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Trujillo: Tive que rever e retocar minhas técnicas para o Metallica

   01 de fevereiro de 2015     tags: trujillo, entrevista      Comentários



Em bate papo no Talk Is Jericho, o podcast de Chris Jericho, wrestler, ator, escritor e vocalista da banda Fozzy, Robert Trujillo falou sobre sua audição para substituir o baixista Jason Newsted no Metallica em 2003.

"Eu conhecia algumas canções do Metallica... todo baixista de metal do mundo sabe tocar algo da banda, e 'Battery' era uma música com o qual eu estava familiarizado. Mas assim que cheguei, eles pediram pra tocar 'Sad But True', depois 'toque isto' ou 'aquilo', e tive que improvisar. Mas acho que o mais importante para eles era captar o sentimento e sentir a pessoa, entende o que digo? Eles ficaram impressionados com o sentimento, minha técnica era, acho, mais importante para James Hetfield".

Trujillo explica que tocar com os dedos implica em uma certa técnica, sentimento e dinâmica fluindo do músico, embora de vez em quando ele precisa tocar com palhetas. "Mas não toco Metallica com palhetas... não sou bom de palhetada, vou na base do erro e acerto. Quando me juntei à banda, tinham muitas músicas 'galopadas' - 'Battery' tem muita galopada - então tive que rever e retocar minhas técnicas. Então de imediato foi preciso fazer vários ajustes, o que foi muito bom, pois gosto de mudanças".

Fonte: Whiplash!

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Trujillo: Tocar músicas raras ao vivo é um desafio

   26 de janeiro de 2015     tags: entrevista, trujillo      Comentários

De acordo com o The Pulse Of Radio, o baixista do Metallica disse em uma entrevista para o “Talk Is Jericho” que gosta de tocar faixas raras ao vivo, por causa do desafio apresentado. Trujillo explicou: “Uma coisa que me deixa orgulhoso de estar no Metallica todos esses anos, é poder tocar o ‘Black Album’ na íntegra – músicas que nunca tocamos ao vivo, como ‘The Struggle Within’. Mesmo músicas como ‘Orion’ – nós tocamos bastante agora. É uma música que não foi muito tocada, juntamente com ‘Dyers Eve’, do ‘... And Justice For All’.”

Trujillo adiciona: “O fato é que nós estamos com 50 anos e ainda tocamos músicas que não foram realmente tocadas, eu sinto que isso nos traz um desafio e faz com que nos tornemos uma banda melhor. Nós mantemos as coisas ainda bem excitantes.”

Fonte: Whiplash!

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Hetfield e Ulrich falam sobre uso de Seek & Destroy pelo San Jose Sharks

   22 de janeiro de 2015     tags: metallica night, sharks, vídeos, ulrich, hetfield, entrevista      Comentários

O Metallica se juntou ao San Jose Shakrs na noite passada (quarta-feira, 21 de Janeiro) contra os detendores do Stanley Cup, Los Angeles Kings, para uma noite de hockey. Os Sharks tem usado a música "Seek & Destroy" do Metallica como música de entrada há vários anos.

"Quem imaginaria em 1982, quando escrevemos essa música que ela chegaria a esse ponto?", disse o baterista Lars Ulrich. "E até ser, obviamente, capaz de escrever uma música e ter seu nome associado com um pedaço de música que tem esse tipo de participação na vida de tantas pessoas ao redor do mundo. E neste caso em particular, o fato de que os Sharks saem de uma grande boca de tubarão e a fumaça e os fogos e a música e energia no local e assim por diante... É obviamente... É um dos seus momentos de maior orgulho. É bem legal estar associado a isso."

"Eu ainda não acredito que eles escolheram 'Seek & Destroy', que eu amo", riu o frontman do Metallica, James Hetfield. "Em 1983, o que nós estávamos escrevendo naquela época era só... Era só o que sabíamos. Nós iríamos aparecer, e iriamos detonar. E quando saíssemos, você saberia que estivemos aqui."

Hetfield continuou: "Eu entendo o porque dela ter sido escolhida. Mas quando eu ouço minha voz [na gravação original da música]... Oh meu Deus! Eu tinha, tipo, 19 anos, e eu acho que eu amadureci um pouco desde então... Talvez um pouquinho. Mas é impressionante. Ela tá o tom. A qualidade do som... Não é a melhor, mas era tudo que sabíamos em 83. Mas eu amo o fato de que alguém pegou nossa música e ainda está usando assim. E é sinônimo dos Sharks entrarem no gelo, saindo da boca, pelos dentes, e então a fumaça... É impressionante."











Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Fotos do Metallica Night com San Jose Sharks

   22 de janeiro de 2015     tags: fotos, sharks, metallica night      Comentários



Fotos do Metallica Night que aconteceu ontem, 21 de Janeiro, durante o jogo do San Jose Sharks contra o LA Kings, foram disponibilizados nos Instagrams do Metallica, San Jose Sharks e S. J. Sharkie, e podem ser conferidas clicando aqui.

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Trujillo conta como substituiu Jason Newsted

   21 de janeiro de 2015     tags: entrevista, trujillo      Comentários

Durante participação no podcast Talk Is Jericho, o baixista Robert Trujillo contou como acabou indo tocar no Metallica:

"Foi meio bizarro. Um amigo me pediu para que eu levasse a ele e a Kirk [Hammett, guitarrista] para surfar. Eles queriam rodar pelo sul da Califórnia e ele me perguntou se eu os levaria para uns points legais, e então passamos cerca de uma semana surfando. E o interessante é que praticamente não falamos sobre música".

Tendo se aproximado de Trujillo por razões não musicais, Hammett considerou-o quando a banda começou a procurar por substitutos para Newsted. "Foi um ano mais tarde, talvez um pouco menos - eu estava no Taiti surfando, e naquela época não tínhamos celulares, então estava checando minhas mensagens de texto, e havia um recado de Lars [Ulrich, baterista] e Kirk - 'Ei cara, venha fazer uma jam com o Metallica'", relembra Robert, que diz que já estava pensando em se fixar na Bay Area assim que retornasse do Taiti, e quando chegou se dirigiu rapidamente ao estúdio para ensaiar com a banda. "Foram dois dias de audição. No primeiro eu meio que fiquei me ambientando, o que foi interessante e estranho... Fiquei praticamente circulando por lá. Quando você se junta a uma banda, é importante saber tocar o material, porém há o lado de você se dar bem com os outros caras. No final da noite do primeiro dia, Lars disse 'Ei cara, vamos tomar um drink'. Ficamos circulando e bebendo até as cinco da manhã". Trujillo admitiu que com isto ficou meio acabado para tocar no dia seguinte, mas ainda estava bom o suficiente para garantir sua vaga na banda.

O podcast pode ser ouvido na íntegra, em inglês, clicando aqui.

Fonte: Whiplash!

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Show na Itália

   20 de janeiro de 2015     tags: milan, summer tour 2015      Comentários

O site oficial do Metallica anunciou mais um show na Europa, desta vez na Itália:

Para aqueles que estão de olho na agenda, podem ter notado que há alguns dias demais de descanso em nossas férias de verão na Europa, então estamos felizes em anunciar mais um show entre Munich e Vienna, quando iremos para Milão, Itália, em 2 de Junho de 2015. Nós seremos atração principal do Sonisphere Festival em Fiero Milano Rho, com ingressos a venda a partir de quarta-feira, 28 de Janeiro, as 10:00 AM.

Membros do MetClub ou titulares de cartões AMEX terão uma pré-venda especial começando na segunda-feira, 26 de Janeiro, as 9:00 AM. Membros do MetClub devem se logar para mais informações.

Nos vemos na estrada neste verão!


Para conferir todas as datas de shows confirmadas até o momento, visite a página de turnê do Metallica Remains, clicando aqui.

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Foto de Trujillo no estúdio

   18 de janeiro de 2015     tags: fotos, trujillo      Comentários

O Metallica postou uma nova foto no estúdio em sua conta oficial do Instagram, de Robert Trujillo e datada de 17 de Janeiro. Confira abaixo.



Fonte (em inglês): Bravewords.com

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Confira edição 2015 do pacote de membros do MetClub

   15 de janeiro de 2015     tags: metclub      Comentários

O MetClub, fã-clube internacional e oficial do Metallica, divulgou a edição 2015 do pacote de membros. Confira abaixo:



A carta de 2015 foi escrita por Kirk Hammett e conta com uma foto tirada no festival Glastonbury por Ross Halfin. Já a foto com autógrafos impressos foi tirada por Jeff Yeager em Anaheim, pouco antes da banda subir ao palco na Blizzcon. Além disso, em 2015 o fã-clube passou a disponibilizar tamanhos extras de camisetas: P, M, G, XG, XXG, XXXG na versão masculina; M, G e XG na versão feminina.

Ainda não é membro do MetClub? Saiba mais como se associar clicando aqui.

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Informações sobre segunda edição do Fear FestEvil

   09 de janeiro de 2015     tags: fear festevil      Comentários



Curador, host e entusiasta de longa data do horror, o guitarrista do Metallica Kirk Hammett não conhece o significado de mediocridade. Para a segunda edição de sua convenção anual de horror Fear FestEvil, ele foi ainda mais fundo em sua cripta para conseguir fazer outro espetacular evento de três dias.

Parte Um: Um jantar/festa VIP na lendária Winchester Mystery House em San Jose, Califórnia, na sexta-feira, 10 de Abril. Será um clássico jantar de "Quem matou?", junto de Hammett e uma turnê pela famosa mansão enquanto pistas são reveladas pelos convidados da "realeza do horror" para resolver este mistério de "quem matou quem" com todas as reviravoltas esperadas!

Parte Dois: Uma seleção de shows para uma festa no fim de semana que levantará os mortos.

Tocando ao vivo no RockBar Theater em San Jose no sábado e domingo, 11 e 12 de Abril, estarão as bandas Meshuggah, Agnostic Front e Orchid, além da adição da estréia norte-americana da banda multicultural de blues, Blues Pills. Também tocarão High On Fire e Asada Messiah. Os apresentadores José Mangin do Liquid Metal da SiriusXM e Nikki Blakk da rádio 107.7 The Bone da Bay Area presidirão o caos musical no RockBar, junto da exibição de algumas das melhores peças de qualquer coleção moderna de memorabilia de horror que estarão a mostra.

"Sempre foi minha intenção de que os eventos Fear FestEvil carreguem tanto o estranho quanto o alto", afirma Kirk Hammett, "e que forma melhor de conseguir outra extensão do que queremos fazer do que ter um jantar em uma casa mal assombrada enquanto resolvemos crimes, antes de um fim de semana de boa música?!"

Para detalhes e informações sobre ingressos deste evento único, visite FearFestEvil.com.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo explica demora no processo de gravação do disco novo

   09 de janeiro de 2015     tags: entrevista, trujillo, áudio      Comentários

O baixista do Metallica, Robert Trujillo, foi recentemente entrevistado por Mitch Joel do "Groove - The No Treble Podcast". Você pode ouvir a conversa abaixo.


Perguntado sobre o progresso das sessões de composição do sucessor do álbum "Death Magnetic", de 2008:

"Eu estou tendo um grande momento, e nós estamos tendo realmente um ótimo momento. E é divertido na verdade."

"Nós temos tocado muitas idéias novas - alicerces, por assim dizer. E, sabe, James [Hetfield, vocal/guitarra] está começando a trabalhar em melodias e experimentando em coisas nesse nível. Mas é realmente, tipo, meio que você trabalha partes, um processo de eliminação, e então você faz uma jam delas. Nós fazemos uma jam e as colocamos em seu sistema, fazendo-as parte de você."

"Isso foi uma das coisas legais que o [produtor] Rick Rubin nos passou quando estávamos montando as músicas do último disco. Foi tipo, 'se imaginem tocando essas músicas novas e que vocês precisam se provar para estes fãs neste barzinho que nunca viram na vida'. E então ele diria, 'Levantem-se. Todo mundo se levante'. Nós podíamos estar em um estúdio, né? Mas é como 'se levantem e toquem essas músicas. Façam com que sejam parte de vocês', basicamente. E isso foi meio que um discurso motivacional que realmente fez sentido, sabe? No fim, fez sentido. Pois é muito fácil sentar lá e passar suas partes. Então quando eu estava gravando o baixo, eu estava na verdade de pé e agitando. [risos]"

"No fim, sejam riffs ou só arranjos, letras... A experiência toda de escrever uma música, especialmente com o Metallica, é envolvente, toma tempo, é um processo. Quando eu tocava com o Infectious Grooves, era um pouco diferente, pois nós entraríamos e passaríamos, digamos, quatro horas por dia, cinco dias por semana [trabalhando nas idéias], e então sairíamos com duas, três jams, em formato de músicas, e nós a colocaríamos em uma fita cassete. E então da próxima vez que nos juntássemos, estaríamos em um estúdio gravando o disco. E Mike Muir, o vocalista na época, levaria esses cassetes e trabalharia nas letras e melodias, e, 'nos vemos no estúdio'. Da próxima vez, nós as estaríamos tocando. E as baterias usualmente rolariam no segundo take. Nós sempre queríamos pegar a mágica do primeiro take, ou segundo take. Agora isso é bem diferente do que acontece com o Metallica. Mas cada situação é diferente. Há uma magia diferente que você quer capturar."

"Para nós no momento, estamos basicamente em um cenário onde estamos trabalhando os arranjos. E tudo, realmente, está sendo trabalhado. São como transições... Tentar tudo que você pode tentar. É assim que é. E eu acho que isso que torna a música do Metallica ótima e especial. Pois é esse tipo de orgulho e, sabe, você está trabalhando em uma peça de arte. E precisa estar certo. E o que isso significa? Significa explorar. James sempre tem um punhado de palavras para uma possível palavra. Talvez esta palavra não funcione. Vamos tentar esta. É muito trabalho, e toma tempo, mas ao mesmo tempo, é importante, e precisa ser feito dessa forma, pois o resultado final é o que ouvimos do Metallica, que todo mundo ama. Se não fosse dessa forma, não seria Metallica. Da mesma forma, se... Eu estava usando o Infectious Grooves como exemplo. Sabe, aquela forma é como o Infectious Grooves deve fazer discos. Deve ter essa energia espontânea, e capturar essa magia no segundo take ou o que for. Mas com o Metallica, é um estilo diferente e uma forma diferente de atingir uma meta bem especial."

Sobre a motivação de fazer música nova e estar envolvido em outras formas de escapes criativos:

"Eu me sinto sortudo, pois uma das coisas que é realmente especial em tocar no Metallica é que, na verdade, os membros do Metallica curtem serem criativos, curtem desafios e todas as coisas que a maioria das bandas, quando ficam um pouco mais velhas e antigas na carreira, elas relaxam um pouco em termos de querer escrever músicas. Digo, você ficaria surpreso com quantas bandas conhecidas começam a escrever com gente de fora ou algo assim, e não estão realmente escrevendo suas músicas mais. Com a gente, é meio que o oposto. Nós temos tantas idéias de músicas e riffs e linhas de baixo e o que for - simplesmente um abundância de idéias, musicalmente, de anos e anos de jams - que a coisa mais difícil é tentar eliminar. É como um processo de eliminação quando escrevemos. E é ótimo estar com um grupo inspirado meio que de caras velhos, sabe. [risos]"

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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