Após a coletiva de imprensa do Metallica, realizada dia 30 de janeiro no Estádio do Morumbi, o baixista da banda, Robert Trujillo (ex-Ozzy Osbourne e Suicidal Tendencies), concedeu uma entrevista exclusiva ao drops jornalístico PopUp, da emissora PlayTV.
O músico, mostrando total disposição para falar com a equipe, contou que estava entusiasmado com sua primeira apresentação, em São Paulo, com o Metallica. “O show nem começou e já dá para sentir a energia do público! Você já escuta as pessoas lá fora batendo palmas e cantando super empolgadas!”, disse o baixista.
Questionado sobre a sensação de tocar para os fãs brasileiros, Trujillo completa: “Uma das coisas que a gente pode esperar do público no Brasil é a incrível energia. E o carinho que recebemos de volta é absurdo! A gente usa isso de combustível: nos alimentamos da energia dos fãs e da paixão que eles trazem”.
Robert Trujillo entrou para compor a banda há 7 anos, com a saída do baixista Jason Newsted. “O Metallica é uma família, o que é ótimo, porque podemos dividir tudo”, disse entusiasmado. “Quando saímos em turnê, especialmente durante o verão europeu, é como se fossemos para um acampamento juntos”, emenda o músico.
O baixista - que impressionou os integrantes da banda com sua habilidade e presença de palco - foi contratado antes de iniciar a turnê do disco “St. Anger” (2003). O teste que o fez entrar no grupo está documentado no filme “Some Kind of Monster”, dos diretores Joe Berlinger e Bruce Sinofsky.
O músico construiu sua marca não só no palco, como também no processo criativo do Metallica. O disco “Death Magnetic” (2008) é o primeiro a ser lançado com sua participação integral. “As músicas [do novo álbum] parecem ter sido escritas para o palco”, explica o baixista.
No desfecho da reportagem, incrementada com imagens do primeiro show em São Paulo, Trujillo define o verdadeiro sentido de uma das bandas mais importantes do heavy metal mundial. “O Metallica nada mais é do que o amor pela música, que faz nosso som e performance atingir as pessoas. Isso é o que nos direciona e motiva! Eu sempre digo que quando nós pegamos as guitarras e o Lars assume a bateria, é como se fossemos adolescentes de novo.
Fonte: Whiplash!
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