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Banda comenta sobre volume de baixo do Justice

   03 de Novembro de 2008     tags: and justice for all, hetfield, ulrich, hammett, newsted, entrevista      Comentários

O clássico álbum do Metallica de 1988, "...And Justice For All", está na edição de Dezembro de 2008 da revista americana Decibel, como parte das reportagens especiais sobre o Hall of Fame. Essas reportagens destacam os principais e mais influentes lançamentos da história do metal, e o "...And Justice For All" se junta a lista dos álbuns que já passaram por essa série, como "Reign in Blood" do Slayer, "Roots" do Sepultura, "Heaven and Hell" do Black Sabbath e "Slaughter of the Soul" do At The Gates. Os membros do Metallica, James Hetfield, Kirk Hammett e Lars Ulrich, assim como o ex-baixisita Jason Newsted, foram entrevistados para o artigo, que coincide com o aniversário de 20 anos do disco. Um trecho da conversa pode ser conferido abaixo.

Decibel: Alguns fãs estão com a impressão de que o baixo foi intencionalmente diminuído na mixagem como parte do infame processo de trotes que o Newsted passou quando se juntou ao Metallica. Foi esse o caso?

Ulrich: Não, não foi intencional. Como eu disse antes, "Justice" foi o show do James e Lars do começo ao fim, mas não foi "Foda-se esse cara - vamos abaixar o baixo dele". Foi mais como, "nós estamos mixando, então vamos nos agradar e aumentar o volume das guitarras base e baterias". Mas nós basicamente continuamos a aumentar todo o resto até que o baixo desapareceu. (Risos)

Hammett: A razão pelo qual você não pode ouvir o baixo muito bem é porque as frequências do baixo no tom do Jason meio que interferiam com o tom que o James estava tentando chegar para sua guitarra base, e toda vez que os dois se juntavam, simplesmente não dava certo. Então a única coisa que restou foi abaixar o baixo na mixagem. Foi infeliz, mas por alguma razão, esse álbum é conhecido pelas frequências graves estarem lá sem o baixo estar muito alto na mixagem. Foi um experimento, também - nós queríamos um som mais seco, direto, e algumas pessoas realmente gostaram desse som. Muitas das bandas da nova-geração, especialmente, acham que esse álbum soa ótimo. Mas no final, foi um experimento. Eu não tenho certeza se teve 100 porcento de sucesso, mas é um som único que esse álbum tem.

Newsted: O Metallica sempre gravou de uma maneira diferente do que qualquer outro tipo de banda popular de rock ou música country, onde as baterias e o baixo são gravados primeiro e você coloca as melodias e as guitarras e todas essas coisas depois. Por toda a existência do Metallica - e a única banda em que Lars esteve é o Metallica - ele tem tido só a guitarra base e o vocal saindo de seu monitor a 130 decibéis atrás de sua cabeça. Não há nenhum baixo em seu monitor, então não é a situação onde o baterista e o baixista vão juntos no groove, como em qualquer banda que eu já ouvi. Então essa foi a diferença real que eu tive que me acostumar e que qualquer outro baixista precisa lidar. E Robert [Trujillo] provavelmente precisa lidar com isso até hoje. Não há baixo saindo do monitor do baterista. Então você precisa pensar nisso como parte da equação.

Mas para responder a sua questão se foi algo intencional? Talvez eles ainda estivessem exorcizando aquela coisa com a qual eles ainda estavam tentando lidar e obviamente não lidaram até tipo 2002 ou algo assim, quando eles finalmente combateram aquilo que foi tirado deles. Aquilo ainda estava presente, absolutamente. Eles não sabiam como canalizar aqueles sentimentos e emoções naquela época. Não foi algo com o qual eles tinham a capacidade. Quando você junta caras jovens juntos e eles se tornam todos milionários aos 25 anos, você perde alguns estágios de desenvolvimento que todo mundo - pessoas que vivem um estilo de vida menos acelerado - passa. Então as coisas de desenvolvimento pode ter tido uma parte de culpa em terem deixado baixo o volume do baixo ao invés de passar e ouvir o que foi tocado bem e o que não foi tocado bem. Estar bêbado as três da tarde, ir ao estúdio em Upstate New York com alguns caras que estão ganhando muito bem e podem não dar a mínima de estar lá ou não algumas vezes... Sabe o que eu quero dizer? Os caras foram contratados para fazer um certo produto soar de certa forma. Esta era a chance para o Metallica chegar as rádio, então eles estão mixando com isso em mente - esse foi o tipo de pessoas que foi contratada para a mixar o disco. Olhe nos créditos - essas foram pessoas que mixaram músicas de rádio. Não foram os caras que mixaram discos do Sepultura. Então todos esses fatores tem sua parte naquilo que ouvimos com nossos ouvidos agora. Mas seria foda se alguém voltasse e o remixasse, pois eu acho que seria divertido ter um álbum totalmente novo. Porque assim que seria.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Jason Newsted: "Metallica continua sendo o maior embaixador do heavy metal"

   04 de Agosto de 2006     tags: newsted, entrevista      Comentários

Devin Pratt da revista FHM entrevistou recentemente o ex-baixista do Metallica e atual membro do Voivod/Supernova, Jason Newsted. Seguem alguns trechos da conversa:

FHM: Quanta energia Tommy Lee produz?

Jason: "Eu estou tão perplexo de tocar com Tommy e tenho estado assim desde que entrei no Voivod. E agora que eu sei que vai ter esse cara poderoso atrás de mim, fazendo 'woo da do do da do da'. Cara, meu Deus, parece que todo o céu está se abrindo! É um tipo de sentimento que não sentia há muito tempo."

FHM: Desde o Metallica?

Jason: "Metallica foi aquilo que eu mais coloquei energia, mas isso não queria dizer que eu não quisesse fazer outras coisas. Quando saí do Metallica, eu parei por cerca de três horas para comer um sanduíche, e talvez muitas cervejas naquela noite, e foi isso, cara."

FHM: Você sente saudades de tocar com eles?

Jason: "Eu sinto falta das pessoas. Era uma grande parte de mim - a ligação com as pessoas. Eu tinha orgulho de conhecer 500 pessoas em um dia por sabe-se lá quantos anos. Essa diplomacia era muito grande e Metallica continua sendo o maior embaixador do heavy metal. Ponto."

FHM: A maioria não discutiria isso.

Jason: "O deus é o Black Sabbath. O Metallica fez uma coisa diferente deles, no entanto. Nós éramos sempre aproximáveis. As pessoas podiam facilmente chegar a mim. Sim, o Metallica estava com as pessoas, mas eu estava realmente com as pessoas! Agora eu tenho a chance de atingir mais fãs com o Supernova. 'Rock Star' irá a cerca de 70 países mais ou menos, incluindo lugares em que as pessoas nunca ouviram Metallica ou Guns n' Roses antes. Nós levaremos esta música a eles!"

FHM: Você acha que Axl Rose lançará o "Chinese Democracy" neste ano?

Jason: "Sim, claro. Tanto faz. O álbum do Supernova sairá antes do dele."

FHM: Você já cruzou o caminho com Axl. Ele é doido ou é um gênio?

Jason: "Eu não passei tempo suficiente com ele para julgá-lo assim. Como um fã saindo para ver sua banda favorita, e ver o vocalista saindo do palco ou jogando o microfone no chão, frustrado porque os monitores estavam estranhos, não é profissional e não é para isso que as pessoas foram lá. Cara, nós fizemos uns 50 shows com Axl. Nós usamos os mesmos monitores todas as noites. Eu não lembro de James ou eu reclamarmos nenhuma vez sobre esse tipo de coisa. O cara gravou alguns vocais excelentes em algumas músicas excelentes, mas você não vende 50 mil ingressos para sair do palco. Dane-se isso!"

A entrevista completa pode ser conferida clicando aqui.

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Reality show une ex-músicos do Guns, Metallica e Motley Crüe

   16 de Março de 2006     tags: supernova, newsted      Comentários

Ex-músicos das bandas de rock Guns'n'Roses, Metallica e Motley Crüe formarão um novo grupo cujo vocalista será conhecido em um "reality show" da rede de televisão americana CBS.

Para a segunda temporada do programa Rock Star, que começará no meio do ano nos Estados Unidos, a CBS pedirá aos telespectadores que escolham o cantor da banda Supernova, formada pelo ex-guitarrista do Guns Gilby Clarke, o ex-baixista do Metallica Jason Newsted e o baterista do Motley Crüe Tommy Lee.

Dezesseis candidatos competirão durante uma temporada, sob os olhares de um júri, até a escolha do vocalista da banda. O júri conta com a presença de outro ex-integrante do Guns'n'Roses, Saul Hudson, mais conhecido como Slash, atualmente guitarrista do Velvet Revolver.

O vencedor gravará um álbum com o Supernova e iniciará uma turnê com o grupo em 2007.

Na primeira temporada de Rock Star, em 2005, o programa selecionou o novo vocalista da banda australiana INXS, posição vaga desde o suicídio de Michael Hutchence em 1997. O canadense Jason Dean Bennison foi o vencedor do programa.

Todos os membros da Supernova têm 43 anos: Clarke tocou entre 1991 e 1994 com o Guns'n'Roses, enquanto Newsted ficou famoso entre 1986 e 2001 ao assumir o baixo do Metallica.

Lee, um dos fundadores da banda de "hair-metal" Motley Crüe em 1981, também ficou famoso ao se casar com a atriz canadense Pamela Anderson.

Esta é a segunda vez que o polêmico músico participa de um reality show: em 2005 foi o protagonista de Tommy Lee Goes to College, um programa que o transformou em estudante universitário.

fonte: Terra Música
Agradecimentos: Maluco Doido

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Heard of Elements

   09 de Junho de 2005     tags: newsted, heard of elements      Comentários

O ex-baixista do Metallica e atual Voivod, Jason Newsted, se juntou a Roy Rogers (famoso guitarrista de blues) e Carl Coletti (ex-Ottmar Liebert) para criar um novo projeto chamado Heard of Elements. Eles escreveram e gravaram quatro músicas inéditas, as quais estão compartilhando em primeira mão com os fãs. Confira clicando aqui. Uma foto da banda pode ser vista aqui.

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Jason Newsted: "Algumas pessoas não foram feitas para se abrirem"

   20 de Junho de 2004     tags: newsted, entrevista, skom      Comentários

A edição de 20 de Junho da revista New York Times americana possui um longo e revelante artigo sobre o documentário de 4,3 milhões de dólares do Metallica, "Some Kind of Monster", contendo entrevistas inéditas com as pessoas envolvidas na realização do filme. Seguem alguns trechos das entrevistas:

Ex-baixista do Metallica, Jason Newsted, sobre o fato de considerar a idéia de uma banda de rock fazer terapia meio ridícula:

"Uma coisa realmente importante de constar - e que não é apontada por ninguém - é algo que eu sabia bem antes de encontrar James Hetfield ou qualquer outra pessoa. Algumas pessoas são feitas para se abrirem e se exporem. Algumas pessoas não. Eu deixo isto assim."

Guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, sobre o fato do grande sucesso da banda - e os meios pelos quais eles o atingiram - fez com que eles nunca precisassem amadurecer intelectualmente além dos 19 anos.

"Eu acho que a maioria das pessoas em bandas de rock tem um desenvolvimento lento. A sociedade não exige que bandas de rock façam determinadas coisas. Você pode começar a beber quando quiser, pode tocar shows bêbado, e você pode sair do palco e continuar a beber, e as pessoas adoram isso. Elas gostam de um artista que está bêbado, quebrando coisas, gritando e brigando no meio de um restaurante. Situações desse tipo aconteceram conosco e as pessoas nos louvavam."

Baterista do Metallica, Lars Ulrich, em uma cena do documentário - trecho descrito por James Hetfield como "realmente vergonhoso" - de Lars tomando doses de champagne e leiloando sua coleção de arte moderna por 13,4 milhões de dólares:

"Arte é minha paixão. Por acaso, arte exige alto investimento. Se as pessoas acham isso de mau gosto ou ofensivo, eu não posso fazer nada. Se você for pintar um retrato dos membros do Metallica, é preciso negociar, porque é assim que eu sou. Se as pessoas gostam de focar mais no lado financeiro da arte ao invés da criatividade, eu não posso fazer nada também."

Leia o artigo completo (em inglês), clicando aqui.

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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