O baixista do Metallica, Robert Trujillo, foi recentemente entrevistado pela edição nacional da revista Rolling Stone.
Questionado sobre o filme Through The Never, Trujillo conta que “foi um desafio. No Metallica, sempre gostamos de desafios. Esse foi provavelmente o maior deles. Foi um longo processo, e teve muita ‘tentativa e erro’. Se algo não funcionava, a gente voltava e fazia de novo.”
“Foi um longo processo. Houve muitas questões técnicas, tinha muita coisa e muita gente envolvida”, continua Trujillo. Para garantir que na hora de gravar o show no Canadá, em 2012 – tarefa na qual foram utilizadas mais de 20 câmeras 3D –, não ocorressem problemas, a banda fez uma série de apresentações de “ensaio” na Cidade do México, com o mesmo palco. Para Trujillo, que nasceu na Califórnia, mas é descendente de mexicanos, melhor seria se tudo tivesse sido registrado lá. “Para ser honesto com você, o público era muito melhor do o que do Canadá”, ele declara. “Não quero ser desrespeitoso, os canadenses são ótimos, mas é que no México havia muita paixão dos fãs. E também é sempre assim no Brasil.”
Já quando perguntado a respeito do novo disco, o baixista revela que “estamos nos preparando para começar a gravar”. “Nos últimos meses, temos trabalhado em centenas de ideias. Se tudo correr bem, em mais ou menos um ano os fãs terão um novo disco do Metallica.”
O músico está ansioso para entrar em estúdio, mas enquanto isso não acontece, faz um balanço desses últimos 11 anos com o Metallica. “Me sinto abençoado, tenho podido trabalhar com meus heróis”, afirma. “Comecei com o Suicidal Tendencies, e isso foi uma grande coisa para mim. Depois, trabalhei com o Ozzy Osbourne por sete anos, fiquei amigo dos integrantes do Black Sabbath... Hoje, poder criar música com o Metallica é uma honra.”
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Agradecimentos: Bruna Veloso
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