Keith Spera do The Times-Picayune informou que alguns acharam que o documentário "Some Kind of Monster" do Metallica revelou demais, especialmente quanto ao dinheiro. Em um encontro inicial com seus novos companheiros de banda, o baixista Robert Trujillo luta pra manter sua postura enquanto é presenteado com um milhão de dólares. Em uma das cenas mais comentadas, o baterista Lars Ulrich vende sua coleção de arte moderna enquanto bebe champagne e lucra 13 milhões de dólares.
Para Ulrich, retratar a realidade financeira da banda foi essencial para a integridade do filme.
"Se você vai abrir as portas, você tem que abrir o máximo possível," disse Lars ao The Times-Picayune. "Eu não acho certo abrir e fechar dependendo da informação. É enganar as pessoas dizer, 'Tá, você pode saber disso, mas não sobre o dinheiro.'"
"As pessoas ficaram tão chocadas que nós revelamos essas coisas de dinheiro. Algumas podem achar isso horrível; eu respeito isso. Mas para mim, você fica limpo se não esconder nada. Você não finge que vendeu 90 milhões de discos e não ficou rico. Se você jogar isso por aí, você acaba desmistificando isso um pouco."
Depois que a atual turnê terminar, a banda provavelmente tirará seis meses de férias antes de iniciar as gravações de um novo álbum. Será que a tensão criacional existente entre Ulrich e o frontman James Hetfield ainda existe na pós-terapia e reabilitação do Metallica?
"Isso será testado ano que vem," disse Ulrich. "Certamente na terceira parte final do filme, quando rumamos ao final feliz, as dinâmicas criacionais estão funcionando bem. Eu ficaria surpreso se não continuássemos de onde paramos, ou continuarmos em um lugar mais firme, simplesmente porque nesse um ano e meio que estamos na estrada passamos sem maiores problemas ou incidentes."
"Todo mundo está funcionando bem, todo mundo está se dando bem, todos estão mantendo isso."
A entrevista completa e em inglês pode ser lida clicando aqui.
fonte (em inglês): Blabbermouth.net
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