faz três anos e havia momentos que parecia que a coisa toda estava caminhando pra loucura, e [pensamos] quem estava dirigindo isto. A intimidade que você tem em um estúdio de gravação, onde você realmente se sente a par do que está rolando... Eu não senti que tivemos isso o tempo todo [com o filme], mas nós tentamos comandá-lo. Eu tenho orgulho de dizer que a maior parte do que você vê, veio da gente, mas tem sido uma confusão as vezes. E estamos todos animados para voltar ao estúdio e voltar a essa intimidade de novo."






Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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