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Ulrich fotografa sua modelo-esposa para coleção de jeans inspirada no Metallica

   15 de Junho de 2016     tags: ulrich, curiosidades      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, realizou uma série de fotos em preto e branco com sua esposta, a modelo Jessica Miller, para uma nova colaboração entre a Citizens of Humanity e o site de comércio eletrônico alemão MyTheresa, em uma coleção de jeans.



Inspirada na cena do heavy metal dos anos 80 e começo dos anos 90, a coleção será lançada na quarta-feira na citizensofhumanity.co e mytheresa.com.

Com preços entre US$408 e US$536, as peças variam de coletes pretos Trucker a jaquetas clássicas em lavagem azul clara, e três estilos de jeans prontos para shows - todos fabricados totalmente em Los Angeles na fábrica da Citizens of Humanity.



Perguntado pela Vogue sobre como surgiu seu envolvimento no projeto, Lars disse: "Três ou quatro meses atrás, me questionaram através do meu publicitário sobre fazer uma peça na revista da Citizens of Humanity com Justin O'Shea. [Ele é] um cara bem legal e eu sempre ouvi falar dele, então quando a idéia foi apresentada pela revista para fazermos algo juntos, eu caí dentro. [O'Shea e eu] curtimos de cara. Pareceu como se fossemos irmãos perdidos, então estamos curtindo o dia todo, tirando fotos para a revista, ele está me entrevistando e estamos conversando, e a última coisa que ele estava fazendo [na MyTheresa] antes de ir para Brioni era esta nova coleção de jeans inspirada por bandas mais pesadas de rock dos anos 80, incluindo a minha. O Metallica foi uma de suas inspirações em fazer isto, e basicamente no final do dia, estávamos falando, 'não seria divertido se eu tirasse fotos da minha esposa para o almoço?'. Não foi algo que surgiu dos publicitários; foi literalmente apenas Justin e eu curtindo."

Ulrich também falou sobre sua ligação pessoal com a moda. "Moda precisa ser confortável, e não deve ser muito forçada", disse. "Eu sou dinamarquês, e pessoas dinamarquesas podem ser um pouco do contra em suas visões de mundo. Eu gosto algumas vezes de ser do contra - se produzir demais em situações que são mais casuais, e eu gosto de misturar muito as coisas. Se eu tenho um blazer legal, uma calça legal, então talvez tenha um sapato mais pesado, ou vice versa. A mudança na Saint Laurent nos últimos anos tem sido interessante e inspiradora de assistir. Estou triste de ver o Hedi partir. Eu tenho muitas coisas do Rick Owens que me caem muito bem, pois é bom e ajustado. Eu não sou um cara grande, e eu tenho tido sorte de me manter do lado magro, então eu gosto de coisas que são ajustadas. Eu me casei em um Saint Laurent; aqueles ternos me vestem muito bem."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich foi cogitado brevemente para ser frontman do Metallica

   04 de Maio de 2016     tags: curiosidades, ulrich      Comentários



O empresário original do Metallica, Jon "Jonny Z" Zazula, disse que a banda considerou, por um breve período, que Lars Ulrich fosse o frontman. Zazula trabalhou com a banda em 1982 e lembra que Hetfield inicialmente ficou muito nervoso e achou que não conseguiria segurar os vocais, então surgiu a ideia de mover Ulrich da bateria para o posto.

"Lars e eu planejamos um monte de coisas. Mas James não se sentia seguro como vocalista, acho que não se sentia confortável. Em um ponto da conversa falamos sobre a possibilidade de Lars se tornar o frontman. A ideia durou cerca de cinco segundos", disse.

Fonte: Whiplash!

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Metallica pensou em comprar garagem onde ensaiava

   27 de Abril de 2016     tags: curiosidades, ulrich, hetfield      Comentários



O Metallica revisitou suas raízes no Record Store Day fazendo uma apresentação no Rasputin Music em Berkeley, onde tocou faixas dos álbuns Kill ´Em All e Ride The Lightning, de 1983 e 1984. No dia seguinte, eles foram ao 3132 Carlson Boulevard em El Cerrito, CA. A banda foi para a Bay Area de Los Angeles em 1983 para tocar com o baixista Cliff Burton, tendo composto e ensaiado parte de seu segundo disco e do Master of Puppets na garagem do El Cerrito. No local estava o Metallica, familiares, amigos e equipe técnica, além do prefeito Greg Lyman, que falou sobre as raízes da banda na cidade.

"É inacreditável estar de volta a este lugar", disse James Hetfield. "Temos costume de esquecer muitas coisas que aconteceram em nossa trajetória, e esta é uma excelente maneira de refrescar nossa memória e reencontrar pessoas. Somos gratos por todos que estão aqui e que fazem parte disto tudo. Somos extremamente agradecidos por ainda estar aqui agitando e tocando depois de todos estes anos, fazendo o que amamos fazer, coisa que infelizmente nem todos conseguem".

Lars Ulrich revelou que a banda tinha planos de voltar a El Cerrito com outras intenções: "Há alguns anos, achamos que seria legal comprar a garagem e levá-la para o nosso HQ em Marin (San Rafael, CA), mas a garagem não está mais aqui. Quem estiver com ela, por favor devolva, quem sabe a gente consiga concluir as gravações do novo disco mais rapidamente se estivermos na garagem?".

Fonte: Whiplash!

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Hetfield lista top 10 coisas de 2015

   15 de Dezembro de 2015     tags: hetfield, curiosidades      Comentários

Confira abaixo a lista com as 10 principais coisas que rolaram em 2015, na opinião do frontman do Metallica, James Hetfield:



Top 10 Coisas de 2015
- Sem ordem de importância -

1. Ainda vivo!!!
2. Tirando o melhor som de guitarra, gravando o novo álbum no HQ
3. Vendo meus filhos crescer. Especialmente o Castor me passando, com 1,88m
4. Encontrar com Robert Plant
5. Fazer uma jam com Jerry Cantrell e minha filha, Cali, no show do Acoustic-4-A-Cure
6. Baroness - Purple
7. Atirar com um rifle sniper 308, pela porta de um helicóptero em movimento
8. Pepper Keenan de volta ao Corrosion of Conformity
9. Ter os fãs no palco nos shows deste ano. Europa/Rússia/Reino Unido/EUA/Canadá/Brazil
10. Justin Bieber usando uma camiseta do Metallica!

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Newsted revela truque que usou para ser chamado

   02 de Dezembro de 2015     tags: newsted, entrevista, curiosidades      Comentários



Em conversa com That Metal Show, Jason Newsted contou como conseguiu a vaga de baixista no Metallica em 1986, substituindo o lendário Cliff Burton: "Fui o último a tocar. Eles tinham chamado 50 caras para uma audição, e eu fui o último. Estudei as músicas que eles tocaram quando abriram para o Ozzy (o Metallica estava abrindo shows do madman antes da morte de Cliff). Achei o setlist que eles tocaram e escrevi numa folha de papel, que mostrei para Lars dizendo 'eu sei tocar estas'. Ele ficou surpreso: 'cara, este é nosso setlist'. E eu me fiz de surpreso. Ele falou pra gente seguir em frente e eu mandei bala, foi isto - eles me chamaram naquela noite para voltar em dois dias e tocar mais quatro músicas. Daí no Halloween de 1986 fiz meu último show com o Flotsam & Jetsam, coloquei meu baixo no carro e onze dias mais tarde estava tocando em arenas lotadas no Japão com o Metallica".

Fonte: Whiplash!

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Mais detalhes sobre camarim da banda no Rock in Rio

   21 de Setembro de 2015     tags: rock in rio 2015, brasil, curiosidades      Comentários

Um painel com dois metros de altura, instalado na entrada dos camarins do Rock in Rio, alerta os artistas que farão os shows na Cidade do Rock: "What happens backstage, stays backstage" (em tradução livre, "o que acontece no backstage, fica no backstage"). E não é para menos. O UOL teve acesso ao local, que conta com espaços para massagens, maquiagem, bar com comida e bebida liberadas, além de vários sofás, poltronas e até duas piscinas.

Os camarins de luxo foram instalados dentro do antigo prédio da rede médica Sarah, que fica em uma espécie de ilha anexada à Cidade do Rock com acesso apenas por um caminho atrás do Palco Mundo. Neste imenso espaço, foram construídas salas privativas (as maiores têm 6m x 5m), onde os artistas descansam.

Ingrid Berger, responsável pela produção dos camarins do festival, contou que as piscinas eram usadas para a fisioterapia e reabilitação de pacientes do hospital, mas foram decoradas, com velas e flores-de-lótus, para receber os artistas. Segundo ela, apenas os integrantes da banda The Script entraram na piscina até o momento. "Eles chegaram cedo aqui e passaram o dia tomando sol e nadando na piscina", disse.

Enquanto a reportagem esteve no camarim, passaram por lá o cantor Seal assistindo futebol americano no tablet e o baterista do Paralamas do Sucesso, João Barone, com o filho. "Seal chegou muito cedo, pediu um travesseiro e cobertor para descansar", revelou. "Meu trabalho não é só cuidar do camarim dos artistas. Eu também trabalho no conceito do lugar. Por exemplo, os camarins das bandas de heavy metal são pretos, e o da Katy Perry terá tons em púrpura".

Na noite de sábado, o baixista do Metallica, Roberto Trujillo, conversava com integrantes do Gojira enquanto bebia prosecco. Os dois usaram o espaço para trocar informações sobre instrumentos musicais.

Desde 2001, a profissional é a responsável pelos camarins de todas as edições do Rock in Rio, tanto no Brasil quanto no exterior. "O Rock in Rio de Madri foi o mais difícil porque os funcionários espanhóis dos camarins paravam de trabalhar às 17h e tiravam algumas horas para fazer a siesta".

Ingrid também é responsável por providenciar as exigências dos artistas. Na manhã de domingo, parte da equipe dela ficou enchendo 24 bolas de futebol para o cantor Rod Stewart usar no show. "O camarim dele ficou repleto de bolas. Ele é fanático por futebol e joga as bolas para a plateia". Já a banda Faith no More pediu 20 canetas e "muitas toalhas extremamente limpas, macias e que sequem de verdade".

O Metallica, a atração principal da noite de sábado, pediu uma panqueca especial. "Eles nos deram a receita, feita com clara de ovo, aveia e iogurte", lembrou. "São poucas bandas que exigem coisas absurdas ou dão muito trabalho". Os piores, para ela, foram Amy Winehouse, Rammstein e o Axl Rose.

"A Amy estava naquele período de recuperação e demorou muito para entrar no palco. Já o Axl queria entrar 40 minutos antes do combinado, mas era impossível porque já tinha outra banda se apresentando. Então ele voltou para o camarim e demorou horas para sair", contou. "O Rammstein, por sua vez, foi um pesadelo. Eles beberam todas. Fizeram uma festa e não queriam ir embora. Ficamos até o dia seguinte aguardando a festa acabar".

Uma das atrações principais deste domingo, Elton John foi suave nos pedidos. "Ele é muito tranquilo. Pediu para o camarim ser decorado com rosas vermelhas e brancas da Colômbia". Outro artista que surpreendeu foi Chris Martin, do Coldplay. "Ele carregou até a minha bolsa. Um gentleman".

Fonte: UOL Música

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Exigências do Metallica para o Rock in Rio

   19 de Setembro de 2015     tags: rock in rio 2015, brasil, curiosidades, summer tour 2015      Comentários

É difícil imaginar o Rock in Rio sem Ingrid Berger, a responsável pelos camarins do festival há mais de 20 anos. Exigências curiosas, comidas estranhas, as centenas de toalhas... Tudo passa por ela. Na edição que começou ontem, Ingrid voltou a trabalhar com as maiores estrelas da música mundial e nem pensa duas vezes antes de apontar as mais exigentes: Metallica e Faith No More.

A banda de heavy metal, quem diria, faz questão de jantar com a mesa impecavelmente posta, dentro do camarim. “Os réchauds têm que ser de prata, os talheres também. Toalha de linho, taças de cristal... Tudo da melhor qualidade”, conta Ingrid, que também teve que cortar um dobrado para acomodar os convidados do Metallica no backstage.

Eles chamaram 150 amigos e parentes para confraternizar nos bastidores e, para dar conta de tanta gente, foi preciso montar uma tenda especial para todo esse povo. “Claro que ela está toda decorada e bem equipada para recebê-los com conforto.” Já o Faith No More tem TOC com limpeza e manda recados bem explicadinhos sobre como esperam encontrar as coisas. Eles pedem “toalhas bem lavadas e banheiro impecavelmente limpo”. A banda chegou a mandar a foto de um coelho felpudo para mostrar quão fofinhas (“fluffy”) têm que ser as muitas toalhas que pedem.

Rihanna e Katy Perry estão na categoria dos famosos que não exigem muito, mas dão um certo trabalho. O camarim de Katy, por exemplo, tem que ser prateado até o teto. As cortinas também fazem parte do pacote e são em cor prata. “Ela faz questão”, conta Ingrid. Rihanna traz o próprio chef, e é daquelas celebridades que, de tão superstar, faz com que os seguranças peçam para todos sairem de perto quando ela chega. “Não é para a gente se esconder, mas é aquela coisa de se tornar invisível, sabe?”.

Claro que há também os que surpreendem pela simplicidade, como o Hollywood Vampires, de Johnny Depp e Alice Cooper (“A lista de pedidos deles se resume a duas linhas, é a menor de todas”), Rod Stewart (“quer um jantar e vinhos franceses”), e A-ha, (“nenhuma excentricidade, não agem como estrelas”).

Fonte: O Globo

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Mixer de AJFA culpa Ulrich pela ausência de baixo no disco

   24 de Março de 2015     tags: and justice for all, curiosidades      Comentários

O produtor Steve Thompson tem um currículo longo, variado e portentoso por demais, tendo trabalhado em tantos discos clássicos que você juraria que ele está inventando. Mas ele não está.

Natural de Nova Iorque, ele produziu ou mixou coisas do patamar de “Appetite For Destruction” do Guns N’ Roses, “…And Justice For All” do Metallica, “Follow The Leader” do Korn, “A-Sides” do Soundgarden, além de vários trabalhos de Whitney Houston, Aretha Franklin, Madonna e até Yoko Ono.



Numa entrevista cedida há poucos dias para o site Ultimate Guitar, na qual, entre diversos temas abordados, discorreu sobre um dos tópicos favoritos e mais místicos entre os roquistas da camisa preta fubenta: o que teria acontecido com o som do baixo de Jason Newsted na mixagem de “…And Justice For All”?

Leia abaixo a versão de Thompson para a lenda:

Lars não estava satisfeito?

Tivemos que subir o som da bateria de acordo com a preferência dele. Eu não era muito fã daquilo. Daí ele veio, “Tá vendo o baixo?” e eu disse, “Sim, que belo fraseado, cara, ele matou a pau”. Ele respondeu, “Eu quero que você diminua o volume do baixo até onde você mal possa, audivelmente, percebê-lo na mixagem”. Eu mandei, “Você está de sacanagem, certo?”

E ele não estava satisfeito?

Ele disse, “Não, abaixa.” Eu diminuí até aquele nível e ele diz, “Agora abaixa mais 5 db”. Eu me virei e olhei para o Hetfield e disse, “Ele tá falando sério?”. Fiquei boquiaberto.



E o que você fez?

Eu liguei pro meu empresário naquela noite e eu acho que falei com Cliff Burstein e Peter Mensch [empresários do Metallica] e disse, “Eu adoro esses caras, eu acho que eles são incríveis e que criaram um gênero próprio, mas eu não gosto da direção pra qual Lars está me empurrando. Meu nome vai aparecer nisso, então por que é que você não acha outra pessoa?” Meu empresário não queria se meter com aquilo, tampouco queriam Burnstein ou Mensch.



Mas você estava pronto para pular fora de uma mixagem para o Metallica?

Eles me convenceram a apoiá-los e meu único arrependimento é que não tivemos tempo suficiente para pelo menos mixar o disco do jeito que o ouvíamos. Eu queria pegar “Master of Puppets” e reproduzir aquilo ainda mais alto. Esse era o direcionamento sônico que eu tinha para “… And Justice For All”. Os elementos estavam todos ali, mas eu acho que eles estavam procurando por um som mais de garagem, sem baixo. E o baixo estava demais! Estava perfeito. Eu me lembro de quando o Metallica entrou para o Hall Of Fame, eles pagaram nossas passagens de avião, e eu estou lá, sentado com Lars.

Você conversou com ele?

Ele disse, “Hey, o que aconteceu com baixo em “…Justice”? Ele me perguntou isso mesmo. Eu queria mandar a mão na cara dele ali mesmo. Foi uma merda porque sou eu que fico passando vergonha pela falta de baixo.

Fonte: Whiplash!

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Tudo sobre a icônica capa de ...And Justice For All

   19 de Março de 2015     tags: curiosidades, and justice for all      Comentários

... And Justice for Art é uma coleção única de histórias, gráficos impressionantes e entrevistas reveladoras sobre o processo de criação de algumas das capas mais icônicas da história do heavy metal, contendo as histórias por trás de suas capas favoritas de bandas como Slayer, Carcass, Morbid Angel, At the Gates e muitas outras. O lançamento será no dia 15 de abril.

Confira abaixo um trecho do livro, focado no ...And Justice for All, do Metallica:



Muitas pessoas se referem ao ...And Justice for All como "o álbum do Metallica que praticamente não tem baixo".

As opiniões sobre esse assunto controverso geralmente estão divididas. Alguns acreditam que foi um gesto simbólico em memória do falecido baixista e a figura paterna da banda Cliff Burton, que morreu em um acidente de ônibus enquanto a banda fazia uma turnê pela Europa. Outros interpretam como uma produção consciente que fazia parte de uma experiência emotiva que era a substituição de Burton por Jason Newsted.

Independente de quem esteja certo, a verdade é que o quarto álbum do quarteto americano provou ser outra marca em sua carreira. Para eles, foi a oportunidade perfeita de provar isso, que, apesar dos obstáculos, iriam continuar.

Um dos destaques inegavelmente foi o uso da arte da capa para passar uma efetiva mensagem sócio-política. O Metallica já havia explorado as consequências da guerra e a presença de forças desconhecidas manipulando as vidas humanas na arte do cemitério de Master of Puppets. No entanto, a força metafórica dessa arte não compete com a incendiária e ainda significativa capa de ...And Justice For All.

Baseada em uma ideia de Lars Ulrich e James Hetfield, a arte mostra uma estátua rachada da Senhora da Justiça sendo puxada através de cordas enquanto notas de dólar, a princípio dentro das balanças da estátua, vão se espalhando pelo chão. "Os efeitos visuais são uma simples representação de injustiça política e jurídica." , disse o diretor de arte, Roger Gorman. Ele e seu irmão, Stephen, foram os responsáveis por trazer a imagem à vida.



O envolvimento de Roger no projeto veio naturalmente como uma consequência por trabalhar com bandas como Def Leppard e Queensryche, que (como o Metallica) tiveram Q Prime como empresário. Ele e sua compania, Reiner Design Consultants, fizeram o design do EP Garage Days. "Lars foi o meu contato com a banda. Ele ficou feliz com o design do EP e nós nos demos muito bem. Então, quando ele veio com o projeto do ...And Justice For All, foi tipo 'Hey, caras, querem se envolver no projeto? Vamos ao trabalho!'... Foi uma grande oportunidade."

Uma vez que a capa foi idealizada e os primeiros esboços foram feitos, Stephen Gorman trabalhou por duas semanas na criação de uma tinta acrílica original. "A principal referência de inspiração veio da estátua da Senhora da Justiça situada em Romerplatz em Frankfurt, Alemanha. Meu irmão tinha visto ela muitas vezes quando visitava sua namorada na cidade.", explicou Roger.

Expor os seios da estátua foi uma decisão criativa que fez a diferença. Não apenas reforçou a vibe degenerativa da cena, como também adicionou referências sexuais utilizando apenas detalhes da estátua. "Naquele tempo, as gravadoras eram muito cuidadosas em relação a nudez, mas ficou parecida com uma imagem clássica. Tanto que não houve nenhuma preocupação."

O dinheiro caindo da balança foi outro motivo que acrescentou dinamismo visual. "Foi algo solicitado pela banda e ajudou na hora de dar a sensação de que a estátua estivesse tombada... Foi uma grande metáfora para corrupção, também.", revelou Roger.

A banda estava empolgada com a arte final, no entanto "eles queriam adicionar cordas e a logo do Metallica esculpida no muro na cor verde. Foram ajustes fáceis de se fazer para o meu irmão." Exceto isso, todo o resto foi planejado.

O poder alegórico da arte de ...And Justice For All continua impressionando a história moderna. Manter o visual simples e icônico ajudou a capa a vencer o teste do tempo.". Gorman conclui, lembrando: "Quando estavam puxando para baixo a estátua de Saddam Hussein em Bagdá, eu não pude deixar de pensar na capa do Metallica!"



Agradecimentos: Panta rhei
Fonte: Whiplash!

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Veja documentário sobre primeiro show europeu do Metallica como headliner

   29 de Julho de 2014     tags: de westereen, vídeos, curiosidades      Comentários

Foi disponibilizado no YouTube o documentário "How Metallica raised hell in De Westereen", feita pela TV Omrop Fryslân sobre o show que o Metallica realizou na pequena vila holandesa de Zwaagwesteinde (De Westereen) em 9 de Junho de 1984. O documentário, legendado em inglês, conta com entrevistas exclusivas com Kirk Hammett e Lars Ulrich.

Esse show em De Westereen de 30 anos atrás, foi o primeiro show europeu em que o Metallica foi atração principal, graças a um erro do proprietário do local. O documentário mostra uma história cheia de anedotas sobre o tempo em que o Metallica ainda era uma banda desconhecida e o heavy metal era algo completamente novo para todo mundo na Holanda.

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