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Hetfield explica como ele cria os títulos das músicas

   25 de Julho de 2017     tags: entrevista, hetfield      Comentários



Em uma entrevista ao Sixx Sense, o vocalista do Metallica contou como ele cria os títulos das músicas.

"Não existe uma maneira específica, uma fórmula." diz James Hetfield, "Há algumas coisas que prendem minha atenção ou então eu vou ler alguma coisa e acabo juntando algumas palavras e vejo que isso parece algo muito legal. Aí eu penso 'Talvez isso se encaixe em uma música, eu acho."

Ele segue: "Com algumas músicas é algo que acontece apenas. É como perguntar 'Por que seu animal de estimação se chama Scratchy?'. Eu não sei porque! Você nomeia a música depois de criar o tema. E você apenas tenta escolher o melhor nome."

"Os caras da banda são ótimos, eles estão sempre dispostos a me deixar fazer essas coisas. É tipo, eu escrevo a letra aí eu quero nomear a música, mas eu sempre vou pelo caminho 'Ei, o que vocês acham? Está bom? Tenho três títulos diferentes para isso, o que vocês acham?"

"Um título de música se torna algo muito mais legal quando você lê sobre algo e quer saber mais sobre. Sempre busco saber 'o que é isso? O que significa? Qual a história por trás disso?. Essa abertura para a interpretação das coisas acaba sendo muito mais atraente."

Fonte: Whiplash!

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Trujillo elogia a fidelidade dos fãs durante as mudanças da banda

   25 de Julho de 2017     tags: entrevista, trujillo      Comentários



O baixista do Metallica, Robert Trujillo elogiou o apoio dos fãs durante os anos de estrada da banda e por todas as fases em que eles experimentaram diferentes estilos.

Trujillo compara a experiência com os fãs com um "passeio de montanha-russa" devido ao fato de eles gostarem de experimentar coisas novas no estúdio (principalmente o último disco) e a recepção dos fãs é sempre positiva, mesmo quando saem da 'zona de conforto'.

Em entrevista ao Los Angeles Daily News ele diz: "O legal disso tudo, dessa jornada toda é que, após 14 anos de banda, eu me sinto um novo homem, cada álbum tem uma personalidade diferente e é uma experiência diferente. Estamos sempre nesta montanha-russa com nossos fãs porque alguns amam tudo e outros odeiam as mudanças, mas no final de tudo, eles são muito leais ao nosso trabalho."

Ele segue: "Uma coisa que posso dizer sobre o Metallica é que tudo que nós fazemos é correr riscos, tentar coisas novas. Nós apenas seguimos as idéias e oque nós sentimos nós tocamos, isso nos faz sentir bem. Nós tentamos nos divertir o máximo possível e às vezes isso funciona, as vezes não. Mas parece estar funcionando agora e estamos felizes com isso. É sempre bom sentir que você esta sendo aceito, que as pessoas correspondem essa dedicação."

O Metallica seguirá para a perna norte-americana da turnê WorldWired no dia 29 de Julho (sábado), no Rose Bowl em Los Angeles.

Fonte: Whiplash!

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Hetfield: o Metallica é o meu projeto paralelo

   16 de Julho de 2017     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

Durante papo com a rádio WRIF, foi perguntado a James Hetfield se ele consideraria um projeto paralelo solo: "O Metallica é basicamente meu projeto paralelo. Faço o que quero no Metallica(risos). Não há necessidade disto. Escrevo coisas que me fazem bem, e se saírem no Metallica é ainda melhor. Às vezes não saem. Às vezes são coisas tipo 'Nothing Else Matters' que eles tentam esconder: 'Não ouçam isto'. Mas não, não há motivo pra um projeto paralelo. Ou não há tempo - não há tempo pra um projeto paralelo (risos)".


Fonte: Whiplash!

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Hammett explica sua relação com o dinheiro

   10 de Julho de 2017     tags: entrevista, hammett      Comentários



Durante conversa com o programa "Southside" da rádio Rock 100.5 de Atlanta, na Georgia, o entrevistador Steve Rickman perguntou como é a relação de Kirk Hammett com o dinheiro, e eis a resposta do guitarrista do Metallica: "Ter grana traz um monte de problemas diferentes, e quer saber? Não sou bom neste negócio de guardar dinheiro, gasto com comic books, pôsteres de filmes, coisas de horror e guitarras. Vivo minha vida, apenas vivo a porra da minha vida. E sou generoso, aqueles que estão perto de mim vivem a mesma vida que eu vivo."

Fonte: Whiplash!

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Ulrich explica porque não tem tatuagem

   10 de Julho de 2017     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

Durante conversa com o 11Alive, que pode ser vista no vídeo mais abaixo, ao ser perguntado por qual motivo não possui nenhuma tatuagem, Lars Ulrich respondeu: "Nunca pensei nisto. É apenas a ideia de alguém espetando agulhas em mim que deixarão marcas permanentes que me parece... é meio que... não sei. Tipo, por que você não come carvão? Ou por que não pula do topo do (prédio) Empire State Building? Simplesmente não parece estar dentro do que eu chamaria de normal. Mas sem desrespeito, é claro, para todos que possuem tatuagens, apenas não é pra mim". Depois de uma pausa, o baterista do Metallica esclarece: "Vamos tirar a parte do 'comportamento normal'. Peço desculpas, não queria ofender. Mas tatuagens não são pra mim".


Fonte: Whiplash!

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Hetfield explica como eles escolhem as bandas de abertura

   23 de Junho de 2017     tags: hetfield, entrevista      Comentários



Durante conversa com a WLS-TV, James Hetfield explicou quais os critérios que o Metallica usa para escolher as bandas que vão abrir seus shows: "Quando saímos em turnê tentamos trazer bandas que fizeram um trabalho muito bom ou se dão bem conosco ou que apenas gostamos de sua música. Tem que existir uma conexão, não apenas 'oh, eles são a sensação do momento, vamos trazê-los conosco'. Se você tem um histórico com eles, tudo vai fluir bem, é uma das principais regras para se excursionar, as pessoas se darem bem umas com as outras. Antigamente rolava tretas entre bandas e toda esta meda, mas isto é coisa do passado. Tivemos conosco o Volbeat, que eu acho que é uma banda realmente boa, o Avenged (Sevenfold), há uma banda chamada Gojira com o qual já saímos algumas vezes, e todas elas são boas e são pesadas."

Fonte: Whiplash!

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Ulrich explica motivo da banda continuar a fazer novos discos

   22 de Junho de 2017     tags: entrevista, ulrich      Comentários

Tim Virgin da 97.9 The Loop realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, antes do show da banda em 18 de Junho no Soldier Field em Chicago, IL. A conversa pode ser vista abaixo.

Perguntado sobre o que inspira o Metallica a continuar fazendo novos discos, sendo que a banda poderia facilmente passar as últimas décadas em turnê apenas com o Black Album, Ulrich disse: "Sem falar muito do lance de 'somos artistas' e todas essas coisas, é muito divertido escrever músicas, é muito divertido criar músicas, é muito divertido gravá-las, é muito divertido fazer discos. E você deve se permitir a ter esses dois lados dessa moeda."

"Estar na estrada é obviamente mais que incrível, mas tocar cinco ou seis músicas novas como fazemos toda noite e ter material novo, é realmente legal", continuou. "Nós fazemos muitos meet and greets e conhecemos todos os tipos de pessoas."

"Eu preciso te dizer: três ou quatro dias atrás em Texas, tinha um garoto em um dos meet-and-greets; ele não devia ter mais do que seis ou oito anos", disse Lars. "E eu disse, 'Bla bla bla. Como você está? Qual é sua música favorita?', esperando que ele falasse 'Enter Sandman' ou o que for. E ele diz 'Atlas, Rise!'. Eu não estou inventando. Seis ou sete anos. Eu disse, 'Qual é sua música favorita do Metallica?'. Ele disse sem nem pensar, 'Atlas, Rise!'. Então essa é a razão de ainda fazermos discos. É incrível que isso ainda aconteça."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Fomos muito cautelosos ao decidirmos fazer meet-and-greet pagos

   20 de Junho de 2017     tags: entrevista, ulrich, newsted      Comentários



Considerada uma das bandas mais amigáveis com os fãs na música, o Metallica recentemente começou a oferecer opções de "experiências aprimoradas", desenvolvidas para prover aos super-fãs uma ampla variedade de experiências únicas nos shows e eventos ao redor do globo.

Segundo a Rolling Stone, o show de abertura da parte norte-americana da turnê "Worldwired" em 10 de Maio em Baltimore, Maryland, contou com uma dúzia de fãs que pagaram US$2499 pela oportunidade de tirar uma foto com a banda e autografar ítens, além de poder fazer perguntas ao grupo. Eles também tiveram acesso a mostra "Memory Remains" com memorabilias, uma mini viagem ao Rock and Roll Hall of Fame que mostra roupas da banda, letras escritas a mão, artes originais dos álbuns "Ride the Lightning" e "Master of Puppets", coleções de cassetes e instrumentos de verdade.

"Nós fomos muito cautelosos ao decidir fazer as experiências", o baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse a Rolling Stone. "Nós passamos muito tempo vendo o que todo mundo estava fazendo. 'O que o Black Sabbath está fazendo? O que o Guns N' Roses está fazendo? O que rola no mundo pop?'. Parecia diferente e, arrisco dizer, um pouco suspeito. Então nós precisamos meio que chegar em um ponto em que estivéssemos confortáveis com isso."

Meet-and-greets pagos estão se tornando partes importantes do circuito de turnês e são vistos por alguns artistas como um mal necessário atualmente. Outros músicos se opõem a esses meet-and-greets por motivos morais, acreditando que eles favorecem fãs mais ricos. Da mesma forma, muitas pessoas consideram que são exploradas pelo fato de grupos cobrarem dos fãs para encontrá-los, já que os artistas usualmente estão cientes de que jovens admiradores estão pronto para pagar qualquer preço para ver suas bandas favoritas, muitas vezes aos custos dos pais.

O ex-baixista do Metallica, Jason Newsted, chamou a prática de meet-and-greets pagos como "besteira" em uma entrevista de 2012. Ele explicou: "Os caras tem falando para mim de fazermos esses negócios, e eles falam sobre o Kiss fazendo dinheiro com o meet-and-greet. As pessoas pagarão, mas este não é o ponto. Eu não quero ganhar dinheiro assim. Se eles querem comprar uma camiseta e ter algo do show, isso é o que fazemos. Você não pode baixar uma camiseta."

"Há certas coisas que fazem sentido para mim. Eu nunca cobrei por meu autógrafo até que eu lancei meu próprio site. Esta é a primeira vez em minha carreira de trinta anos que eu cobrei pelo meu autógrafo, e eu já autografei para centenas de milhares de pessoas. Eu não me sinto confortável em cobrar pessoas para me encontrar; eu não me sinto confortável em cobrar pessoas para que eu autografe algo quando elas estão lá comigo. Mas se elas compram algo pela internet e querem uma foto ou um CD autografado, elas tem essa opção. Está tudo bem, mas eu não vou cobrar para que as pessoas me encontrem. Eu não acho que isso é certo. Eu pagarei para encontrar algum dos meus antigos heróis do esporte. Eu pagarei alguns dólares por algo, mas eu não vou pagar para o Gene Simmons. É ridículo; não é disso que se trata."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett sobre solos do Hardwired: Queria ser imprevisível e inesperado para todos

   20 de Junho de 2017     tags: entrevista, hammett, hardwired to self destruct      Comentários

Kirk Hammett do Metallica falou com a Kilpop sobre a abordagem mais improvisada que ele teve ao gravar as guitarras no novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct" - algo que ele diz ter feito ao não preparar nenhum solo anteriormente, apenas chegando ao estúdio.

"Eu sempre me intriguei com o conceito de caos organizado e caos em geral", disse Hammett.

"Quando eu era adolescente, li muitos livros deste autor chamado Michael Moorcock. Ele criou todo este mundo, e caos era uma grande parte deste universo de personagens que ele criou. E eu sempre senti que o caos era realmente importante se fosse aplicado corretamente. Digo, caos é apenas um elemento de mudança, na verdade. E caos organizado, quando você pode tentar organizar quando ser caótico, eu sempre me intriguei com isso."

"Qual é o visual que consegue quando alguém se liberta de suas amarras?", continuou. "É, tipo, 'Ahhh! Liberdade! Ahhhh!'. E então o caos organizado é meio como você se libertando dessas amarras apenas para abraçar o caos que virá com isso."

"E eu acho que o que estou dizendo é que eu queria ser imprevisível e inesperado para todos, incluindo eu mesmo", disse Hammett. "E eu acho que a forma como gravei este solos no estúdio, eu fiz exatamente isso."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield comenta porque Trujillo é o baixista perfeito para o Metallica

   15 de Junho de 2017     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

Durante conversa com Theresa Rockface, da rádio 94.5 The Buzz de Houston, Texas, James Hetfield falou sobre a contribuição de Robert Trujillo ao Metallica, 14 anos após o baixista se juntar à banda ao ocupar a vaga deixada por Jason Newsted.

"Falamos sobre isto um dia destes nos carro. Tocamos no (evento beneficente) Native Fund em Iowa, e eu não sei dizer o que Robert fez no solo de baixo daquela noite, mas depois eu fui até ele e disse 'Cara, foi fantástico! Não sei o que você fez de diferente, mas soou tão nítido, preciso e muito bom'. Ele agradeceu. Sabe, isto é uma coisa muito legal, pois a esta altura, enquanto ele faz seu solo eu me recomponho, recupero minha respiração e coisas assim, pois sou um cara mais velho".

"Mas falando sobre como Robert... quem mais poderia ter pego a vaga? Digo, fizemos outros testes, talvez tivesse funcionado com outra pessoa, mas é difícil imaginar alguém da nossa idade com o mesmo tipo de referências musicais e competência técnica e que já conheça a vida na estrada. Não é como se você estivesse chamando um jovem pela primeira vez que vai ficar 'Oh Meu Deus!'. Ele já passou por tudo que passamos há 25 anos, ele tem filhos, é casado. Tudo funcionou e continua dando certo. E eu acho que sua personalidade é provavelmente uma de suas melhores contribuições para a banda, pois ele é tranquilo e está sempre pronto pra tudo, sempre aparece pra ensaiar. Então ele se encaixou".


Fonte: Whiplash!

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