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Fotos Sepultura + Metallica em SP

   01 de Fevereiro de 2010     tags: fotos, sepultura, são paulo, brasil      Comentários

Fotos do primeiro e segundo dia do Sepultura abrindo para o Metallica, incluindo fotos com os integrantes dos gigantes do thrash metal, foram disponibilizadas e podem ser conferidas abaixo.


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Hetfield pilotando em Interlagos

   01 de Fevereiro de 2010     tags: hetfield, vídeos, são paulo, brasil      Comentários



Segundo mensagem postada no MetOnTour, o vocalista do Metallica, James Hetfield, este no autódromo de Interlagos neste domingo para pilotar um Porsche. Segundo informações postadas no blog de Patrick Korb, uma equipe de filmagem da Globo esteve presente no local para filmagem.

Confira abaixo alguns vídeos postados por Korb:





Algumas fotos podem ser conferidas clicando aqui.

Agradecimentos: The Unnamed User

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Fotos primeira noite em São Paulo, Brasil

   01 de Fevereiro de 2010     tags: fotos, são paulo, brasil, world magnetic tour      Comentários



Fotos da apresentação que o Metallica realizou em 30 de Janeiro, em São Paulo, Brasil, foram disponibilizadas e podem ser conferidas clicando aqui.

Agradecimentos: James_Metcover

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Vídeos da coletiva de imprensa de SP

   01 de Fevereiro de 2010     tags: vídeos, são paulo, brasil      Comentários

A coletiva de imprensa que o Metallica realizou neste último sábado, dia 30 de Janeiro, em São Paulo, foi disponibilizado no YouTube e pode ser conferido abaixo.




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Setlist segunda noite em São Paulo, Brasil

   01 de Fevereiro de 2010     tags: setlist, são paulo, brasil, world magnetic tour      Comentários

Na segunda noite de apresentação do Metallica em São Paulo, Brasil, a banda tocou a seguinte setlist:

Creeping Death
Ride The Lightning
Fuel
Sad But True
The Unforgiven
That Was Just Your Life
The End Of The Line
Welcome Home (Sanitarium)
Cyanide
My Apocalypse
One
Master Of Puppets
Fight Fire With Fire
Nothing Else Matters
Enter Sandman
- - - - - - - -
Helpless
Hit The Lights
Seek and Destroy

Agradecimentos: KearBarl, jokerhp

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G1: Metallica compensa 11 anos de ausência com peso e amor em SP

   31 de Janeiro de 2010     tags: são paulo, brasil, fotos      Comentários

O G1 publicou a seguinte resenha sobre o show que o Metallica realizou ontem, 30 de Janeiro, em São Paulo.

Metallica compensa 11 anos de ausência com peso e amor em SP

Grupo tocou clássicos e agradou os fãs neste sábado (30).
Metallica volta a se apresentar no Morumbi neste domingo (31).

Já perto do fim do show de abertura do Sepultura, os holofotes do estádio do Morumbi se acendem, iluminando toda a plateia. O Metallica sabe que um bom show também depende também do clima do público, e essa estratégia simples, de trocar o ambiente para marcar a escuridão como o domínio do metal, ajuda a criar a atmosfera das as duas horas de peso que viriam a seguir no primeiro show da banda em São Paulo na noite deste sábado (30) durante sua mini-turnê brasileira de 2010.

Com um céu relativamente limpo e num raro dia sem chuva na capital paulista, a escuridão que precedia a introdução do grupo ao som de “The ecstasy of gold”, de Enio Morricone, era quebrada apenas pela lua cheia que iluminava palidamente o estádio.

Com os quatro veteranos do metal – cada um por seus devidos méritos – em cima do palco, o Metallica abriu o show com a faixa que tem tocado com mais frequência durante a “Death magnetic tour”, “Creeping death”, do álbum “Ride the lightning”. Cumprimentando a cidade com um sonoro “estão prontos?” em português, o vocalista e guitarrista James Hetfield emenda com a poderosa “For whom the bell tolls”, também do disco azul de 1984.

Amor pelos fãs

Para um grupo de rock pesado e com cara de mau, o Metallica parece andar cheio de amor, especialmente pelos fãs. Antes de “Broken beat and scarred”, do último álbum “Death magnetic”, de 2008, James faz um discurso agradecendo o apoio da “família Metallica”. “Muito obrigado por nos apoiarem com a gente nos momentos mais difíceis e nos bons momentos como esse. Fiquem juntos sempre, e tudo estará bem”.

Mais cedo, durante a breve entrevista coletiva no salão nobre do Morumbi, o vocalista também falava da “paixão” dos fãs latino-americanos, especialmente dos brasileiros, e voltou a tocar no tema antes de “Sad but true”, dedicada ao Sepultura. “Eles, assim como nós, sabem que vocês gostam do som pesado. Vocês querem mais peso?”, provocava.

Com um show pontuado por mais momentos de “o Metallica ama vocês”, eles nem parecem a banda que há dez anos chegou perto de processar os próprios fãs que compartilhavam as suas músicas no Napster, e também soam bem mais felizes e à vontade do que na época do controverso álbum “St. Anger”, de 2003, que quase fez o grupo ruir.

O repertório da apresentação foi quase inteiro de clássicos, exceto por quatro faixas de “Death magnetic” – além de “Broken beat and scarred”, “That was just your life”, “The day that never comes” e “The end of the line”, todas do lado A do disco. De resto, foram três músicas da estreia “Kill’em all” (“The four horsmen”, “Motorbreath” e “Seek and destroy”), três de “Ride the lightning” (além das duas na abertura, a pesada balada “Fade to black”), a faixa-título de “Master of puppets”, outras três de “...And justice for all” (“Harvester of sorrow”, “One” e “Blackened”) e mais três do megaplatinado “Black album” (“Sad but true”, “Enter Sandman” e “Nothing else matters”).

Técnica perfeita

Com quase trinta anos de estrada e mais de cinco na formação atual com o baixista Robert Trujillo, eles não precisam provar mais nada em termos de técnica. A guitarra solo de Kirk Hammett é uma das principais estrelas da noite, cobrindo todos os espaços, e mesmo atrás do kit de bateria Lars Ulrich esbanja seu carisma dinamarquês, levantando-se da banqueta sempre que possível. Apesar de se encaixar sonoramente com perfeição, Trujillo é um pouco mais fanfarrão do que seus colegas, como demonstra na esteticamente questionável mania de girar com o baixo no fim do show.

Crescendo em um meio onde o punk era tão importante quanto o metal, o Metallica sempre optou por uma cenografia mais clean em relação a colegas mais velhos como o Iron Maiden. Fazendo companhia ao grande telão atrás do grupo, o único efeito complementar são os fogos de artifício e lança-chamas, que funcionam perfeitamente para dar o clima de guerra durante a introdução da antibelicista “One”.

Bis em claro

Depois de um final formidável, com Hetfield sentado em um banquinho durante a balada “Nothing else matters” seguida de uma versão pesada e acompanhada em coro pela plateia de “Enter Sandman”, a primeira parte do show foi seguida de um bis com três músicas, abrindo com “Stone cold crazy”, cover do Queen presente no disco “Garage inc.”. “Toda noite escolhemos fazer uma versão de uma faixa de uma banda que nos tenha inspirado a formar esta banda”, explicou James.

Fechando a noite, “Motorbreath” é seguida de “Seek and destroy”, escolha tradicional para os fins de shows da banda. Hetfield pede para que os holofotes se acendam novamente. “Vocês passaram a noite inteira olhando para nós, os feiosos do Metallica, e agora é a hora de a gente ver vocês”.

Terminado o ataque sonoro, cada membro vai até o microfone para agradecer o público, sempre lembrando que “nós amamos vocês”, como se tentassem compensar os quase 11 anos de ausência – o último show deles na cidade foi em 1999. Para fechar, um recado simples: “Nos vemos amanhã São Paulo”.

Sepultura

Com o dia caindo, o Sepultura subiu ao palco feliz da vida. Muito pelo fato de abrir o show dos amigos do Metallica, mas também por tocar pela primeira vez no esta´dio do Morumbi, para a alegria do guitarrista são-paulino Andréas Kisser, que além de expressar o amor pelo time, trocou a camiseta da Seleção Brasileira por uma do São Paulo no bis da apresentação.

O repertório do grupo cansa um pouco quando insiste nas faixas do último álbum, “A-lex”, mas empolga quando se volta às músicas mais antigas, da fase com Max Cavalera, como “Refuse / Resist” e “Inner self”. Terminando o show de uma hora, uma versão um pouco confusa de “Roots bloody roots” mostra que o Sepultura ainda precisa se esforçar mais para reproduzir o seu auge da década de 90.


Uma galeria de fotos feita pelo G1 também foi disponibilizada e pode ser conferida clicando aqui.

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Estado de SP: Revigorado, Metallica dá aula de rock a 68 mil em SP

   31 de Janeiro de 2010     tags: são paulo, brasil      Comentários

O Estadao.com.br publicou a seguinte resenha sobre o show que o Metallica realizou ontem, 30 de Janeiro, em São Paulo.

Revigorado, Metallica dá aula de rock a 68 mil em SP

O Metallica retornou a São Paulo depois de quase 11 anos de ausência e trouxe a um público de 68 mil pessoas um show recheado de clássicos do thrash metal, ontem, no Estádio do Morumbi. A banda norte-americana correspondeu às expectativas e fez uma apresentação marcada pela técnica refinada, espetáculos pirotécnicos e especialmente pela clara fase revigorada de seus músicos, todos com idade em torno de 45 anos, mas com fôlego suficiente para deixar boa parte do público com a sensação de ter visto um dos melhores espetáculos de rock pesado que passou pela capital paulista.

O show de ontem, que teve duração de pouco mais de duas horas e não contou com uma gota de chuva sequer, foi o segundo dos três que a banda está fazendo no Brasil como parte da turnê mundial de divulgação do álbum "Death Magnetic", lançado em 2008. O grupo abriu sua nova passagem pelo País na quinta-feira, dia 28, quando se apresentou em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Hoje, o Metallica faz um show-extra no Morumbi. Ainda restam ingressos para todos os setores do estádio.

Formada pelo guitarrista e vocalista James Hetfield, pelo baterista Lars Ulrich, pelo guitarrista Kirk Hammett e pelo baixista Robert Trujillo, a banda tocou 18 músicas na noite de sábado. A apresentação foi realizada horas depois de o Metallica receber, no Salão Nobre do Morumbi, um disco de ouro pela venda no Brasil de mais de 45 mil cópias do álbum "Death Magnetic", e um DVD de platina duplo, pela venda de mais de 60 mil cópias do DVD ao vivo "Orgulho, Paixão e Glória", gravado no México durante a turnê mundial atual.

O show de abertura no Morumbi foi realizado pela banda brasileira Sepultura. Com uma apresentação bem mais curta que a do Metallica, o conjunto nacional tocou vários sucessos antigos, entre eles as músicas "Refuse/Resist", "Dead Embryonic Cells", "Arise", Inner Self" e "Troops of Doom", conseguindo empolgar o público presente, especialmente no final do show, com os clássicos "Territory" e "Roots Bloody Roots".

A volta do Metallica

Depois do show do Sepultura e dos ajustes e montagens dos equipamentos do Metallica, as luzes se apagaram e os dois telões laterais do palco começaram a passar cenas do filme do gênero western "O Bom, o Mau e o Feio", do diretor Sérgio Leone. A música de fundo foi a tradicional "The Ecstasy of Gold", de Ennio Moricone, que a banda utiliza para a abertura de seus shows há tempos.

Na sequência, um imenso telão central se acendeu com a entrada do Metallica no palco tocando a clássica música "Creeping Death", do álbum "Ride the Lightning", que levou o público ao delírio de maneira imediata. Em seguida, o vocalista James Hetfield perguntou se todos no estádio estavam prontos para o show e o baixista Robert Trujillo executou os primeiros acordes de "For Whom The Bell Tolls", do mesmo álbum.

O ataque sonoro do Metallica vinha em doses cada vez mais pesadas e a banda emendou na sequência uma música de seu primeiro álbum, "Kill ''Em All", a rápida e nostálgica "The Four Horsemen". Para amenizar um pouco a intensidade do show, os norte-americanos tocaram em seguida a cadenciada música "Harvester of Sorrow", do álbum conceitual "...And Justice For All", e a lenta e melodiosa "Fade to Black", também do "Ride the Lightning", que contou com Hetfield dominando um violão numa das partes superiores do palco que ficava logo acima do baterista Lars Ulrich.

Como o dia também era do "Death Magnetic", o Metallica executou de uma vez três músicas do novo álbum: "That Was Just Your Life", "The End Of The Line" e "The Day That Never Comes". Nas duas primeiras, mais aceleradas, o público permaneceu calmo e de uma maneira como se estivesse admirando o entrosamento da banda e a qualidade do som que saia dos equipamentos modernos e caros do conjunto. Na terceira, que foi a primeira de trabalho do recente disco, um enorme coro de 68 mil vozes foi formado, confirmando que o som atual da banda também agrada os velhos e novos fãs.

Na sequência, espaço para o hit "Sad But True", do mais popular álbum do Metallica, conhecido pelo público como "Álbum Preto" e que fez a banda romper as barreiras do heavy metal. O vocalista Hetfield ofereceu a música especialmente ao Sepultura e viu novamente o Morumbi se unir para cantar a letra do começo ao fim. Aproveitando, as homenagens, dedicou a música seguinte ao povo brasileiro e iniciou os acordes de "Broken, Beat and Scarred", do "Death Magnetic", que manteve o público em estado de êxtase.

Sem dar tempo para a plateia respirar, o Metallica deu início ao seu espetáculo pirotécnico com a clássica música "One", do álbum "...And Justice for All". O palco se transformou num cenário simulado de guerra, com explosões e barulhos de tiros de metralhadoras. Depois, mais um sucesso, com a pesada, rápida e, ao mesmo tempo melodiosa, "Master of Puppets, do álbum de mesmo nome.

A pirotecnia imperava, e o Metallica trazia mais uma música do "...And Justice for All", a ácida "Blackened". Neste instante, as laterais do palco do Morumbi foram invadidas por labaredas enormes que aumentavam a sensação de calor do público, hipnotizado com a junção do som pesado e dos efeitos especiais da banda. Depois de tocarem o hit "Nothing Else Matters", do Álbum Preto, os norte-americanos voltaram com novos efeitos visuais na mais do que popular "Enter Sandman", que foi de longe a mais cantada pelos fãs.

Após um brevíssimo descanso no camarim, a banda voltou ao palco para tocar a única música cover da noite. Homenageando o Queen, o Metallica trouxe "Stone Cold Crazy", que faz parte do álbum "Garage Inc", mostrando os rostos de várias pessoas da plateia no telão central, todas bastante envolvidas com a apresentação.

Para terminar, duas músicas do álbum "Kill ''Em All" que fizeram novamente os fãs mais antigos vibrarem bastante. A primeira foi "Motorbreath", que historicamente sempre foi pouco tocada nas apresentações da banda, mas que foi dada de presente ao público brasileiro, que teve a oportunidade de ser contemplado com um dos melhores set lists da parte latino-americana da turnê do Metallica. A segunda foi "Seek & Destroy", pedida em coro pela plateia e correspondida à altura pela banda

Pouco antes da meia-noite, a banda se despediu dos fãs, mostrando que não apenas o público havia se divertido. De um lado, o guitarrista Kirk Hammett, filmava a reação dos presentes. Do outro, Hetfield se enrolava nas diversas bandeiras brasileiras que foram jogadas pelo público ao palco. Por fim, a banda fez uma farta distribuição de palhetas e baquetas para a plateia da pista Vip.

Na saída do estádio, os comentários eram de que aquele havia sido um dos melhores shows de rock que São Paulo havia visto. Hoje, o palco é o mesmo e o Metallica tenta repetir a dose e mostrar que continua sendo a banda mais importante do heavy metal mundial na atualidade.

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Terra: Milhares cantam riff durante show do Metallica em SP

   31 de Janeiro de 2010     tags: são paulo, brasil, fotos      Comentários

O Terra Magazine publicou a seguinte resenha sobre o show que o Metallica realizou ontem, 30 de Janeiro, em São Paulo.

Milhares cantam "riff" durante show do Metallica em SP



Assistir a um show de rock é, antes de qualquer análise racional, um ritual carregado de emoções. Quem viu o Metallica em São Paulo pôde vivê-las em suas diversas variantes: raiva, ódio, fúria, catarse, amor, empolgação.

O que se viu neste sábado, 30, ao longo de pouco mais de duas horas de apresentação, foram amostras de entusiasmo e energia raramente vistas em shows de rock no Brasil.

É verdade que o metal, por si, já é um incentivo às rodas de pancadaria e aos pulos frenéticos. Ainda assim, esta foi uma apresentação especial para quem estava no estádio do Morumbi.

Não é normal ver mais de 60 mil pessoas pulando, juntas, ao som de uma simples música. Foi o que aconteceu em For Whom The Bell Tolls, Master Of Puppets, Enter Sandman e a saideira da noite.

Como de costume na turnê que vem divulgando o álbum Death Magnetic (2008), a apresentação começou com Creeping Death e foi encerrada com Seek and Destroy.

Não é normal ver mais de 60 mil pessoas cantando, juntas, um riff de guitarra, ao invés de apenas repetirem as letras. Foi o que aconteceu quando o Metallica tocou Fade to Black.

Para quem estava na pista, a impressão que se teve foi a de pertencer a um grande rebanho, cujos pastores mandavam e desmandavam ao seu bel-prazer.

Felizes, os integrantes da banda trocavam inúmeros sorrisos e gracejos entre si. Ainda no ínicio da noite, o vocalista James Hetfield disse, em inglês: "Eu já estou sorrindo". E prometeu alegrar a noite dos presentes.

Apesar dos quase 30 anos de estrada, os integrantes do Metallica ainda mantêm o vigor e a brutalidade sonora do início de carreira, apesar da suavizada em Load (1996) e Reload (1997) e de Saint Anger, álbum cometido pela banda em 2003.

Prova desse rejuvenescimento é a música The End Of The Line, que integra o último disco da banda e é uma das maiores pauladas sonoras da década.

Hetfield, o guitarrista Kirk Hammett, o baterista Lars Ulrich e o baixista Robert Trujillo nem por um minuto se portaram como "tiozinhos do rock". Ainda bem. "We know São Paulo likes it heavy", disse à certa altura o vocalista.

A banda está pela terceira vez no Brasil - as passagens anteriores foram em 1989 e 1999. Desta vez, porém, conseguiu uma proeza: afastar as chuvas da capital paulista, que há quase 40 dias consecutivos era atingida pelas águas de janeiro.

Menção muito honrosa aos brasileiros do Sepultura, responsáveis pelo show de abertura e por um dos momentos de maior empolgação da noite, quando encerraram seu setlist com Roots Bloody Roots.

Pulando a cerca

Algumas milhares das milhares de pessoas presentes foram vitimadas pela desorganização na saída do espetáculo. Quem preferiu sair pelo lado esquerdo da pista demorou até 30 minutos somente para colocar os pés para fora do Estádio do Morumbi.

Logo um coro egípcio foi entoado em referência à lentidão das filas.

- Im-ho-tep, Im-ho-tep...

Incidente desastroso, considerando-se que o show terminou às 23h40 e os ônibus depois da 0h são raros em São Paulo. Vale lembrar que o ingresso para a pista normal custava R$ 250; para a pista VIP, R$ 500.

No entanto, os usuários mais desiludidos com o transporte público foram surpreendidos na sequência, ao se depararam com diversos ônibus, disponibilizados pela prefeitura, com destino à região central da cidade.

Infelizmente, não tardou para a desilusão retomar seu lugar: os coletivos, mais do que abarrotados, não conseguiam chegar às estações de metrô a tempo de os passageiros poderem embarcar.

Alguma confusão também foi registrada antes do show, na fronteiras entre as pistas destinadas ao proletariado e à burguesia roqueira.

Uma funcionária da empresa organizadora da apresentação reclama. "Tem que tomar cuidado, só hoje (até às 18h) tivemos de retirar mais de 15 pessoas da pista VIP". Como?

"Eles vão lá e dão grana pros seguranças, pulam a cerca. Uma menina fingiu ter passado mal, foi para a enfermagem na área VIP, melhorou e ficou por lá", conta. "É uma briga com as pessoas que invadem e com os próprios seguranças, que facilitam".

Depois de se apresentar em Porto Alegre na quinta-feira e em São Paulo neste sábado, o Metallica repete a dose neste domingo, 31, no Estádio do Morumbi, também com abertura do Sepultura. O show começa às 20h30.


Uma pequena galeria de fotos também foi disponibilizada pelo Terra e pode ser vista clicando aqui.

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iG: Metallica apaixona público no Estádio do Morumbi

   31 de Janeiro de 2010     tags: são paulo, brasil, fotos      Comentários

O iG Música publicou a seguinte resenha sobre o show que o Metallica realizou ontem, 30 de Janeiro, em São Paulo.

Metallica apaixona público no Estádio do Morumbi

Paixão. A palavra foi usada duas vezes por James Hetfield e Lars Ulrich, respectivamente vocalista e baterista do Metallica, em entrevista concedida poucas horas antes de seu primeiro show em São Paulo, neste sábado. Nas duas vezes, o termo foi utilizado para definir a relação do público brasileiro com a banda. Durante o show, Hetfield repetiu a afirmação: logo depois de tocar a primeira música da noite, "Creeping Death", ele olhou para o público e então apontou para o próprio coração. De novo a tal paixão.

A relação das 60 mil pessoas que lotaram o Estádio do Morumbi com o Metallica pode mesmo ser chamada de apaixonada. O público amou tudo que a banda tocou: das canções dos primeiros discos ("Master of Puppets", "Seek and Destroy") às novidades do recente Death Magnetic ("That Was Just Your Life", "The Day that Never Comes"), passando por clássicos do disco mais bem-sucedido do grupo, o Black Album ("Nothing Else Matters" e "Enter Sandman", dois dos momentos mais marcantes da noite).



Diante de uma plateia tão devota, a reação do Metallica foi a mais pura felicidade. Hetfield e Ulrich trocavam sorrisos a toda hora, e o guitarrista Kirk Hammet era pura simpatia com o público. Nada mais contrastante com a imagem mal-humorada que a banda tinha quando surgiu, no começo dos anos 1980. Trinta anos depois, a banda não tem o menor problema em admitir que está ali para entreter. "Queremos que vocês se divirtam", afirmou James Hetfield a certa altura da apresentação. "Assim, nos divertimos também".

O repertório teve diversas alterações em relação ao primeiro show no Brasil, realizado em Porto Alegre. Segundo Lars Ulrich, a banda não gosta de tocar sempre as mesmas canções. "Tocamos entre 60 e 70 músicas diferentes nesta turnê. É um jeito de evitar entrar no piloto automático. Em outras turnês, quando não mudávamos o set list, os shows eram meio mecânicos", explicou. No show deste domingo, também no Morumbi, o público pode esperar mais surpresas. De acordo com Lars, se o Metallica faz dois shows na mesma cidade, eles sempre são diferentes.

A performance deste sábado teve 18 músicas. Começou apostando pesado em faixas do disco Ride the Lightning, de 1984. Das cinco primeiras músicas, três vieram desse álbum ("Creeping Death", "For Whom the Bell Tolls" e "Fade to Black"). As exceções foram "The Four Horsemen" e a surpresa "Harvester of Sorrow". Depois, foi a vez de quatro faixas de Death Magnetic ("That Was Just Your Life", "The End of the Line", "The Day that Never Comes" e "Broken Beat & Scarred"), mais a clássica "Sad But True", dedicada ao Sepultura, que fez o show de abertura da noite.



A reta final da apresentação foi para fã nenhum reclamar: começou com a mistura de calma e violência de "One" (um dos únicos momentos em que o grupo abusou da pirotecnia, usando fogos de artífico), passou pelo peso e velocidade puros de "Master of Puppets" e "Blackened", foi para a introspecção de "Nothing Else Matters" e terminou com o público em êstase diante do maior sucesso da banda, "Enter Sandman".

Na volta ao palco para o bis, o Metallica seguiu a tradição de tocar uma cover. No caso, "Stone Cold Crazy", do Queen. Depois, foi a vez de dois petardos de seu disco de estreia, KIll 'em All, de 1981: "Motorbreath" e "Seek & Destroy". O Metallica volta a tocar no Morumbi neste domingo (31). Restam ingressos para todos os setores. Seu show está marcado para as 20h30.


O site também disponibilizou uma galeria de fotos da apresentação, que pode ser conferida clicando aqui.

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G1: Galeria de fotos de SP

   31 de Janeiro de 2010     tags: fotos, são paulo, brasil      Comentários



O G1 publicou uma galeria de fotos da apresentação que o Metallica realizou neste sábado, dia 30 de Janeiro, em São Paulo.

Para conferí-la, clique aqui.

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