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James fala sobre como é tocar sóbrio

   14 de julho de 2004     tags: hetfield, entrevista      Comentários

James Hetfield do Metallica disse a Launch que a turnê de 2003 da banda foi a primeira com um cantor sóbrio, e conseqüentemente, sua perspectiva mudou muito: "Agora, é a nossa melhor turnê de todas, a melhor experiência na estrada, a vez que eu fiquei mais feliz. No começo, era a mais assustadora. Fazer algo novamente pela primeira vez sem o álcool foi duro. Eu tive um bom apoio, alguns amigos que me ajudaram a me preparar para sair por aí. E eu sabia que eu precisava cuidar de mim, e houveram algumas pessoas que me ajudaram a fazer isso, e eu sou muito grato a elas."

James disse a Launch como é fazer shows sóbrio: "Demais. Quero dizer, ver os rostos das pessoas claramente... Quer dizer, eu não estava com meus óculos, mas... Apenas ver os rostos delas, ser capaz de ver o que fazemos para elas, o que elas fazem para a gente, e cara! Eu sei porque a gente está por aí."

Hetfield descreveu a diferença entre tocar sóbrio e não: "Agora eu posso realmente sentir a grande energia criada por isso, eu realmente entendo o sentimento de família ao redor disso, como todos contribuem para isso. Todos, a equipe, se dedicam a isso. Eles são dedicados. Eles curtem o que a gente faz. Eles acreditam na gente. E quando eu saio por aí e represento todas essas pessoas, é um sentimento ótimo."

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Lars diz que foi pego de surpresa na batalha do Napster

   13 de julho de 2004     tags: ulrich, entrevista      Comentários

Enquanto promovia o documentário "Some Kind of Monster", em Nova Iorque, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi perguntado se ele se arrependia da maneira como lidou com o problema do Napster em 2001 e de ter sido alvo de críticas.

"Eu gostaria de ter sido mais... você sabe, eu me senti meio surpreso com tudo que houve pois eu não sabia o suficiente sobre onde estávamos nos metendo," disse ele, de acordo com a Launch Radio Networks. "Nós não sabíamos o bastante sobre a fonte de tudo isso, e o que vinha acontecendo nos últimos meses no país enquanto o novo fenômeno ocorria. Estávamos tão presos ao nosso modo controlador de querer controlar tudo que tinha a ver com o Metallica. Então fomos pegos de surpresa e foi um pouco mais complicado do que das outras vezes que fizemos isso. Mas quer saber, eu ainda tenho orgulho do fato de termos tomado essa iniciativa... E eu tomei muitos tombos e foi difícil."

Ulrich disse que não consegue assistir as cenas sobre sua batalha com o Napster no documentário "Some Kind of Monster". Mas admite que é fã de iPods (tocador de MP3s da Apple) e que baixa músicas por 99 centavos de dólar cada.

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica Vault atualizado

   09 de julho de 2004     tags: vault      Comentários

O seguinte show foi disponibilizado para download no "Metallica Vault":

18/12/1983 - Agora Ballroom; Cleveland, OH

1. Hit The Lights
2. The Four Horsemen
3. Jump In the Fire
4. Fight Fire With Fire
5. Ride The Lightning
6. Phantom Lord
7. The Call Of Ktulu
8. No Remorse
9. Seek & Destroy
10. Cliff Bas Solo
11. Whiplash
12. Creeping Death
13. Kirk Solo
14. Metal Militia

Vale lembrar que os shows do "Metallica Vault" estão disponíveis apenas para usuários registrados. O cadastro é feito através do "CD-Key" encontrado no álbum "St. Anger".

Link: Metallica Vault

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James Hetfield: "Jason era um dos egos da banda"

   09 de julho de 2004     tags: hetfield, ulrich, entrevista, skom      Comentários

Lars Ulrich e James Hetfield foram entrevistados, separadamente, recentemente pelo CHUD.com sobre o documentário "Some Kind of Monster". Seguem vários trechos:

Sobre a seqüencia na qual Dave Mustaine, ex-guitarrista do Metallica e atual Megadeth, fica cara a cara com Lars em uma sessão de terapia:

Lars: "Essa interação foi emocional em diferentes níveis. Principalmente confusa, pois foi difícil para mim, compreender que quando ele pensa em sua carreira e aquilo que conseguiu e sobre ter feito alguns dos melhores álbuns de heavy metal dos anos 80 em diante, ele só pensa em estar atrás do Metallica. Isso é meio difícil de compreender. Eu achei que foi ótimo passar um tempo com ele. Eu sempre tive um certo carinho por ele. Eu sempre achei que ele era mais doce do que aparenta. Eu sempre tive vontade de abraçar Dave Mustaine. Eu não sei porque, talvez eu sinta atração sexual por ele. Eu sempre gostei de passar qualquer tempo com ele. Nós passamos por esses períodos nos quais falávamos muito ao telefone e depois não nos falávamos por um ano e, de repente, falávamos de novo ao telefone uma vez por semana durante seis meses."

James: "Eu queria entrar no meio e defender Lars, primeiramente. Eu posso realmente entender aquilo que Dave passou. Mesmo com todas as coisas que conseguiu, seus criticismo em sua mente não o deixa em paz. Eu me sinto feliz por não estar lá - se eu estivesse, poderia ter perturbado o modo natural como esses dois se comunicaram. Foi legal ver Lars - eu acho que ele está mais revelador nesta cena do que em qualquer outra. Ele não estava atuando para a câmera. Eu acho que ele começou a se perder e a se culpar por coisas que ele não precisava. Também foi muito bom pra Dave, é um trecho para ser visto. Dá uma boa visão daquilo que o Dave tem passado."


Sobre o fato de Dave não estar muito feliz com a cena no filme e se ele falou ou não com eles sobre isso:

Lars: "Nós nunca falamos sobre isso diretamente, mas eu acredito que [os diretores do filme] Joe e Bruce enviaram a cena de Dave Mustaine ou algo próximo dessa cena para ele e ele não foi muito receptivo quando a isso. Nós meio que debatemos o que deveríamos fazer com isso. Nós já passamos a fase de encher uma pessoa de propósito. Ele não foi muito receptivo, mas não sabíamos se era ele ou seus produtores; era estranho."

"Algo que me aconteceu é que quando eu comecei a ver algumas cenas editadas do filme juntas era difícil de assistir, e estranho. Assim que eu vi de maneira dramática, como um filme, eu pensei, 'Claro!'. Nós não podíamos enviar o filme (ou talvez pudéssemos) mas ele viu essa cena isoladamente e parece que ele não gostou de ver o Dave Mustaine vulnerável por aí para as massas ou algo assim. É uma pena."


Sobre o fato de ter acontecido algo depois do encontro com Dave:

James: "A única comunicação que tivemos sobre ele é que ele está chateado com o trecho e isso me desapontou um pouco, mas faz sentido pra mim. Mas eu acho que quanto mais retorno ele tiver das pessoas, ele ficará melhor."

Sobre a cena com o ex-baixista do Metallica, Jason Newsted, na qual fala sobre os egos da banda:

James: "Bem, é duro. Existe verdade nisso para a realidade dele também. E sim, egos, claro. Ele definitivamente era um deles. Os três juntos não funcionam. Do modo como a banda está atualmente existe um Lars e um James que ligam mais para o ego e tem o Kirk e o Rob, que balanceiam isso bem. Com Jason havia um pouco de, 'Ei, e quanto a mim?'. Nós não demos a ele essa chance, nós acabávamos com suas coisas todas as vezes, era como éramos. Nós fazemos de maneira diferente atualmente. Nós não podemos mudar o qua fizemos naquela época - bem, nós podemos não fazendo isso de novo. Deve ter sido difícil."

A entrevista completa com Lars pode ser lida, em inglês, clicando aqui. Já a entrevista de James, pode ser lida clicando aqui.

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Webisode 9

   09 de julho de 2004     tags: skom, vídeos      Comentários

Já está disponível para visualização em tempo real o novo "webisode" do documentário "Some Kind Of Monster".

Desta vez, o trecho mostra a banda de volta aos palcos, tocando para dez mil fãs. Para vê-lo, clique aqui.

Agradecimentos: jordan

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Lars Ulrich: "Eu me sinto mal pelo Dave"

   09 de julho de 2004     tags: ulrich, skom, entrevista      Comentários

Em recente entrevista sobre o documentário "Some Kind Of Monster" dada ao "San Francisco Bay Guardian", Lars comentou, entre outras coisas, sobre a seqüência do filme em que o Dave aparece cara-a-cara com ele numa sessão de terapia. Segue o trecho:

Lars: O que eu sinto quando vejo aquele pedaço? Eu me sinto triste por ele... Não de um modo condescendente. Apenas triste por ele sentir que o que ele conseguiu nesses anos todos não supera o que nós fizemos. Digo, ele gravou discos que eu pessoalmente considero como o número dois ou três dentre os maiores discos de metal da história - Eu ainda os escuto! Estou surpreso por ele achar que não é um sucesso. Mas também, ele está lidando com seus problemas, da mesma forma que nós estamos lidando com os nossos. Eu acho que pra fazer isso precisa de muita coragem.

A entrevista pode ser lida na íntegra, em inglês, clicando aqui.

Agradecimentos: Master of Justice
fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Última entrevista de Cliff

   09 de julho de 2004     tags: burton, entrevista      Comentários

A revista "Sweeden Rock" publicará a última entrevista do ex-baixista do Metallica, Cliff Burton, em sua edição de 20 de Julho.

Acreditava-se que a última entrevista de Cliff tivesse sido conduzida por Garry Sharpe Young no Birmingham Odeon em 20 de Setembro de 1986, uma semana antes da sua morte (Garry aparece com trechos dessa entrevista no livro "And Justice For All: The Truth About Metallica", de Joel McIver, mas nunca a publicou realmente, apesar das ofertas acerca dela).

Entretanto, essa entrevista não era a última, e sim a penúltima. A última entrevista de Cliff foi conduzida por Jörgen Holmstedt em Estocolmo no dia 26 de Setembro, 14 horas antes de sua morte. A entrevista e a seção de fotos foi feita para a revista pop sueca "Okej" e será publicada agora em sua totalidade na edição de 20 de Julho da "Sweden Rock Magazine".

Na entrevista, Cliff fala sobre a turnê da banda, sobre a então nova cena do "thrash", sugere que a banda pode experimentar no futuro faixas mais suaves e que podem usar os serviços de um grande produtor para poderem trabalhar mais rapidamente em estúdio. Também fala do sucesso do álbum "Master of Pupetts", sobre a situação financeira da banda, e, surpreendemente, faz menções ao ônibus que tiraria sua vida 14 horas depois. Seguem algumas citações:

Sweden Rock: Agora que você está no topo, ou pelo menos perto dele, era isso tudo que você esperava?

Cliff: Nós temos muitas coisas para fazer ainda, pode ter certeza. Mas você não pensa assim, o que se espera, apenas vai indo como louco e olha pra trás quando acabar. Senão você fica muito confuso.

Sweden Rock: Ao menos vocês devem ganhar muito mais dinheiro hoje em dia, não?

Cliff: Sim nós ganhamos, ha ha. Nós temos um bocado de dinheiro a mais no bolso hoje,e estamos esperando mais das vendagens do último álbum. Nós sobrevivemos. Fazer turnês é mais gostoso agora que temos um novo ônibus e materiais melhores.


Agradecimentos: wasting my hate
fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Assassino que cantou música do Metallica será morto

   07 de julho de 2004     tags: curiosidades      Comentários

Um homem de San Antonio que cantou o refrão da música "No Remorse" do Metallica - "Another day, another death, another sorrow, another breath" ("Outro dia, outra morte,
outra tristeza, outra respiração") - depois de matar uma pessoa com um tiro na cabeça no Corpus Christi e roubá-lo 13 dólares 20 anos atrás, será morto hoje, dia 7 de Julho, de acordo com a Associated Press. Houve tentativa de recorrer a decisão da pena de morte para evitar que Troy Kunkle, hoje com 38 anos, seja o 11º preso de Texas a ser executado este ano.

Leslie Poynter Dixon, que comandou o caso, falou sobre o fato da música do Metallica poder ou não ser usado como evidência.

"Enquanto este álbum (Kill'em All) estava tocando para o juiz para que ele pudesse tomar uma decisão se seria aceito ou não, Mr. Kunkle estava tocando 'air-guitar'," disse Dixon. "Isso realmente me chocou. Me deu a impressão de que Mr. Kunkle não dá o menor valor a vida humana - mesmo a dele - pois era seu julgamento e buscavam a pena de morte."

Kunkle, que recusou falar aos repórteres nas semanas antes de sua execução, disse ao San Antonio Express-News em 1996 que sua vida havia mudado enquanto aguardava no corredor da morte graças aos religiosos que se dedicam aos presos.

"Eu me sinto bem comigo mesmo agora," disse ele. "Eu me dou melhor com os outros, os quais eu tinha um problema no passado. Mas eu penso em minha vítima todos os dia."

Agradecimentos: Dands
fonte (em inglês): Blabbermouth.net

Atualização:
A suprema corte norte-americana, nesta quarta, resolveu bloquear a execução do homem que cantou o refrão da música "No Remorse" do Metallica. O motivo alegado foi que o júri não pode considerar devidamente o histórico de abusos de álcool e drogas de Troy Kunkle e que os direitos no processo de Kunkle foram violados quando negaram acesso as transcrições das perguntas do júri a seu advogado.

Kunkle, 38, seria morto com injeção letal nesta noite de quarta, por ter matado Steven Horton, 29, com um tiro, durante um assalto em Corpus Christi. Ele seria o 11º preso de Texas a ser morto este ano.

Em seu julgamento, Kunkle escreveu letras do Metallica, alegando que as letras de "No Remorse" o inspirou a matar. Isso perturbou o vocalista da banda, James Hetfield, quando descobriu como Kunkle reagiu ao verso, de acordo com KZTV10.

Em 1984, Hetfield disse, "Eu acho que esse jovem entedeu de sua forma. Claro, nós estamos chateados mas não tivemos nada a ver diretamente com isso."


fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Dave Mustaine: "Chega de Lars"

   07 de julho de 2004     tags: mustaine, ulrich, entrevista      Comentários

Dave Mustaine do Megadeth, em recente entrevista ao jornalista Joel McIver da revista Record Collector, falou sobre sua insatisfação com os integrantes do Metallica. Seguem alguns trechos:

Record Collector: Rumores dizem que você não está feliz com o modo como aparece no documentário "Some Kind of Monster" do Metallica.

Dave Mustaine: "Não, eu não estou. Eles removeram muitas coisas que estavam lá e me enviaram para ser aprovado. Eu disse, eu não quero que vocês usem isto. Era dois dias depois de 11/9, no meu 40º aniversário. Era para eu estar em casa, ganhando um Mercedes AMG CL55 da minha família como presente, e eu estou aqui com um dos caras que eu mais odeio na minha vida inteira - na minha existência no mundo - gravando em São Franciso, porque eu não posso voar para Phoenix para ver minha família. E eles me enviaram a fita e eu disse, 'Não, eu não quero que vocês usem isto,' e eles usaram assim mesmo. Eu estou meio que, 'Por que eles me enviaram para eu aprovar se, quando eu disse que não gostei, usaram assim mesmo?' "

Record Collector: Sua aprovação não era um requerimento legal?

Dave Mustaine: "Bem, veja, eles disseram que eu assinei um papel então concluiram que, 'Dane-se ele, ele assinou o papel.' Você deve lembrar de 13 de Setembro, Nova Iorque ainda estava um caos, assistíamos a CNN sem parar. Em todos os lugares que você ia, as pessoas ficavam aterrorizadas com qualquer pó branco, havia ameaça de bombas em todos os lugares, estava tendo todos os tipos de estratégias militares e essas m*****... Era uma guerra."

"Eu não ligo muito de discutir isso, mas o que eu vou dizer é que eu tinha esperança de em um determinado ponto voltar a ser amigo de James e Lars e fazermos algo juntos de novo em minha carreira, mas essa porta está fechada agora. Essa foi a última traição. E se eu voltar a ver o Lars de novo, será cedo demais. Eu não ligo mais pra isso. Ele me disse que era para ser para ajudar. E acabou sendo para melhorar a carreira dele as minhas custas. Chega de Lars. Eu não ouvi 'St. Anger', chega deles."

fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Kirk Hammett: "Me sinto angustiado com algumas cenas de Some Kind of Monster"

   05 de julho de 2004     tags: hammett, entrevista      Comentários

O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, disse à revista Time que ainda se sente violado por algumas das cenas que aparecem no documentário, ainda não lançado, "Some Kind Of Monster". Ele deixou claro aos diretores que se sentia angustiado por cenas desfavoráveis, incluindo o momento em que a banda dá a Robert Trujillo, 39, $1 milhão de dólares. Hammett também queria ter "passado um tempo a mais no departamento de edição", mas ele foi convencido de que edições prejudicaria o filme. "A mensagem filosófica mais profunda é que se você tem problemas com aqueles que ama, você não pode desistir " ele diz. "Você tem que ser completamente sincero e trabalhar para superar. Este filme pode ajudar muitas pessoas, Então eu vou ter que deixar passar, parecendo um idiota. Eu posso fazer esse sacrificio."

Agradecimentos: Pefifos, KuKa HeTfield
fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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