Andrew Perry do The Telegraph realizou recentemente entrevistas separadas com os membros do Metallica Lars Ulrich (bateria), James Hetfield (guitarra, vocais) e Robert Trujillo (baixo). Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.
Sobre a interação entre Lars e James:
Hetfield: "Lars e eu somos os completos opostos. Quando nós nos juntamos como uma banda, não sabíamos o que queríamos fazer da vida, nós só amávamos o mesmo tipo de música. Nós éramos os rejeitados na vida, e alguns dos fãs que se juntaram a nós estavam se sentindo da mesma forma - não que você tenha que ter uma crise de identidade, ou uma família que é horrível. Mas era sobre isso - você é bem vindo a família Metallica, se você não está se sentindo parte do mundo."
Sobre como o novo filme deles, "Metallica Through The Never", será recebido pelos fãs:
Hetfield: "O que isso significa para nossa carreira? Nós não ligamos. Nós nunca ligamos de verdade, mas nesta altura, nós realmente não ligamos. Nós somos artistas, e estamos dirigindo este trem - nós podemos dirigir em linha reta direto na parede, se quiséssemos."
Ulrich: "Até agora, todo mundo teve uma opinião diferente sobre isso, o que é ótimo, pois se tem algo que nós amamos nesta banda é a ambiguidade. Nós não estamos tentando forçar uma mensagem profunda na sua garganta. Sem soar muito artístico, a melhor arte é entregue para você para fazer o que você quiser."
Sobre o progresso das sessões de composição do novo disco do Metallica:
Trujillo: "[Houveram algumas sessões preparatórias no outuno americano de 2012] que eu chamo de processo de eliminação, onde passamos por todos os riffs e idéias que tivemos, e concluímos 80% disso. O plano é que no próximo ano a gente continue e comece a gravar. O Metallica sempre aceita desafios, e os fãs podem pegar o que quiserem disso. No fim, nós sempre os conquistamos de volta."
Sobre a química interna do Metallica, 10 anos depois do "Some Kind of Monster":
Hetfield: "Há lutas aqui e ali. Com Lars e eu - nós falamos sobre muitas coisas, como sermos pai. Nós ainda provocamos um ao outro de vez em quanto. 'Sim, isto ainda funciona - não precisa ir lá de novo!' Mas é bom não ter medo do conflito, também, para não evitá-lo. Eu acho que nós podemos reconhecer isto hoje - ok, nós sabemos como controlar isto."
A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.
Fonte (em inglês): Blabbermouth.net
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