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Transmissão ao vivo do show da Rasputin Music

   15 de Abril de 2016     tags: berkeley, tour 2016      Comentários

O site oficial do Metallica foi atualizado com a seguinte notícia, anunciando a transmissão ao vivo do show que a banda realizará neste sábado, 16 de Abril, na loja Rasputin Music em Berkeley, CA:



Este ano tivemos a honra de sermos os embaixadores oficiais do Dia da Loja de Discos e faz sentido que celebraremos tocando ao vivo em um de nossos lugares favoritos para sair, Rasputin Music em Berkeley, CA neste sábado, 16 de Abril. Alguns membros sortudos do fã-clube e clientes da Rasputin já ganharam seus ingressos, mas sabemos que muitos de vocês ainda gostariam de se juntar a nós do conforto de suas salas, então nos juntamos com nossos amigos do Facebook para trazer o show via transmissão do Facebook Live.

Junte-se a nós para o Dia da Loja de Discos neste sábado indo a nossa página no Facebook depois de ter comprado em sua loja independente de música. Nós devemos subir ao palco da Rasputin as 8:00 PM (horário de Brasília) e celebraremos o lançamento das reedições remasterizadas do Kill 'Em All e Ride the Lightning (isso é uma dica!). Nos vemos ao vivo de Berkeley!

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Trujillo e seu filho falam sobre vinil e música

   14 de Abril de 2016     tags: entrevista, trujillo, vídeos      Comentários

O baixista do Metallica, Robert Trujillo, e seu filho Tye falaram, em um novo vídeo disponibilizado pelo canal oficial do Metallica no YouTube, a respeito de música e vinil, e como o Dia da Loja de Discos é uma celebração disso. Confira abaixo.

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Hammett fala sobre influência de lojas de discos em sua formação musical

   13 de Abril de 2016     tags: entrevista, hammett, vídeos      Comentários

O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, falou em um novo vídeo disponibilizado no canal oficial do Metallica no YouTube sobre suas lembranças de frequentar lojas de discos quando adolescente e como elas influenciaram em sua formação musical. Confira abaixo.

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Ulrich comenta sobre suas primeiras memórias de lojas de discos

   12 de Abril de 2016     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

Em um novo vídeo disponibilizado pelo canal do Metallica no YouTube, o baterista Lars Ulrich comenta sobre suas lembranças de ir em uma loja de discos em Copenhagen, Dinamarca quando criança. Confira abaixo.

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Ouça demo de garagem de Fight Fire With Fire

   12 de Abril de 2016     tags: ride the lightning, áudio      Comentários

O Metallica relançará seus dois primeiros álbuns, "Kill 'Em All" de 1983 e "Ride the Lightning" de 1984, em 15 de Abril. Ambos os álbuns foram remasterizados para a qualidade mais avançada de som e estarão disponíveis em três formatos - CD, vinil, e um box deluxe. Ambas as versões deluxe incluirão material original da coleção pessoal da banda, com muitas gravações nunca vistas ou ouvidas antes, além de um livro com fotos raras e textos de pessoas que participaram do processo na época.

Muitos dos materiais das edições deluxe vieram dos depósitos do baterista Lars Ulrich. Pilhas de fitas cassetes foram levadas ao quartel-general do Metallica em San Rafael, Califórnia para serem transferidas. Um vídeo de cinco minutos de uma demo crua de garagem de "Fight Fire With Fire" passando pelo processo de digitalização pode ser visto abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Disco novo deve sair ainda este ano

   11 de Abril de 2016     tags: entrevista, ulrich      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou com a Billboard sobre como está o progresso do aguardado novo disco da banda.

"Bem, obrigado por perguntar! Nós estamos chegando lá! Eu acho que será finalizado em breve. Só se acontecer algo radical, mas é difícil para mim, acreditar que ele não sairá em 2016. É nisto que estamos contando", disse ele.

E completou: "Mas obviamente, a forma como fazemos as coisas agora é bem diferente da forma que fazíamos na época do Kill 'Em All e Ride the Lightning. Atualmente, nós gostamos de fazer tantas coisas diferentes - nós gostamos de compor e gravar, mas também gostamos de ser embaixadores do Dia da Loja de Discos e relançar versões deluxes e tocar no Rasputin e no AT&T Park e todas essas outras coisas."

"Então, sabe, compor e escrever é agora algo que é parte de um panorama maior, ao invés de algo que acontece exclusivamente. E quando focamos nisso, o novo disco pode ter sido escrito e gravado mais rápido do que o último [Death Magnetic, de 2008]. Só foi espalhado por um período maior de tempo, com estes intervalos na gravação. O que está tudo bem. Eu certamente não estou reclamando disso. É só a forma que trabalhamos atualmente. Mas de qualquer forma, o disco - está definitivamente vindo. Perto de completar. Deve estar pronto em breve... Espero. (Risos) Fim da citação!"

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Ulrich gostaria de ver Iron Maiden, Judas Priest e Motörhead no Hall of Fame

   11 de Abril de 2016     tags: vídeos, ulrich, rrhof      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, respondeu a perguntas nos bastidores da sala de imprensa depois de introduzir o Deep Purple no Rock and Roll Hall of Fame nesta última sexta-feira, 8 de Abril, durante uma cerimônia no Barclays Center no Brooklyn, Nova Iorque. Assista ao vídeo da sessão de perguntas e respostas abaixo.


Perguntado sobre quais artistas ele gostaria de ver entrando no Rock Hall, Ulrich disse "bem, obviamente há uma enorme quantidade de pessoas de antigamente que deveriam entrar. Eu não tenho isto preparado, então me desculpe se estiver um pouco desorganizado. Mas eu acho que de cabeça, eu diria Motörhead, Iron Maiden, Bachman-Turner Overdrive... Eu não sei... Judas Priest em algum momento, talvez... Eu acho que uma banda que é elegível no próximo ano, se minha conta estiver certa, é o Rage Against The Machine, que eu espero que não tenhamos que esperar décadas por isso, porque a influência deles é, obviamente, imensurável. E então eu diria que meio que da geração mais nova de bandas, Rage Against The Machine, espero, deve estar pronto para entrar. Mas de bandas de antigamente, digo, sabe, Uriah Heep, Judas Priest, Rainbow talvez em algum momento... Pensando nos anos 70, começo dos anos 80, obviamente, Iron Maiden, Motörhead, Judas Priest... A lista continua. Eu me lembrarei de todas elas assim que descer do palco."

Apesar de artistas serem elegíveis para o Rock and Roll Hall of Fame 25 anos após o lançamento de seu primeiro álbum ou single, bandas icônicas de hard rock e metal como Iron Maiden e Judas Priest ainda não foram reconhecidas pela instituição, que introduziu o Guns N' Roses no primeiro ano em que era elegível.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Leia discurso de Ulrich para entrada do Deep Purple no Hall of Fame

   09 de Abril de 2016     tags: ulrich, deep purple, rrhof      Comentários



Algumas horas atrás, no Barclays Center no Brooklyn, Nova Iorque, aconteceu a 31a. cerimônia do Rock and Roll Hall of Fame, com a entrada de Deep Purple, Cheap Trick, NWA, Chicago e Steve Miller, e que será transmitida na HBO americana em 30 de Abril.

Lars Ulrich teve a honra de introduzir o Deep Purple no Hall. Não é segredo que o Deep Purple inspirou, influenciou e emocionou Lars desde que ele tinha nove anos de idade, e tem sido fundamental na formação dele como músico. O site oficial do Metallica disponibilizou o discurso completo que Lars fez durante o evento, e você pode conferir a tradução na íntegra abaixo.

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Boa noite. Eu sou o Lars e estou realmente honrado em estar aqui.

Esta noite é o ápice de duas jornadas musicais. Uma é a minha. A outra é da banda que mudou minha vida... E o rock and roll.

Quando tinha nove anos, meu pai me levou para ver o Deep Purple em Copenhagen, Dinamarca, em uma noite de sábado escura e fria, em Fevereiro de 1973. Tudo era épico: o som, o espetáculo, as músicas, os músicos, todos fazendo coisas com seus instrumentos que eu nunca tinha visto antes e não sabia nem que era possível. O Deep Purple era uma bela contradição, como se você tivesse apenas encontrado 5 músicos no auge, fazendo uma jam de um clássico após o outro com uma intensidade crua - como se eles estivessem em uma garagem tocando para ninguém além deles mesmos, mas ao mesmo tempo encarando profundamente as entranhas da arena.

Deixe-me desmembrar isto para vocês...

Vocalista Ian Gillan, no centro do palco, um imã para os olhos, personificando todas as características legais de um frontman épico, gritando com seus pulmões e atingindo notas tão altas que eu tenho certeza que ele estava quebrando vidros por toda cidade.

Atrás dele, na bateria, o pequeno Ian Paice, um coquetel rock 'n roll de cabelo, suor, cuspe e precisão, de alguma forma conseguindo limpar o vapor de seus óculos enquanto empurrava este trem de carga para frente... E fazendo isto com um salto de 20 cm!

Do lado direito do palco, o suntuoso Jon Lord... Eu nunca tinha visto ninguém ficar tão sensual com seu orgão - mas, ei, eu tinha apenas nove anos! Ele fazia coisas com seu Hammond C3 que ninguém nunca tinha feito antes, atirando os resultados através de uma parede de amplificadores Marshall e caixas Leslie, tornando o som unicamente pesado de forma jamais vista. Deixe-me enfatizar isto: Jon Lord foi o primeiro a verdadeiramente amplificar e distorcer o orgão Hammond. Infelizmente, o perdemos em 2012.

O baixista Roger Glover, chapéu de cowboy, camisa paisley, um nível acima de suavidade, aquele que mantém no chão, animado e eu diria, sexy. Sua presença sem ego no palco apoiou o fogo cruzado de energia de seus companheiros de banda, disfarçando uma vitalidade firme tanto como compositor como co-produtor de seus maiores discos.

E então havia... Ritchie Blackmore. O que ele fazia com a guitarra não parecia possível. Ele tocava normal, ele tocava de lado, de ponta cabeça, e em suma, seus dedos, mãos e braços em um balé constante de movimentos e movimentos imprevisíveis. O som, os gritos, o slides... Moendo contra os amplificadores, tocando com a bunda, suas botas, jogando para o alto, a todo momento projetando uma mistura peculiar de apresentador, controle e distância. Era como se Blackmore estivesse se exibindo, mas mais para ele mesmo, pairando sobre o limite do narcisismo elétrico. Ao mesmo tempo, ele era mais do que legal. Era impossível tirar o olho.

Estes caras podiam tocar. Eles podiam improvisar. Eles estavam em uma constante e curiosa competição matadora uns com os outros, para levar a música a algum lugar novo, algum lugar desconhecido, e nunca, nunca, ao mesmo lugar duas vezes.

12 horas depois, na loja de discos do bairro, eu pedi qualquer coisa e tudo do Deep Purple, e me entregaram o álbum Fireball. Minha vida tinha oficialmente mudado - para sempre.

Quase sem exceção, toda banda de rock pesado dos últimos 40 anos, incluindo a minha, tem sua linhagem retrocedendo diretamente ao Black Sabbath, Led Zeppelin e Deep Purple. Até onde sei, estas três bandas deveriam sempre ser consideradas iguais pelas suas composições, discos e realizações. Onde eu cresci, e no resto do mundo fora da América do Norte, todas eram iguais em estatura e influência... Então em meu coração, eu sei que falo por muitos dos meus colegas músicos e milhões de fãs do Purple quando confesso que fico um pouco perplexo que eles estejam entrando tão tarde no Rock & Roll Hall of Fame - décadas depois do poderoso Sabbath e do brilhante Zeppelin. Isto, é claro, sem desrespeito a estas grandes bandas ou ao Rock Hall... Eu só preciso deixar claro que o Deep Purple é muito reverenciado no resto do mundo.

O Deep Purple se tornou grande a moda antiga: eles trabalharam. DURO. Turnê constante; fazendo um álbum a cada ano, às vezes dois; nunca ligando para "imagem" ou aclamação da crítica. E na era de ouro do deboche do rock & roll, eles eram conhecidos primariamente por suas músicas... No sentido de sexo e drogas, eles eram, diziam, cavalheiros. Na verdade, se você tiver que cavar, a principal sujeira do Purple era a rotatividade de pessoal: 10 membros diferentes nos primeiros sete anos, 14 no total.

Deixem-me, claro, dar um alô a cada um que teve um papel nesta história, incluindo os outros três introduzidos esta noite. Eu vi dois deles em suas estreias ao vivo quando o Deep Purple voltou a Copenhagen em Dezembro de 1973. O vocalista David Coverdale, que me surpreendeu com seu pedestal de microfone peculiar. O baixista Glenn Hughes, terno branco de cetim e cabelo legal de roqueiro para combinar com seus vocais influenciados por R&B. E não por último, mas na verdade em primeiro, o vocalista original Rod Evans, que foi a voz da formação do Purple no final dos anos 60, e no primeiro single, "Hush".

Então dos oito introduzidos esta noite, ao 14 membros que tocaram nesta banda, é óbvio que ótima música muitas vezes vem da tensão... E que grande música que é!

Os álbuns, apenas para nomear alguns: The Book of Taliesvn, In Rock, Fireball, Machine Head, Burn, Stormbringer.

E as músicas fenomenais, apenas para nomear algumas: "Wring That Neck," "Black Night," "Speed King," "Child in Time," "Strange Kind Of Woman," "Highway Star," "The Woman From Tokyo," "Mistreated."

Sabe, uma loucura é a diferença entre as versões de estúdio e as versões ao vivo. Pegue a Space Truckin'. No Machine Head, ela tem um pouco mais de 4 minutos. No lendário álbum Made In Japan, ela tem quase VINTE minutos de duração!!! Os solos, as jams, a força impulsiva em cada apresentação do Deep Purple, são as razões da Wikipedia listar 42 álbuns ao vivo oficiais. Porque eles eram bons assim, diferentes assim, e inspirados dessa forma em cada noite. E ainda são.

MAS ESPERE! Há mais uma música, certo? Todo mundo sabe do Frank Zappa e um cassino queimando em um lago suíço, e fogos no céu ou algo assim, aquela que conta com talvez o riff de guitarra mais clássico de todos os tempos, o primeiro que qualquer um aprende na guitarra, o riff que foi banido de ser tocado em lojas de música para preservar a sanidade da equipe. É um riff que até eu, o guitarrista mais iletrado no planeta Terra, consegue tocar.

Você sabe o título: "Smoke on the Water". É o hit assinatura e o maior single. E tão grande que o Deep Purple pode ter sido confundido como uma banda de um hit só. Mas se isso é tudo que você sabe, até hoje, pense nisso como uma grande e pesada porta para entrar em um legado sem fim - que permanece tão vital quanto sempre em sua última encarnação, fazendo turnês ao redor do mundo, impressionando e ainda mudando vidas.

Há uma foto no criado mundo do lado da minha cama, dada a mim há muito tempo pelo meu amigo Frank. É uma foto do Deep Purple - com minha foto editada no Ian Paice... Desculpa, Ian! Isto é o quanto o Deep Purple ainda significa para mim, para os fãs aqui nesta noite, e para milhões de seguidores ao redor do mundo, que vem o Deep Purple como:

Épico
Imprevisível
Energético
Legal
Intenso
Brilhante
Impulsivo
Espontâneo
De cair o queixo
De outro mundo
Implacável
Pioneiro
E por fim, ETERNO

Ritchie Blackmore, David Coverdale, Rod Evans, Ian Gillan, Roger Glover, Glenn Hughes, Jon Lord, Ian Paice.

Eles deveriam estar aqui há muito tempo. Eles estão aqui agora, onde eles pertencem.

Eu sempre quis dizer isso: Senhoras e senhores, deem boas vindas ao palco... e ao Rock and Roll Hall of Fame:

DEEP PURPLE!

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Ulrich: Disco novo está quase pronto

   09 de Abril de 2016     tags: entrevista, ulrich      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse a Rolling Stone que o aguardado sucessor do "Death Magnetic" de 2008 está "bem encaminhado". Ele completou: "Ele pode sair em qualquer século agora, na verdade. Tem um ditado: onde há vida, há esperança."

Perguntado se o novo álbum do Metallica está gravado, Ulrich disse: "Eu diria que está praticamente pronto. Tem todas essas outras responsabilidades que precisamos cuidar. A vida no Metallica nestes dias não é apenas fazer um disco; é sobre todas essas coisas e nós tocamos um show no AT&T Park e ele faz isto, eu faço isto. Nós temos todas essas coisas diferentes a que nós recorremos. Mas trabalhamos no disco quando não há absolutamente mais nada rolando."

Ele continuou: "Falando sério, é o que realmente gostamos. Isso funciona para gente. Não é apenas disco, turnê, disco, turnê. Nós gostamos de fazer. Nós vamos fazer o Dia da Loja de Discos na semana que vem, e fazer todas essas coisas. Há muitas coisas rolando o tempo todo, mas o disco está quase pronto."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Ansioso para introduzir Deep Purple no Hall of Fame

   08 de Abril de 2016     tags: ulrich, entrevista, deep purple      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, finalmente terá a chance na noite desta sexta-feira, 8 de Abril, de introduzir o Deep Purple no Rock and Roll Hall of Fame. O Purple esteve na votação três vezes e Ulrich tem lutado por sua inclusão por anos, e disse ao The Pulse of Radio que está ansioso para as festividades da noite. "Deep Purple, como já falei no passado, já deveria estar lá", disse ele. "Eles são elegíveis há 20, 22 anos, eu acho. Então estou animado. Estou feliz de ter tido um pequeno papel nisso, e eu estou, como um humilde fanático eu acho, apenas ansioso para estar no... Eu posso até sentar na mesma mesa desses caras, então vai ser uma noite divertida."

O Metallica entrou no Hall of Fame em 2009, e introduziu anteriormente o Black Sabbath em 2006. O evento desta noite acontece no Barclays Center no Brooklyn, Nova Iorque, onde o Purple entrará no Hall junto do Chicago, Cheap Trick, Steve Miller e N.W.A. Destaques do evento serão transmitidos na HBO posteriormente.

A formação atual do Deep Purple - que inclui Ian Gillan, Ian Paice e Roger Glover - tocará, mas não contará com a participação do lendário guitarrista Ritchie Blackmore, que optou por não comparecer.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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