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Vídeo de entrevista com Hetfield

   31 de Dezembro de 2008     tags: hetfield, entrevista, vídeos      Comentários

O frontman do Metallica, James Hetfield, foi entrevistado pela Nikki Blakk da rádio The Bone 107.7 de São Francisco, EUA, antes do show da banda em 20 de Dezembro de 2008 no Oracle Arena em Oakland, Califórnia. Confira a conversa em quatro partes abaixo.

Parte 1:


Parte 2:


Parte 3:


Parte 4:


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Death Magnetic soa melhor com compressão"

   25 de Dezembro de 2008     tags: hetfield, death magnetic, entrevista      Comentários

O editor associado da Guitar Player, Matt Blackett, foi a Kansas City em 25 de Outubro de 2008 para entrevistar James Hetfield e Kirk Hammett para a edição de fevereiro de 2009 da revista americana. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Guitar Player: Há um grande barulho na internet sobre o som geral do "Death Magnetic", e como as versões do jogo Guitar Hero são mais claras e menos comprimidas. Como você vê isso?

Kirk: Muito disso tem a ver com a opinião do [produtor] Rick Rubin de que o tipo de produção do "Death Magnetic" faz com que o álbum soe mais vivo. Eu estou inclinado a concordar com ele. Eu acho que soa bem legal. Eu acho que soa bem e cru e no momento. É menos do que perfeito, mas eu gosto do aspecto dele. No passado, nós passamos por grandes dores para eliminar todo tipo de distorção digital. Eu acho que para estas músicas - e o conceito deste disco - ele soa bem.

James: Eu não sei. Algumas pessoas sempre acharão algo para reclamar, e eu percebi isso. Elas podem não estar acostumadas com o tipo de som que o Rubin busca - que é levar aos limites. Nõs fomos e voltamos com o som do disco. Eu fui um dos primeiros a perceber que a compressão estava afetando o som geral, mas quando nós a tiramos, algo estava faltando... Um pouco da vida foi embora com isso. Então depois de comparar as duas direções, nós dissemos, "este soa melhor". É simples assim. Não há nada técnico nisso. Nós não nos preocupamos sobre o que as pessoas pensariam. Sobre as faixas do Guitar Hero, elas são provavelmente versões bem antigas, mas eu não sei na verdade. É tão complicado atualmente. Você nunca sabe onde, como e quando sua música será lançada. Era bem mais fácil quando você sentava, mixava os discos, lançava-os, e era isso. Agora... Há mais variáveis por aí com CDs, MP3s, toques de celulares e jogos, há mais potencial para sons diferentes. As pessoas estão falando sobre isso, no entanto, e isso é de alguma forma importante. Há paixão lá, e nós aceitamos isso como algo bom. As pessoas sempre foram emocionais com o Metallica - positivamente e negativamente.

Vídeos com Matt Blackett da Guitar Player conferindos os racks e guitarras de James Hetfield e os equipamentos de Kirk Hammett no show de 25 de Outubro podem ser vistos abaixo.

Racks e guitarras de Hetfield:


Equipamentos de Hammett:


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield irrita trilheiros com cerca de metal

   23 de Dezembro de 2008     tags: hetfield      Comentários

O jornal Marin Independent Journal relata que o frontman do Metallica, James Hetfield, se encontrou com oficiais de comarca para discutir sobre como resolver o problema de sua controversa cerca que bloqueia o espaço aberto para acesso de trilheiros e outros ao Lucas Valley.

Durante o verão, Hetfield ergueu uma cerca de metal em sua propriedade no cume de uma colina em Terra Linda (nome da localidade), fechando uma trilha popular e irritando trilheiros, ciclistas e equitadores. A cerca, que fica no final de uma trilha no meio da mata na área preservada aberta em Terra Linda-Sleepy Hollow Divide, bloqueia o acesso da trilha Luiz Ranch, que tem mais de 50 anos.

Vandalismos feitos em um portão menor colocado anteriormente, e também em placas e outras propriedades ao longo da trilha, fizeram com que Hetfield bloqueasse o acesso com a cerca corrugada prateada de metal com 9 metros de comprimento e de 2,5 a 3 metros de altura.

Leia a reportagem completa (em inglês) no site do Marin Independent Journal, clicando aqui.

Fonte: Whiplash!

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Natal do Hetfield

   23 de Dezembro de 2008     tags: hetfield, curiosidades      Comentários

Como é o Natal se você é uma das maiores estrelas do rock do mundo? Se você for o frontman do Metallica, James Hetfield, o feriado é bem parecido com o do resto das pessoas. "É bem normal, bem normal", disse ele. "Nós recebemos os avós da Argentina, sabe. Eu amo decorar. Sabe, nós enfeitamos a casa toda. Você tem filhos, você precisa decorar. É tão divertido. Tento não mimar muito as crianças, mas claro que elas são. Nós limitamos a um presente para cada, e então claro, sabe, você tem a família que os bombardeia e eles passam todo o dia abrindo presentes (risos)."

Fonte: Blabbermouth.net

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Hetfield: Entrevista em TV japonesa

   23 de Dezembro de 2008     tags: hetfield, entrevista, vídeos      Comentários

Uma entrevista recente realizada por uma TV japonesa com o frontman do Metallica, James Hetfield, foi disponibilizada no YouTube e pode ser conferida abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Escrever música sempre será parte de mim"

   23 de Dezembro de 2008     tags: hetfield, entrevista      Comentários

A revista Brave Words and Bloody Knuckles publicou recentemente a seguinte matéria a respeito do Metallica. Confira abaixo a tradução na íntegra para português.

Em duas horas e 25 minutos, James Hetfield do Metallica ficará em frente a 21 mil pessoas em Vancouver, BC (no GM Place) e exorcizará seus demônios. Mas neste instante, ele está dando um tempo entre entrevistas no confuso backstage, que parece exatamente como os inúmeros backstages ao redor do mundo onde Hetfield cresceu. Ele não está gritando, ele não está correndo; ele está só parado, em silêncio.

Quando introduzido, nosso aperto de mão não acerta direito; nós desajeitosamente arrumamos para acertar; esperamos um minuto enquanto a sala em que conversaremos é limpa; nós sentamos, e enquanto eu dou uma olhada em James, os anos estão a mostra em seu rosto. Este não é o James Porralouca Hetfield, monstro do Metallica. Este é James Hetfield, humano. É um lembrete de que James Hetfield pode falhar, e James Hetfield é um cara realmente legal e James Hetfield não é algum tipo de monstro, pelo menos não mais. Ele não é gigante, embora ele seja realmente grande.

Críticos musicais são, como sabemos, também passíveis de falhas: eu recentemente coloquei o novo disco da banda, Death Magnetic, no topo da minha lista de "Piores do Ano" para esta publicação; agora que os meses passaram, eu colocaria no meu top cinco só com as quatro primeiras músicas. A banda retornou depois de muita luta interna e chocou o mundo com um álbum que é tão nervoso quanto eles já foram, apesar do fato de Hetfield ser todo sorrisos quando nós sentamos para conversar.

BW&BK: Como você está se sentimento em relação ao álbum?

Hetfield: "Maravilhado. Ainda muito, muito surreal. Pensando que, sabe, nós estávamos quase nos separando ou gritando uns com os outros sobre não querer estar mais juntos e então nós saímos mais fortes do que nunca e fizemos um álbum que parece como se estivéssemos vivos de novo."

BW&BK: Deve ser ótimo sentar e segurar o CD e simplesmente dizer, "Porra, nós conseguimos".

Hetfield: "(Risos) Realmente é uma boa sensação. E obviamente, ter um feedback positivo ajuda, cara. Não importa o que for, eu não quero falar por todos os artistas, mas no fim, o artista diz, nós estamos fazendo isso por nós, eu estou fazendo isso por mim, mas sim, é bom quando alguém diz que você fez um ótimo trabalho. É humano."

BW&BK: Suas letras... Lars disse que ele ficou surpreso em um pouco triste com suas letras, que você ainda tem muito ódio em você. O que você sente sobre isso?

Hetfield: "Eu me sinto feliz sobre isso (risos). Eu agradeço por ainda ter. Isso alimentou a minha vida. Junto de outras coisas que alimentam a minha vida agora, também. Mas sabe, nós todos temos nossas coisas. Nós todos temos nossos defeitos, de certa forma, que nos apegamos, que parecia funcionar, ou que queremos nos livrar ou trabalhar; ainda há um pouco por aí. Sobre a raiva, não é mais só raiva, com certeza. Eu preciso mostrar isso em meu trabalho. O Lars, seus defeitos surgem em outros lugares (risos), onde as pessoas não estão lendo, imagino, mas todos nós temos nossas coisas em que trabalhamos. Eu sou capaz de expressar isso. Isto é uma das coisas mais fáceis para eu expressar, então isso é meio onde e como caminha."

BW&BK: Há muita felicidade dentro de você que não é tão expressada?

Hetfield: "Com certeza. Há cada vez mais. É fácil fazer isso. Possivelmente hoje de noite, quando você nos ver no palco, é tudo bobo, vendo quatro caras sorrindo tanto, mas é uma boa sensação estar lá e realmente saber que é por isso que você foi colocado na Terra, acredito, para estarmos juntos e criar música e criar um show divertido ao vivo onde as pessoas podem se distrair."

BW&BK: Você já imaginou que haverá uma hora em que você estará velho demais para fazer isso? Quando termina? Por que o Metallica pára?

Hetfield: "Claro. Por que? Pára porque... (longa pausa) Bem, morte não pára, pirotecnias não pára, pessoas saindo não pára. Sim, o que pára? Acidentes de ônibus, tudo isso, eu não sei. Eu acho que quando Lars e eu decidirmos não fazer isso ou nós não sentirmos isso ou algo acontecer com um de nós então é quando provavelmente pára. Mas isso não significa que o espírito do Metallica ou o amor por ele pára. Escrever música sempre será parte de mim e da minha expressão."

BW&BK: James Hetfield... Há o personagem James Hetfield. No palco, você é um filho da puta...

Hetfield: "(Risos) É mesmo?"

BW&BK: Falando com você, você é um cara legal, você sorri bastante. De onde vem o personagem do palco?

Hetfield: "27 anos tocando ao vivo e crescendo em Los Angeles, não gostando da cena musical. Eu acho que muito do personagem se desenvolveu de onde nós viemos. A velocidade, a intensidade, o volume alto, nós queríamos a atenção. Crescer em Los Angeles tocando com todas as bandas glam quando a cena só ligava para visual, cabelo, tanto faz, e nós não tínhamos certeza disso, nós queríamos música, nós tínhamos que tocar mais alto, mais rápido, para as pessoas nos notarem. E sabe, junto de seus hábitos, isso é parte do que você desenvolve, é sua arma lá, seu escudo, é seu tudo, você é capaz de se esconder atrás disso, você é capaz de avançar mais do que eu poderia só sentado aqui falando com você. Eu acho que isso é levar seu corpo, sua voz, sua alma, seu ser a um estado mais alto. Quando você sobe ao palco, há algo. Eu certamente não faria as coisas que faço lá na frente da minha família no Dia de Ações de Graças (risos). Eu não faria. A música e as pessoas me levam a outro lugar. É como as olimpíadas para nós (risos). Você vai fundo."

BW&BK: Você precisa disso?

Hetfield: "Eu preciso. Soa como um novo vício, e não é novo. É só mais claro de que é de certa forma um vício mais saudável (risos). Estar no palco, é... (pausa) Eu me sinto bipolar lá. Eu vou de um monstro louco para 'Nothing Else Matters', onde eu tento alcançar a alma das pessoas e conectar. Há muitos extremos lá, e dependendo da música, te leva lá."

BW&BK: Some Kind of Monster: agora que teve um pouco de tempo para sentar, algum arrependimento?

Hetfield: "Eu assisto isso toda noite (risos)."

BW&BK: Tem duas horas e meia.

Hetfield: "Sim, eu saio do palco... (Risos). Não, sem arrependimentos. Sem arrependimentos. Eu diria que é provavelmente uma das melhores coisas que... Foi um grande presente que nos foi dado naquele ponto. O making of de um disco e nós começamos a... Se tornou em outra coisa. Se tornou em desintegração da banda, de amigos, de uma longa carreira. Nos filmou quando nós não queríamos (risos), nos filmou quando nós realmente queríamos ser filmados... Estava lá, e foi um ótimo espelho para todos nós. Nós aprendemos muito sobre nós mesmos e sobre os outros. Há muita liberdade agora por causa disso. Expos nossa feiura para o mundo então nos tornou mais fortes. Além disso, quando alguém tenta te machucar com algo, algo do seu álbum ou isto ou aquilo... Você não pode me machucar. Você me viu no canto, chorando. Você viu Lars gritando comigo enquanto eu queria matá-lo. Você viu toda a roupa suja. Nos deu liberdade, nos deu muito mais amigos, porque eles nos veem como humanos agora, e isso nos deu muito mais respeito, eu acho."

BW&BK: As pessoas te colocam em um pedestal. E mostrou o lado humano.

Hetfield: "Sim. E como você estava dizendo, eles querem aquele personagem do palco. Eles acham que aquele é você, então quando você os encontra no aeroporto, você deve pular na esteira das malas e gritar com eles, 'Vai se foder!'. Agora eles sabem muito mais sobre nós. E junto disso, vem um pouco de psicopatia, onde as pessoas acham que elas realmente te conhecem. Mas é bom ser conhecido, e as pessoas podem dizer, 'ele está com sua família, jantando, e eu não vou incomodá-lo. Eu lembro que no filme ele disse que isso meio que o incomoda e se ele me der o sinal, eu me aproximarei.' Então isso nos conectou com o mundo."

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Hetfield e Trujillo comentam sobre Guitar Hero

   22 de Dezembro de 2008     tags: hetfield, trujillo, guitar hero      Comentários

O Metallica confirmou na semana passada em seu site que o jogo Guitar Hero: Metallica deverá sair no primeiro semestre de 2009. O grupo é o segundo a ter sua própria versão do Guitar Hero, sendo o primeiro o Aerosmith. O frontman do Metallica, James Hetfield, disse ao The Pulse of Radio algumas das razões do porquê da banda ter abraçado o fenômeno dos video-games. "Muitas crianças que talvez queriam tocar guitarra, ou até, especialmente adultos que que queriam tocar guitarra e nunca tocaram, eles estão tendo a chance de certa forma de viver um pouco disso em sua sala de estar ou seja onde for", disse ele. "E é uma boa forma de divulgar sua música. Com todos as grandes lojas de discos fechando, levar música as pessoas está ficando um pouco limitado. Mas há muitos lugares, novos lugares a serem explorados, e um deles é o Guitar Hero."

O baixista do Metallica, Robert Trujillo, disse ao The Pulse of Radio sobre o longo processo de captura de movimentos pelo qual a banda passou para trazê-los a vida no jogo. "Nós estamos basicamente em trajes de mergulho, e você tem todas aquelas pequenas bolas que ajudam a capturar a imagem no computador", disse ele. "É como tocar em um traje de mergulho, então você sente muito calor, você está lá, você está bangeando, você está debaixo das luzes, mas é um exercício. Sabe, eles usualmente querem que você toque uma música, cinco vezes ou mais, então é muito trabalho."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield comenta sobre composição de letras

   19 de Dezembro de 2008     tags: hetfield, entrevista      Comentários

A revista Revolver elegeu o "Death Magnetic" do Metallica como o "Álbum do Ano", e conversou recentemente com o frontman James Hetfield sobre o disco e os elogios recebidos pela crítica. Um trecho da conversa pode ser conferido abaixo.

Revolver: O que rolou, pessoalmente, entre vocês quatro para fazer um disco como este?

Hetfield: Pessoalmente? Muito respeito. Muita comunicação, e muito foco enquanto nós estamos lá. Há muita honestidade e, sabe, dar um feedback honesto colabora com o projeto, não só brigando e batalhando. Coisa que é realmente honesta e que tornará o projeto melhor. E eu acho que nós todos estamos melhorando um pouco nisso; nossa pele está um pouco mais grossa, e somos capazes de deixar de lado coisas que não se encaixam, sabe. E trabalhar com o [produtor] Rick Rubin, nós aprendemos muito nisso!

Revolver: Você aprendeu sobre ter uma pele mais grossa?

Hetfield: Bem, você está colocando seu coração nisso, sabe? E qualquer um que escreve música ou escreve como você sabe que você coloca seu coração lá com sua arte. E quando alguém julga isso, claro que vai machucar, mas você precisa ou ter a confiança de, "Sim, ok, eu posso fazer melhor", ou "parte da afirmação desse cara faz sentido - esta parte não", e seguir com isso.

Revolver: Você pode dar um exemplo específico de uma música onde você precisou de uma pele grossa?

Hetfield: Bem, falando de riffs, eu sou bem confiante. Mas quando é sobre letras, aí é quando fica ainda mais pessoal. Está vindo de algum lugar, e você não tem certeza de onde está vindo. Não importa o quão externo, foi digerido por você; está ligado a sua vida de alguma forma. Seja durante sua infância ou eventos recentes ou o que for, está ligado, e você tem que ter o sentimento nisso, e isto significa que há uma oportunidade de ter sentimentos machucados. Então quando você está escrevendo letras e alguém diz, "Meh, isto não é tão bom", você pensa, "Wow, ok". Porque eles estão basicamente dizendo que sua vida não é tão boa! Parece meio dessa forma, porque você está se dedicando tanto lá. Mas aceitar o desafio - isto faz mais sentido pra mim. Ficar todo bravo e reescrever funciona de um modo, mas aceitar o desafio é sempre bom. Então tiveram até que algumas coisas de letras. Tiveram até que algumas em algumas músicas, assim como nós fazemos ao Lars [Ulrich, bateria] ao fazer uma certa batida na bateria e dizemos, "Meh, você pode fazer melhor isso, tente algumas coisas". Nós fizemos isso, onde eles falaram, "Estas letras estão ok. Tente outra coisa". Tiveram até que algumas nesse disco. Eles não sentaram e analisaram cada coisinha como Rick fez neste disco, mas eu sentei na casa de Rick em sua sala de estar vazia, onde ele basicamente tem um sofá de couro branco e um grande aparelho de som, e nós sentamos lá e passamos por isso. Nós estávamos basicamente procurando por coisas que nos abalavam: "Isto me abalou. Aquilo me abalou. Eu não sei o que diabos estas letras significam", sabe? Até o [título] "Death Magnetic", o que diabos é isso? Eu não sei, mas me abala. Tem emoção nisso! Nós procuramos por muito disso, e através do passado, mesmo nos discos antigos tinha muito dessa atração misteriosa. Você não sabe exatamente o que era, mas no minuto que você cantou ou sentiu isso, você sabia o que significava.

Mais trechos da entrevista podem ser lidos, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "As pessoas sempre reclamam de algo"

   08 de Dezembro de 2008     tags: hetfield, entrevista      Comentários

Fish Griwkowsky da Sun Media entrevistou recentemente o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sun Media: Como você reage ao fato dos fãs falarem que este é o melhor álbum em anos, talvez décadas? Você não toma isso como um insulto?

James: É meio que bom. Não, há muitas outras coisas para serem consideradas como insultos. Nós nos sentimos bem com cada um dos discos, mas este parece ter tido uma resposta positiva extra. Com o "St. Anger" (de 2003), o tempo dirá. Não nos considerando como Led Zeppelin ou algo assim, mas o terceiro álbum de Zep, eles foram xingados, mas agora é um dos meus favoritos. O tempo dirá. Ele tem que apagar todas as outras coisas associadas a ele. Como "Load" e a foto (de semem e sangue). E "St. Anger" e todo o filme sobre o colapso do Metallica. Este, saiu direto. Bem surpreendente.

Sun Media: Quanto o Rick Rubin como produtor teve a ver com isso, trazendo os solos de volta e as músicas longas?

James: Ele teve muito a ver em nos deixar confortáveis com isso. Muitos de nossos medos sobre não progredir como uma banda estavam se mostrando. Não olhar para trás, pois este é um sinal de falha. Descansar em suas conquistas, se sentar no sofá. No caminho nós esquecemos algumas das ferramentas essenciais que nos tornam único. Ele nos ajudou a acolher nosso passado. Lars (Ulrich) e eu sempre batalhamos. Eu preciso ter uma música curta, digamos do mesmo tanto de uma frase curta. Se uma música de oito minutos soa como se tivesse dez, há um problema.

Sun Media: Eu gosto mais de "All Nightmare Long" das músicas novas. Quem você está caçando nela?

James: Eu gosto de manter o mais vago possível, para que ela possa se ligar em sua vida. Ela quase não entrou. O refrão é uma sobra do "St. Anger". Foi uma tentativa de voltar ao mito de H.P. Lovecraft com "The Thing That Should Not Be", "The Call of Ktulu". Era sobre os cães de Tindalos, que era outra mente louca - sobre estes lobos que caçam através de seus pesadelos e a única forma de escapar deles é ficar com os anjos. Você não consegue nem escapar através do sono.

Sun Media: Você acha que as pessoas esqueceram que você é um artista, lá no fundo. Você tem algo a dizer.

James: Nós somos um alvo grande, fácil. Por causa do Napster. Por causa do filme. Coisas nas quais as pessoas podem facilmente atirar contra. Eu vou sentar e falar sobre o sentimento de ir ao palco e o barato que isso dá para mim, o novo barato, e o respeito que as pessoas têm ao vir para nos ver ao vivo, em um tempo como este. E você tem um criança que está morrendo e uma das coisas que ela quer é conhecer o Metallica - e você vai e "com certeza". Nós fazemos isso porque nós sentimos isso. As pessoas sempre reclamam sobre algo. Se você se encarar e se mantiver firme, você está bem. Não tem como errar.

A entrevista completa, em inglês, pode ser conferida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield sobre vida, morte e Metallica

   07 de Dezembro de 2008     tags: hetfield, entrevista      Comentários

Graeme Wood do The Cape Breton Post entrevistou recentemente o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

The Cape Breton Post: Você está feliz com esta nova-velha direção [do "Death Magnetic"]?

Hetfield: Sim, parece certo. Parece que é a hora certa. Eu certamente sei que os fãs têm pedido desde sempre, basicamente nos falando o que fazer, o que para nós, não funciona. Seja meu pai ou um fã, isso nunca funcionou. Eu tenho que sentir isso por minha conta, e eventualmente nós vamos ao ponto onde somos capazes de acolher as coisas que fizemos no passado e não fugir delas.

The Cape Breton Post: Fale para mim sobre o novo álbum e você estar sóbrio agora. Você já foi viciado em álcool, então isso mudou sua forma de escrever, já que thrash metal é tão sinônimo de beber?

Hetfield: Os fãs terão que dizer. Este novo álbum, eu acho, é muito bom e eu estou completamente limpo e sóbrio. Sempre existirão pessoas que se preocuparão por você, também... E então eu escrevo as coisas mais raivosas da minha vida no "St. Anger" e todo mundo odeia isso ou algo assim. Sabe, você não pode fazer isso pelos outros. Você tem que ser o artista que está fazendo arte.

The Cape Breton Post: Você ajeitou as coisas em sua vida privada, então isto faz com que você e a banda se dêem melhor do que antes?

Hetfield: Com certeza. Eu acho que o fato é que nós podemos ler uns aos outros melhor porque nós conhecemos uns aos outros melhor, e queremos conhecer uns aos outros melhor, e nós conseguimos nos comunicar muito melhor... Nós passamos por alguns momentos bem difíceis e por termos andado através do fogo e sobrevivido, há quase um tipo de honra que você tem com cada um - que nós passamos por isto então não precisamos ir lá de novo.

The Cape Breton Post: Você mencionou antes que é importante falar sobre morte. Talvez você possa discorrer sobre isso.

Hetfield: A banda chegou perto de acabar. Nós chegamos ao ponto onde egos, e ressentimentos e coisas assim cresceram tanto e tão forte que era praticamente um abismo impossível de escalar. Então o fato de que nós passamos por isso e saimos com o álbum mais forte de um longo tempo, acho, é um testamento de trabalho duro e para se apoiar pois você nunca sabe o que acontecerá. E para nós, foi perto da morte e esse é um pensamento bem assustador. E obviamente, há vida pós-Metallica, mas vale a pena? Então nós começamos a falar sobre isso em uma metáfora de vida e morte.

The Cape Breton Post: Você ainda é de certa forma político?

Hetfield: Nunca fui. Liricamente, eu estava escrevendo o que eu sentia... Muitas das coisas que nós fazemos são, felizmente, universais, como se ligar nas emoções - é humano. Músicas como "One" e "Disposable Heroes" falam mais sobre lado feio da guerra. E há mais do que só essas músicas. A música "Don't Tread On Me" mostrou o outro lado disso. Nós na banda temos opiniões políticas diversas e é melhor deixar isso na entrada. Isso atrapalha o caminho, é um bloqueio. Olhando como um todo, nós todos queremos proteger nossas famílias e existem certas formas que nós achamos que devem ser feitas. Mas todo nós temos preocupações sobre o globo e humanidade e onde isto está indo e eu não acho que nós somos os primeiros a nos preocuparmos com isso.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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