Destaques

Notícias

Hammett comenta sobre surfar no Havaí, fãs e ocultismo

   03 de Fevereiro de 2009     tags: hammett, entrevista      Comentários

A matéria de capa da edição de Abril de 2009 da Guitar World americana (capa) conta com dois deuses da guitarra pesada - Kirk Hammett do Metallica e Adam Jones do Tool - contando sobre surfarem juntos no Havaí, fãs obsessivos e símbolos ocultos. Alguns trechos do artigo da revista, que irá a venda a partir da próxima terça-feira, 10 de Fevereiro, podem ser conferidos abaixo.

Jones: "Nós abrimos para o Metallica na Coréia e decidimos ir ao Havaí na volta para fazermos alguns shows. Kirk estava indo para o Havaí também, mas eu não o vi no nosso avião. Depois que pousamos, eu estava pegando minha bagagem e eu senti cutucarem meu ombro. Era o Kirk, e ele disse, 'você é o guitarrista do Tool? Eu amo sua banda. Você gostaria de sair pra jantar?' E eu estava meio que 'Sim!'"

"Ele me emprestou seu longboard e me levou até seu lugar onde toda a velha guarda surfa. Eu sou da Califórnia, então eu nunca tive que remar por 30 minutos em nenhum lugar. [risos] E você precisa ir muito longe em Waikiki para pegar ondas boas. Meus braços estavam ficando tão cansados, e eu estava tão preocupado que eu iria parecer uma bicha!"

Guitar World: Eu estava imaginando quais são, na opinião de vocês, o lado positivo e negativo de se tornar um fenômeno cult?

Jones: "[risos] Eu sei, desculpe. Eu acho que o lado negativo é que há um potencial real de esquecer suas raízes e do porque você começou a tocar em primeiro lugar. É importante lembrar onde estava sua cabeça quando você começou pela primeira vez, porque quando você faz sucesso e te mimam, é fácil esquecer a animação de quando você começou a escrever músicas pela primeira vez. E este é o porque da banda dele e da minha buscar esse modo escondido de escrever músicas e tentar achar aquele lugar de novo. Nós fazemos isso para que a gente não simplesmente continue escrevendo o que a gente escreveu da última vez e que fez sucesso e começar a soar como uma banda cover de nós mesmos. Nós precisamos constantemente voltar e nos encontrar."

Hammett: "Eu acho que eu posso dizer que o 'Death Magnetic' é o Metallica voltando aos nossos dias de cult, também. Eu não sei, inclusive, se você pode até nos chamar de 'banda cult' atualmente, porque nós somos uma banda muito popular. Você pode ser uma banda cult e ainda ser popular? Eu não sei."

Jones: "Provavelmente depende de pra quem você perguntar. Eu acho que a palavra 'cult' vem de uma perspectiva externa. Quando alguém de fora olha pro Metallica, eles diriam que eles tem seguidores cult. Porque o Metallica teve anos de sucesso e tem um base de fãs dedicada, que poderia até parecer que as pessoas estão seguindo as cegas, mas eu não acho que isso é exatamente correto. O Tool teve disso também. Eu ouço coisas como, 'como uma banda que muita gente nunca ouviu falar tem discos de ouro e platina?' Aí é quando eles falarão, 'é porque o Tool tem estranhos seguidores cults.' Para mim é só um termo que as pessoas usam para descrever algo que eles não sabem direito como explicar... O que não é necessariamente algo ruim."

Guitar World: Parece que uma banda cult pode se tornar um alvo fácil para fãs descontentes quando ela cresce além da sua "banda de estimação".

Hammett: "Eu sei que muitas das pessoas que são do tipo cult são realmente obsessivas. Elas realmente querem uma determinada coisa, ou sentimento, e elas acham essa coisa em uma banda. Quando a banda cresce - e talvez mais inacessível pessoalmente como resultado - essas pessoas cults tentam ainda mais se envolver nessa coisa ou sentimento da banda. Há um certo tipo de pessoa que é obcecada pelo Metallica, que passa todo seu tempo tentando tirar essa coisa de nossa música, e quando eles não conseguem, eles ficam putos de jeito passional. [risos]"

Jones: "Para mim, não há nada de errado com obsessão desde que você tire algo disto que é positivo. E quando suas expectativas são frustradas porque você não gostou desde disco tanto quando o último... Bem, você precisa perdoar um pouco mais, ou seguir adiante."

Hammett: "'Perdoar' é a totalmente a palavra certa, porque no fim, é só música. Você consegue superar isso."

Guitar World: Falando de assuntos misteriosos, Kirk, você trouxe uma guitarra ESP bem louca, que tem tudo a ver com esse tema de heróis cult.

Hammett: "É mais heróis ocultos. [risos] Basicamente, para esta guitarra, eu dei ao artista Mark Ryden uma lista de tópicos, e eu disse, 'traduza estas idéias em sua visão e pinte-as na guitarra'. Há uma abelha, que é o símbolo da sabedoria; o corvo, simbolizando o conhecimento secreto; e o olho que tudo vê, simbolizando o conhecimento universal. Caduceus simboliza a árvore da vida, mas se você perceber, ele também relembra uma cadeia de DNA. Então há a mão dos céus, a rosa Rosa-cruz e meu símbolo astrológico, Escorpião, além de caveiras aleatórias e um yin-yang. É cheio de simbolismos de numerologia, astrologia, ocultismo e religião."

Jones: "É uma guitarra espetacular. Eu amo todas as fontes de luz saindo de uma forma feminina, e o design no centro, que eu vejo como uma coisa de vida-e-morte. Mark Ryden é realmente o ícone desse movimento artístico underground atual, e ele pavimentou o caminho para muita gente que tem abordagens similares. Eu vi suas pinturas pessoalmente em Seattle, e ele é um mestre no que faz. Eu estou feliz que ele esteja sendo reconhecido atualmente. E Kirk irá tocá-la e arranhar tudo? Ele deveria colocar em um vidro e pendurar em sua parede. Ou melhor ainda, dar pra mim. [risos]"

Hammett: "Ela verá um pouco de gasto e uso, mas este é seu propósito. Além disso, Mark disse que ele daria retoques quando precisar."

Guitar World: Parece que vocês dois são bem interessados em estudos de filosofias herméticas. Vocês acham úteis para dar ordem a suas vidas fora do mundo da música, também?

Jones: "A ordem já está lá. Nós só estamos nos alertando disso. Geometria sagrada é basicamente estudar qualquer coisa e quebrá-la a sua forma mais pura, seja um símbolo, forma, cor, vibração ou som. É isto que nossa vida é. Exterioriza quem nós somos como pessoas, a terra ou o universo, em uma realidade espiritual ou até uma realidade coletiva inconsciente."

Guitar World: Voltando a sua guitarra, Kirk, o que especificamente te fascina no simbolismo?

Hammett: "Bem, a respeito do simbolismo, há várias escolas de pensamento, por exemplo sobre como as cores podem influenciar em seu humor ou perspectiva. Símbolos diferentes, como o olho que tudo vê ou a rosa, ativarão coisas diferentes em seu psicológico ou inconsciente. Todas essas coisas são influentes em algum nível e tem um impacto na pessoa exposta a isso, seja no nível quântico ou um nível mais perceptível. Eu realmente tenho interesse nesse tipo de coisa. Outro bom exemplo disto é o uso de Jimmy Page do selo Zoso, que ele escreveu em sua roupa. Ele achou que isso ajudaria sua música e direção artística. Eu sou totalmente ligado em como certas imagens podem influenciar no subconsciente. De maneira bem básica, se essa guitarra fosse brancona, eu teria uma sensação totalmente diferente a respeito dela. O fato de que ela tem esse desenho incrível me inspira e me move."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Segunda parte da turnê norte-americana em Setembro?

   03 de Fevereiro de 2009     tags: world magnetic tour      Comentários

De acordo com notícia publicada pelo Blabbermouth.net, a próxima parte da turnê norte-americana do Metallica, para divulgação do último álbum da banda, "Death Magnetic", deverá iniciar em Setembro, em Nashville, Tennessee e incluirá uma data no famoso Madison Square Garden na cidade de Nova Iorque.

Para conferir as setlists dos shows realizados na primeira parte da turnê norte-americana do Death Magnetic ou as datas da parte européia da turnê, basta visitar a página de turnê do Metallica Remains, clicando aqui.

    Top

Hetfield dá as boas vindas ao Acrassicauda

   03 de Fevereiro de 2009     tags: hetfield, acrassicauda      Comentários



De acordo com o The New York Times, o frontman do Metallica, James Hetfield, fez uma surpresa ao Acrassicauda - a banda que aparece no documentário "Heavy Metal in Baghdad" - neste último domingo (1 de Fevereiro), no backstage do Prudential Center em Newark, New Jersey, ao presentea-los com uma de suas guitarras, uma ESP preta, escrito "Welcome to America" ["Bem vindo a América", em português].

"Isto é por manter a fé", disse Hetfield, completando enquanto sumia por um dos corredores, "escreva alguns bons riffs".

O governos dos Estados Unidos garantiu ao Acrassicauda o status de refugiados, o que permite que eles tentem um green card dentro de um ano, e o International Rescue Committee os colocou em um modesto apartamento de um dormitório em Elizabeth, N.J., onde ainda não há pôsteres do Metallica ou Slayer nas paredes mas um monte de guitarras amontoadas em um dos cantos.

"Isto é mais do que nós poderíamos esperar ou sonhar", disse Firas Al-Lateef, 27, baixista, que chegou ao país quatro meses atrás.

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Mais vídeos de Uniondale, NY

   02 de Fevereiro de 2009     tags: vídeos, uniondale, world magnetic tour      Comentários

A RockStarPix atualizou sua página no YouTube com gravações amadoras da apresentação do Metallica realizada no dia 29 de Janeiro de 2009 no Nassau Coliseum em Uniondale, NY. Confira os vídeos abaixo.

Master of Puppets:


Creeping Death:


Cyanide:


Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

    Top

Setlist e fotos Newark, NJ - Segunda noite

   02 de Fevereiro de 2009     tags: setlist, fotos, newark, world magnetic tour      Comentários



Na segunda noite de show em Newark, NJ, realizada ontem, 1 de Fevereiro, o Metallica tocou a seguinte setlist:

That Was Just Your Life
The End Of The Line
Creeping Death
Harvester Of Sorrow
One
Broken, Beat And Scarred
Cyanide
Sad But True
Welcome Home (Sanitarium)
All Nightmare Long
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Blackened
Nothing Else Matters
Enter Sandman
- - - - - - - -
Die, Die My Darling
Breadfan
Seek and Destroy

Fotos da apresentação podem ser conferidas clicando aqui. Já para conferir todas as datas de shows confirmadas até o momento pela banda e setlist de shows passados, basta visitar a página de turnê do Metallica Remains, clicando aqui.

    Top

Vídeos de Uniondale, NY

   01 de Fevereiro de 2009     tags: vídeos, uniondale, world magnetic tour      Comentários

Vídeos do show do Metallica realizado no dia 29 de Janeiro de 2009 no Nassau Coliseum em Uniondale, New York, foram disponibilizados no YouTube e podem ser conferidos abaixo.

All Nightmare Long:


Cyanide:


Enter Sandman:


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Lamb of God comenta shows com o Metallica

   01 de Fevereiro de 2009     tags: lamb of god      Comentários

O guitarrista Mark Morton do Lamb of God foi entrevistado por Peter Atkinson da KNAC.com e comentou a respeito da turnê junto do Metallica. Confira o trecho abaixo.

Q: Como foi a turnê com o Metallica?

Morton: "Muito, muito legal. Foi uma boa oportunidade para nós, claro, abrir para uma das maiores bandas do mundo. Nós nos sentimos lisonjeados por termos sido chamados para sair em turnê com eles. Nós fizemos alguns ótimos shows. Quando nós saímos com tipo um Slayer ou um Megadeth ou uma banda desse tipo, geralmente a maioria das pessoas pelo menos sabe o que a gente faz. É seguro dizer que uma boa parcela do público do Metallica ainda não foi exposta a gente. Então para nós, neste ponto do jogo, é uma oportunidade valiosa.

Além disso, foi muito divertido sair em turnê com pessoas que eram nossos heróis quando estávamos nos tornando músicos e aprender em primeira mão que eles são um bando de caras ótimos, realmente pé no chão, até surpreendente considerando sua popularidade e status na indústria e algumas das formas como eles foram retratados. Eles nos fizeram sentir em casa e bem vindos, e por isso eu sou grato. Nós temos cerca de mais 20 shows com eles no próximo verão [do hemisfério norte] na Europa, então estamos muito animados. Então em resumo, foi uma ótima experiência."

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

    Top

Setlist e fotos Newark, NJ - Primeira noite

   01 de Fevereiro de 2009     tags: setlist, fotos, newark, world magnetic tour      Comentários



No primeiro show de Newark, NJ, realizado ontem, dia 31 de Janeiro, o Metallica tocou a seguinte setlist:

That Was Just Your Life
The End Of The Line
Ride The Lightning
For Whom the Bell Tolls
One
Broken, Beat And Scarred
Cyanide
Sad But True
...And Justice For All
All Nightmare Long
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Battery
Nothing Else Matters
Enter Sandman
- - - - - - - -
Blitzkrieg
Hit The Lights
Seek and Destroy

Fotos da apresentação podem ser conferidas clicando aqui.

    Top

Ulrich: "Sempre tive um tremendo respeito pelo Mustaine"

   31 de Janeiro de 2009     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Um ouvinte da rádio 94.1 FM WYSP de Philadelphia, Estados Unidos, ganhador da promoção "50 days of Metallica", teve a chance de entrevista o baterista do Metallica, Lars Ulrich, antes da apresentação da banda na cidade, em 17 de Janeiro. Um trecho da conversa pode ser conferido abaixo.

Pergunta: Depois da saída de Dave Mustaine da banda, como está o relacionamento com o Dave Mustaine e o Megadeth hoje?

Lars: "Bom e mau. Sempre tem sido bom e mau. Eu sempre tive um tremendo respeito pelo Dave, e eu sempre gostei dele, mas ele tinha algumas coisas boas e ruins. Nós sempre respeitamos sua banda. Eu sempre o respeitei como músico. Eu acho que ele tem alguns excelentes músicos com ele; ele é um ótimo compositor. Houve, claro, algumas posturas, e algumas conversas de ambos os lados durante os anos, e para mim é mais como um tipo de coisa meio de jardim de infância, mas eu não tenho nada além de respeito por ele e apreço por seu tempo no Metallica. Ele ficou um pouco bravo há alguns anos por causa da sua inclusão no filme 'Some Kind of Monster' e eu não tive nenhum contato com ele desde então."

O vídeo completo da entrevista com cerca de 10 minutos pode ser conferido abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Trujillo fala sobre Death Magnetic e ser pai

   31 de Janeiro de 2009     tags: trujillo, entrevista      Comentários

O editor Rick Florino da ARTISTdirect.com entrevistou recentemente o baixista do Metallica, Robert Trujillo. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

ARTISTdirect.com: Vindo de um passado thrash old-school, você sente que trouxe um toque cru ao "Death Magnetic"?

Trujillo: Eu acho que foi uma combinação de fatores. Se você quiser chamar de um recomeço, você pode. Foi natural, com um novo time e uma nova atitude. O [produtor] Rick Rubin foi realmente instrumental em fazer o Lars [Ulrich, bateria] e James [Hetfield, vocal e guitarra base] se reunirem com aquela sensação old-school. Por muito anos, pareceu que eles estavam tentando se afastar disso de certa forma. Eles estavam fazendo outras coisas, claro, e sendo criativos, mas eles não estavam rodeando a zona do thrash. Para mim, como baixisita, é muito bom ser criativamente uma parte disso. Tocar thrash no meu primeiro disco oficial com o Metallica é muito animador para mim. Eu realmente amo os anos antigos do Metallica com o Cliff Burton, e é simplesmente muito divertido.

ARTISTdirect.com: Há também uma sensação moderna as músicas. Muito disso tem a ver com a nova unidade e seu modo de tocar baixo. Essas músicas não parecem datadas. "Death Magnetic" é provavelmente o disco de thrash mais atual que saiu no século 21.

Trujillo: Sim, eu concordo. Há definitivamente uma combinação de sensações nisto. Não soa como nenhum disco em específico do Metallica. Ele tem sua própria identidade, assim como qualquer disco do Metallica. O ponto chave disto é que é um álbum que nós queríamos poder tocar ao vivo. Esta foi uma das coisas que Rick focou. Ele dizia tipo, "criem um corpo de música que vocês possam desafiar sua platéia. Vamos voltar para o passado onde vocês tentavam conseguir um contrato e estavam fazendo suas músicas para uma fita demo". Chegar a essa mentalidade foi crucial. Há arranjos que, as vezes, parecem técnicos e um pouco abstratos, mas ainda tem groove. Para realmente destacar a música, é preciso ter groove. Nesse sentido, "Death Magnetic" tem um aspecto muito bom ao vivo.

ARTISTdirect.com: O fato de você ser pai está sempre em sua mente atualmente?

Trujillo: Sim, este é um ponto interessante - agora que cada um de nós temos várias crianças. Kirk [Hammett, guitarra] tem dois filhos também. Para mim, foi como, se junte ao Metallica e seis anos depois estou casado e tenho dois filhos [risos]. A vida muda nesta banda. Esta é uma das muitas coisas que temos em comum. Nós todos somos pessoas diferentes - extremamente diferentes. Lars e James são completamente diferentes. Eles provavelmente não teriam nada pra fazer um com o outro se não tivessem a música. Nós todos nos conectamos através da música. Isto que nos torna irmãos. Quando estamos no palco, ou escrevendo, nós temos um respeito mútuo uns pelos outros. Fora da música, somos muito diferentes. Nossas famílias nos unem. É algo que nós compartilhamos e temos em comum. Se eu tenho questões sobre como ensinar meu filho de 4 anos ou minha filha de 2 anos a ir ao banheiro, eu posso ir nos outros caras da banda porque eles já passaram por isso. Isso é legal, e isso é especial. Isto também torna as coisas mais fáceis quando estamos planejando nossas turnês e tentando agendar as coisas um ou dois anos a frente com a agenda da escola e agenda de gravações. Isto é algo que todos nós compartilhamos. Você sempre pensa em seus filhos na turnê ou no palco. Outra noite foi o aniversário da filha do James. Ele a trouxe ao palco e cantou feliz aniversário para ela em frente a 20 mil pessoas. Eu queria chorar [risos]. Eu pensei, "cara, isso é pesado!". Eu também pensei, "algum dia, talvez isto acontecerá comigo". É algo que as crianças amam passar por essa experiência e também de fazerem parte. É muito divertido.

ARTISTdirect.com: O que tem no Metallica que nunca morrerá?

Trujillo: Há algumas coisas que eu percebi. Os fãs, obviamente, são espetaculares. Nós nos orgulhamos de tentar nos conectar com nossos fãs. Toda noite nós temos um meet-and-greet. Você não pode encontrar muitos de seus fãs, mas nós tentamos o máximo que podemos. Nós encontramos cerca de 15 a 20 fãs. Nós fazemos isso. Nós sempre tentamos nos manter em contato através do site ou do fã-clube. O outro lado disso é que o Metallica - com o detalhe da música e do amor pela música - uma das coisas que eu notei é quando nós colocamos nossos instrumentos, é como ser uma criança na garagem de novo, voltando ao passado. As pessoas começam a tocar riffs do Def Leppard, AC/DC ou Iron Maiden. Piadas surgem a todo momento. É realmente divertido. A banda ama fazer música e se diverte fazendo isso. Isso que torna o Metallica ainda relevante.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top



Newsletter
Receba em seu e-mail as últimas notícias sobre Metallica:

Conecte-se

Facebook   Twitter   RSS   Fórum

© 1998-2026 Metallica Remains - Desde 13 de Janeiro de 1998 | Política de Privacidade