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Discurso de Hetfield no colégio que estudou

   29 de Maio de 2011     tags: vídeos, hetfield      Comentários

O guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, entrou no Hall da Fama 2011 do Downey High School nesta última sexta-feira, 27 de Maio, pelos anos que estudou no colégio de Downey, Califórnia. Confira abaixo o vídeo do discurso de Hetfield, e a tradução logo em seguida.


"A principal coisa que me vem a mente é a extrema gratidão de ser homenageado aqui na escola, que eu me escondia na maior parte do tempo que estava aqui.

Eu odiava minha escola - literalmente. Eu era um estranho, eu não me encaixava, eu não queria me encaixar. Eu me escondia o máximo possível em minha música e ouvindo música. Sim, eu precisava aparecer nas aulas e receber créditos, só para passar, mas eu não me sentia realmente que eu me identificava com alguém. Então estar aqui de volta, ser incluído no Hall da Fama, é completamente surreal e é um testamento para os sonhos das pessoas e - como a última pessoa introduzida colocou - as pessoas na categoria de estranhas, elas são capazes de se aplicarem e atingirem seus sonhos, só que de maneira diferente.

Tempos difíceis para mim no colégio - bem difíceis. Eu vim para a Downey High. Eu morava bem perto daqui. Eu ainda falo para meus filhos minha história de tentar atravessar a rua principal até aqui e ser acertado por um carro. E eles dizem, 'conte aquela lá de novo'.

Eu estou aqui para falar sobre os tempos difíceis que eu atravessei. Meu pai foi embora quando eu tinha 13 anos e minha mãe faleceu quando eu tinha 16. Eu não cheguei a terminar o colegial aqui, o que é bem triste, pois eu tinha muitos amigos aqui, e eu acabei me mudando para uma nova escola e indo morar com meu irmão mais velho. Então o colegial não foi a melhor época para mim. Mas a música era a salvação - uma grande salvação na minha vida - e eu fui capaz de subir em cima das cabeças das pessoas e seus discos e me envolver na música e, basicamente, ao invés de sair na escola, eu ia para casa e treinava guitarra, e era isso que eu fazia.

É ótimo ver jovens aqui cantando. A banda de jazz era a coisa que era oferecida aqui quando eu ia a escola. Eu achei que não tinha nenhuma conexão com o jazz, mas ouvir estas pessoas colocarem músicas modernas em versões em jazz é bem inspirador - é bem legal - e te-los aqui e se mantendo firmes por aquilo que estão fazendo e ter orgulho disso, me traz uma lágrima em meu olho.

Minha primeira guitarra que eu comprei, minha mãe me fez trabalhar bastante por um ano, era de um guitarrista de uma banda de jazz; era uma SG e eu eventualmente a troquei por uma systema de PA. Eu não sabia se eu queria ser um guitarrista ou um vocalista, e eu acabei fazendo os dois.

A outra coisa que eu gostaria de dizer é que foi uma época pivô e eu não sabia até agora. Muitas coisas aconteceram em nossas vidas e elas aconteceram por uma razão. A coisa que aconteceu comigo era que eu estava no time de futebol americano quando calouro, eu voltei no ano seguinte para estar no time de veteranos, e o treinador Cummings era o seu nome, ele disse, 'você precisa cortar o cabelo. Seu cabelo é longo demais; ele passa da sua orelha'. E eu olhei para os jogadores de futebol e eu disse, 'Bem... Você precisa ter cabelo grande para ser um bom jogador de futebol'. Mas naquele ponto, ele disse, 'você precisa cortar seu cabelo ou está fora do time'. Foi uma grande decisão na época. 'Eu quero ser um roqueiro? Ou eu quero ser um jogador de futebol?'. porque durante toda minha infância, eu queria estar no Oakland Raiders; era isso. E o outro sonho era que eu queria ser o cara do poster - o poster do Aerosmith que eu tinha no meu quarto. Então naquele momento eu tomei uma decisão, e entreguei meus equipamentos e eu só concentrei na música. Então obrigado a ele por me fazer escolher. Ele era bem distinto, e ele me manteve firme e eu também. Então eu sou muito, muito grato que isso tenha acontecido nesta escola.

Eu só quero dizer obrigado ao Hall da Fama por introduzir este estranho. E a todas as pessoas que estão aqui hoje e todos os jovens que eu vejo aqui que amam música e são inspiradas por isto e isto move suas vidas. Vocês conseguem suas inspirações de onde puderem e vivam seus sonhos ao máximo, porque isto pode acontecer."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield será homenageado em colégio que estudou

   27 de Maio de 2011     tags: hetfield      Comentários

Segundo o PressTelegram.com, o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, entrará hoje no Hall da Fama da Downey High School, por ter estudado neste colégio no passado.

A vice-diretora da escola, Lisa Kucke, afirma que o plano para a entrada de Hetfield no Hall da Fama estava sendo trabalhado há anos.

"Ele é uma pessoa bem reservada, e está usualmente em turnê neste período do ano, então tinha a ver com tentarmos alinhar as agendas", disse ela. "Estamos todos animados e esperamos que ele possa vir."

Ela disse que Hetfield, que atualmente tem 47 anos, enviou ao colégio uma guitarra autografada um ano.

"Ele disse que poderíamos leiloa-la, mas não tivemos coragem de fazer nada com ela ainda", disse ela.

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield fala sobre documentário Absent

   13 de Maio de 2011     tags: vídeos, hetfield, entrevista, absent      Comentários

O frontman do Metallica, James Hetfield, falou ontem (12 de Maio) sobre sua experiência em ter crescido sem um pai, na Central Christian Church em Mesa, Arizona. Ele fez parte de uma sessão de perguntas e respostas de quase uma hora, realizada após a exibição do premiado documentário "Absent", que explora a crise mundial dos pais ausentes e desinteressados, e o impacto negativo que a "ferida paterna" causa na sociedade.

"Eu aprendi muito deste processo", Hetfield disse a platéia, segundo o The Arizona Republic. "Quando o [cineasta] Justin [Hunt] me pediu para ser parte disto, eu não tinha idéia de quanto isto iria afetar a mim, a minha família. Meu relacionamento com meu filho definitivamente mudou consideravelmente. O relacionamento com minhas meninas também, passaram totalmente para outro nível, de eu mostrar a elas o quanto elas devem aproveitar o quão belas elas são do jeito que são. Resolver um pouco dos problemas que começam a surgir com os adolescentes. Meu filho mais velho fará 13 anos no próximo mês e, sabe, aprender sobre sexo, aprender sobre namorar, aprender sobre puberdade, coisas desse tipo. É um assunto bem assustador, especialmente para um pai."

Sobre sua fé:

"Eu fui colocado a prova algumas vezes quando criança, e, sabe, religião era algo bem difícl enquanto criança. Meu pai sendo o equivalente a um pastor, e pegando bem pesado em casa, eu me sentia bem preso a tudo isso e eu não entendia. E eu não me sentia livre para perguntar sobre isso pois isto traria a tona minha falta de fé. Então, eu aprendi que coisas ótimas aconteceram as pessoas que aceitaram um poder maior que elas próprias. E, eu mesmo, ser capaz de soltar o volante e não tentar dirigir minha vida e saber que há um poder maior tomando conta de todos nós."

Sobre se ele e o baterista do Metallica, Lars Ulrich, que também possui filhos, já compartilharam dicas de pais, um com o outro:

"Sim, nós compartilhamos. Especialmente depois de uns meses afastados um do outro, o que é sempre bom e quando você volta e diz, 'oh, meu Deus, isto está acontecendo e dá pra acreditar que meu filho está fazendo isto e aquilo'. Ele diz algo tipo, 'Você também?'. E nós compartilhamos histórias e ele me conta algo. É um relacionamento tão diferente agora."

Sobre o complicado relacionamento entre Ulrich e Hetfield durante o processo de gravação do álbum "St. Anger", que pode ser visto no documentário "Some Kind of Monster":

"Era tão quente, tinha muita paixão, mas muito disso era movido pelo medo. E nós sabíamos lá no fundo que nós amávamos tanto um ao outro, que nada nos separaria - mesmo o pior tipo de luta que estava rolando ou ele gritando a palavra com f na minha cara. Tá certo, você extravasa. Agora, o relacionamento é inacreditável. Nós somos capazes de tratar um ao outro como irmãos."

Alguns vídeos da participação de Hetfield podem ser conferidos abaixo.



Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield fala sobre captadores EMG

   12 de Maio de 2011     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

A primeira parte de uma nova entrevista com o frontman do Metallica, James Hetfield, na qual ele fala sobre seu novo conjunto assinado de captadores da EMG foi disponibilizado e pode ser conferido abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Captadores EMG assinados por Hetfield

   10 de Maio de 2011     tags: vídeos, hetfield, produtos      Comentários

Um clipe promocional de 30 segundos do novo conjunto de captadores da EMG, assinados por James Hetfield do Metallica, foi disponibilizado e pode ser conferido abaixo.



A sair em Junho de 2011, o JH Set é uma dimensão totalmente nova para a EMG, com o design tendo sido feito baseado exclusivamente pelas opiniões de Hetfield. Depois de tocar com um conjunto 81/60 da EMG por vários anos, James queria algo que não soasse apenas novo, mas um conjunto que também parecesse totalmente novo. O captador do braço usa pólos individuais e bobinas com um núcleo alargado que lhe garante um ataque mais percursivo, um som mais alto e um resposta mais completa. Já o captador da ponte usa o mesmo núcleo espiralado largo e alto , mas possui peças de pólo de metais, novamente para um ataque percursivo mais firme, para maior clareza.





Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista de Hetfield para 103.5

   26 de Abril de 2011     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

A rádio 105.3 de San Diego, Califórnia, realizou uma entrevista com o frontman do Metallica, James Hetfield, neste último sábado (23 de Abril), antes do show do "Big Four" no Empire Polo Grounds em Indio, Califórnia. Assista ao vídeo abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield fala sobre Absent no Fox & Friends

   30 de Março de 2011     tags: entrevista, hetfield, vídeos, absent      Comentários

O frontman do Metallica, James Hetfield, e o cineasta Justin Hunt, foram entrevistados na edição desta manhã (quarta-feira, 30 de Março) do "Fox & Friends" do canal Fox News, sobre o documentário "Absent". Assista a conversa no vídeo abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Meu pai não me ensinou como fazer isso ou aquilo"

   05 de Março de 2011     tags: entrevista, hetfield, absent      Comentários

Na última quinta-feira, 3 de Março, a Rockville Music Magazine conduziu uma entrevista com o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, e o cineasta Justin Hunt, no San Rafael California Film Institute em san Rafael, Califórnia. Hetfield e Hunt apresentaram e discutiram o premiado documentário Absent, que explora a crise mundial de pais ausentes e negligentes, e o impacto negativo que a ferida paterna causa na sociedade. Trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Rockville Music Magazine: James, o seu caminho na paternidade não foi fácil. Você já falou previamente sobre como você teve que lutar para aprender a amar sua família e como uni-los ao Metallica. Eu acho que as pessoas se identificam tanto com você pois elas viram esta batalha. Durante [o documentário do Metallica] "Some Kind of Monster", nós o vemos perder o aniversário de seu filho devido a uma viagem para caçar na Rússia. No filme, nós podemos ver o arrependimento em sua expressão por perder este momento. Agora, há alguma coisa que poderia te afastar ou fazer com que você perdesse o aniversário de um de seus filhos?

Hetfield: (Sorrindo) Não. E se acontecer de ter um show acidentalmente marcado porque eu, sabe, (rindo) estou nos primeiros estágios do Alzheimer, ou muita bateção de cabeça, então as minhas crianças estarão lá. Nós as tiraremos da escola e as levaremos a Lisboa ou Philly ou onde quer que seja, para que elas tenham a chance de celebrar com os pais. Mas, sabe, este era o antigo eu. A paternidade, eu não sei, eu posso só falar por mim mesmo. Eu estava esperando ficar pronto para isso, e agora quando eu falo com alguns amigos [que estão dizendo], "eu não sei se essa é a garota certa para mim, eu tenho medo que vamos ter filhos. Eu não sei como vamos fazer tudo isso". Eu digo, "Ah, bem, você é normal". Eu não tinha idéia do que fazer. Eu achei que seria melhor começar a ler livros sobre como ser pai. Então eu comecei a ficar bravo, meu pai não me ensinou como fazer isso ou aquilo. Como posso ensinar minhas crianças se meu pai não me ensinou?! Era melhor eu aprender isso. Havia muito ressentimento que surgiu do medo. E eu percebi que eles não precisavam de tudo aquilo. Eles não precisam de todas as instruções. Eles precisam ser guiados. Eles precisam de amor. Eles precisam que você esteja lá, simples assim. Eles tem sido os professores. (risos) Eu não os ensinei muito. Eu contei a eles várias histórias, basicamnete. (Mais risadas de Hunt e Hetfield) Eles me ensinaram muito sobre mim mesmo, sobre a vida, e sobre como viver melhor.

Rockville Music Magazine: James, você olha para trás e enxerga algum momento crucial, onde simplesmente clicou para você que tipo de pai gostaria de ser?

Hetfield: Esse momento crucial foi, e eu posso fechar os meus olhos e viver isso de novo, em nossa casa, há algumas casas antes. Nós nos mudamos para tentar sentir algumas boas vibrações. (risos) Sentado em casa, visitando meus filhos, porque [naquela época] eu não era permitido pois não estava vivendo lá. Mas só sentando com as crianças, e percebendo, "você sabe o que?! Eu não tenho que fazer nada mais. Eu não tenho que aparecer nesse show. Eu não tenho que, sabe, eu posso me atrasar para isso. Toda essa merda pode esperar. Tudo que eu tenho fazer é sentar aqui com meus filhos". E tudo bem. Esse foi o momento crucial em que eu percebi que há uma certa prioridade na vida, e que eles estão no topo disto.

Rockville Music Magazine: Hetfield, você já considerou o motivo pelo qual tudo isso aconteceu em sua vida, porque você passou por toda essa jornada dolorosa, é porque você tem este dom [da música]. Escrevendo sobre seus valores, e dando voz a gerações de homens que passaram por situações parecidas em suas vidas, eles seguiram sua jornada na paternidade e estão respondendo a ela. Como é isso?

Hetfield: (Risada excitada) É incrível! Há muito valor nisso. Ter a sua história por aí, todas as suas lutas, tem muito valor. Você tem que, tipo, "bom, se eu falhar, as pessoas saberão de tudo isso". Elas podem tanto apontar o dedo e dizer, "Ha! Você falhou", ou eles podem, "Aqui, me dê sua mão e eu posso te ajudar a levantar", porque eles sabem a sua história. Ser honesto sobre isso é a melhor política. Meu pai sempre diria, sabe... A verdade. A melhor palavra do mundo. Verdade. Esse também era o nome da moto dele quando ele dirigia moto nos anos 40, "A Verdade". Eu também adicionaria isso ao que o Justin estava falando. Sim, todos nós viemos de passados diferentes, mas o ponto em comum é estar lá para os seus filhos. As batalhas que os pais atravessam no papel deles e como expressar a frustração deles sem ser olhado como se fosse um fracote, ou só "toma isto". Nós vemos isto na escola dos meus filhos. Meus filhos dizem, e é uma escola particular em Marin County, "Uau, eu não posso acreditar quantos pais são divorciados". E vendo a entrevista [em Absent], vendo algumas crianças não tão incomuns, que todos os seus amigos não tem pais, ou só tem um deles. Não é só sobre a classe. Como você disse, a jornada, trouxe todos nós aqui por um motivo. Isso é tão, tão claro e evidente em muita da minha história. E sem todo esse "e se", nós estamos aqui por uma razão. Eu fui colocado nessa batalha por uma razão. E é tão irônico que a voz que eu nunca tive quando criança, eu ouvia música, e essa era a voz falando em mim. De um certo modo, eu me tornei essa voz para os outros, e falando através da música. É a maior irônia. E eu sou extremamente grato por estar nessa posição.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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"Ferida paterna inspirou letras de Hetfield", diz cineasta de Absent

   01 de Março de 2011     tags: absent, hetfield      Comentários



O guitarrista/vocalista do Metallica se juntará ao cineasta Justin Hunt no San Rafael California Film Institute em San Rafael, Califórnia, nesta quinta-feira, 3 de Março, para apresentar e discutir o premiado documentário "Absent", que explora a crise mundial dos pais ausentes e deinteressados, e o impacto negativo que a "ferida paterna" traz para a sociedade.

Segundo a Rockville Magazine, "este tópico é de interesse de Hetfield desde que seu pai abandonou sua família quando tinha 13 anos. O frontman do Metallica foi entrevistado para o filme, compartilhando sua luta pessoal para lidar com problemas de abandono paterno e como ele batalha para ser um pai positivo para seus três filhos."

"Muita da música do Metallica que é tão importante para milhões de pessoas vem de sua ferida paterna", disse Hunt ao Marin Independent Journal. "Com James, ou qualquer outra pessoa, por exemplo, é um problema de validação. Se você não tem um pai para te ensinar que você é um homem, você passará sua vida inteira tentando provar."

No filme, Hetfield recita letras de algumas de suas músicas mais pessoais, incluindo "Dyers Eve" e "Where The Wild Things Are".

"Com 'Dyers Eve', é como ouví-lo lendo uma carta para sua mãe e seu pai, e há uma raiva lá", disse Hunt. "Em 'Where The Wild Things Are', ele está falando com sua filha sobre de onde veio sua ferida paterna e como ele está tentando quebrar o ciclo, se tornando um pai melhor para suas crianças."

A matéria completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield fala sobre Phil Lynott

   27 de Fevereiro de 2011     tags: hetfield, entrevista, thin lizzy      Comentários

Marcando os 25 anos da morte de Phil Lynott, a revista Hot Press lançou uma edição especial, contando com depoimentos de artistas que trabalharam com o frontman do Thin Lizzy ou foram influenciados por seu trabalho. Participam da homenagem Slash (Velvet Revolver), Joe Elliott (Def Leppard), James Hetfield (Metallica) e Bono (U2), entre outros. Também marcam presença ex-companheiros como Eric Bell, Scott Gorham, Brian Downey e Brian Robertson.

O vocalista e guitarrista do Metallica refletiu sobre a morte de Lynott: “Foi um daqueles momentos realmente tristes. Você se pergunta porque Deus levaria alguém tão talentoso. Mas há um propósito para tudo. Ele passou por todas as batalhas que escreveu. Químicas, étnicas, enfim, todas soam mais verdadeiras ainda hoje em dia. Depois que enfrentei minha dependência, passei a entender suas letras e pensar, agora entendo o que ele queria dizer. Adoro isso”.

“Ele era um frontman incrível”, declarou Bono. “Aquela habilidade musical e lírica misturada com atitude de showman e estilo. Se essa é a sua definição de Rock and Roll, não há ninguém que supere Philip Lynott. Ele está no topo”.

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Fonte: Whiplash!

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