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Shirley Manson do Garbage fala sobre SKOM

   26 de setembro de 2004     tags: garbage, skom      Comentários

A frontwoman do Garbage Shirley Manson postou a seguinte mensagem na seção "Diary" do site oficial do grupo, sobre o documentário do Metallica "Some Kind of Monster":

"Fui assistir ao filme do Metallica 'Some Kind of Monster' noite passada e fiquei totalmente sem palavras. Quer dizer... Primeiramente... Eu estou APAIXONADA pelo James Hetfield, mas mais importante... Me identifiquei completamente com a experiência de estúdio que tenho com a minha própria banda. Eu fiquei parada hipnotizada enquanto via como batalharam para se darem bem uns com os outros e seus desejos pessoais. Totalmente e absolutamente fascinante. Preciso lembrar também que o Garbage tem o mesmo time de empresários que o Metallica, então é claro, lutamos para não rirmos quando um deles aparecia na tela mas foi estranho ver a capacidade deles como empresários sem estar emocionalmente ligado às respostas dadas. Eu só posso comparar com ver seus próprios pais cuidando de outras crianças. Quando [o empresário do Metallica e do Garbage] Cliff Burnstein argumentou de forma lógica e precisa sobre o título 'St. Anger' contra 'Frantic' eu senti uma grande sensação de apreciação. Ainda bem que não temos um idiota como empresário."

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Rob doa dinheiro para baixista do "The Angry Amputees"

   24 de setembro de 2004     tags: trujillo      Comentários

O jornal San Francisco Chronicle informou que o baixista do Metallica Rob Trujillo é uma das pessoas que doaram dinheiro e presentes para John Dalton, baixista da banda The Angry Amputees, que deverá passar por uma cirurgia rara no coração no Stanford Hospital.

A banda The Angry Amputees foi considerada a melhor banda punk de São Francisco em 2002 pelo S.F. Weekly e apesar do nome, apenas ele é amputado, sem pernas e dedos.

Caso queira ajudar e doar através do sistema PayPal, a banda disponibilizou uma conta em seu site oficial.

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Série limitada de relógios da Nixon

   24 de setembro de 2004     tags: produtos      Comentários

A Nixon recentemente lançou uma edição limitada de relógios únicos e exclusivos feitos a partir de jaquetas de couro e correias de guitarras. O lucro obtido com a venda dos ítens serão totalmente revertidos para o MAP (Musicians' Assistance Program - Programa de Assistência aos Músicos, que ajuda músicos no tratamento de substância ilícitas e abuso de álcool). James Hetfield do Metallica doou uma jaqueta de couro e tem agora um dos relógios de sua coleção pessoal disponível para leilão. Apenas dez relógios foram feitos, e o número nove está a venda no eBay, junto de uma caixa autografada pelo frontman do Metallica.

Para maiores informações sobre a série limitada da Nixon, clique aqui.

Para fazer um lance no leilão, clique aqui.

Imagens do relógio:
Imagem 01
Imagem 02
Imagem 03

fonte (em inglês): Metallica.com

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Dave Mustaine: "James tem inveja de mim"

   21 de setembro de 2004     tags: mustaine, entrevista      Comentários

O frontman e fundador do Megadeth Dave Mustaine disse recentemente ao Chart Attack do Canadá sobre a inclusão da cena na qual ele e Lars Ulrich participam de uma sessão de terapia no documentário "Some Kind of Monster".

"Todo mundo diz como a parte comigo [no filme] é a mais intensa. É, porque eu sou o único que acho que o Lars é um punk," disse Mustaine. "Todo o resto tem medo dele. Ele tá querendo parecer uma m**** de cópia do Eminem agora. Qualquer um que vê esse filme e não percebe que qualquer um que entra em contato com Lars o odeia.... Se você assistir ao filme com atenção, verá que o Lars trata todo mundo muito mal. Todos eles acabam em terapia! Até o conselheiro acabou em terapia!

"Por anos [o Metallica] disse que eu não era importante para eles; que eu era uma guitarrista temporário ou nunca falavam nada sobre mim," continou. "Mas agora de repente eu sou tão importante que eles precisam de mim no filme deles. Vocês estavam mentindo antes ou estão mentindo agora? Por que eu sou tão importante que eu preciso estar no seu filme idiota? E quando eu disse que não queria que eles usassem isso - eu disse para o diretor que eu não aprovava isso - e eles prosseguiram e a usaram. Então Lars aparece e diz não entender o porque de eu estar tão bravo. Você não me escuta! E quando ele percebe que eu estou cansado das porcarias dele ele diz, 'Aww, eu só quero abraçar Dave. Eu estou sexualmente atraído por ele.' Que diabos aconteceu com você?"

Mustaine também disse que as clássicas músicas do Metallica como "Jump In The Fire" e "The Four Horsemen" são dele. Juntas de várias outras.

"Não só [as músicas presente no] 'Kill'em All', mas a música título do 'Ride The Lightning', 'Call of Ktulu', partes de 'Leper Messiah'... Escute partes de 'Leper Messiah' e depois de 'Ride The Lightning'. É o mesmo acorde. Eu inventei isso! Como que diabos vocês não me dão os créditos por ter escrito isso?"

Mustaine tem sua própria resposta.

"James [Hetfield] não queria me dar os créditos porque ele tem inveja de mim. Todo o jeito de frontman dele ele copiou de mim. No começo da banda, ele só cantava e eu que fazia todo o trabalho na guitarra. Quando ele parara de cantar, ele saia do microfone e eu tinha que ir até lá e falar. Eu fico meio que, 'Qual o problema nessa imagem? Eu tomarei sua cerveja hoje!' Eu acho que a coisa mais desapontadora disso tudo é que quando você vê tudo que eles conseguiram durante os anos, as pessoas tentam me tornar invisível. Minha carreira é um sucesso; Eu atingi o sucesso mas seria interessante se os fãs do Metallica realmente soubessem qual foi a minha contribuição ao invés de dizerem que não foi nenhuma.

"Eu não olho torto para ninguém, mas é como o Vôo de Icarus: se você voar muito alto, você derrete suas asas," concluiu Mustaine. "Eu acho que existem tantas pessoas que estão felizes por ter terminado; que eles estão falhando. Eu não desejo isso para James de forma alguma. Eu realmente não ligo para o Kirk [Hammett] - ele roubou meu trabalho, mas pelo menos eu pude pegar a namorada dele antes dele pegar meu trabalho - qual o meu gosto, Kirk? Eu sinto saudades do James no entanto, mesmo que nunca trabalhemos juntos de novo. Com o silêncio, é como, do que você tem medo? Se eu tivesse que estar no filme, então é óbvio que eu importei. Por que vocês não disseram no filme, 'Ei escuta, eu fui um besta porque por 20 anos eu fingi que você era invisível.' Então eu falaria, "Tá certo! Você pode colocar minha parte lá!"

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ingressos para Some Kind of Monster

   21 de setembro de 2004     tags: skom, brasil      Comentários

Como noticiado anteriormente, o documentário "Some Kind of Monster" terá sua estréia no Brasil durante o Festival de Cinema do Rio de Janeiro. Seguem as informações sobre a exibição:

>> Título brasileiro: Metallica: A Música e o Monstro
>> Censura: 18 anos

>> Datas:

Sábado - 25/09/2004
Espaço Unibanco 2
24:00 hs

Segunda 27/09/2004
Palácio 1
21:30 hs

Terça 28/09/2004
Palácio 1
14:00 hs

Quinta 30/09/2004
Palácio 1
19:00 hs

>> Endereço dos cinemas:

Palacio 1
Rua do Passeio, 40
Centro - Rio de Janeiro - RJ

Espaco Unibanco 2
Voluntarios da Patria, 35
Botafogo - Rio de Janeiro - RJ

Os ingressos podem ser adquiros pela Internet, através do site Ingresso.com.br, clicando aqui.

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Lars Ulrich: "Podemos ser agressivos mesmo ficando em hotéis 5 estrelas"

   20 de setembro de 2004     tags: ulrich, entrevista      Comentários

O baterista do Metallica Lars Ulrich foi recentemente entrevistado pelo Post-Gazette de Pittsburgh sobre o documentário "Some Kind of Monster", "St. Anger" e turnês. Seguem alguns trechos:

Sobre o fato dos fãs terem ou não estranhado o acesso a banda mostrado no documentário:

Lars Ulrich: "Não que eu saiba, estranhado não. Eu acho que a maioria de nossos fãs dedicados sabem que com o Metallica é sempre um tipo diferente de jornada e que você nunca deve se limitar a um modo de pensar. Então eu não acho que isso os enlouqueceu ou algo do tipo. Eu acho que, basicamente, todos os fãs do Metallica estavam bem animados com isso e realmente gostaram de se aproximar de nós e de darem esse passo que foi dado entre eles e nós da banda.

Sobre a natureza da música de "St. Anger":

Lars Ulrich: "Eu acho que realmente precisávamos nos mostrar, provar para nós mesmo que somos meio que capazes de evoluir e agir dessa forma - fazer um álbum realmente pesado, agressivo, que não foi melhorado ou super produzido. Foi importante para nós depois dos últimos álbuns."

Em resposta a um crítico que escreveu sobre o "St. Anger", "Provavelmente nenhuma outra banda trabalhou tanto e tanto tempo para criar um álbum com o intuito de fazê-lo soar tão cru."

Lars Ulrich: "Isso é um erro de interpretação. Nós estávamos no estúdio por um bom tempo, mas... Eh. Eu acho que você pode deixar dessa forma. Quem sou eu para julgar? Nós estávamos no estúdio por um bom tempo mas a quantidade de trabalho nas músicas que foram parar no álbum foram mínimas. A maior parte do tempo foi tomada pelos 80 por cento do material que não entrou no álbum. Dependendo do ponto de vista que você vê isso, você pode dizer, sim, nós trabalhamos nele por um ano para acabar com essas 11 músicas. Mas nós trabalhamos nove meses desse um ano em 35 músicas que estão guardadas em algum lugar. Então depende muito de como você vê."

Sobre o modo como a banda fez o "St. Anger" em um ambiente positivo:

Lars Ulrich: "Existe este cliché, que quando você se torna famoso você perde a habilidade de ficar nervoso ou irritado. Talvez isso seja verdade para algumas pessoas, mas eu posso lhe dizer que eu quase inverteria isso e diria o oposto. Eu fico bem mais frustrado com muitas coisas agora que sou famoso, eu espero que as coisas estejam em outro nível, e quando elas não estão eu fico realmente frustrado [risos]. Eu fico muito frutrado com muitas coisas que me rodeiam a todo tempo.

"Então eu não acredito nesse cliché de que agora que temos um pouco de dinheiro ou qualquer outra porcaria significa que não podemos ser agressivos. Para mim, isso é algo que vem de dentro de você. Isso não vem necessariamente de algo como a comida que você come ou o tapete de sua sala, se está sujo ou não. Essas coisas, para mim, queimam tão lá dentro que eu gostaria de pensar que pelo menos para mim, para o James, elas ficam totalmente inafetadas independente de ficarmos em um hotel cinco estrelas ou em um três estrelas."

Sobre o próximo álbum do Metallica:

Lars Ulrich: "Certamente isso é o que nós esperamos e queremos fazer. Terminaremos a turnê em breve e então provavelmente iremos entrar em estúdio por volta da primavera ou verão [do hemisfério norte] e pensaremos sobre isso de novo. Estamos coletando várias idéias legais na estrada e temos uma pequena sala no backstage que tocamos e fazemos jams. Antes de entrarmos no palco, nós meio que nos esquentamos."

Leia a entrevista completa em inglês clicando aqui.

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Metallica Tattoo Book

   19 de setembro de 2004     tags: livros      Comentários

De acordo com o site Encyclopedia Metallica, James Hetfield disse durante o encontro com os fãs do show de 27 de Agosto em Chicago que um livro do Metallica com tatuagens deverá sair em um futuro próximo.

O livro será basicamente uma compilação de fotos de tatuagens dos membros da banda e de fãs. Devido a isso, os fãs que possuiam tatuagens do Metallica e que estavam presentes foram fotografados.

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Kirk Hammett: "Próximo álbum até o final de 2005"

   19 de setembro de 2004     tags: hammett, entrevista      Comentários

O guitarrista do Metallica disse recentemente ao Cleveland Free Times sobre a saída de Jason Newsted, o documentário "Some Kind of Monster", turnês e sobre o próximo álbum de estúdio da banda, que ele espera finalizar até o final de 2005. Seguem alguns trechos:

Sobre a saída de Jason Newsted:

Kirk Hammett: "Foi bem devastador quando nós perdemos um membro da banda. Nós deveríamos ser aquela máquina invencível que solidificou durante os anos. De repente, isso abriu nossos olhos de que não éramos invencíveis. Não enfrentávamos todo tipo de coisa escondida. Tínhamos os mesmos problemas que todo mundo tem. Para mim, Jason era um amigo. Eu saía muito com ele. Não queríamos vê-lo partir. Mas ele estava infeliz por muito tempo. Ele fez o que deveria fazer para encontrar aquela felicidade de novo. Eu acho que isso não incluia nós ou o Metallica. Não queríamos que ele partisse, mas foi saudável para todos os envolvidos."

Sobre a crise pessoal da banda durante as gravações de "St. Anger":

Kirk Hammett: "Eu realmente acho que nesse período a banda era mais importante do que nossas vidas pessoais, o que não era saudável, especialmente quando nos dedicávamos tanto ao trabalho. No entanto, eu estou feliz por termos sobrevividos. Eu não previa que tomaríamos o rumo tomado. Eu acho que nenhum de nós pensamos. A tensão existia entre todos nós. O filme tenta focar em James e Lars, mas vocês têm que entender, os produtores tinham que traçar uma linha dramática da história para criar um clima. Eles focaram nisso. Havia muita tensão."

Quando perguntado sobre como o Metallica continua a encher locais enquanto muitas das bandas contemporâneas passaram a tocar em lugares bem menores, Kirk admite não saber realmente:

Kirk Hammett: "Eu só sei que nós tentamos ir por aí e escrever as melhores músicas que conseguimos para fazer o melhor álbum que podemos, e tentamos tocar os melhores shows possíveis. Nós tentamos fazer tudo da melhor forma possível. Eu acho que esse foi o troco de tudo isso. As pessoas ainda vêm sabendo que terão uma certa qualidade. Metallica é um nome que vem associado com uma certa quantidade de qualidade. Essa é a única justificativa que encontrei."

Para ler a entrevista completa, clique aqui.

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Some Kind of Monster no Festival de Cinema do Rio de Janeiro

   18 de setembro de 2004     tags: skom, brasil      Comentários

Loucos por rock, e não só cinéfilos, farão a festa no Festival de Cinema do Rio de Janeiro, que começa na próxima quinta-feira e vai até 7 de outubro.

Dois aguardados documentários sobre duas grandes bandas serão exibidos em uma das mostras do evento: "Fim de Século: A História dos Ramones" e "Metallica: Some Kind of Monster".

"Metallica: Some Kind of Monster", exibido no Festival de Sundance deste ano, narra as histórias por trás das brigas internas da banda, as sessões de terapia em grupo e a produção tumultuada do álbum "St. Anger".

Segundo reportagem publicada na revista Billboard, o vocalista e guitarrista James Hetfield e o baterista Lars Ulrich entram em choque com frequência no filme, e o primeiro guitarrista, Kirk Hammett, é quem geralmente faz o papel de pacificador.

O documentário também mostra como a banda administrou a saída do baixista Jason Newsted, em 2001, e exibe uma sessão de terapia, em que Ulrich se encontra com Dave Mustaine, expulso do Metallica em 1983.

Os filmes estão na seção Midnight Movies, que conta também com Festival Express, longa que registrou a turnê de artistas e bandas como Janis Joplin, Grateful Dead e Buddy Guy, todos juntos a bordo de um trem pelo Canadá.

O Festival do Rio terá mais de 300 longas-metragens, que serão exibidos em 25 salas de cinemas da cidade.

Agradecimentos: Master of Justice
fonte: Terra

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James Hetfield, sobre o hobby de Lars

   17 de setembro de 2004     tags: hetfield, entrevista      Comentários

O documentário do Metallica "Some Kind of Monster" revelou o gosto do baterista Lars Ulrich por arte - para o desprazer do co-fundador James Hetfield. Hetfield disse ao Launch Radio Networks que ele não gosta que Lars exiba seu hobby em público, embora admita que Ulrich sente o mesmo sobre sua paixão por carros esportivos e motos. "Essa coisa de Lars pela arte - é difícil de ver, mas é algo dele," disse James. "Eu não tenho nada a ver com isso. Ele está provavelmente pensando a mesma coisa sobre mim e meu capacete estúpido e a [moto] T-bucket, dizendo, 'Meu Deus, isso é tão vergonhoso,' sabe? Mas nós sabemos que temos nossas próprias vidas, e é isso cara."

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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