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Lars Ulrich, sobre as músicas novas: "Nós estamos tentando ser os mais críticos possíveis com nós mesmos"

   17 de Janeiro de 2007     tags: ulrich, entrevista, disco novo      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou recentemente a revista Revolver sobre o processo de composição do novo álbum do grupo, esperado para sair no final do ano. "É legal entrar no estúdio e não encontrar de repente três câmeras em sua cara e ter que sentar e falar por quatro horas sobre como você estava se sentindo na noite passada", disse ele, referindo-se a equipe de filmagem que documentou cada detalhe das intrigas do Metallica durante a gravação do álbum "St. Anger", de 2003. "Nós meio que passamos dessa fase. Todos estão se dando bem agora. Estes dias, é divertido ir ao estúdio - é na verdade algo que eu aguardo com ansiedade, ao invés de relutar. E eu acho que isto é um reflexo de quão longe nós chegamos".

Ulrich disse que as sessões para o novo CD, que a banda está planejando gravar em Los Angeles com o produtor Rick Rubin (System of a Down, Slayer, Audioslave, Red Hot Chili Peppers), relembrou os primeiros anos do Metallica.

"É James [Hetfield] e eu passando por fitas com riffs e escolhendo os melhores riffs, e então moldando músicas em cima disso", explicou. "Existem dois processos separados - um processo de composição e um processo de gravação. 'St. Anger' foi um experimento onde compomos e gravamos ao mesmo tempo. Mas isto é o que costumávamos fazer antes: sentar, escrever um monte de músicas, escolher as melhores e então ir a algum lugar grava-las". Ulrich disse que Rubin - que o baterista lembra de vê-lo no backstage em shows do Metallica no meio dos anos 80 com mixagens cruas de "Reign in Blood" do Slayer, que produziu - "não quer que nós comecemos a gravar até que cada música que faremos esteja mais próxima possível dos 100% que podemos conseguir".

A banda tem cerca de 25 músicas novas, uma grande quantidade que Ulrich credita as jams que fizeram na sala de aquecimento todas as noites antes dos shows da turnê do "St. Anger". Eles pretendem deixar a tracklist final com cerca de 12 ou 14 músicas.

"A quantidade de material é um pouco exagerada", Ulrich admitiu, "então estamos tentando ser os mais críticos possíveis com nós mesmos. É ótimo com Rick, pois ele não tem nenhuma experiência conosco. Ele só vem e diz 'isto é ótimo, isto não é tão bom'. Eu acho que depois de 15 anos com Bob [Rock], era hora de reinventarmos a roda. Eu acho que o que aconteceu com Bob foi que chegamos em um ponto onde nós simplesmente nos conhecíamos muito bem. E precisávamos de uma dinâmica diferente."

A entrevista completa da revista Revolver com Lars Ulrich pode ser conferida na edição de Março de 2007.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Memorial sueco a Cliff Burton muda de lugar

   14 de Janeiro de 2007     tags: burton      Comentários

Em 30 de setembro do ano passado (2006) foi realizado um memorial em homenagem a Cliff Burton no bar e restaurante sueco Gyllene Rasten, em Ljungby, Dörarp, Suécia, próximo à estrada onde ocorreu o acidente que resultou na morte do baixista no dia 27 de setembro de 1986.

Na ocasião, foi erigida uma lápide de pedra, que devido ao risco de se deteriorar por causa do mau tempo do inverno sueco, foi movida para outro local mais seguro. Confira um vídeo da cerimônia realizada em 30 de setembro.

Agradecimentos: Megadave
Fonte: Whiplash!

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Metallica "realmente renovado" ao trabalhar com Rick Rubin

   08 de Janeiro de 2007     tags: ulrich, entrevista      Comentários

De acordo com a Launch Radio Networks, o baterista do Metallica disse na nova edição da revista Rythm, da Inglaterra, que trabalhar com o produtor Rick Rubin depois de 15 anos e 5 álbuns com Bob Rock tem "uma energia completamente diferente, uma vibração nova". Ulrich disse a Launch que a banda sentiu que era hora de fazer mudanças. "Rick, sabe, entre o Red Hot Chili Peppers e Audioslave e System of a Down e Slipknot e o que mais for, quero dizer, é meio que, ok, eu quero dizer, ele é obviamente o cara certo. Ele veio com algumas idéias ótimas e tem um jeito totalmente diferente de Bob de olhar para o Metallica, o que não que é nada contra o Bob, claro, mas vem de um lugar diferente e realmente renovou algumas coisas diferentes em nós".

O Metallica escreveu músicas para seu nono álbum de estúdio durante grande parte do ano passado. A banda deve entrar em estúdio ainda este mês.

Ulrich disse recentemente que o som do novo disco será diferente da controversa produção de baixa qualidade de "St. Anger", de 2003, o que ele chamou de "uma reação aos 20 anos fazendo as coisas de uma jeito".

O novo álbum do Metallica é esperado para sair no final de 2007.

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Lars Ulrich: "Nunca fomos tão felizes como agora"

   05 de Janeiro de 2007     tags: ulrich, entrevista, dream theater      Comentários

Mike Portnoy, baterista do Dream Theater, entrevistou, por telefone, o baterista Lars Ulrich, do Metallica (entrevista realizada em 08/11/2006) para a edição de janeiro de 2007 da revista Rhythm, na qual Portnoy participa como editor convidado. Alguns trechos da conversa seguem abaixo:

Mike Portnoy: Como estão os trabalhos quanto ao novo disco?

Lars Ulrich: "Até aqui foi um ano divertido (2006). Não há equipes de filmagens, nem psiquiatras, nem produtores. Apenas nós quatro (Lars, Rob, James e Kirk) nos sentamos, escrevemos, tocamos, suamos e nos divertimos. O (produtor) Rick Rubin (Nota: renomado produtor que já trabalhou, dentre outros, com Slayer, Beastie Boys, System of a Down, e alguns artistas pop) aparece vez ou outra, ouvindo e dando algumas sugestões. Nós carregamos esse sistema ProTools por aí e fizemos jams na sala de ensaios todo dia antes do show, logo registramos todas as idéias. Temos por volta de 25 novas canções e Rick estará vindo depois de amanhã (Nota: no caso, seria no dia 10/11/2006). Basicamente, lhe dissemos que já terminamos de compor. Agora é tempo de escolher algumas delas e gravá-las".

Mike Portnoy: Como é trabalhar com um novo produtor após 15 anos (até então, Bob Rock havia sido responsável por toda a produção do Metallica, desde o ‘Black Album’, de 1991)?

Lars Ulrich: "É uma energia completamente diferente, uma vibração toda nova, após cinco discos (Nota: ‘Black Album‘, de 1991; “Load’, de 1996 e ‘Reload, de 1997; ‘Garage Inc.‘, de 1998 e ‘St. Anger’, de 2003) e 15 anos incríveis com Bob (Rock). O cara é e sempre será um membro da família Metallica, mas nós tivemos que tentar algo diferente. Rick vê a coisa de forma mais ampla. Ele não é tão chegado a vocais dobrados ou em adicionar mais quatro canais. Ele é mais do tipo: 'Desliguem o ProTools, vão tocar e façam os arranjos sozinhos.' Até aqui, ele nos tem forçado a trabalhar e a suar um pouquinho mais".

Mike Portnoy: Então, todo esse tempo foi para o processo de composição. Vocês ainda não gravaram nenhuma parte de bateria ainda?

Lars Ulrich: "Fizemos aproximadamente 30 a 40 horas de material bruto, de riffs, idéias e jams, e juramos para nós mesmos que utilizaríamos um pouco de tudo isso. Temos 25 canções até agora, então vamos começar a arrumar isso, mas você tem que lembrar que fizemos o (show, evento) do Rock and Roll Hall of Fame, aí fomos para a África do Sul por três semanas, daí fomos para a Europa por seis semanas, então, Rob (Trujillo, baixista) teve um filho e ficamos algumas semanas parados".

Mike Portnoy: Isso é ser old-school. O Led Zeppelin gravava um pouco, fazia uma turnê, depois voltavam.

Lars Ulrich: "Não é mais como no "Black Album", com 16 horas/dia, seis dias na semana por três meses. Estivemos excursionando e o Kirk (Hammett, guitarrista) teve um filho. E se demorasse mais, estaríamos tranqüilos quanto a isso".

Mike Portnoy: Estamos no mesmo barco, porque ficamos trancados em estúdio (Nota: no caso, o Dream Theater) por alguns meses e ainda há trabalho até o início do ano que vem (2007). Damos algumas paradas – eu e o guitarrista (do Dream Theater, John Petrucci) excursionamos com o G3 (Nota: projeto dos guitarristas Joe Satriani e Steve Vai, sempre com outro guitarrista convidado, já passando pelo G3 nomes como Robert Fripp, do King Crimson, Yngwie Malmsteen, dentre outros), e faremos mais alguns shows na Austrália no próximo mês (Nota: em dezembro/2006), então ficamos nessa de ir e vir e trabalhar ao redor de nossas vidas.

Lars Ulrich: "Exatamente, eu não tenho mais resistência para ficar nove meses dentro de um estúdio e depois 18 meses na estrada - esse tipo de coisa te leva até o seu limite".

Mike Portnoy: Eu adorei a direção tomada em seu último disco ("St. Anger", de 2003) com as canções cumpridas, mais pesadas e com os arranjos não-ortodoxos. Me lembrou muito o antigo material (do Metallica). O novo trabalho será uma continuidade disso?

Lars Ulrich: "Quando olho para o 'St. Anger' o encaro como um experimento, uma reação aos 20 anos em que agimos de uma mesma forma, e foi algo como, 'ok, vamos sentar, os quatro, e mostrarmos algumas idéias do momento e gravá-las'. Penso que houve uma grande energia lá. O que há por trás disso é que acabamos usando ProTools pra caramba. As novas canções são definitivamente um pouco maiores e mais intrincadas. É mais orgânico, todos tocando juntos, Kirk está fazendo solos novamente, não são tantos 'gravar oito pistas e depois colocá-las no computador'. A caixa está de volta à bateria. Me lembrei daquele tempo! Nos anos 90 ficávamos assustados com nosso material que parecia ficar tão estéril e perdendo a pegada ao vivo. Queíamos ver se conseguiríamos achá-la com o 'St. Anger'. Assim, nós gravamos todos esses momentos, mas aí acabamos por colocá-los dentro do computador, então resultou em algo artificial. Agora definitivamente iremos gravar mais como estávamos acostumados. Então vamos ver no que vai dar.”

Mike Portnoy: Como era seu relacionamento com Cliff (Burton, ex-baixista, morto por acidente de carro em 1986), Jason (Newsted, ex-baixista, que saiu da banda em 2000) e Rob (Trujillo, atual baixista)? Quais são as diferenças entre eles como baixistas em termos de relacionamento musical com você?

Lars Ulrich: "Cliff foi único. James (Hetfield, guitarra, voz), Kirk e eu sempre sentimos que Cliff estava muito adiante do que o resto de nós. Ele estudara música clássica, tinha muito mais talento que a gente, e era alguém com o qual mantínhamos um relacionamento incrível".

Mike Portnoy: Eu acho que quando alguém morre muito cedo (Nota: Cliff morreu aos 23 anos de idade), você imagina como seria – como seria se Jimi Hendrix ainda estivesse vivo? O que Randy Rhoads (guitarrista do Ozzy Osbourne que morreu em acidente aéreo em 1981. Também tocou no Quiet Riot) estaria fazendo, assim como Cliff.

Lars Ulrich: Exatamente, ele era tão ligado ao seu próprio mundo. Jason era demais, era incrivelmente motivado, atento, às vezes sentíamos que ele era atento demais. Ele era sempre o cara que dizia, 'vamos lá, andemos'. Ele era mais não-tradicional, era mais ligado a guitarras do que à bateria. havia momentos em 'Enter Sandman' e em algumas das músicas com mais groove no 'Load' (1996) e 'Reload' (1997), como 'Ronnie' (do 'Load') em que a bateria e o baixo estão realmente coesos, mas era algo que Bob (Rock) nos forçou a fazer. Rob é muito detalhista. Ele tende a dar mais preferência à bateria do que para a guitarra do James, e penso que isso que estamos fazendo agora - Rob e eu - é mais empolgante e quando as pessoas ouvirem, vão se amarrar. Ele está sempre acompanhando a bateria, preso a isso. Ao vivo, ele apenas mantém tudo junto. Rob é perfeito. Não penso que o Metallica tinha ficado tão feliz ou avançado melhor, e não diminui o crédito do que Cliff e Jason trouxeram, mas há uma serenidade na banda (agora) sem soar fora de moda. Todo mundo está evoluindo e se divertindo. Parece tudo balanceado".

Agradecimentos: jordan
fonte: Whiplash!

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Briga sobre Metallica acaba em morte no Canadá

   04 de Janeiro de 2007     tags: curiosidades      Comentários

Um homem de 35 anos de idade chamado Stefan Conley morreu na cidade de Edmonton (Alberta, Canadá) após dizer a quatro adolescentes que não entendiam nada de Heavy Metal durante uma discussão sobre o METALLICA, de acordo com o relato do processo.

Uma testemunha presenciou o homem de 35 anos de idade ficar nervoso com um dos jovens que havia ridicularizado Conley tirando seu cinto e desabotoando sua calça em um convite à prática sexual com ele.

Conley, que tinha aproximadamente 1,78m de altura e pesava 89kg, se levantou e agarrou o jovem à força, disse a testemunha, que também era passageira no ônibus. O jovem gritou mandando Conley soltá-lo.

Os outros três adolescentes pularam em Conley e começaram a espancá-lo e a gritar: “deixe-o (o amigo deles) em paz”, disse a testemunha, que tinha 15 anos quando do ocorrido, e não estava entre os jovens acusados pela morte de Conley, que morreu após a briga, que ocorreu próximo a uma área pública de South Edmonton, por volta das nove horas da manhã, no dia 02 de março de 2006.

Os quatro adolescentes, cada um acusado de assassinato, estão sob os cuidados do juizado daquele país para uma audiência preliminar caso haja evidências suficientes para levar o caso a julgamento. Não houve qualquer acusação pública na audiência, mas os jovens não puderam ser identificados conforme determina a Justiça para Crimes de Adolescentes. Um dos jovens tinha 16 anos e os outros, 17 anos à época do crime.

O passageiro testemunhou o ataque a Conley por aproximadamente 10 segundos e os jovens pararam de espancá-lo (Conley), uma vez que largara seu amigo.

O artigo completo, em inglês, pode ser conferido clicando aqui.

fonte: Whiplash!

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Metallica trabalhando no seu ritmo normal

   04 de Janeiro de 2007     tags: ulrich, entrevista, disco novo      Comentários

A Launch Radio Networks informa: o Metallica está a princípio agendado para entrar em estúdio este mês e começar as gravações do sucessor do "St. Anger", de 2003.

Embora a banda tenha gasto a maior parte de 2006 compondo o novo material e tenha disponível boa parte desse início de 2007 para ajeitar as coisas, o baterista Lars Ulrich disse que não sente que o processo esteja ocorrendo de forma mais lenta ou longa que o usual. "Eu não acho que estejamos gastando um tempo especialmente mais longo, é tão somente um trabalho que ainda está em aberto", diz. "A época de 16 horas diárias de estúdio, seis dias na semana realmente não está acontecendo mais. Nós combinamos estar aqui lá pelas 9 da manhã e então sentamos e trabalhamos 'até que alguém tenha que ir ao dentista ou coisas desse tipo, entende?' (risos)."

Ulrich recentemente contou à Launch que o Metallica tem compostas cerca de 25 músicas para esse seu nono trabalho de estúdio e que irão trabalhar nelas ao máximo para que entre no álbum um material digno de toda a espera.

Referindo-se à controvertida e fraca produção de "St. Anger", Ulrich disse que irá "tocar uma bateria sem caixas de papelão" dessa vez e que o guitarrista Kirk Hammett terá seus solos de guitarra nesse álbum.

fonte: Whiplash!

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Guitarrista do Alice In Chains elogia Hetfield

   30 de Dezembro de 2006     tags: alice in chains      Comentários

Jerry Cantrell, guitarrista do Alice in Chains, falou recentemente à revista Classic Rock e foi contundente ao afirmar as qualidades do Metallica e, especialmente, de James Hetfield como compositor, guitarrista, e ícone do Rock. Confira algumas das declarações de Cantrell presentes na matéria:

Preferência por James Hetfield em relação a Kirk Hammett:
"Se eu prefiro James Hetfield a Kirk Hammett? Como guitarrista, certamente. Isso não é menosprezo com Kirk - o que ele traz ao Metallica é muito importante também. Mas eu venho da escola de Rock de Malcom Young (AC/DC), que trata de ritmo e composição. Se você falar com qualquer pessoa, verá que não sou realmente conhecido como um solista virtuoso. O que importa para mim é ritmo, timbre, sentimento, arranjo. Acho que James vem desta escola também."

James Hetfield como frontman:
"O que faz de James um grande frontman é sua presença física. Ninguém controla o mesmo tipo de atenção e respeito que ele sem se ensoberbecer ou ser egocêntrico. Ele se importa totalmente com a música, o divertimento, a celebração, e a interação com os fãs. E isso para mim é muito inspirador."

James Hetfield como ser humano:
"James Hetfield, para mim, é simplesmente um belo exemplo de ser humano. Deixando o legado musical de lado; apenas a maneira como ele conduz sua vida, as decisões que tomou, e algumas coisas que ele reverteu em sua vida - isso é uma real inspiração para mim."

A importância do Metallica:
"Obviamente ele (N. do E.: James) mudou a música. Ele pegou uma coisa underground e a tornou mundial. O Metallica é algo enorme para mim, e para qualquer banda de Hard Rock ou Metal. Se ele entrará para história como um ícone do Rock? Ele já entrou."

Agradecimentos: Parental Advisory
fonte: Whiplash!

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Aniversário do Lars

   27 de Dezembro de 2006     tags: ulrich      Comentários

Ontem, dia 26 de Dezembro, foi aniversário do Lars. O baterista do Metallica completou seus 43 anos de vida. Parabéns a ele.

Agradecimentos: paulo cabrera, Megadave

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Master of Puppets entre os "100 Maiores Álbuns de Rock de Todos os Tempos"

   23 de Dezembro de 2006     tags: master of puppets, listas      Comentários

Uma nova edição especial da Kerrang! Klassic escolheu os "100 Maiores Álbuns de Rock de Todos os Tempos". O Metallica, com "Master of Puppets" de 1986, obteve a segunda colocação, logo após "Appetite For Destruction" do Guns N' Roses.

Segue abaixo os dez primeiros colocados:

1) Guns N' Roses - Appetite For Destruction (1987)
2) Metallica - Master Of Puppets (1986)
3) AC/DC - Back In Black (1980)
4) Led Zeppelin - Physical Graffiti (1975)
5) Black Sabbath - Black Sabbath (1970)
6) Iron Maiden - The Number Of The Beast (1982)
7) Sex Pistols - Never Mind The Bollocks (1977)
8) Bon Jovi - Slippery When Wet (1986)
9) Slayer - Reign In Blood (1986)
10) Nirvana - Nevermind (1991)

fonte (em inglês): Bravewords.com

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Novo show no Vault

   22 de Dezembro de 2006     tags: vault, livemetallica      Comentários

Um novo show foi disponibilizado na seção Vault do LiveMetallica. O download é gratuito e exige apenas um simples cadastro.

19 de Julho de 1998
Great Woods Center, Mansfield, MA

Master Of Puppets
Of Wolf and Man
The Thing That Should Not Be
Fuel
The Memory Remains
Bleeding Me
Bass/Guitar Doodle
Nothing Else Matters
King Nothing
One
Fight Fire With Fire
Low Man's Lyric
The Four Horsemen
Jam
Sad But True
Enter Sandman

Tempo total: 1:37:13

Para baixá-lo, clique aqui.

Agradecimentos: Megadave

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