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QPrime nega lançamento adiantado do Death Magnetic

   04 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

Um representante da QPrime, que gerencia o Metallica, negou as notícias de que o novo álbum da banda, "Death Magnetic", seria lançado alguns dias antes em algumas partes da Europa.

Como noticiado mais cedo, a FNAC francesa havia listado a data de lançamento do "Death Magnetic" como sendo dia 9 de Setembro - três dias antes do lançamento mundial divulgado anteriormente, que deve acontecer no dia 12 de Setembro. No entanto, o porta-voz da QPrime disse ao Blabbermouth.net que isso foi um "engano" e o site da FNAC já foi corrigido com a informação correta.

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Comercial do box do Death Magnetic

   04 de Setembro de 2008     tags: vídeos, box, death magnetic      Comentários

Um comercial alemão do box em formato de caixão do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic", foi disponibilizado para visualização abaixo.

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Fly on the Wall 04/09

   04 de Setembro de 2008     tags: mission: metallica      Comentários

Update: O segundo fly on the wall, gratuito para todos os membros, foi disponibilizado. Neste vídeo, podemos ver Hetfield conversando com Greg Fidelman sobre o refrão de uma música nova.

O Mission: Metallica disponibilizou o fly on the wall de hoje, o qual pode ser conferido clicando aqui. Desta vez, o vídeo - exclusivo para membros platina - mostra a banda discutindo a respeito do conceito da capa do novo álbum, Death Magnetic, e idéias para a arte e marketing do disco.

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Lançamento adiantado do Death Magnetic na França?

   04 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

De acordo com o VS-webzine.com e o site francês da FNAC, o novo álbum do Metallica, "Death Magnetic", estará disponível na França na terça-feira, dia 9 de Setembro - três dias antes do lançamento mundial divulgado, de 12 de Setembro. Esta informação parece ter sido confirmada pela divisão francesa da Universal Music, que está distribuindo o CD na Europa.

Várias cópias do "Death Magnetic" foram vendidas antes em uma loja de Paris nesta terça (2 de Setembro), o que levou a distribuição de cópias ilegais na internet em poucas horas.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Lembrete: Death Magnetic nas rádios

   04 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

Update: A rádio pode ser ouvida clicando aqui.

Como noticiado anteriormente, hoje o site oficial e o Mission: Metallica deverão transmitir um programa de rádio com os membros do Metallica e participação de Dave Grohl e Taylor Hawkins do Foo Fighters, ao vivo do QG da banda, onde serão tocadas faixas do Death Magnetic.

O programa começará as 6:00 PM PDT (10:00 PM horário de Brasília) e poderá ser ouvido diretamente do site oficial.

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Hetfield entrevistado em rádio dinamarquesa

   04 de Setembro de 2008     tags: hetfield, entrevista, vídeos      Comentários

O guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, foi entrevistado por Eric Corton da rádio dinamarquesa Radio 3FM no festival Pinppop no dia 30 de Maio de 2008 em Landgraaf, Holanda. Assista a conversa de 23 minutos clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Review do Death Magnetic da Uncut

   03 de Setembro de 2008     tags: death magnetic      Comentários

A Uncut.co.uk publicou o seguinte review sobre o novo álbum do Metallica, Death Magnetic, com lançamento previsto para o dia 12 deste mês:

O Metallica realmente precisa que o Death Magnetic seja um retorno de arrasar quarteirões. Eles tiveram, afinal, uma década bem apagada até o momento. O último álbum deles, o St. Anger de 2003, foi o álbum mais fraco da carreira deles. Já tendo alienado milhões de fãs com suas atitudes públicas contra o compartilhamento online de arquivos, estes ex-nada-além-de-preto forasteiros começam a parecer desgastados e complacentes. Então vieram as atitudes infantis e afetivas sessões de terapia no notável documentário sobre os bastidores, Some Kind of Monster. Um espetáculo obrigatório, mas tudo pelas razões erradas. A saída do ex-baixista Jason Newsted e a longa ausência do vocalista James Hetfield ao ir a um centro de reabilitação de álcool e drogas, expôs uma banda a beira de um colapso. Por um tempo, parecia que os cavaleiros das trevas do super-metal poderiam terminar suas carreiras, literalmente, com um choro.

E então, a luta ao retorno começa. Death Magnetic é o primeiro álbum de estúdio do Metallica em 17 anos sem o Bob Rock, o produtor de pop-metal que ajudou a projetá-los ao status de superstars globalmente, com o álbum preto de 1991. No seu lugar, Rick Rubin toma as tarefas de produção. A reputação atual de Rubin como o homem que consegue recuperar artistas de meia-idade é importante aqui, mas igualmente é seu portfólio de grandes trabalhos de thrash metal, notavelmente o Reign in Blood do Slayer. Tirando o Metallica de sua zona de conforto, Rubin os encorajou a fazer uma declaração definitiva no espírito de seu marco do prog-metal de 1986, Master of Puppets.

O resultado é um álbum que foca nas maratonas longas e barrocas da primeira década da banda com o canto estilo rock alternativo mais melódico e contido da segunda década. A maioria dessas dez músicas são sinfonias de mais de sete minutos, densas com riffs que se sobrepõem, quebrando com uma energia cinética rude, coberto com idéias. A escala é imensa, o nível de detalhe intenso.

O novo baixista Rob Trujillo coloca sua marca com grooves ferozes de funk-metal como na "The End of the Line". Mais importante, para os fãs hardcores, os solos de super rápidos de Kirk Hammett - uma omissão séria no St. Anger - estão de volta em abundância. Sua chegada em faixas como "Broken, Beaten and Scarred" explode como uma exibição de fogos de artifício sobre o riffs agitados, intimidadores e pesados do guitarrista base Hetfield.

Mas Hammett realmente se supera na galopante e veloz "All Nightmare Long" e "My Apocalypse", libertando pilhas de energia. Em momentos como esses, o Metallica soa menos como mega-estrelas do rock do que punks barulhentos de vanguarda.

O Hetfield pode ser um sóbrio homem de família hoje em dia, mas suas obsessões líricas continuam firmes em filmes de terror violentos e psicodrama. Em "The Day That Never Comes" ele retorna a temática familiar de crueldade em família e violência doméstica: "amor é uma palavra de quatro letras, aqui nesta prisão". Começando como uma power ballad triste, este mini-épico se torna progressivamente mais pesado e agressivo, com Hetfield gritando como um animal enjaulado.

Psicólogos de domingo podem também detectar uma presença sombria do pai de Hetfield, um caminhoneiro religioso que abandou sua família, na imagem bíblica distorcida de "The Judas Kiss". Com seu refrão dominador de “bow down, surrender unto me, submit infectiously” ("reverencie, renda-se a mim, submeta-se infecciosamente"), este sermão punk-thrash é provavelmente a maior imagem não proposital de um orgia homoerótica de sadomasoquismo cristão desde A Paixão de Cristo de Mel Gibson.

Introspecção tenra é algo raro no Death Magnetic, mas não totalmente ausente. Retornando a um dos hinos mais conhecidos do Metallica, "The Unforgiven III" abre com um viajante e belo piano e orquestração. Então Hetfield começa uma variação da familiar melodia melancólica, embora desta vez sua própria culpa seja o tema chave: “how can I blame you, when it’s me I can’t forgive?” ("como eu posso te culpar, quando sou eu quem não consigo perdoar?"). Naturalmente, toda essa angústia de cortar a alma leva um estouro com pilhas de riffs. Respeito.

Death Magnetic é impressionante, mas não perfeito. A vaga instrumental "Suicide and Redemption" falta sentimento em lugares como um exercício virtuoso estilo Mike Oldfield. E o rock de garagem de dar torcicolo "Cyanide" cai em lugares genéricos algumas horas, o tipo de Metallica genérico que o baterista Lars Ulrich rotulou de "regular" em Some Kind of Monster, provocando a fúria de Hetfield.

Mas, acima de tudo, este não é um álbum que cheira a complacência da meia-idade. O Metallica soa faminto, nervoso e ambicioso de novo. Como todos os melhores álbum de rock pesado, ele suspende sua descrença, demanda sua atenção e conecta diretamente com seu adolescente interior. Depois de 80 minutos de pulverização de altos e baixo, ele te deixa com a sensação de estar esgotado e estranhamente feliz. O Metallica está de volta: não com um choro, mas com um grande estouro.

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Download show de 1994

   03 de Setembro de 2008     tags: mission: metallica      Comentários

O Mission: Metallica disponibilizou para download o show completo que a banda realizou em 17 de Junho de 1994 em County Fairgrounds, Middletown, NY. Confira a tracklist do bootleg abaixo:

Master Of Puppets
Wherever I May Roam
Harvester Of Sorrow
Guitar Doodle
Welcome Home (Sanitarium)
The God That Failed
Kill/Ride Medley
For Whom The Bell Tolls
Seek and Destroy
Guitar Doodle
Nothing Else Matters
Creeping Death
Bass Doodle
Fade to Black
Whiplash
Sad But True
One
Enter Sandman

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Fly on the Wall 03/09

   03 de Setembro de 2008     tags: mission: metallica      Comentários

O fly on the wall de hoje do Mission: Metallica está disponível e pode ser conferido clicando aqui. Desta vez, o vídeo mostra Hammett trabalhando em um solo de uma música nova.

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Ulrich: "É difícil falar do Trujillo sem desmerecer o Newsted"

   03 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A revista Revolver entrevistou o baterista do Metallica, Lars Ulrich, sobre as contribuições do baixista Robert Trujillo no processo criativo, sobre o porquê do Metallica ainda ser a maior banda de metal do mundo, Guitar Hero e Internet. Confira abaixo alguns trechos da conversa:

Revolver: Como a presença de Rob afetou o processo criativo de vocês?

Lars: Ele é ótimo. Ao evoluir no processo, ele não mede esforços e é tão fácil de tê-lo por perto. Ele tem uma vibração muito boa. Então, quando nós estávamos trabalhando, ele meio que pegou nosso ritmo bem rapidamente. Ele dava suas opiniões de vez em quando. Ele é bem rápido. Quando eu e James estamos trabalhando em uma idéia, nós meio que falamos, certo, tenta desta e dessa forma. É algo bem rápido e ele meio que consegue acompanhar isso e ainda ser um ponto de balanceamento entre as diferentes idéias e diferentes tipos de energias. É como uma coisa zen. Eu não sei se zen e heavy metal andam juntos, mas há algo ali, estou te dizendo. [Risos] É como uma vibração que simplesmente funciona. É difícil de explicar. E também, eu não quero faltar com respeito com o Jason Newsted [ex-baixista]. Porque o Jason Newsted realmente se esforçou muito nisso. Quinze anos. Ele dedicou sua vida inteira. É difícil falar sobre o quão ótimo o Rob é sem desrespeitar o Jason, e isso não é justo também.

Revolver: Como você está se sentindo sobre o novo disco?

Lars: Eu não acho que o mundo precise de outro membro da banda falando ao resto do mundo o quão excelente o disco é, como é a melhor coisa que já fizemos. Como é a coisa mais pesada que já fizemos. E como todo mundo vai pirar quando ouvir o álbum. Eu não preciso ler outra citação minha sobre isso. Eu me sinto ótimo sobre ele. Me pergunte daqui seis meses. Eu estou próximo demais dele, cara. Sim, eu sei que há algumas pessoas por aí que estão se perguntando porque demorou tanto tempo. E isso e aquilo. Sabe, toma tempo. Não há problemas. Tem sido realmente uma experiência sem estresse. Uma analogia é, digamos, qualquer número que você colocar, é um número arbitrário, vamos dizer que demora mil horas para fazer um disco do Metallica. Ainda demora o mesmo número de horas. Quando nós trabalhamos, foi rápido. Mas as mil horas foram divididas em dois ou três anos ao invés de um ano só, pois nós não trabalhamos 18 horas por dia. Nós não trabalhamos seis dias por semana. Nós não queremos fazer uma turnê a cada três meses e nós não queremos tocar em festivais na Europa todo verão. Nós fomos ao Japão, nós fomos a África do Sul e tomamos conta de nossos filhos. Então, as pessoas para as quais eu toquei gostaram: eu toquei para o Bob Rock. Ele gostou. Eu toquei para meu pai; ele gostou. Eu toquei para, sabe, Jerry Cantrell e Mike Inez [do Alice in Chains] e John [Dolmayan] do System, e algumas outras pessoas e todas elas gostaram. Todos eles falaram a mesma coisa. Todos eles falaram que soa como Metallica. Esse é o melhor elogio que pode receber, sabe. [Risos] Quando eu sento e ouço isso através do ouvido de outras pessoas quando eu toco para eles, soa muito, muito vivo para mim, como caras suando, tocando juntos para um show ao vivo. Não é feito em um computador.

Revolver: Sim, é bem espetacular. Uma das coisas que eu tenho perguntado para todos vocês é, vocês estão meio chocados por ainda serem a maior banda de metal do planeta? Que ninguém os derrubou do topo?

Lars: [Risos] Que pergunta estranha. Chocado? Não sei. Não há muita coisa que me choca. Nós só estamos fazendo o que fazemos. Eu não sei. Eu tenho tanto amor e respeito por outros artistas por aí. Há tantas bandas que me deixam de pau duro todos os dias quando eu as assisto ou as ouço. Nos derrubar? Nós temos sorte. Nós temos o Machine Head que é o como o mais legal dos legais e cujos discos eu adoro. E você se senta lá e faz uma turnê com eles por duas semanas na Europa como nós fizemos. Eu saio do ônibus e tomo um gole de Gatorade e os quatro membros do Machine Head estão meio que me encarando. [Imita expressão boquiaberta] Isso eleva sua moral. Entende o que eu digo? Eu ouço - Iron Maiden lançou uma música alguns meses atrás. Foi excelente. Eu não sei. Você é o jornalista. Você responde a questão. [Risos] Eu acho que nós temos apenas sorte que um monte de nossas coisas de alguma forma entra em ressonância com muita gente e muitas das nossas coisas acharam um caminho para serem eternas. Nós temos sorte com isso. Sabe, você sai e faz turnê o tempo todo. Você toca músicas diferentes. Você toca set lists diferentes. Você faz todas as coisas que - você faz tanto quanto nós, você só quer manter a experiência nova e animadora para continuar fazendo o que faz o melhor possível. Mas, nos destronar - eu não sei. Eu não posso responder isso. [Risos]

O resto da conversa pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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