Destaques

Notícias

DVD novo?

   30 de agosto de 2004     tags: dvd      Comentários

De acordo com o site Encyclopedia Metallica, todos os shows do centro-oeste dos Estados Unidos, que fazem parte da terceira parte da turnê deste ano, estão sendo gravados para um lançamento em DVD.

Entretando, não existem informações sobre o modo como será lançado no mercado esta compilação de shows, podendo ou não acompanhar a versão em DVD do documentário "Some Kind of Monster".

    Top

Metallica indicado ao prêmio da Kerrang!

   25 de agosto de 2004     tags: premiação      Comentários

O Metallica foi indicado na categoria "Melhor Banda do Planeta" do prêmio realizado anualmente pela Kerrang!. Além do Metallica, concorrem na mesma categoria Slipknot, The Darkness, H.I.M., Red Hot Chili Peppers e Blink-182.

A premiação acontecerá nesta quinta-feira, em um lugar não divulgado.

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

Atualização (26/08): O Metallica levou o prêmio realizado nesta quinta-feira.

    Top

Box limitado do Metallica

   24 de agosto de 2004     tags: box      Comentários

A Billboard.com noticiou que a Elektra/Rhino Vinyl lançarão no dia 26 de Outubro nos EUA um box do Metallica de vinis. A caixa virá com versões especiais dos quatro primeiros álbuns da banda, além do "Garage Days Re-Revisited" e do picture disc "Creeping Death".

O box será limitado em 5000 cópias numeradas e tem preço sugerido de U$99.98.

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

This Monster Lives: The Inside Story of SKOM

   23 de agosto de 2004     tags: livros, skom      Comentários

De acordo com a Amazon.com, o livro do produtor Joe Berlinger, "Metallica: This Monster Lives: The Inside Story of Some Kind of Monster", que conta sobre a produção do documentário da banda "Some Kind of Monster", será lançado dia 10 de Novembro nos Estados Unidos. O livro deverá custar U$24.95.

"Metallica: This Monster Lives: The Inside Story of Some Kind of Monster" revela detalhes íntimos dos dois anos e meio de lutas e dificuldades da banda para fazer seu último álbum, "St. Anger". Berlinger e seu companheiro Bruce Sinofsky tiveram acesso inédito aos ícones do heavy metal enquanto eles estavam em terapia para ajudá-los a superar os problemas que a banda vinha tendo. No livro, Berlinger conta sua experiência em trazer a tela o período mais turbulento dos mais de vinte anos do Metallica. Mesmo que o documentário propriamente dito dê uma visão da banda, os dois anos e meio de produção (e aproximadamente 1600 horas de gravação) captaram muito mais do que aquilo que pode ser expressado em um filme de duas horas. Além disso, o livro contará com fotos exclusivas e inéditas.

Link: Capa do livro
fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Cantor de ópera diz que Metallica é uma das únicas bandas de rock de verdade

   20 de agosto de 2004     tags: curiosidades      Comentários

O cantor de ópera Nathan Gunn, reconhecido como um dos melhores barítonos da nova geração foi perguntado recentemente pelo Chicago Sun-Times com qual banda de rock ele gostaria de cantar. "Metallica, sem dúvida," respondeu. "É uma das únicas bandas de rock que é realmente uma banda de rock. Eu adoro os ritmos complicados e, acima de tudo, uma das minhas filhas adora a música deles."

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Entrevista de Lars na Rolling Stone: "Não tem um case que eu não urinei ainda"

   13 de agosto de 2004     tags: ulrich, entrevista      Comentários

"Houveram muitas brigas durantes esses vinte e três anos da banda," disse o baterista do Metallica Lars Ulrich. "Mas a gente se diverte." Se você viu o documentário conta-tudo "Some Kind of Monster", você sabe sobre o que Lars está falando. A luta pelo poder, alcoolismo e atitudes infantis que quase destruíram a maior banda de metal deram origem a um novo e melhor Metallica, graças a chegada do baixista Robert Trujillo e um gasto de quarenta mil por mês. No filme, no qual Ulrich também mostra seu amor pela arte, nós encontramos o seu mais duro crítico: seu pai, Torben, um escritor de jazz, jogador de tênis profissional e clone de Gandalf do Senhor dos Anéis. No dia 16 de Agosto, o Metallica iniciará a parte final de sua turnê em St. Paul, Minnesota.

Seu pai parece ser tão legal. Qual música ele tocava em casa quando você era criança?

Sua paixão, seu amor, a principal coisa para ele era jazz. Então de seu quarto vinha muito Miles, Coltrane, Charlie Parker, Ornette Coleman, Sonny Rollins. Copenhagen era a capital do jazz da Europa Ocidental naquela época. Mas ele também ouvia The Doors, Stones, Beatles e Muddy Waters. Quando eu comecei a ouvir as primeiras coisas de rock por volta de 73, como Deep Purple e Uriah Heep, nós começávamos a nos bicar. Ele dizia que era muito quadrado e que o baterista era muito branco.

Você costumava ir em casas de shows quando criança?

Sim. Um lugar chamado Montmartre - Eu fui levado lá algumas vezes. Mas muitos músicos passavam lá em casa, como Sonny Rollins, Ben Webster e Dexter Gordon, que era meu padrinho.

Quantas batidas por minuto você consegue tocar no seu pedal duplo?

Eu não sei, mas tecnicamente, eu estou na melhor forma que já estive. Eu tenho desenvolvido bastante neste ano, correndo. Eu parei de fumar. Quando estamos sentado lá no décimo quinto minuto da terceira hora tocando "Dyers Eve" eu estou muito, muito bem. Virando a casa dos quarenta, é bom dizer.

O Rob Trujillo te assusta no palco? Ele é bizarro.

Eu tenho a opção de desviar o olhar [risos]. Quando ele está fazendo seu passo sumô-luta-livre-satânico-podre, eu viro meu olhos para o [James] Hetfield. Se ele está fazendo sua cara de luta do inferno, eu sei que eu posso olhar para o [Kirk] Hammett - há um pouco mais de amor por lá. Mas o Rob tem sido incrível. No final dos anos noventa, o Metallica era como uma operação militar: as coisas ficaram meio egocêntricas demais, e Rob nos ajudou a nos soltar. Isso é bom.

Você fica bravo por não poder mais ficar bêbado com o Hetfield?

Eu, o Kirk e o Trujillo ainda podemos nos embebedar. Acredite em mim. Nós também podemos fazer isso quando o James está por perto. Não há problema. James tem sido um anjo com isso. Ele não reclama, não policia, ou fica em cima das porcarias dos outros.

Você costumava beber muito no palco. Onde você urinava?

Desde que você não mije em algo que está ligado. Eu não toco em álcool no palco desde o ano novo de 83-84, em algum lugar do estado de Nova Iorque com o Anthrax. Nenhum de nós conseguíamos tocar. Mas o Kirk geralmente mija em uma garrafa em seu pequeno cubículo, e eu vou e urino nos cases. Não tem um case que eu não urinei ainda.

Qual a melhor tirada que você já fez?

Eu amo The Cult, mas quando a gente ficou com eles durante o verão inteiro em 89, um membro da banda tinha uma namorada que trouxe peixes dourados em pequenos sacos. Um dia o dia o motorista de ônibus esqueceu de ligar o ar condicionado, o peixe basicamente ferveu, e a garota os perdeu. Então para o show em Portland, nós compramos metade da loja de animais e por dois minutos choveu peixes dourados no palco. O membro não identificado e a namorada chocada tentaram pegar os peixes que ficavam pulando. O baterista deles, Matt Sorum, começou a comê-los.

Sorum tocou com o Guns'n'Roses. Você fizeram uma turnê com o Guns'n'Roses. O quão estranho é Axl?

Eu não ouço do cara há vinte anos, mas Axl era duas pessoas. Você ficava realmente pensando que diabos ia acontecer em seguida. Quando ele estava de bom humor, ele é o cara mais doce, e quando ele esquecia de tomar seu remédio ou decidia explodir, ele era meio estranho. Ele era a última pessoa que eu vi, talvez além de Bill Clinton, que quando entrava todo mundo saía da frente. Isso é algo raro.

Qual pintura melhor incorpora o espírito do Metallica?

Ótima pergunta: eu estou tendendo àqueles grandes Jackson Pollocks. Quando penso no Metallica, eu penso em energia e movimento; um caminho que está sempre se mexendo e mudando toda hora. Eu escolheria o Número 32 de Pollock, de 1950.

Quem é o melhor baterista vivo?

Jon [Theodore] do Mars Volta. Nós fizemos três semanas de shows com eles na Austrália em Janeiro. Eles eram tão bons, e Jon é o melhor baterista que eu vi em dez anos. Ele toca com energia e fogo, o peso de Bonham e a técnica de alguém como Phil Taylor do Motorhead mas também Elvin Jones. Eu queria desistir depois que vi ele tocar.

fonte (em inglês): Rolling Stone

    Top

Lars: "O acesso dos fãs vem de nossas raízes punk"

   12 de agosto de 2004     tags: ulrich, entrevista, skom      Comentários

O baterista do Metallica Lars Ulrich foi recentemente entrevistado pelo Star Tribune sobre o documentário de 4.3 milhões de dólares "Metallica: Some Kind of Monster" e sobre o livro "So What! The Good, the Bad and the Ugly", a sair dia 17 de Agosto nos Estados Unidos. Seguem alguns trechos:

P: Você está surpreso que o filme vem sendo um sucesso, mesmo entre os não-fãs da banda?

Lars Ulrich: "Não. Um ótimo documentário é um ótimo documentário. Funcionou porque, como a maioria dos grandes documentários, é uma história humana. Independente de ser sobre uma banda de rock, McDonald's, Bush, Al-Jazeera ou qualquer outro excelente documentário, no fim eles são todos histórias sobre pessoas. Esses ótimos produtores de documentários são capazes de pegar essas histórias e humanizá-las e fazê-las com que as pessoas que não gostem desse estilo tenham algum tipo de ligação."

P: Como os fãs mais fervorosos do Metallica vêm reagindo ao filme?

Lars Ulrich: "Muito, muito positivamente. Eles gostaram desse passo, no qual nós nos abrimos. Eles gostaram desse acesso. Nós sempre tivemos uma relação aberta, acessível com nossos fãs e eu acho que o filme foi o passo seguinte para isso - talvez o último passo. Eu não sei o quanto mais nós podemos nos abrir.

"Nós tomamos uma decisão há muito tempo que não seríamos como o Led Zeppelin ou o Kiss, não seríamos uma banda com um mistério em volta. Isso vem das nossas raízes punk, e eu acho que isso é uma continuação disso."

P: Algumas das partes mais sérias do filme são aquelas que mostram os problemas pessoais da vida de James, e eu sei que existem alguns problemas em sua vida atualmente. O quanto se pode culpar estar em uma banda - ou esta banda em particular - por esses problemas?

Lars Ulrich: "Excelente pergunta. E você ter deixado essa de lado [risos]. Sabe, será que a banda é o lugar onde você vai quando tem esse tipo de problema? É o último santuário? Existe uma grande área cinza que é difícil de definir.

"Obviamente, viver esse tipo de vida envolve muitas coisas. É ligado a criatividade. É ligado a quebrar as regras. É ligado a fugir. É ligado a viajar. Ela permite tantos comportamentos exagerados e extremos que não são tolerados em outras partes da sociedade. Então a questão talvez seria, seriam as bandas o lugar onde as pessoas que já estão partidas vão?"

P: No filme, Rob Trujillo acabou de se juntar a banda e apenas fica de boca calada e toca baixo. Isso mudou?

Lars Ulrich: "Oh, ele é um membro da banda. Quando estamos em nossa sala de ajustes na estrada, ele fica tocando e vem com algumas idéias. Ele faz entrevistas. Ele dá sugestões para as setlists. Ele é um enviado de Deus, esse cara. Ele é uma das grandes razões da tranquilidade e boas vibrações na banda atualmente."

P: Diga-me sobre o livro que a banda está lançando na próxima semana ["So What! The Good, the Bad and the Ugly", com entrevistas, fotos raras e anotações pessoais].

Lars Ulrich: "Nosso fã-clube lança umas quatro ou cinco revistas por ano. Provavelmente é a área onde nós chegamos no nível mais pessoal com nossos fãs. Nós escrevemos histórias para isso, contribuímos com coisas muito pessoais. Ninguém mais as vê a não ser os membros de nosso fã-clube. Bem, vieram com a idéia de fazer um livro que fosse uma espécie de "melhor de" desse material. E é isso que é."

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Lars explica sua paixão pela arte

   11 de agosto de 2004     tags: ulrich, entrevista      Comentários

O baterista do Metallica Lars Ulrich disse recentemente ao Launch Radio Networks sobre uma das cenas mais comentadas do documentário "Metallica: Some Kind of Monster" - trecho no qual Lars leiloa sua coleção de artes por milhões de dólares. Até agora, poucos fãs sabiam deste hobby um tanto caro que Lars tem em comprar pinturas originais de artistas famosos. Ele explicou que sua fascinação por arte data de sua infância. "Sabe, eu cresci em uma família cercada de música e arte e em algum ponto de, não sei, final da década de oitenta, começo de noventa, eu comecei a redescobrir muitas dessas raízes. E o que aconteceu é que isso acabou virando uma espécie de santuário para mim fora do Metallica. Era minha particularidade do resto dos caras da banda e acabou virando uma grande paixão."

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Linha do tempo no Metallica.com

   10 de agosto de 2004     tags: diversos      Comentários

Foi disponibilizada no site oficial do Metallica uma linha do tempo contendo fotos, principais eventos e datas de turnês da banda a partir de seu nascimento até os dias de hoje, além de fotos de infância dos membros.

Para acessá-la, clique aqui.

Agradecimentos: jordan

    Top

Kirk Hammett diz que as "coisas estão mais reais" no Metallica

   09 de agosto de 2004     tags: hammett, entrevista      Comentários

O guitarrista do Metallica Kirk Hammett disse recentemente ao Reno Gazette Journal que a banda passou por uma "troca de paradigmas" graças as sessões de terapias documentadas no filme "Metallica: Some Kind of Monster". Um exemplo é James Hetfield que costumava amaldiçoar a platéia e chamar o público de perdedores. Mas no final de "Some Kind of Monster", podemos o ver dizendo "Metallica ama vocês!".

"Eu acho que o James costumava dizer essas coisas porque na verdade ele amava o público," disse Hammett sobre os insultos. "Ele podia dizer essas coisas por causa da máscara que ele usava nessa época. Essa máscara foi tirada e o que você vê hoje é a versão mais verdadeira do James Hetfield que você poderá ver. É estranho porque o James Hetfield de hoje é bem mais parecido com o James Hetfield que eu conheci há 21 anos, antes de tudo isso começar. James está bem mais confortável dizendo aquilo que ele quer dizer.

"Sabe, sempre ficava estranho quando a gente dizia que amávamos uns ao outros e isso era sempre depois de muito álcool e sei lá o que. Mas hoje, as coisas estão bem mais reais por aqui e estão bem mais honestas. É um ótimo progresso para a gente.

"E tudo isso começou - eu odeio dizer - quando Jason saiu. Ele foi o responsável pela mudança. Nós vemos tudo diferente hoje, tudo, das músicas para os shows para o modo como tratamos as pessoas para o modo como tratamos uns aos outros para o modo como tomamos decisões."

Em uma seqüência do filme, o vocalista Hetfield sai por um pequeno período dos ensaios para comparecer ao recital de ballet de sua filha mais nova. Se isto fizer com que alguns fãs gritarem "fruta!" Hammett diz para ser assim.

"Estamos apenas sendo honestos. Existe poder na verdade. E espero que quando as pessoas virem isso, elas se sintam até mais próximas de nós. Se as pessoas entenderem a intimidade que estamos oferecendo, talvez elas achem respeito."

Apesar de torcer para que o filme dê lucro, Hammett achou que a experiência não tem preço.

"Nós saímos disso ainda de pé e como uma banda com o relacionamento entre seus membros em seu melhor momento," disse ele.

"Para mim, se as pessoas conseguirem ver este filme e conseguirem extrair algo disso que os ajudem em suas vidas ou se outra banda puder vê-lo e está quase acabando, se eles puderem vê-lo e talvez fizerem as pazes, eu acho que isso é algo excelente. Eu acho que isso é uma maravilhosa contribuição que estamos fazendo embora eu ache difícil de assistir e eu pessoalmente me não me sinto bem."

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top



Newsletter
Receba em seu e-mail as últimas notícias sobre Metallica:

Conecte-se

Facebook   Google+   Twitter   RSS   Fórum

© 1998-2018 Metallica Remains - Desde 13 de Janeiro de 1998 | Política de Privacidade