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Mustaine conta por que "No Life 'Till Leather" expandido não saiu

   30 de novembro de 2017     tags: mustaine, no life till leather      Comentários

O vocalista e guitarrista do Megadeth, Dave Mustaine, revelou por que a versão expandida de "No Life 'Till Leather", primeira demo do Metallica, gravada em 1982, não viu a luz do dia. Segundo Mustaine, que integrou a banda naquele período e participa da gravação, o material não foi lançado devido a disputas relacionadas aos direitos autorais.



Pelo Twitter, Mustaine falou sobre a situação. "James (Hetfield) entrou em contato comigo há dois anos. Iríamos lançar oficialmente a demo 'No Life Till Leather' como um disco, com 27 faixas, fotos e tudo mais. As conversas se encerraram porque Lars (Ulrich) queria créditos em duas músicas que eu compus cada nota e palavra. Passei", afirmou.

A promessa de que "No Life 'Till Leather" seria lançado em versão expandida foi feita em 2015, quando o Metallica já havia divulgado uma versão limitada, em fita cassete, durante o "Record Store Day". Desde então, esperava-se o produto expandido, em CD, vinil e set de colecionador, mas isso nunca aconteceu.

Fonte: Whiplash!

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Ulrich: "Cliff Burton sempre fará parte desta banda"

   29 de novembro de 2017     tags: entrevista, ulrich, master of puppets      Comentários



Durante participação em um especial para um programa de rádio tendo como tema o "Master of Puppets", que ganhou uma reedição mega-luxuosa recentemente, foi perguntado a Lars Ulrich se ele pessoalmente tinha interesse em ouvir o último show do Metallica com Cliff Burton, gravado ao vivo em 18 de novembro de 1986 no Festival Hall em Osaka, no Japão, e que faz parte do box-set:

"Oh, eu ouvi. Digo, claro que é uma experiência incomum ouvir aquelas músicas se formos pensar que foram as últimas vezes que tocamos com Cliff. Mas 31 anos mais tarde estamos em um ponto onde podemos lidar com isto. Ainda nos perguntam como a gente se sente, e claro que foi terrível na época, mas você tem que seguir em frente e aprender com a experiência. Hoje é parte da história, é que nem quando falamos sobre o 'Master of Puppets', como foi o processo de composição, como foi a turnê com Ozzy, e daí você fala sobre Jason Newsted e, claro, acaba falando de Cliff. Ele fará parte desta experiência para todo o sempre, e Cliff sempre fará parte desta banda e sempre pensaremos nele como nosso irmão. Ele é parte da família Metallica enquanto seguimos em frente. Não sei se 'triste' seria a palavra correta, talvez seja estranho ouvi-la. Mas muitas vezes ainda é assim... quando eu volto no tempo, muita coisa ficou enevoada".


Fonte: Whiplash!

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Primeiro ministro dinamarquês dá Master of Puppets para presidente da Indonésia

   28 de novembro de 2017     tags: master of puppets, curiosidades      Comentários



O primeiro ministro dinamarquês, Lars Løkke Rasmussen, presenteou o presidente indonésio, Joko "Jokowi" Widodo, com uma edição autografada do box remasterizado do disco "Master of Puppets", durante uma visita hoje (terça-feira, 28 de Novembro) no Bogor Palace, Indonésia. Em troca, Jokowi, deu a Rasmussen um rencong (uma adaga tradicional de Aceh), segundo o The Jakarta Post.

"O primeiro ministro Rasmussen entende minha música favorita", disse Jokowi da edição expandida do "Master of Puppets", que foi lançada no início deste mês.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica indicado ao Grammy Awards

   28 de novembro de 2017     tags: grammy, hardwired to self destruct      Comentários



O Metallica é um dos indicados nas categorias "Melhor Música de Rock" ("Best Rock Song", com "Atlas, Rise!") e Melhor Álbum de Rock ("Best Rock Album, com "Hardwired... To Self-Destruct") da 60a. edição do Grammy Awards que acontece no domingo, 28 de Janeiro de 2018 no Madison Square Garden em Nova Iorque. Confira abaixo as indicações completas destas categorias.

Melhor Música de Rock
METALLICA - "Atlas, Rise!"
K. FLAY - "Blood in the Cut"
NOTHING MORE - "Go To War"
FOO FIGHTERS - "Run"
AVENGED SEVENFOLD - "The Stage"

Melhor Álbum de Rock
MASTODON – "Emperor Of Sand"
METALLICA - Hardwired... To Self-Destruct
NOTHING MORE – "The Stories We Tell Ourselves"
QUEENS OF THE STONE AGE – "Villains"
THE WAR ON DRUGS – "A Deeper Understanding"

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield confessa que não concordava com a fase "Load/Reload"

   24 de novembro de 2017     tags: entrevista, hetfield, load, reload      Comentários



A Clash perguntou a James Hetfield se o Metallica já teve que aceitar determinadas coisas para ser aceito pelo mainstream. "É interessante, pois nós tivemos que criar nosso próprio mainstream, é o que eu acredito. Sempre fomos muito honestos com a gente mesmo, incluindo esta parte de nos comprometer".

"Mas sempre tem que haver algum tipo de concessão - especialmente quando são quatro caras numa banda. Você tem dois que realmente dirigem a coisa - Lars (Ulrich, baterista) e eu - e quando não concordamos somos obrigados a entrar num acordo. Mas quanto a algo que não parece certo, estou certo que houve algumas vezes que isto aconteceu - a era 'Load' e 'Reload', pra mim, foi uma delas; o jeito que a coisa acabou se tornando, eu não estava 100% convencido que era o certo, mas diria que foi um acordo. Eu disse 'Estou seguindo a visão de Lars e Kirk (Hammett), vocês estão extremamente apaixonados por isto, então subirei à bordo, pois se os quatro estiverem no mesmo barco será bem melhor. Então eu fiz o melhor que pude naquilo, e (o resultado) não foi tão bom quanto eu esperava, mas novamente digo que não há arrependimentos, pois naquele momento parecia o certo a se fazer. Então, se eu precisar ceder um pouco pela integridade da banda, eu farei isto".

Mas quanto ao mainstream, acho que sempre fomos muito honestos e abertos sobre o que queremos ou não. Você sabe, esta é a nossa festa (risos). Vocês estão convidados! Todos estão convidados! Venha fazer parte desta aventura e se começar a se tornar algo que você não queira, você pode sair fora a qualquer momento, e esperamos que sempre exista alguém pronto para apreciar este entusiasmo que temos por criar coisas novas, e sempre haverá espaço para esta pessoa".

Fonte: Whiplash!

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Ulrich: Há muita música boa por aí

   13 de novembro de 2017     tags: entrevista, ulrich      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, participou do quadro "Music Ruined My Life" do programa "Rock Show With Daniel P. Carter" da BBC Radio 1. No segmento, que pode ser ouvido clicando aqui, Ulrich fala sobre as músicas que o inspiraram e mudaram sua vida.

Questionado se apresentar seu próprio programa de rádio, "It's Eletric!", mudou sua perspectiva de músicas novas que estão saindo, Ulrich respondeu: "Eu posso te dizer o que isso já fez - isso rejuvenesceu minha conexão com a música e meio que me reinspirou."

"Eu tenho sido bem aberto sobre isso: eu tenho um relacionamento de altos e baixos com a música há anos, pois há momentos em que eu fico muito inspirado por outras músicas, e então há momentos em que estou tão deprimido com o fato de que não há nada legal acontecendo", continuou.

"Na verdade, há muita música boa por aí. Essa é a notícia boa. A notícia ruim é que é tão difícil para a música boa se destacar das outras músicas que não são tão boas, por conta do óbvio desaparecimento da indústria da música."

"Eu me sento lá e encontro alguma banda, e eu amo essa música e eu a tocarei no programa, e ocasionalmente, eu vou até o YouTube ou algo assim e essa música em particular tem 1200 visualizações, e você apenas fica lá e pensa, 'isso deveria ter 1,2 milhão de visualizações, não 1200'. Digo, 1200 visualizações - essa é a família estendida dos membros da banda, entende? Então há muita música boa que, infelizmente, não tem penetração. Então isso é meio que o bom e o ruim de onde toda essa jornada nos levou. Mas há muita música boa. Muitas das coisas que eu toco... Muitas das ótimas bandas da Inglaterra, muitas das ótimas músicas que aparecem de todos os cantos do mundo. Então definitivamente há muitas coisas legais e inspiradoras por aí."

Ulrich também revelou que ele amaria ver uma turnê do Metallica com o Rage Against The Machine, se a banda decidir voltar a ativa de novo.

"Rage Against The Machine, para mim é... Eles não são apenas uma das minhas bandas favoritas de todos os tempo, eles não apenas fizeram... Provavelmente seus três primeiros discos são, eu acho, o essencial de um catálogo. Digo, isso é o máximo que se pode querer para os três primeiros discos", disse Ulrich. "E o Rage Against The Machine, eles são tão atemporais, e a maior parte disso é ainda mais revelante hoje do que há 20 anos."

"Quando você faz um turnê, você quer estar perto de bandas que te inspiram, você quer se animar e se inspirar e estar pronto para sair por aí", explicou. "Então fazer turnê com alguém que te inspira é algo bom. E o Rage Against The Machine me inspira, então tocar shows com eles seria muito legal. Nós tocamos alguns shows com eles no Lollapalooza em 1996, por aí; eles fizeram cerca de metade do Lollapalooza com a gente. Então já tocamos shows com eles."

"Vamos colocar desta forma: se eles voltarem, um das primeiras pessoas de quem eles ouvirão será eu falando, 'Ei, eu sou o baterista no bla bla bla. Talvez a gente possa fazer alguns shows juntos?'. Então veremos."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica fala sobre as gravações do Master of Puppets

   13 de novembro de 2017     tags: vídeos, ulrich, hammett, hetfield, trujillo      Comentários

Como apresentador de seu próprio programa semanal, It's Eletric! na Apple Music, Lars Ulrich celebra o relançamento do álbum "Master of Puppets" em dois episódios especiais com convidados notáveis.

A série foi gravada durante a passagem da banda por Antwerp, Bélgica, onde Ulrich recebeu James Hetfield, Kirk Hammett e Robert Trujillo para conversarem sobre o disco "Master of Puppets", discutindo desde os primeiros riffs até as influências de Hetfield para as letras. Lars também recebeu o co-produtor Flemming Rasmussen e o responsável pela mixagem, Michael Wagener, para contar suas histórias do Swwet Silence Studio em Copenhagen.

A primeira parte está disponível na Apple Music clicando aqui. Já a segunda parte irá ao ar no domingo, 19 de Novembro.

Confira abaixo, em vídeo, parte da conversa.

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Ulrich comenta: o que Cliff Burton pensaria sobre a banda se estivesse vivo?

   13 de novembro de 2017     tags: entrevista, ulrich      Comentários



Lars Ulrich conversou com a 92Y de Nova Iorque no dia 5 de novembro e durante o papo, perguntaram de quais músicas dos álbuns "Load", "ReLoad" e "Black Album" o saudoso Cliff Burton teria gostado: "Tenho uma resposta fácil: todas elas. Próxima!", respondeu Lars.

Depois ele prossegue: "Olha, é uma grande pergunta, eu realmente gostei. Uma coisa que sempre me intrigou foram as questões tipo 'e se isto não tivesse acontecido?'. E se Cliff ainda estivesse vivo? E se a Terra fosse plana ao invés de redonda? É meio tipo se você estivesse aqui no meu lugar e eu no seu, pois teríamos uma conversa totalmente diferente".

"Acho que existiria uma evolução", continua Lars, explicando o que teria acontecido se Cliff ainda estivesse na banda. "E, claro, a banda é formada pela soma de suas partes. Então se ele ainda estivesse conosco estes discos teriam algo de diferente. Mas é a mesma coisa que se perguntar como soaria o nosso álbum mais recente, 'Hardwired...' se Jason Newsted estivesse conosco, entende o que quero dizer? Não sou o cara que vai te dar uma resposta definitiva".

Ao final, Lars ainda conta que nunca teve medo que o Metallica encerrasse suas atividades após a morte de Cliff pois a banda nunca lidou com a tragédia pensando nisto como uma saída. "Nossas conversas eram no sentido de 'o quão rápido poderemos nos recompor?'. E percebemos que quanto mais rápido voltássemos à ativa, melhor conseguiríamos lidar com aquilo. E meio que sob a benção de Cliff que teria desejado assim. Sim, eu acho que Cliff iria querer que fizéssemos assim. Talvez tenhamos até discutido um pouco além da conta sobre o assunto na época, mas quando se têm 22 anos você não está preparado para lidar com uma merda destas".

Em outubro de 2006, James Hetfield disse ao jornal sueco Dagens Nyheter que Cliff ainda estava presente quando eles escreviam as músicas do então novo álbum ("Death Magnetic", que seria lançado em setembro de 2008): "Nós conversamos sobre o que Cliff pensaria e o que ele acrescentaria. E agora, especialmente com nosso novo baixista Rob (Trujillo) tocando tão energeticamente e com os dedos assim como Cliff, eu tenho um pressentimento de que ele gosta do que estamos fazendo."

Fonte: Whiplash!

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Documentário: Por que o Metallica é tão grande?

   12 de novembro de 2017     tags: vídeos      Comentários

O site Heavy Metal Online publicou recentemente em seu canal no YouTube um documentário que busca entender os motivos que fizeram com que o Metallica tenha se tornado uma das bandas mais populares do mundo.

Segundo Clinger Carlos, que produziu, dirigiu e editou o vídeo, “não é um documentário que vai contar a história do Metallica, como temos muitos nas redes sociais. Iremos tentar entender o porquê eles se tornaram tão grandes e bandas da mesma geração e tão boas quanto não chegaram onde o Metallica chegou.” Confira abaixo.

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Ulrich fala sobre uso de hologramas em shows

   12 de novembro de 2017     tags: entrevista, ulrich      Comentários



Tudo começou quando, em 2012, Snoop Dogg se apresentou no Coachella junto com um holograma de Tupac Shakur, e em seguida o Cirque Du Soleil mostrou uma versão holográfica de Michael Jackson. E recentemente foi anunciada a turnê mundial de um holograma de Ronnie James Dio ao lado de músicos de carne e osso que passaram pela sua banda de apoio.

E Lars Ulrich, baterista do Metallica, falou sobre a possibilidade de um dia a banda usar este recurso durante entrevista para a rádio 92Y de Nova Iorque, realizada no dia 5 de novembro de 2017.

"Por mais idiota que possa parecer, e pode parecer meio bobo eu exagerar, o que é um concerto? O que é música? O que é um espetáculo? Pra mim se trata de algo para conectar as pessoas, e é sobre compartilhar uma experiência juntos. E o que tentamos fazer quando saímos em turnê é romper as barreiras entre a plateia e a banda. É basicamente acabar com qualquer divisão que exista entre o público e o artista. E então eu fiquei pensando 'Quem sabe um dia'. Se o objetivo principal é juntar as pessoas para compartilhar uma experiência, por qual motivo precisam do Lars Ulrich, do James Hetfield, do Kirk Hammett ou do Robert Trujillo ali? Se você tem a música, o equipamento, as luzes, o vídeo, com o tempo vai exister uma versão ali onde os técnicos conseguirão fazer com que a inteligência artificial toque tudo que for preciso".

Depois, ao ser perguntado se gostaria de ser um holograma daqui a cem anos, Lars responde: "Não sei sobre os outros caras, mas pra mim quando acabar, acabou. Se houver um jeito de fazer que seja uma coisa legal e não apenas pra faturar uma grana... pois no fim das contas - e estou sendo sério sobre isto - quanto mais penso nesta coisa de música e Metallica... as pessoas perguntam: 'Como é estar no Metallica?' Mas é tipo, todos fazemos parte do Metallica. O Metallica é algo que existe no ar. Lars Ulrich não é dono do Metallica. James Hetfield não é dono do Metallica. O Metallica não é dono de si mesmo - o Metallica é algo que todos compartilhamos, que todos usamos para nos conectar. Acredito que a necessidade humana básica é se conectar com outras pessoas - nos esforçamos para isto de todo jeito possível. Então se houver uma maneira disto acontecer daqui a cem anos e eu for um holograma, pra mim está tudo bem."

Fonte: Whiplash!

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